Stena Oil está fora de si

Stena Oil é a empresa que realizou o negócio de transbordo de combustíveis nas águas territoriais são-tomenses, e cujas embarcações foram detidas pela Guarda Costeira. A empresa sueca acusa o Estado são-tomense de ter tentado vender o combustível que está armazenado no petroleiro “Duzigit Integrity”.

A empresa Stena Oil, fretou as duas embarcações, que foram apanhadas a fazer contrabando nas águas territoriais são-tomenses. O navio “Duzigit Integrity” propriedade de um empresário Turco, tem a bordo mais de 8 mil toneladas de combustíveis. No julgamento em que as duas embarcações foram condenadas por prática de contrabando, o capitão do navio “Duzigit Integrity”, não conseguiu provar a origem do combustível que tem a bordo, para ser negociado às outras embarcações que operam no golfo da Guiné.

No julgamento o capitão apenas disse que a mercadoria que estava a negociar foi arrecadada, na zona off shore no alto mar. Não conseguiu apresentar qualquer documento que comprovasse a compra do referido combustível, nem tão pouco a identificação da empresa ou navio através do qual adquiriu a grande quantidade de combustível, que estava a tentar transbordar desta feita à 6 milhas da costa são-tomense.

É um dos elementos que sustentou a acusação de contrabando, provada em Tribunal. Em Março passado, o Tribunal do Estado Soberano de São Tomé e Príncipe, deu o navio assim como a mercadoria que transporta como perdidos a favor da República Democrática de São Tomé e Príncipe.

No entanto, a Stena Oil, que se manifesta aflita pelo facto de estar a somar prejuízos na ordem de 6 milhões de euros, desde a apreensão dos navios, enviou para a redacção do Téla Nón um comunicado, em que acusa o Estado são-tomense de ter tentado no passado dia 11, vender o combustível que está armazenado no navio.

Diz a empresa sueca, que os mais de 8 mil toneladas de ombustíveis armazedaos no petroleiro, estão avaliados em 7,5 milhões de dólares. Diz também que os navios foram confiscados de forma injusta.

Refere o comunicado da Stena Oil, que as forças armadas são-tomenses entraram violentamente no navio, com vista a fazer o transbordo do combustível, alegadamente para um outro navio que se aproximava da costa são-tomense. Segundo o comunicado datado de 16 de Outubro, enviado ao Téla Nón, o navio petroleiro que se aproximava para receber o combustível, é de bandeira panamiana e designa-se Anuket Emerald.

No comunicado assinado por Jonas Persson Patrik Pettersson, vice-presidente da Stena Oil, é dito que o capitão do navio de bandeira panamiana apercebendo-se que o navio “Duzigit Integrity”, não tinha comandantes a bordo para realizar a operação, decidiu se retirar.

Fonte das Forças Armadas São-tomenses contactada pelo Téla Nón desmentiu categóricamente a denúncia feita pela Stena Oil.

A empresa sueca, lançou ameaças ou advertências sobre o estado do navio, e o risco para o ambiente marinho. Avisou que o navio deixou de ter seguros, nomeadamente o seguro de poluição por hidrocarbonetos. Diz a Stena Oil que o vazamento de combustíveis pode provocar danos ambientais de consequências graves.

Abel Veiga

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    Lupuye Responder

    STP que se ponha a pau com essa historia. Ou devolvem o navio ou ficam de olho porque essa empresa ainda pode mandar pra la alguem furar o navio e derramar todo o combustivel na nossa zona maritima. Eles com essa conversa toda ate parece que se estao a preparar para algo pior e como dizem que nao tem seguro, estao dizendo que se algo acontece nao serao responsaveis pela sua limpeza. Portanto, que guardem bem o navio com homens armados.

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      anderson Responder

      Grande Lupuye,
      DEverias ser um Bulgod.
      De facto isso pode acontecer.
      Depois do que tem acontecido no pais, incendio no aeroporto, roubo do HD do Pc do Pr, etc…
      Sem seguro, tudo pode acontecer ao navio e ficarmos super bem encoralados.

      Os prejuizos serao maiores para o pa]is do que beneficios.

      Enquanto permanecer o barco, seria bom ter vigia 24/24 ate o dia do julgamento final.

      Outro facto, ]e q stp nunca teve felicidade com historias que envolve barco.

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      graca Responder

      …na terra de cego qem tem olho pensa
      ser Rei !…
      alguem deve ter recebido algum
      dinheiro por detraz das portas…

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    Lévé-Léngue Responder

    Eles fazem pirataria agora estão com medo…já deveríamos ter vendido este barco e combustível a tempos…..

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      pires dos santos Responder

      isso mesmo

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    Eusebio Neto Responder

    Essa agora! Ladrao e apanhado no meu quintal a assaltar a minha casa ou transporte algo roubado, eu lhe prendo, e ilegal? Inacreditavel! Nao ha materia para se discutir com esses contrabandistas porque, e verdade e nunca negaram, foram apanhados no interior da ZEE da Republica Democratica de S. Tome e Principe e acabou! Se estavam a traficar combustivel ou nao (que provem), invadiram o territorio nacional. Portanto tinham que ser detidos. Essas ameacas nao passam de uma autentica demonstracao da frustracao que os assaltou a todos, principalmente os seus comparsas santomenses. Estao a jogar a ultima cartada para tentar salvar o que ainda parece possivel. Dizem nao terem tido oportunidade para se defenderem no tribunal, pergunto, que estavam la a fazer o(s) seu(s) advogados? E os proprios capitaes dos barcos? Vao mais e brincar com os outros que de parvos ja nao temos nada.

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      Maria não dá? Será? Responder

      Será que são mesmo ladrões? Então, porquê um EStado soberano, ou eu apanho ladrão no meu quintal eu ainda vou negociar com ele, depois de tribunal ter me dado razão? Porquê ainda eu mando soltar os que estavam preso. A osso debaixo desse angu. Pensa gente, não faz sentido. Eu tenho razão e eu negocio cedo quando ameaçam-me de queixar-me no tribunal internacional, dou de volta um barco, liberto as pessoas hummmmmmmmmmmm, essa historia está muito mal contada.

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        pires dos santos Responder

        Meu carro politica e muito suja

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    luisó Responder

    Eu não percebo!
    Então os navios foram apresados com todo o combustível e multados e tudo a favor do Estado e agora soltam-se os capitães, devolvem-se os navios e ainda alguns órgãos do Estado são arguidos num processo internacional?
    Mas está tudo doido?
    Das duas uma: ou a coisa foi mal feita e alguém meteu os pés pelas mãos ou a história toda desde o principio está mal contada e tem que ser rescrita a bem da verdade e da honra do País.

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      GR Responder

      São dois navios, um dos quais o país já resolveu a questão com os proprietários e parece que brevemente o governo fará um esclarecimento do processo….. o que está agora em questão é o segundo navio….. O meu ponto de vista pessoal acho que devemos ser um pouco mais duro nas nossas decisões, o barco neste momento pertence ao estado santomense doa a quem doer. Precisamos de combustíveis, e de dinheiro. ou armazenamos os combustíveis cá para uso interno ou vendemos os combustíveis e arrecadamos fundos para investir em diversas áreas no país. O hospital precisa de medicamentos por exemplo…….. Apelo ao Presidente da Republica e o senhor Primeiro ministro que resolva está questão o mais rapidamente possível…….

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        pires dos santos Responder

        e acaba com conversas de doido, porque os ingleses faziam o mesmo e pior porque atacavam e saquiavam.

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    Pedro Lima Responder

    Isso não abel veiga, isto é posser. porque motivo tela non não contacta outra fonte e só ouve o aque o moura e pósser dizem. abel não escreve assim, todos conhecem a escrita de abel. s.tomé não tem como, vai ao tribunal internacional, advogado internacional para este tipo de caso custa caro e s.tomé paga. os países doadores já perceberam tudo onde o governo terá dinheiro para oge? pedir quem? com que cara? abel não vai colocar esse comentário mas vai ler

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      Téla Nón Responder

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, este espaço é demais, muita comédia relaxante

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    E. Santos Responder

    Tenho pena do PR Pinto da Costa. Coitado a sério. Perdeu a sua única e última oportunidade para limpar a sua imagem e ainda receber o prémio Mo Ibrahim.
    Triste sina…pligidente toma cuidado, we bê wê, wê na bê closson fa, pia wê pia tlaxi zaó da passo.
    Os seus pares querem lhe tramar…só pode.

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    atento ao dossier Responder

    Meus amigos eu bem vos disse a tempos atráz
    que este assunto poderia acabar muito mal para S.Tomé e Principe,porque havia o risco enorme de uma catástrofe ambiental e humana,e também vos disse para falarem com os vossos “amigos”Angolanos para resolverem este embroglio ,parece que a desgraça vai mesmo acontecer.

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    luz Responder

    ainda vao se arrepender do mal k estão a fazer a este povo

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    António Silva Responder

    Que coisa! No caso da energia com a empresa synergie, ou algo parecido, os governantes decidiram rasgar o contrato, porque os espertos acharam que o negócio era lesivo ao estado, o país foi condenado a pagar uma avultada verba por incumprimento do mesmo contrato. O dinheiro que se gastou, não sei se já pagaram a indemnização, daria talvez para minimizar o problema energético do país. No fundo pagamos e ainda estamos as escuras.
    Agora surge este caso!?
    Apanhou-se os malandros; foram julgados e condenados. Três meses depois foram soltos e agora ainda estamos sujeitos a tudo isso?
    Nada bate certo neste reino!?

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      António Menezes Responder

      O senhor deve ser um daqueles que iria receber muito dinheiro com o negocio da sinergie. Procure saber a verdade e depois vem ai utilizando o Tela Nom para limpar a sua lágrima de crocodilo.
      O negocio da sinergie é igual a de central de Guegue, vá la e vê com os seus proprios olhos como ficou a central. Se és santomense, realmente, vá la e depois escreva. Da sinergie podes recolher informações e nada de comparações.

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    zeme Almeida Responder

    Com que ficamos,agora já deixaram o Patrice Trovoada em paz?Disseram que ele esteve envolvido neste contrabando já tem provas mais que evidente ou nao.

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      Observador Responder

      Até parece que essa pessoa é um dos que está sendo pago pelo Patrice Trovoada ou vive dos seus espolhos.

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    Observador Responder

    É bastante verdade que um dos grandes azares desta bela terra, é o de haver, mas muito pouco SANTOMENSE com letra grande, que se vergue de facto para o bem dela, S.Tomé e Príncipe. Pelos comentários que vem passando por esse meio e com as atitudes verificadas no dia-a-dia nesta sociedade, estamos todos mas todos bem tramados. Que raio da terra! Que não se consegue encontrar pessoas que pretendam que ela ande para frente, rumo ao desenvolvimento a sua medida. Porquê que este País não vá a pique e que esses manhosos desapareçam todos e forme gente com uma melhor mentalidade. SANTOMENSE, ABRAM OS OLHOS, REPAREM QUE VOCÊS ESTÂO É A AFUNDAR S.TOMÉ E PRÍNCIPE. Tenhamos amor com aquilo que é nosso.

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    Liotério Carvalho Responder

    Meus caros,
    Sabiam que juntos podemos transformar este espaço, que temos graças ao Abel Veiga, num centro de debates e de partilha de informações?
    Para isso, precisamos aparecer de facto e não refugiar nos pseudonimos, que de resto parece ser hábito da grande maioria que por aqui passa. Viva a democracia com responsabilidade!
    Abraços

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    João Henriques Responder

    Que gente falta de patriotismo. Até parece que torcem para que tudo dê errado no seu próprio País. ADI convetá cua.Assim é que se é amigo do povo pequeno que mais sofre com tudo isto?
    Grandes amigos do povo, vcs!

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    António Silva Responder

    Não percebo aonde do meu comentário tenta atingido o Sr. António Menezes! Que autoridade moral tem este indivíduo para dizer que estou a utilizar o Tela Non para limpar lágrimas de crocodilo relacionado com o negócio da synergies. Não venho à mando de ninguém e nem tão pouco tinha alguma relação com este negócio. O que foi do conhecimento público é que havia um contrato com a referida empresa e que o mesmo tinha sido interrompido unilateralmente por parte do governo de então. Também fiquei a saber que o estado tinha sido condenado a pagar uma determinada afixada em 3 milhões e 600 mil euros; aliás eles pretendiam que São Tomé e Príncipe pagasse mais de 452 milhões de euros em indemnizações. A sentença foi proferida pelos juízes do tribunal arbitral internacional de Paris. O meu lamento foi ao ponto de afirmar que aquele valor gasto(não se já foi pago), daria para minimizarmos problemas que temos neste sector. E depois lamentei o caso deste actual e por fim disse ainda que nada bate certo neste reino!
    Qual é o seu problema? Simplesmente insurjo-me contra aquilo que vejo de mal acontecer no nosso país.

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      António Menezes Responder

      O problema meu caro, é que os contratos são feitos e assinados não por SANTOMENSES mas por aqueles que dizem ser santomenses.
      Se na altura o contrato com a tal empresa deu bronca e ainda bem. Acho que devemos dar exemplos de coisas que podem trazer benefícios para o Pais e esse contrato iria trazer muitos mais milhões de prejuízos ao Pais e não apenas os 3 0 4 milhões de multa que STP tem de pagar.
      Mais grave ainda e isso é que é a minha ira, deve ser a sua também, é que aqueles que forjam tudo isso, ainda vêm para comunicação social, dizendo que estão a defender o Pais, ficam deputados, ministros.
      Pena que temos um Pais onde é proibido publicamente falar e demonstrar algumas coisas. As instalações que foram entregues aos estrangeiros, casos idênticos a sinergie, já estão fora de serviço e degradados.Neste forum, nota-se facilmente, que os santomenses são muito maltratados, isso deve-se eventualmente a nossa origem. Que fazer…

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    Toni Responder

    Um dia iria acontecer… Afinal trata se de uma empresa da União Europeia, conhecida pelo rigor do seu sistema. Vamos todos pagar isto… Porque não se verificou qual a situação real do navio é que caso não seja provado que a empresa Sueca tenha praticado actos ilegais em tribunal Internacional, eles vêm sobre STP , ainda por cima Países com capacidade para dar ajuda, as influências destas companhias são muito grandes. Srs responsáveis resolvam isto convenientemente e não tragam problemas para o Povo de STP. Que não e dado nem achado nestas coisas.

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    zeme Almeida Responder

    Finalmente o nome do Patrice Trovoada desapareceu neste Jornal Tela-Non.

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