Sociedade

Conclusões do Congresso sobre a família

Cerca 700 delegados ao Congresso sobre a família santomense, desafiaram o sol infernal e saíram as ruas no final deste encontro: com uma mega manifestação pacífica e ordeira pelas ruas da cidade, onde manifestaram energicamente e condenaram ao mesmo tempo, a violência domestica, o abuso ilícito do álcool, a droga e o ataque contra as pessoas idosas da terceira idade.

Estou muito satisfeita porque dos entre mil e tal delegados conseguimos mostrar a força de vontade de manifestar e principalmente para contrariar os ataques mortal aos velhos, quebrando agulha no corpo, pancadaria, atirar pessoa para cima do zinco quente e em fim… são dados para o Estado tomar uma medida agora e já, para evitar e poupar a minha velhice; se chegar até lá, de ser também acusada de feiticeira amanhã,” afirmou josefa Silva.

A nossa entrevistada, foi clara e precisa em anunciar que as vitimas são covardemente assassinadas por serem muito pobre sem nenhum rendimento e aponta exemplo de violência, no bairro a frente de voz de América, Riboque a frente do prédio, depois da subida da Boa Morte, na Trindade que são do conhecimento publico.

“ Toda a população da Chacara são testemunhas, de que: a Dona Maria de Jesus, bem velhinha; vinha assentar-se no passeio do seu portão para receber o sol e não passava nada! Porque vivia a volta do poder financeiro e aí de um que atreveria chamar-lhe de nome, “acrescentou a Josefa Silva.

Para o Bispo D. Manuel António, disse que foi uma missão cumprida e cheia de vontade e espera que as recomendações venham dar fruto o mais rapidamente possível em São Tomé e Príncipe.

Por sua vez, o Vigário Geral da Diocese e Presidente do Secretario da Pastoral Familiar, Padre João Ceita, anunciou que este Congresso correspondeu todas expectativas e ultrapassou o previsto; onde a alegria e a participação acesa justificou.

O Congresso recomenda muita oração no seio da família, disciplina, boas relações humanas e nível de concordância familiar.

Que haja a paz no coração de cada um, sem violência, sem destruição da vida com o álcool e também sem o uso da droga; amando o teu próximo, como a Ti mesmo.

“ A família santomense deve estar unida e viver a Paz que é possível em São Tomé e Príncipe, porque muitas vezes ficam resignados com o medo e fantasma na cabeça para aposta no isolamento; em vez de dizer eu sou capaz e tenho que assegurar a minha família, com a educação dos filhos em casa com amor e Paz.

Face a vingança e destruição da vida quotidiana, já há um trabalho feito com ingredientes suficientes para resolução dos problemas que atormenta a nossa sociedade. Agora; cabe a parte da autoridade civil utilizar mecanismo que vão dar resposta a esses problemas.

Temos muitos jovens que esquecem o seu dia no futuro e praticam crimes que mancham a nossa sociedade e não se vê uma lei que puni esses cobradores do mundo de crime. Não se pode ter um país que se enfia agulha no corpo de um idoso porque são feiticeiras.

Portanto temos que unirmos para que esta sociedade veja os melhores dias se: cada um de nós contribuir para bloquear esta situação triste e desagradável em São Tomé,” recomendou o Vigário Geral da Diocese Santomense e Presidente da Pastoral Familiar, Padre João Ceita.

Inter Mamata

    3 comentários

3 comentários

  1. cienfugos

    16 de Novembro de 2013 as 6:01

    buen fix
    familha como celula da sociedade e muito bom preserva la , e claro cada santomense
    levar sempre mas alto o bom nome da suas familias….

  2. armando

    16 de Novembro de 2013 as 15:17

    Tudo isso, muito por causa da nossa ignorancia e depois por leis vindas de Portugal que nem a Portugal tem servido. Desprezaram a nossa educacao e cultura para virem copiar a dos outros e executarem em STP. Este e o resultado srs doutores.

  3. elsa fernandes

    19 de Novembro de 2013 as 10:59

    vamos todos juntos lutar contra isso a pobreza nao se compra é o preço da evoluçao e falta de oportunidades para os mais desfavorecidos.

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