Na ilha do Príncipe PLÁSTICO NÃO!

“Troque 50 garrafas de plástico de qualquer tamanho pela nova garrafa biosfera Principe.” Este é o slogan da Campanha lançada esta terça-feira no Centro Cultural do Príncipe em Cerimonia presidiada pelo presidente do governo regional José Cardoso Cassandra.

Trata-se de uma campanha que decorre de uma das resoluções da última conferência sobre a biosfera realizada em maio deste ano na ilha do Príncipe, e visa reduzir ao máximo a utilização matérias não biodegradáveis na ilha Património Natural da Biosfera da Unesco.

O presidente José Cardoso Cassandra considera que turismo sustentável deverá ter como base a preservação da nossa biosfera, no olhar virado para o turismo responsável que se pretende implementar no Príncipe.

O objetivo é fazer do Príncipe num destino turístico de excelência. Por isso, Cassandra quer ver o seu governo na dianteira deste desafio que é cada vez mais global.

“Queremos ser os motoros dinâmicos e proactivos na ação de reduzir e até mesmo eliminar a entrada de plástico para nossa ilha”. Afirmou o presidente José Cardoso Cassandra.

A partir de janeiro do próximo ano e durante dois anos a campanha vai consistir, por um lado, na recolha de garrafas plásticas em toda a ilha, e por outro, proporcionar o consumo de água tratada e qualidade a população.

O propósito é, no horizonte de 5 anos, declarar ilha do Principe livre de plástico. Assembleia Regional já esta trabalhar a legislação viradas para o taxamento da entrada de plásticos para ilha do Príncipe.

“Estamos a dar um pequeno passo na contribuição de um mundo diferente. È para cumprirmos este desiderato cada vez mais global que o Principe consciente das suas qualidades, resolveu aderir ao programa da biosfera.” Declarou Cassandra.

A campanha “plástico não” tem como alvo as crianças, enquanto futuros defensores do ambiente saudável, por isso, irá percorrer toda as localidades e escolas na ilha a região autónoma do Príncipe.

Quem conseguir recolher cinquenta garrafas de plástico terá direito a uma garrafa da biosfera da ilha do Príncipe com direito enche-la de forma gratuita nos pontos de água a serem criados pelo projeto.

Nesta fase de lançamento, foram instalados três purificadores, mas a partir de janeiro mais purificadores serão instalados nas comunidades.

A campanha “Plástico não” resulta de uma parceria entre a Unesco, Ministério de Agricultura e Meio Ambiente de Espanha, programa MAB (homem e a biosfera) e o grupo HBD, e esta orçada em cerca de 27 mil euros.

Teobaldo Cabral – Príncipe

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    anonimo Responder

    Para frente Príncipe, tenho orgulho desta Ilha…..

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    Zeca Afonso Responder

    A ideia é lindíssima. Só que disse alguém há anos. «Só quem tem ferro é que veste engomado». Como é que levam as compras para casa?

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      a chave Responder

      Sacos biodegradabeis, ou feitos de tela.

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      ana prazeres Responder

      levaremos as nossa compras para casa em coisas q nos produzimos como: cestos de palha, gamelas, bolsas de pano etc pq nao???

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    ze miranda Responder

    Então com a legislação os comerciantes vão deixar de importar agua mineral para o consumo o k lhes vai prejudicar no negocio isso é bom num ponto mas será prejudicial no outro ponto.. Dai que torna necessário que nos hoteis e pensões residenciais na ilha adirem este prjecto, porque é la onde ha o maior consumo de garrafas plasticas.

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      a chave Responder

      Ha garrafas de vidro. E se o agua é tratada é boa e quem quera garrafa de plastico de agua mineral so tem que pagas mais um bocado.

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    Pirueta Responder

    Muito bem. Assim é que é trabalhar. Tem uma ideia, um plano, começam a materializar o plano e no final devem avaliar este plano e porventura arranjar novas soluções em função desta avaliação que fizeram. Estão no bom caminho. Vão colher frutos mais tarde. Estas coisas não caem do céu. É preciso trabalho, visão estratégica e humildade. O resultado virá mais tarde de certeza absoluta. É preciso todos trabalharem no mesmo sentido.

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    poison Responder

    São Tomé também deveria copiar isso, pois aumentaria dificuldade dos maldosos que defecam em sacos plásticos e atiram por aí. Eles iriam aprender a fazer boracos para defecarem caso não fizessem latrinas…

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    Herminia dos Santos Responder

    Não sou pessimista, mas, ao falar de plástico, é falar de agua, óleo, vinagre, muxilas, capas de chuva, botas de agua, mangueira para irrigação, escovas diversas, cobertura, carros, brinquedos, pneus, canalizações de agua, electricidade, etc…quero mais esclarecimento

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    Reflexão Responder

    Ovo sca quebla clôsso pa budo Té vlegonha.

    Desculpem os possiveis erros.

    ST olha para o exemplo do P: isso é que é pensar no desenvolvimento.

    Força Príncipe, Deus vos ajudará a ultrapassar as dificuldades. Com elas é que crescemos.

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    Ami só fla Responder

    A idéia é boa. Mas o melhor seria o investimento na qualidade de água da rede pública e proibição em todos os setores do estado na compra de água engarrafada. Isto levaria a uma poupança astronómica, menos lixo para o ambiente e melhor qualidade de água à população.

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    fruta-pão Responder

    O Eng. José Cassandra merece ser 1.º Ministro de S.T.P. É um homem com ideias, com visão. Politico raro no País…Parabéns Príncipe.

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    Estrangeiro Responder

    Assim mesmo! Boas ideias, muitas pessoas e a ilha toda ganham. Perfeito. Principe precisa mais ideias deste tipo.

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    Eugénio Costa Responder

    Carroça a frente de boi.
    Nunca,plástico faz e fará falta sempre
    a uma e qualquer cidade desenvolvida ou
    em via do desenvolvimento.
    fundamental é arranjar eco-pontos ou centros de reciclagem para os degradar.
    O tempo nao pode voltar pra traz,
    época de gamela,cestos em plena cidade,já foi.Hoje são as compras no plástico,lindo.
    Na minha opinião o sr presidente regional
    da ilha do Príncipe deve repensar bem esta ideia de querer atrazar o Príncipe para atraz da época do Iluminismo.
    Depois de ter estado a fazer um belíssimo trabalho,reconhecido por muitos.
    A melhor ideia é: investir na recolha e degradação dos mesmos, porque esta ideia é péssima, sairás muito mal na fotografia.
    Deus me livre,voltar a ver o meu povo minha gente com gamela na cabeça, como disse alguns piruetas e são mesmo piruetas.
    Repara, as grandes cidades como Londres, Lisboa, Paris, Madrid, New York e muitos outras.
    Somos um país virado ao mundo só temos que o preservar
    mais nada.

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      DIASPORANO .CV Responder

      Meu caro amigo, concordo consigo, mas até certo ponto porque, na verdade, não podemos voltar ao primitivismo, pois, como disse, as consequências comerciais são grandes na medida em que Príncipe não produz para a sua auto-sustentabilidade(pensando em tudo que é necessário STP ou Príncipe importar).
      Entretanto acho que é muito boa iniciativa , tendo em conta ” a preservação “.
      O que pergunto é; e quando o projecto acabar( pois sabemos que as nossas sociedades ou melhor , os nossos responsáveis esquecem que os projectos existem enquanto existir financiamento,o que quer dizer que alguém paga por aquilo que agora paece fácil e bonito).
      Portanto, penso que a ideia é bastante boa, mas gradualmente, procurar tirar aproveitamento dessas matérias , como referiu, neste caso, criação de eco- pontos e reaproveitamento na perspectiva de transformação ou venda) dessas matérias não biodegradáveis, isto é, associar ao período da sensibilização, o aproveitamento.
      Força Príncipe e tenha visão de empreendedorismos. Negócio é oportunidade.

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    rosacruz Responder

    Comento.
    Plenamente de acordo.
    Numa região Património da Biosfera, há que preservar.
    Mas ter em atenção (comentário hermínia dos Santos)que plástico, não é só garrafa de água e saquinho de compras. Há que diferenciar muito bem o que é indispensável (mesmo sendo plástico) daquilo que é evitável. OU então irá sofrer a economia da Ilha o seu desenvolvimento (sustentável como convém) e a sua população.

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    Verde Floresta Responder

    Sem dúvida que a coisa do desenvolvimento no Príncipe está no rumo do sustentável. Senão não teríamos a UNESCO a apoiar esta iniciativa também financeiramente. Parabéns ao povo do Príncipe e seus líderes.

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    José Antoniodrade Responder

    A ver vamos
    Não devemos ser mais papista que o papa.
    Estas coisas devem ser aplicadas de forma paulatina, pois muitas vezes, o remédio pode vir a ser pior do que a doença.
    Quero ver, como é que as estruturas turísticas de Príncipe irão abastecer em água de consumo para a população. Quero ver, como é que irão adquirir óleo, vinagre e outros elementos necessários para a vida quotidiana.
    Por tanto, estas coisas não devem ser feitas assim. Primeiro inicia-se com sacos plásticos, pois é fácil dizer a população para utilizar sacos de pano, cestos ou outro tipo de material para as compras. Posteriormente, pode-se selecionar dois ou três produtos par entrar na lista, e assim paulatinamente vai-se aplicando.
    Mas dormir e sonhar, e dizer que está proibido a entrada de plásticos numa região. Isto chama-se sonhar com olho aberto.
    Estamos aqui para ver.
    Dentro dos próximos cinco anos, tenho a certeza absoluta que os plásticos continuarão a entrar e a vontade no Príncipe.
    Se substituírem os bules de plástico, por vidros, a situação não será muito diferente, pois os vidros também causam danos a natureza, apesar de serem um pouco mais fácil tratar. Mas qual é o comerciante que a curto prazo irá importar água nas garrafas de vidro. Quanto é que irá custar 2 litros de água em vidro. Mesmo nos vários supermercados de Europa e América a maioria de olhos estão em bules de plásticos. Onde é que Príncipe irá encontrar o seu próprio óleo em garrafa e quanto custará
    Estamos para ver
    A ver vamos e Bem Haja Príncipe

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    rosacruz Responder

    Pois é José Antóniodrade. É imprescindível que se diferencie o evitável do indispensável. E racionalizar a escolha, operando paulatinamente por prioridades.
    Nem sempre as imposições UNESCO, são as racionais. Também não podemos (nunca)de forma absoluta, dar razão ao fundamentalismo ambientalista (mesmo na pérola Príncipe. Isso só seria possível se não houvesse pessoas.

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    Sidónio Latas Responder

    Meus caros,

    A campanha “Plástico não” não quer dizer que vamos deixar de ter definitivamente plásticos na ilha. Só alguém de muita má fé seria capaz de pensar deste jeito.
    A ideia, no meio entender, é reduzir o uso de matérias não biodiversidades. O Príncipe é uma reserva natural da biosfera, obviamente que se entrou para esse Campeonato exigente terá que estar a altura desse desafio. Acho muito bem as autoridades enveredarem por esse caminho, até porque é um tema que esta na agenda mundial. Viva a região autónoma do Príncipe.
    Força!

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    stp Responder

    Boa ideias mos – viva RAP – Região Autônoma do Príncipe

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    Vicente Andrade Responder

    Caro Sidónio
    Não se diz materiais não biodiversidade, mas sim, materiais não biodegradáveis.
    Peço desculpas e não leves a mal
    Bem Haja para o nosso querido STP
    Vicente

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    Sidónio Latas Responder

    Brigado meu irmão. O mas, tenho a certeza que a mensagens passou. É o mais importante.

    Tamos juntos!!

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    Joao Vaz Responder

    Excelente iniciativa, valorizar resíduos, evitar a contaminação ambiental. Votos de sucesso.

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    papito tavares Responder

    pois essa ideia e muito boa já assim eu posso já contar daqui mas 5 ou 10 anos ganhar juntamente com o nosso presidente a reserva a biosfera mundial e também com o progresso da nossa ilha! boa príncipe rumo a desenvolvimento!!!!!!!!

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