Autarquia de Água Grande em parceria com a população instala rede de água potável no “Bairro do Repouso”

É um bairro da zona de São Marçal, arredores da capital são-tomense, onde doravante a população conta com nova rede de distribuição de água potável, após a degradação da anterior rede que foi também vandalizada. Vagi Sun Zón da Clussu, é outro bairro em que a autarquia de Água Grande, deu água e luz eléctrica.

No bairro de Mulundo-Vagi Sun Zón da Clussu, o Presidente da Câmara de Água Grande, dançou puíta no meio da lama. Nem a forte chuva que irrigou a ilha de São Tomé no último sábado, evitou a inauguração de dois fontenários públicos de água, e a ligação domiciliária de energia eléctrica. Iluminação pública também já é realidade em Vagi Sun Zón da Clussu.

Obras no valor de 100 mil euros, realizadas pela autarquia de Água Grande. Alegria tomou conta do sítio, onde apesar do lamaçal os habitantes levaram o Presidente da Autarquia para o centro da puíta.

Num cenário que faz recordar o período de campanha eleitoral, Ekneide Santos, Presidente da Autarquia, e por sinal antigo DJ, dançou puíta sem escorregar na lama.  37 famílias de Vagi Sun Zón da Clussu, beneficiam também de água canalizada. Mas segundo Ekneide Santos, o sistema de distribuição ainda não foi activado.

Via de acesso para o bairro é gora a maior reclamação dos moradores. Quando praticamente nenhum meio de transporte consegue entrar ou sair de Vagi Sun Zón da Clussu.

Por outro lado, no bairro do Repouso em São Marçal, a população arregaçou as mangas e em parceria com a Câmara Distrital e a EMAE, instalou a nova rede de distribuição de água potável.

A população pediu apoio a Câmara, que garantiu a aquisição dos materiais necessários para a instalação da nova rede de água potável. A anterior foi vandalizada. Energia eléctrica e iluminação pública do bairro, estão em marcha. A autarquia de Água Grande já comprou os postes que vão conduzir energia até o bairro do Repouso.

Abel Veiga

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    Original Responder

    É pena que seja jogo de gato e rato.É tão bom canalizar a água para uma determina
    localidade como também deveria manter nas localidades outrora inauguradas.

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    Militar Responder

    Existe um orçamento fixe para obras de instalação rede de água potável e energia nesta CÂMARA?

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      Floli canidu Responder

      Meus compatriotas, assim o apís não desenvolve, a guerra que a EMAE abriu contra a Câmara, pelo facto da Câmara estar a levar iluminação pública a todo seu distrito e água potavel, incluindo ligações domiciliarias (onde nunca se viu), está a gerar polemica no seio da direação da EMAE. Quem pagará com tudo isso é a população e nada mais, por isso meus amigos deixa fazer quem quer fazer. Paxenxa…

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    Liotério Carvalho Responder

    Criticamos os antigos dirigentes e nós a nova geração somos autenticos seguidores. Tenho firme certeza, a acredito que os técnicos da câmara tambem sabem de que o problema da água não se resolve com ligações domiciliárias. Nas captações, as nascentes estão quase secas; os reservatórios nunca enchem o suficiente para bombear agua. Portanto estamos nos enganando. Quantas inaugurações foram feitas e com agua apenas nesse dia? Praia cruz é um exemplo e haverá muito mais…

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    jaka Responder

    “Autarquia de Água Grande em parceria com a população instala rede de água potável no “Bairro do Repouso”

    Que titulo pomposo. Infelizmente, pelo que ficou claro na entrevista que o Diretor de Água da EMAE disse, tudo isso não passou de uma farsa e politiquice da Camara de Água Grande, mais concretamente do Senhor Kney Santos, assumindo as responsabilidades e funções qua não é da Camara, deixando os inocentes consumidores sem água. Quem vai resolver o erro? É a EMAE, segundo o Diretor Geral da EMAE. Senhor Kney, deixa de populismo barato. O povo já entendeu a sua politiquice. A Camara não deve intervir nas redes de Água e Energia porque não é da sua responsabilidade e competência.

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    Maracuja Responder

    Meu caro Jaka, o problema deste país, não está em responsabilidade e competência, mas sim em querer fazer. E eu sou da opinião que quem tem vontade e quer fazer, deixamos fazer, o povo esta é csansado das politiquisses deste país. Mais ainda EMAE, não está a ser serio, morro neste bairro e tudo foi tratado com EMAE, mas quem ofecereu os materiais, foi a Câmara e por isso que a EMAE não apareceu no terreno, conforme estava combinado com os morradores no domingo, incluise o senhor Engenheiro Abel, é que deu orientações e forneceu a lista de materiais para abastacimento, mas a presença do presidente da Câmara incomodou a equipa da EMAE e assim nada feito.

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      jaka Responder

      Meu caro Maracujá,

      Acredito que és uma pessoa esclarecida. E sendo assim, a coisa não pode ser posta como estas a por:”quem tem vontade e quer fazer, deixamos fazer”. pergunto: quando faltar água, quando fazem a canalização mal feita, quando houver problemas nos postes” quem vai assumir? O Senhor se entende de eletricidade, sabe que cada Posto de transformação tem uma capacidade, e para determinado numero de clientes bem como iluminarias. Quem assumirá quando houver excesso de carga na rede. A responsabilidade será da EMAE e não da Camara.Cada um deve fazer a sua parte , não descorando a parceria, mais nunca usurpar as responsabilidades dos outros(as).

      Quanto a questão se a EMAE estava ou não avisadaem relação a questão de S. Marçal, apenas baseie-me nas entrevistas dos Diretores de Água e Geral da EMAE.
      Por outro lado, não acredito que os Dirigentes da EMAE na plena suas funções irão sentir-se incomodado com a presença do Presidente da Camara. Seria caricato. talvez, o que esta acontecendo é penso eu é usurpação de competências por parte do Senhor Presidente da camara. Como é que tu explicas funcionários da Camara mexendo as infraestruras de eletricidade da EMAE sem conhecido desta? Achas isso normal? Francamente. Então transformemos a EMAE numa Direcção, departamento ou serviço da Camara. Sejamos sérios e responsáveis. Vamos colocar cada um no seu lugar. Não sou político, acompanho as coisas a distância, mais fico muito triste com estas intromissões das instituições nas competências das outras em S.Tomé. Acredito que isto não acontece só entre a Camara de Água Grande e a EMAE.

      Bem aja,

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