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Ebola cresce na Nigéria e medo aumenta em STP

Numa altura em que aumenta a infecção pelo vírus da Ebola na vizinha Nigéria, com o registo de cerca de 13 casos e duas mortes confirmadas, o medo cresce em São Tomé e Príncipe.

 

Vários cidadãos manifestaram ao Téla Nón, a sua preocupação devido a ameaça a saúde pública que o vírus em causa representa para o mundo, e em particular para o arquipélago, que para além do deficiente sistema de saúde, conta com pouco mais de 170 mil habitantes.

 

As trocas comerciais via marítima e aérea entre a Nigéria e São Tomé e Príncipe, cresceram nos últimos anos, acompanhado pela subida da imigração nigeriana no arquipélago. Daí que a disseminação do vírus no país vizinho, está a incomodar o cidadão comum são-tomense.

 

São Tomé e Príncipe tem a vantagem de ser um arquipélago, no entanto a fragilidade do seu sistema de saúde e do controlo das suas fronteiras (aeroporto e porto), alimenta o medo e a preocupação dos cidadãos.

 

No entanto na última semana o Ministério da Saúde reuniu o comité nacional de emergências sanitárias, e adoptou algumas medidas para proteger o país. O ministério da Saúde prometeu, reforço da fiscalização no aeroporto internacional e no porto de São Tomé.

 

O Governo são-tomense decidiu também pedir ajuda técnica e financeira a Organização Mundial da Saúde, para prevenir a praga que o vírus Ebola representa.

 

O vizinho Nigéria, é o quarto país da África Ocidental, infectado pelo vírus que já matou cerca de 1000 pessoas na sub-região ocidental de África nas últimas semanas.

 

Um vírus agressivo, que provoca hemorragias, pra o qual a comunidade científica internacional ainda não descobriu o antídoto eficaz para tratar o homem infectado.

 

Vacina também para já não existe.

 

Abel Veiga

 

    16 comentários

16 comentários

  1. Ma Fala

    11 de Agosto de 2014 as 8:22

    Ebola de momento representa o virus do negocio, da hipocresia, cinismo, e selvagaria do Ocidente para com a Africa, pois existe cura meio milagrosa para com os “brancos” infetados e morte declarada para os negros, duvidas nao restam o Homem tornou servidor do “deus-lucro”.

  2. luisó

    11 de Agosto de 2014 as 10:42

    Essa cura milagrosa como o amigo lhe chama advém de milhões e milhões de dólares investidos em equipas de cientistas em laboratórios ao longo de vários anos de pesquisa, mas que infelizmente ainda está em testes.
    O ébola neste momento está na Nigéria que é só o maior produtor de petróleo de áfrica com biliões de dólares de receitas que com esse dinheiro poderia investir em infraestruturas sanitárias e outras e até em laboratórios de pesquisa e contribuir para a saúde em África. Mas não o faz pelo contrário o presidente de lá casa a filha e oferece iphone em ouro aos convidados, por certo com o dinheiro da herança dos pais não com o dinheiro do País, longe de mim pensar isto. E outros países fazem o mesmo com os governantes a sacarem e que não usam essas riquezas no País e nas condições sanitárias porque aí sim podia combater-se estas doenças e outras que aparecem por causa disto. Segundo a ONU há países em África que dentro de uma geração não terão população por causa do HIV e que é que esses governos fazem? onde está uma ação forte para combater este flagelo? Pelo contrário ninguém quer usar o preservativo porque não é de homem e o HIV alastra e com isso a extinção de uma sociedade e da confiança entre as pessoas.
    É por aqui que se deve ir e não andar a dizer que o ocidente ou o oriente é que tem a culpa. Olhemos para dentro.

    • Ma Fala

      11 de Agosto de 2014 as 18:51

      Tudo que dizes e desparatado, desprovida de logica, estas a agir por emocao, se a Ocidente atingiu este patamar nao devemos esquecer de que a principal receita economica foi e continua a ser a Africa, e verdade de que os nossos dirigentes andam bastante destraidos para com aquilo que constitui a real necessidade do povo, entretanto nao e altura para discutir estes aspetos, se o ocidente tem a cura que a revele e de a Africa, e nao nos bajule mais, pois o que esta em causa e uma epdemia que ameaca desimar a vida de milhares de pessoas que nada tem a ver com a governacao doentia e malaborosa dos nossos governantes.

      • luisó

        11 de Agosto de 2014 as 20:17

        Caro amigo que se saiba as vacinas que foram testadas são em fase experimental e por motivos extraordinários, após testes em macacos e roedores. Portanto não podem ser fornecidas e possivelmente só daqui a um ano pelo menos, porque têm que ser verificadas, autorizadas pela OMS e produzidas.

        • l

          12 de Agosto de 2014 as 23:47

          Ebola vai atacar Europa e usa muito mais forte do que africa. Vai morrer mais brancos como tu Luisó. Usa vendeu essa vacina para Espanha, mas o coitado do padre espanhol acabou por morrer. Ou pensas que esse vírus não vai atingir o ocidente? Vc manda boca demais.

      • Cobra branca

        12 de Agosto de 2014 as 12:44

        Se voce acha que os brancos tem a cura por que morreu o religioso espanhol?

  3. Arnaldo (santola)

    11 de Agosto de 2014 as 11:35

    As Autoridades santomense tem que tomar cuidado principalmente a entrada de estrangeiros nos portos e aeroportos, principalmente os que vêm de países mais afetados como Nigéria, verificar bem os passaportes o boletim de saúde principal, e outras documentações.

    • luisó

      11 de Agosto de 2014 as 20:22

      Caro Arnaldo, esta doença não se vê em documentos.
      A única maneira de fazer rastreio no aeroporto é com a medição da temperatura corporal, porque esta doença tem sintomas muito parecidos com o paludismo, febres altas, dores de corpo, etc.
      Há medidores portáteis de temperatura para despiste.
      Falta saber se os há em STP e outro material de isolamento necessário e sim verificar os passageiros que vem desses países afetados.

      • Arnaldo (santola)

        11 de Agosto de 2014 as 23:02

        Pois é bem visto amigo.

  4. STP

    11 de Agosto de 2014 as 22:15

    Aconselho em fecharmos as “fronteiras” com a Nigéria até passar os efeitos da ebola. Temos que ser radicais, já que não temos meios materiais e medicamentosos para fazer face à esta doença.

  5. boca pito

    12 de Agosto de 2014 as 9:53

    Minha gente,
    O nosso receio deve também estar no possível contagio entre os santomenses que trabalham nas lojas do nigerianos.
    Estes estão muito propensos, aliás, acho que não têm tomado isso em consideração.
    Os seus patrões nigerianos quando regressam da Nigéria podem constituir um vetor de transmissão que depois se vai alastrando para casa dos que para eles trabalham e… e… e… e… e… e… e ……….

  6. Pau Sabão

    12 de Agosto de 2014 as 9:55

    Moringa cura esta doença. Comam uma semente por dia! Tem curado HIV em STP, então deve curar EBOLA.

    • Cobra branca

      12 de Agosto de 2014 as 12:41

      Ignorante. O HIV não tem cura e o Ebola tambem não.

  7. Eula

    13 de Agosto de 2014 as 14:29

    Perante a situação, e pela deficiência do sistema de saúde, o ideal e interessante neste momento, é apenas FECHAR AS FRONTEIRAS, e não apenas verificação momentânea, uma vez que, o tempo entre a exposição com o microrganismo da ebola e o aparecimento dos primeiros sintomas, poderá ser de até 21 dias.

  8. Minha Avô

    13 de Agosto de 2014 as 15:43

    O governo deve fechar a fronteira entre São Tomé e Príncipe a Nigéria. Nenhum NIGERIANO entra São Tomé e Príncipe. Se for Santomense proveniente da Nigéria, o mesmo fica em quarentena durante um mês guardado pela policia. Fui…..

  9. Ralph

    14 de Agosto de 2014 as 0:13

    É claro que o Ébola é um vírus muito preocupante e as autoridades de saúde precisam de tomar todas as precauções necessárias para prevenir que este chegue ao vosso país. Espero que o vosso país consiga evitar ter mesmo um dos vossos cidadãos fique infetado. Apesar de nenhum tratamento eficaz estar disponível neste momento, já li em jornais e vi na televisão que alguns cientistas americanos estão a desenvolver uma vacina possível e que é esperado que uma vai estar disponível dentro de um ano. Isto não vai ajudar ninguém neste momento, mas dá esperança para o futuro.

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