Opinião

No Príncipe Tribunal manda colocar mulher de 85 anos na rua

 Que Justiça é essa!?

Que quer tirar do pobre para dar ao rico!

Que deixa de proteger e defender o justo e cumpridor, para facilitar e apoiar o “malabarista” e o “chico esperto”!

Factos:

Meados dos anos 70, uma senhora de nome Sofia Vera Cruz, mais conhecida por “senhora Marquinha”, natural da Ilha do Príncipe, com gosto e inclinação para o negócio, ramo da restauração, arrendou nas mãos do senhor “Amaral” antigo proprietário da antiga empresa Belavista, dependência da Roça Porto Real, uma parcela autónoma, (que incluía um bar denominado ”bar Mundo”, um espaço residencial e respectivo logradouro/jardim), do edifício que aquela roça possuía no centro da cidade de Santo António na ilha do Príncipe.

Tinha como vizinhos (em parcelas também autónomas, mas incluído no mesmo edifício), um estabelecimento comercial, ou seja, uma loja onde trabalhava o Senhor Simão Cabral, pai do jornalista, Teobaldo Cabral, que posteriormente foi arrendado pelo senhor Chiquinho, pai do actual comandante da polícia local “O Frota”, hoje “loja do Viegas”; um armazém que mais tarde passou a funcionar como loja do Povo, actualmente armazém comercial do “Pena”; uma residencial, onde albergava os jovens professores que viajavam da ilha irmã de S. Tomé, para apoiar no processo educativo na ilha do Príncipe, espaço esse que mais tarde foi residência do senhor Ciríaco e Dona Ofélia, hoje pensão “Arca do Noé”.

A senhora Sofia Vera Cruz, vulgo “Marquinha”, sempre cumpriu o seu dever de cidadã, nomeadamente, pagamento da renda e das contribuições fiscais/imposto.

Após 1975 (independência da RDSTP), com a nacionalização das roças por parte do Estado Santomense, foram também confiscados os restantes bens das respectivas propriedades.

No entanto o sistema manteve inalterado, isto é, os inquilinos mantiveram-se nos seus respectivos espaços.

???????????????????????????????A senhora Marquinha manteve o seu comportamento responsável para com o novo Estado e nunca abandonou o seu espaço comercial e residencial, nem a sua terra natal (Ilha do Príncipe).

Contudo, com o passar do tempo e fruto do desgaste natural das coisas, o edifício/espaço, foi-se degradando. Perante o problema, a inquilina solicitou ao Estado à compra do seu espaço para efectuar obras.

O pedido foi aceite, no entanto como não possuía condições financeiras para efectuar “o pronto pagamento”, solicitou novamente o pagamento em prestações, o que foi também aceite. Findo o pagamento, pediu que lhe fosse passada uma declaração da venda, para poder efectuar a respectiva escritura, mas na altura, não foi possível, alegadamente por questões burocráticas/administrativas e também porque não era possível efectuar escritura na Ilha do Príncipe.

Posteriormente o problema foi ultrapassado e foi possível efectuar o pagamento do SISA e requerida a certidão matricial para a concretização do processo da escritura do respectivo bem.

O processo da escritura do referido imóvel está em curso na Região autónoma do Príncipe. Tem o pagamento da contribuição fiscal anual regularizada; o pagamento da Luz e água também normalizada e o alvará do espaço comercial actualizado. De referir que espaço/imóvel sempre teve sua autonomia económica e habitacional.

No dia 28/04/2015, Sofia Vera Cruz, vulgo “Marquinha”, foi surpreendida com à notícia de que o seu espaço já não lhe pertencia. Fora adquirido/comprado por um cidadão, de nome Adalio de Oliveira, conhecido por “Xaxa” que outrora a solicitou (e também aos seus descendentes), que lhos vendessem, mas que sempre recebeu uma resposta negativa. É bom também referir que fomos abordados por um representante do grupo HBD para venda/compra do referido espaço, mas sempre recusámos. Também soubemos que o referido grupo apresentou uma proposta ao senhor “XAXA”, de compra do seu espaço, mas que deveria também incluir o espaço da senhora Marquinha. 

Debaixo de uma saúde frágil e dos seus 84 anos (só isso explica o sucedido), Sofia Vera Cruz, não sabe do sucedido, os familiares querem poupá-la da enfadonha notícia e da tamanha injustiça.

Agora perguntámos:

– Como é que o cidadão que outrora solicitou a Senhora Marquinha e seus descendentes, que lhos vendessem o referido bem, porque tinha consciência de que aquele espaço não lhe pertencia e tinha o seu dono, surge agora, como o novo proprietário?

– Que critérios foram utilizados na realização da venda do imóvel/bem?

– Como é possível, um bem ser vendido duas vezes, para duas pessoas diferentes?

– Ao que sabemos o cidadão que surge agora como suposto “dono” do espaço da senhora Marquinha, tem uma grande divida fiscal com o estado santomense, não paga imposto nas finanças regionais já há bastante tempo. Hoje é compensado com a entrega de um bem, em que o proprietário é um justo cumpridor das suas obrigações fiscais. Será que o crime compensa? 

A senhora Sofia Vera Cruz “Marquinha” é a pessoa/inquilina mais antiga do imóvel, reside há cerca de 50 anos no mesmo.

Sempre aprendemos, que na eventualidade de um proprietário desejar/pretender efectuar a venda de um imóvel, deverá primeiramente solicitar ao inquilino mais antigo (direito de preferência ou o “Usucapião”), se ele pretende ser o novo dono do imóvel/bem, ou seja, comprar o bem.

Ao que sabemos nada disso aconteceu, e também julgamos que não tinha que acontecer, isto porque o referido espaço/bem já lhe pertencia, pelo tempo de vivência e também dos procedimentos que seguiu, conforme indicações dadas pelas entidades competentes. 

O que nos move, não é apenas o imóvel em si, mas fundamentalmente a (in) justiça praticada! 

O bem material tem o seu valor meramente temporal e material; quando morremos, fica, mas a injustiça e/ou más decisões judiciais, perdura, corrói, destrói e mata a alma de um povo, de uma sociedade, de um País e descredibiliza todo o aparelho judicial de uma nação.

A cidade de Santo António do Príncipe, hoje é uma cidade deserta, sem vida e sem alma.

Temos o estatuto “da Cidade capital mais pequena do mundo”. Será propósito querer transformá-la na cidade fantasma e propriedade de um grupo estrangeiro!? 

Já foram quase todos os anéis, felizmente ainda temos os dedos, não nos levem por favor!   

Não queremos o que é do outro, apenas reivindicámos o “nosso pequeno espaço”, ou seja, que seja reconhecido o nosso direito de posse/propriedade do espaço onde comprámos o onde vivemos há mais de 40 anos!

 

António Martinho(residente em Porto – Portugal)  – Filho da despejada

    34 comentários

34 comentários

  1. Credo

    16 de Novembro de 2015 as 9:24

    Mas onde ja se viu? Que justica essa? Meu Deus nao e possivel. So em STP. Credo.

  2. Miguelito

    16 de Novembro de 2015 as 10:13

    Dizem que o Senhor Rodrigo Cassandra tem suas mãos por de traz disto….haver, vamos…

  3. Felisberto Bandeira

    16 de Novembro de 2015 as 10:13

    Na verdade no mundo não existe justiça , existem sim interesses , ambição pelo poder , acredito eu que este individuo , o tal Xaxa ,simplesmente esta a dar cara e receber um trocado ,por detrás dele existem pessoas mas influente com poder financeiro enorme ,como tentaram corromper por vias normais não conseguiram,então recorreram por vias ilícitas, se calhar ate são membro do Governo .

  4. Deus nao Dorme

    16 de Novembro de 2015 as 10:33

    Credo..
    Em que pais estamos, minha gente da de DEUS o que é de DEUS da de CEZA o que é de CEZA, Injustiça Total, se calha o dito Juiz já foi SUBORDINADO com essa Processo… esses tipo de gente não pode nem deve falar da justiça… onde ta parecer de Presidente Regional, essa Sra. não merece isso, porque já ocupa a residência a mais de 50 anos, muitas das vezes mais velho desses ladroes e Desgraçados de gente que só quer usufruir dos outros, agora pregunto qts anos tem esse LADRAO…
    O que justifica que essa propriedade é desse MARGINAL… O Pais ta como ta é porque esses dono da justiça dono do pais, é quem ta corromper a injustiça e desigualdade em STP,
    lema de gente que não quer saber da JUSTIÇA!!!!
    Deixa-nos Trabalhar Queremos Avançar ASSSSIIIIIMMMMMM
    Efim coragem e espirito forte nesse pais…

  5. joao almeida

    16 de Novembro de 2015 as 12:34

    É por isso q estão lá juízes portugueses para acompanhar o trabalho daquelas amostras de juízes q temos. Pq aquilo que se passa aí Jesus que nos acuda. A nossa raça é muito gananciosa. Deus que proteja aquela pobre senhora. Aliás se é mesmo assim como foi narrado em cima, então alguém vai preso e de certeza q não é ela. Mas como Sao Tomé é uma república das bananas, td é possível.

    • ESSA PÉNA

      19 de Novembro de 2015 as 12:58

      Mano João Almeida, os juizes portugeses, vieram para demonstrar que existe cooperação entre Portugal e RDSTP. Digo isso porque sabem que não vai ser apresentado ao público, o verdadeiro resultado das avaliações. Para teu conhecimento, não é 1ª vez que fazem avaliação. Na avaliação anterior, só houve um juiz que recebeu nota suficiente. Todos os restantes tiveram nota mediocre. Sabe o aconteceu depois? Tudo foi concertado e foi atribuído a todos os juizes com nota mediocre, passaram a terem nota positiva.
      Repara que o ministro da justiça hoje, ontem foi Procurador Geral da República
      Um abraço

  6. Honorio Lsvres de Oliveira

    16 de Novembro de 2015 as 12:44

    Bom dia atodos!
    Ja alguns anos da tradicao dos nossos avos dizia o segùinte ditado;algo nus bate nos olhos,o naŕiz coŕe agua,falo isso por ver que as coisas estao a corer do mal a pior nesta ilha.,isto esta salva quem poder,muita injustica para com esta senhora.
    Meu caro Antoñio Martins,para tribunal tomar esta decisao,peco ti que pecas reconfirmacao do todos os deveres e obrigacoes junto das entidades copetente, feito e cumprido por tua mae,digo isso porque todo cuidado e’pouco,
    Muita injustica.
    HONORIO LAVRES.

  7. Dr.Joaquim José da Costa

    16 de Novembro de 2015 as 12:58

    Sá qua cú sá téla nón? Quem tê gêlo só ca cu tê pôde de fé tudo que cune mêcê. Mas Deçu sá cá bê tudo qua cum non sa ca fé. Uqen fe male ê ca guê nai mé. San sé tê lason san. Nón tuda chi bamo zunta e zuda san sé luta cu nen guê sé. Sun cé dono télá só sá cá fé cua cuni mêcê, masgi Deçu só ca da guê cua dê. San cé fé tudo cua cu san fé e non devê zunta e zuda san sé.
    Cledo, cledo, ça quá? Télá tshóco cu dôlô mútú. Sa quá?
    Deçu bili uê pa Sun bê cuâ cu sá télá nón ozé.

    • Vaima Shamar

      16 de Novembro de 2015 as 17:52

      Com todo o respeito que me merecem as línguas locais os leitores que as não dominam ficariam gratos se as contribuiçõe pudessem ser feitas em português – não esquecendo que a maioria dos seguidores do telanon são residentes em Portugal e seguramente que muitos não são Santomenses. E quem sabe? Talvez estejamos a perder um contributo muito importante para a discussão!

  8. marolino

    16 de Novembro de 2015 as 13:14

    Este país cada dia me surpreende com coisas difícil de entender e inaceitável de forma alguma, fico sem perceber se existe justiça de verdade sem ver pela cor da nota

  9. Rato foragido

    16 de Novembro de 2015 as 13:20

    Quando se faz um curso deve-se saber o porque, para quê, com que objectivo, e depois tomar decisões… alguns juízes da praça de STP pelo visto não sabe para que estudou e qual e a sua função …conheço a senhora a Marquinhos desde que nasci nesse espaço “lembrançe sempre da cacharramba da senhora Mariquinha”…como o tal senhor que até hoje não se sabe como conseguio o dinheiro para pagar a sua parti da casa que faz vizinhança com a casa da senhora Marquinha e que pediu que a senhora vende-se a casa pra ele o pedido esse rejeitado hoje afirma categoricamente que o espaço lhe pertence o Governo Regional do Príncipe peca só por levar a brincadeira ao extremo …eu confio na pessoa do José Cassandra com a sua magistratura de influência pra intervir de forma clara na resolução de o processo criado por lampiões maus feitores e desumanos que acredito que serão amaldiçoados todos aqueles que julgam que fazer o mal e mais confortável no seguimento da vida…senhora Mariquinha aquela casa já acolheu muito instrumentos culturais do principe” tambores de deixa…etc” e o senhor lampião escolheu viver no bombom em stome. A justiça só será feita se o governo regional do príncipe quizer obrigado

  10. helmer dias

    16 de Novembro de 2015 as 14:27

    boas
    só tenho que lamentar tudo isso de justiça ja nao sabemos oque é.Mais oque o homem determina,estou ca no princípe e fui ao “JULGAMENTO”deste caso.oque me deixou triste é ver que antes de ouvir as partes,quem representou GOVERNO REGIONAL e advogado de defesa,o sr “JUIZ” de nome GARRIDO ja tinha decisao tomada.E o mais lamentavel é que quem devia defender o estado e saber realmente como,porque,aonde e quando,quem é quem.Ficou mudo e calado só falou para concordar com juiz.Lamentavel simplismente isso mais deus é grande abraço

    • Manuel Garcia

      17 de Novembro de 2015 as 18:20

      Pois é sr. helmer a confuso de nomes do juiz isso é irrelevante isso é você igual a você mesmo mas de tanto puxares o saco do governo regional e do ToZe hoje ele junta-se com o cháchá e HBD para por a tua avó na rua algo lamentável, sim, mas olha o lado positivo dai a alguns tempo vai haver mais uma obra de HBD para ToZe inaugurar e dizer que foi o governo que fez e você fazer foto a publicitar obras do governo regional e dizer que estamos a desenvolver, assim lamentas “oque me deixou triste é ver que antes de ouvir as partes,quem representou GOVERNO REGIONAL e advogado de defesa,o sr “JUIZ” de nome GARRIDO ja tinha decisao tomada” você entendeu bem que o Toze e o Digo ti tramaram e que todo o saco que puxaste foi envão.

      • helmerdias

        27 de Novembro de 2015 as 8:30

        Manuel Garcia eu nao vou por ai comentar as tuas afirmaçoes.Mais quero que saibas O que,esta ca em causa nao é eu SER “PUXA” saco do governo regional se isso corresponde a verdade entao problema é meu e da minha consciÊncia.Mais uma coisa digo-te é minha avo que esta em causa e por mim, governo regional foi condenado porque senhor xaxa pos processo contra o estado santomense.A minha avo tera direito a uma indeminizaçaõ e uma popriedade.simplismente nao misturo as coisas.Oque comento como aconteceu ha minha avo um ato de ma fe de alguem,e ma conduta da justiça e de homens que devia fazer justiça o meu lamento pode acontecer com sua familia e de outros nosso concidao. E outra coisa eu assumo os meus atos nao escondo com nome falso.Mais obrigado por teres falado em mim.E outra jovem eu sou livre de ter a minha opiniao e ter amigos e quem quer ser meus amigos.sabes uma coisa eu trabalho para privado e tu sabes que a empresa é HBD.Mais se tua obceção é tao grande a SR DIGO E AO SR PRESIDENTE de GOVERNO REGIONAL nao misturas as coisas ok porque a minha amizade e respeito por essas pessoas só terminara quando deus assim o determinara.ABRAÇO e vamos ser cordias e falar de assunto em causa e nao entrar em outros campos.

  11. ceita do pensamento

    16 de Novembro de 2015 as 15:19

    Tudo isto tem um porquê e um para quê…..alegadamente espero que o Presidente do Governo Regional tome uma posição quanto ao fato…uma tamanha injustiça tirar alguém do seu espaço com todos os impostos da imóvel legalizado a mais de 50 anos…todo mal volta contra o próprio dono do mal, uma ilha tão abençoada mergulhando nos abismo potencialmente maliciosos por alguns maus feitores com narizes empenado dando de boas figuras….

  12. helmer dias

    16 de Novembro de 2015 as 15:50

    quero pedir desculpas ao senhor JUIZ GARRIDO.enganei no nome do juiz envez de GARRIDO É juiz LEONEL.

  13. jose dias

    16 de Novembro de 2015 as 16:22

    o objectivo é pegar e vender barato pra HBD boa vida.

    tal como o Rafael Branco chamou os portugueses pra vende-lo o edificio da COSEMA baratinho, tirando as 3 familias que já lá estavam há mais de 2 décadas.

    é o nosso STP!

  14. truquin sun deçu

    16 de Novembro de 2015 as 16:26

    S.Tomé esta de perna por ar , a Igreja de nosso Senhor Jejus Cristo no Mundo ( Tocoista ) foi contemplado pelo governo de S.Tomé e Príncipe, um terreno onde a mesma construiu uma escola ficando por construir um jardim de infância e uma residencia no ageres Pinheira perto de voz de America,a mesma Igreja surpreende com um senhor do Ministério da defesa cujo nome é Arlindo que vive em Aguá bôbô dizendo que ele também tem documento que o estado passou-lhe para pedaço do mesmo terreno e já ameaçou os membros da mesma igreja morte pela bala de arma de fogo, os dirigente dessa igreja de forma pacifica dirigiu se para serviços geográficos e cadastrais os mesmo lhes mandaram esperar como espanto só viram o senhor dando inicia a uma construção de madeira no mesmo terreno e exibindo documento passado pelo estado santomense perguntamos quantos documentos o estado passa pelo um só terreno.
    Até quando haverá justiça e consciência nessa terra . Onde esta intervenção do estado para permitir uma boa convivência so

  15. truquin sun deçu

    16 de Novembro de 2015 as 16:31

    Estado tem que procurar forma de dar tranquilidade aos cidadães pobre desse país

  16. EDGAR GOMES

    16 de Novembro de 2015 as 16:44

    Justiça!? Nunca houve .
    O que existe em Sao Tomé é uma camabada de interresseiros , ladrões , e mal formados que se fazem Passar por juizes. Isto é um caso de estado, há que a punir responsábilidades e punir estes corruptos , caso se pretende de facto combated a corrupção no país.

  17. Rudenusca

    17 de Novembro de 2015 as 10:45

    Meus caros isso mostra em que estado se encontra a justiça santomense…. Juízes incompetentes e com um desconhecido total de Direito,comentem arbitrariedades e barbaridades como estas… Esperemos que a inspeção contribua para que os mesmo sejam mais responsáveis e menos batoteiros e larapios na hora de julgar…..

  18. el santo

    17 de Novembro de 2015 as 12:07

    Êxodo 32:8 Também suborno não aceitarás, pois o suborno cega os que têm vista, e perverte as palavras dos justos. Provérbios 29: 4 Pela justiça o rei estabelece a terra, mas o amigo de subornos a transtorna. Eclesiastes 7:7 Verdadeiramente a opressão faz endoidecer até o sábio, e o suborno corrompe o coração. 2. Tanto o dar, como o receber subornos são geralmente motivados pelo egoísmo e pelo próprio interesse: Provérbios 17: 23 O ímpio aceita o suborno em segredo, para perverter as veredas da justiça. 22: 16 O que oprime ao pobre para aumentar o seu lucro, ou o que dá ao rico, certamente empobrecerá. Isaías 1: 23 Os teus príncipes são rebeldes, companheiros de ladrões; cada um deles ama o suborno, e corre atrás de presentes. Não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas. Ezequiel 13: 19 Vós me profanastes entre o meu povo, por punhados de cevada, e por pedaços de pão, para matardes as almas que não haviam de morrer, e para guardardes vivas as almas que não haviam de viver, mentindo assim ao meu povo que escuta mentiras. Miquéias 7: 3 As suas mãos fazem diligentemente o mal; o príncipe exige condenação, o juiz aceita suborno, e o grande fala da corrupção da sua alma, e assim todos eles são perturbadores.

    • Laura Martinho

      17 de Novembro de 2015 as 17:06

      Pois é meus caros, isto é inacreditável, o juiz Leonel Pinheiro só pode estar comprado sem sombra de dúvida, como é possível ele ditar a sentença sem ouvir e nem ter tido em conta todas as partes envolventes no processo? Isto é que se chama verdadeiro Cambalacho…o juiz desvalorizou toda a documentação apresentado pelas finanças da Ilha do Príncipe, isto é incrédulo. Quer dizer que as finanças da Ilha do Príncipe é uma fraude? Como pode isto ser possível? Afinal o estado deve rever a legislação quanto as competência dos juízes, isto é muito grave para o nosso país. Estamos protegidos por que tipo de juízes? Mas acredito que a justiça divina vingará.

    • Evangelista

      18 de Novembro de 2015 as 11:42

      A senhora so viu esta parte. Não viu tambem o exodo 20:3-19.Não essa parte da biblia foi abolida…
      Há seis coisas que o Senhor odeia,
      sete coisas que ele detesta: olhos altivos, língua mentirosa,
      mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos,
      pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras
      e aquele que provoca discórdia
      entre irmãos.
      Provérbios 6:16-19
      Leia ainda Efesio 4:25 Proverbio 19:5

  19. Princepe

    17 de Novembro de 2015 as 14:16

    Um Governo Regional como o que nos temos Serve para para proteger os interesses dos cidadão e dar melhor qualidade de vida aos mesmo, serve para zelar em beneficio comum e não para facilitar as partes, se uma casa já se encontra vendida eu pergunto porque vem HBD redistribuir o património dos cidadãos da Ilha?
    Será que temos Políticos competentes para defender interesses dos cidadãos?
    Portanto, meus carros já estamos em altura de parar-mos e repesarmos pelo lado positivo das coisas.
    Hora vejamos: Sr. Nestor Umbelina tem uma parcela de Terra na praia Maria Coreia que o mesmo diz com boca aberta que é dele ninguém toma, nunca presenciamos um julgamento a volta do tal terreno, digo do Sr. Tozé Cassandra com a praia na Zona de ponta do Sol, e muitos mais….

    Repito, Senhores estão la enquanto políticos eleitos para trabalhar em beneficio do povo não para roubar o povo.

  20. credo

    17 de Novembro de 2015 as 15:58

    Há informações que o Xaxa quer ficar com a residência para vender para o Grupo HBD.

  21. Laura Martinho

    17 de Novembro de 2015 as 16:00

    Podem crer isto é inacreditável, como é possivel o juiz Leonel Pinheiro dar está sentença sem ouvir nem tido em consideração todas as partes envolventes no processo? Desconsiderando totalmente toda documentação existente nas financeiras da llha do Príncipe, isto só pode ser um juiz comprado. Quer dizer que as finanças da Ilha do Príncipe é uma fraude, isto é incrédulo. Onde é que estamos? Que país é este? Somos protegidos por que tipo de juízes? Penso que deveriam rever a legislação quanto a capacidade dos juízes.

  22. Ta ligado

    18 de Novembro de 2015 as 20:28

    Meus caros, quero primeiramente solicitar ao senhor jornalista da telanon se ao menos procurou o senhor Xaxa, para ouvir dele a história disso tudo.
    Esta história já vem a muito tempo,e não é de hoje. Segundo o que sei do senhor Xaxa é que, quando o senhor comprou a casa o estado o vendeu toda a casa, incluindo a parte aonde está a senhora.O senhor tem documentos que prova e comprova a venda da casa. Sinceramente eu penso, que o maior culpado de tudo isso, é o estado. O estado sempre soube da venda de toda casa ao senhor Xaxa.
    Pergunto: se realmente a senhor comprou a casa, como que o senhor Xaxa tem um outro documento dizendo que todo o edifício foi vendido?
    Ou o estado mente a senhora, ou mente ao senhor Xaxa.
    As finanças do Príncipe diz que a casa pertence a senhora,mas não consegue apresentar um documento que confirma que realmente a casa foi vendida.
    O estado tem que assumir o erro, os governantes do Príncipe devem assumir a sua falta do escrúpulos, falta do profissionalismo, e deixar de fingirem que não sabem.
    Porque isto é criar problemas, conflitos entre as famílias.
    Repito, ao senhor jornalista da telanon lhe peço, já basta os profissionais sem escrúpulos que o nosso país já tem,antes de publicar, procure escutar outra parte, outra história do caso.Obrigado

  23. Luzanira Cotrim

    19 de Novembro de 2015 as 9:26

    Será que a defesa da senhora injustiçada lançou mão dos mecanismos disponíveis para reagir contra essa decisão? É fundamental não baixar as mãos perante o que podem ser atropelos da Justiça e exigir a reposição da legalidade e o respeito pelos direitos dos cidadãos.

  24. Malapetema

    19 de Novembro de 2015 as 9:44

    Só tenho uma coisa a dizer: Os Dirigentes da Ilha do Príncipe tem que parar com esse fingimento de ser muito bomzinho….a hipocrisia tem devastado por completo o carisma do Presidente do Governo Regional, para próxima eleição não contem comigo independentemente da figura que estiver em causa, não contem comigo de fundo do meu coração…

  25. sol

    19 de Novembro de 2015 as 14:10

    lllllllll

  26. Curioso que sabe

    20 de Novembro de 2015 as 13:58

    Muitos arrumaram em sábios e só mal-dizem do senhor Xaxa, será que ele é mesmo culpado,vamos para realidade, como se perde razão com documentos que comprovam, como é no caso da senhora?? AH, sobre que sei não é a primeira vez que a senhora perde num julgamento, será que a razão está mesmo a favor da senhora??
    Agora vamos ao facto: se não estou no erro “A ILHA DO PRÍNCIPE” tornou-se AUTÓNOMA em 29 de Abril de 2005, a partir dessa data PRÍNCIPE passa a ter alguns poderes locais, a casa foi vendida ao senhor Xaxa muito antes disso, como pode a senhora ter um documento (comprovativo) vindo da finança regional que adquire poder de 20 anos para cá??
    Faz algum sentido isso?
    “É possível um homem ter um filho biológico mais velho do que ele?”
    Vamos procurar saber antes de falar a toa, esse é o mal santomense.
    Eu acredito que muitos estão errados no que andaram a dizer.
    Faça como eu, perguntam,mesmo se escutarem os dois lados e tiverem versões diferentes, ja é um motivo para não dar razão a ninguém, pois um dos dois estaria a mentir, tiram vosso cérebro do dedo e põem na cabeça, todos falam de justiça e fazem do senhor Xaxa uma vítima de injustiça.
    OBRIGADO

  27. ELISEU NOBRE

    26 de Novembro de 2015 as 10:31

    Depois dos 2 anos em diante sempre conheci a Sra Sofia Vera Cruz (Marquinha), nesta residência e não aquilo que o Sr. Adálio de Oliveira Pires dos Santos, diz porque quando ele comprou a loja mão do Sr.Chiquinho esta senhora ja estava lá ha muito tempo, mas ele tem razão porque os sócios de HBD estão por tráz disso mas os filhos da terra um vão me dar razão porque é o mesmo que sr Digo fez com o ex-sogro meu até que o homem faleceu toda esta farsa é do Governo regional vêm se foram em defesa da sra Marquinha, é dos interesses deles.

  28. ELISEU NOBRE

    26 de Novembro de 2015 as 22:21

    Senhor Rato foragido não vale a pena o sr vir com essas lamentações falar do Governo Regional na pessoa do Sr Tó-Ze Cassandra a dar-lhes de bonzinho porque não são porque estão todos por detrás disso tudo que esta acontecer.
    Se lembram quem fez o Sr.Quaresma de Picão vender a roça não são eles com ameaças? Se vocês querem vender o Príncipe? Enganaram porque traz deste monte esta mais de dois mil homens que vão lutar em defesa da ilha do Príncipe e os estrangeiros que acham dono da terra vão ter que abandonar a ilha

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