Escola de Bombom recebeu mais de duas centenas de mobiliários escolares

A cooperação portuguesa ofertou a escola secundária da Vila de Bombom, mais de duas centenas de mobiliários escolares. Por causa da superlotação das turmas, os alunos enfrentavam problemas punham em causa o aproveitamento escolar.

Mais de 70 alunos ocupam cada sala de aula na escola secundária Januário da Costa na Vila de Bombom, arredores da capital São Tomé. A falta de mesas e cadeiras, impunha sacrifícios aos alunos, com impacto negativo no aproveitamento escolar.

O apoio da embaixada de Portugal, que ofertou a escola 200 conjuntos de mesas e cadeiras, ajuda a aliviar a carência. Lívia Sacramento aluna da escola confirmou isso mesmo, e prometeu em nome dos colegas, preservar o mobiliário entregue pela embaixada de Portugal.

A oferta inclui também 50 cadeiras e secretárias para os professores. O mobiliário escolar, financiado pela embaixada de Portugal, na ordem de 7 mil euros satisfaz aos alunos, mas também vivifica o projecto integrado do distrito de Lembá, liderado pela irmã Lúcia, recentemente homenageada pelo Estado português.

Foi o projecto integrado de Lembá, que construiu o mobiliário para a escola de Bombom. Desta forma a cooperação portuguesa, resolve dois problemas sociais em simultâneo. Os alunos da escola secundária de Bombom, conseguem melhorar o aproveitamento escolar, e as crianças e idosos da região de Lembá no norte do país, encontram mais sustento através do projecto integrado promovido pela igreja católica.

Como explicou António Machado, representante da embaixada de Portugal, o fundo adquirido pela congregação das irmãs de Neves, como resultado da construção do mobiliário financia as acções do projecto integrado de Lembá.

Abel Veiga

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    luisó Responder

    Incrível.
    Com 7 mil euros fez-se isto tudo.
    Tanto dinheiro gasto em viagens imagine-se o que se faria noutras áreas.
    Tem de vir o antigo colono a mandar fazer isto porque no dito País nem isto se consegue fazer.
    Para quê a independência se nem nisto somos independentes ?

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    HOMEM Responder

    Mais uma vez os estrangeiros a darem/oferecerem a São Tomé e Príncipe.
    Crianças não se sentem nessas cadeiras, elas foram dadas não foram adquiridas por nós.
    Tem de começar pelas crianças o desejo da independência e em sermos independentes.
    Pais não deixem as vossas crianças sentarem em cadeiras dadas pelos estrangeiros, assim elucidem as vossas crianças a terem orgulho em serem sãotomenses, bem como da necessidade de vivermos com o que temos, sem a ajuda de ninguém para sobrevivermos.
    Se somos um país independente, então vamos agir como tal, ou então esquecemos esta mentira da independência e vamos assumir a nossa dependência, e a possibilidade de sermos uma região administrativa especial de um outro país a escolher pelo povo em referendo nacional.

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    mlstpdigital Responder

    Quero aqui deixar um muito obrigado ao promotor desta iniciativa e em especial a embaixadora de portugal em s.tomé! É triste quando todos sabemos que despomos de matéria prima para produzir e não fazemos, falta de vontade dos nossos dirigentes, é uma vergonha, isso é chapada sem mãos.

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    luisó Responder

    Andam algumas pessoas da nossa praça a dizerem mal desta doação.
    Ó gente maldosa, foi uma oferta de 200 cadeira e 200 secretárias em madeira de STP, feitas por santomenses que não têm trabalho e que agradecem esta iniciativa e são 200 alunos das nossas escolas que antes não tinham onde se sentar e escrever e que agora o vão poder fazer.
    Não deveria ser a cooperação portuguesa a fazê-lo? sim é verdade, deveria ser o governo mas estes só querem passear de avião e prometer outras terras…então venha este material que os nossos filhos agradecem.
    Em vez de andarem a falar mal desta cooperação façam algo e vão ao ministério pedir a demissão de quem nada faz em vez disso anda em reuniões com outros que já chuparam antes em hotéis de 5 estrelas.
    Assim é que é bom…..

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