In noimine Dei – Escândalo na Caritas de São Tomé e Príncipe

In noimine Dei

  1. E  a história continua, é a triste situação que se vive na Caritas de São Tomé e Príncipe devido aos atos não conciliatórios com as emanações da Caritas Internationalis  bem como as consequências nefastas que daí advêm que pesam no funcionamento dessa instituição nacional.  Máximo Aguiar, que não pactuou com a impostura levada a cabo por D. Manuel António Mendes dos Santos, com a conivência dos seus súbditos e amigos certamente todos mandatados por Deus. Trata-se de um corpo de patriotas e amigos fechados no silencio conivente, que não é mais que  a divisa nacional para exterminar os que tentam fazer face ao que quer que seja. Não é portanto de estranhar que todas as tentativas encetadas por Máximo Aguiar ao pé de Dom Manuel António Mendes dos Santos, Bispo da Diocese de São Tomé e Príncipe, saldaram-se pela negativa e conduziram ao  agravamento de uma situação que se arrastava  há quase dois anos. In fini o grande Bispo, “autoridade máxima da Igreja católica romana em STP” que nada faz senão aplicar os mandamentos de Deus através das palavras e desígnios do Papa Francisco, concluiu o seu “business”.
  1. A Caritas de São Tome e Príncipe  (CSTP) foi edificada como Organização-Não Governamental (ONG) com o contributo de inúmeros cidadãos santomenses, incluindo Máximo Aguiar. O Sr. Máximo começou por dar o seu  modesto contributo à CSTP como voluntário em 1989. Logo depois foi nomeado Secretário e no mesmo ano designado Presidente da instituição pelo então Bispo da Diocese,  Dom Abílio Ribas.  Desde então nunca poupou os seus esforços e deu sempre o seu melhor para  desempenhar as responsabilidades que lhe foram atribuídas e enaltecer os preceitos da religião católica pondo-se  sem reservas ao serviço dos mais necessitados e dos excluídos.  Pouco a pouco e com a ajuda de muitas pessoas de boa vontade construiu-se assim o que veio a tornar-se numa instituição de caridade sólida, autónoma e incontornável na paisagem socioeconómica do país.
  1. Aquando da sua chegada a São Tomé e Príncipe, D. António Manuel Mendes dos Santos, anunciou a intenção de fazer “uma profunda revisão dos Estatutos da Caritas” que em sua opinião “encontravam-se ultrapassados”.  Os anos passaram-se e essa revisão tão aguardada não teve lugar.
  1. Entretanto, em 2013 após várias tentativas ao pé de doadores Máximo Aguiar obteve da Cooperação Portuguesa um financiamento destinado a viabilizar economicamente a  “Casa dos Pequeninos” que não é mais do que um projeto  por ele elaborado e construído com o intuito de acolher, educar e prestar cuidados às crianças abandonadas  e em situação de risco.
  1. Uma vez o financiamento assegurado, o Sr. Bispo, numa reunião propôs que a sua irmã, Sra. Paula Mendes dos Santos, que vive consigo na Diocese de  São Tomé e Príncipe, fosse nomeada coordenadora do projeto.  Ao solicitar qual a razão dessa proposta inesperada, peremptoriamente, Dom Manuel disse ao Sr. Aguiar: “ou pega ou larga!”
  1. Passados alguns meses  o Sr. Bispo decidiu unilateralmente nomear a sua irmã  como Diretora do Projeto Casa dos Pequeninos, atribuindo-lhe pela mesma um salário 10 vezes superior ao que recebia o Sr. Aguiar enquanto Presidente da CSTP. Sublinhe-se que nessa altura o único Presidente da Caritas era o – Máximo Aguiar. Consequentemente, não existia nenhum documento legal na base do qual o Sr. Bispo poderia nomear a sua irmã. Para além disso, gostaria de lembrar que os salários da Caritas eram tão irrisórios que a instituição nunca pode atrair muitos empregados ou voluntários.
  1. Quando Máximo Aguiar chamou a atenção para todas essas arbitrariedades, o Sr. Bispo decidiu autoproclamar-se Presidente da CSTP através de um Decreto de Nomeação datado de 10 de Outubro de 2014. Pois do dito Decreto de Nomeação do  Novo Conselho Diretivo resulta um conflito com o disposto nos Estatutos da CSTP, designadamente o art. 9.°, bem como, uma incompatibilidade com os princípios, orientações e objectivos patentes na composição dos órgãos sociais da CSTP que que infringe os Estatutos da instituição.
  1. Note-se que esse Decreto foi elaborado “nas costas” do Presidente vigente (Máximo Aguiar) e entregue na Embaixada de Portugal. Através do dito Decreto criou-se um imbróglio na direção e gestão da CSTP que passou a ter 2 Presidentes, 2 vice-Presidentes, uma Secretária Executiva e uma Secretária que não são mais do que a mesma e única pessoa. Foi este o resultado a que se chegou pois não estando em conformidade com os Estatutos da CSTP, o Decreto em questão peca por falta de legitimidade e é passível de anulação, pois todo documento visando a exercer qualquer alteração nas CSTP e em observância dos Estatutos, tem que ser assinado pelo Presidente vigente conforme foi indicado através de um parecer emitido por um Gabinete de Advogados especialistas na matéria. TRATA-SE DE UM GABINETE DE ADVOGADOS DE PORTUGAL pois nenhum advogado da praça santomense quis tomar a defesa de Máximo Aguiar. Alguns mesmo disseram-no que ele tinha razão mas que eram católicos e não poderiam ir contra o Bispo porque este é uma autoridade. Pois é os advogados agora respondem perante a justiça de Deus e não dos homens. Será que a justiça dos homens de STP está a agir de acordo com os preceitos de Deus e da justiça divina?
  1. Acresce ao fato que uma das pessoas que assinou o tal decreto, num ato de constrangimento foi duas vezes à casa de Maximo Aguiar, procura-lo. Quando finalmente o encontrou disse saber que “O DECRETO NÃO ERA CORRETO MAS QUE O ASSUNTO NÃO ERA COM ELE, POR ISSO ASSINOU”.
  1. Máximo Aguiar tentou por várias vezes chamar a atenção do Sr. Bispo para esta anomalia bem como para outras práticas pouco transparentes que impôs ao funcionamento da CSTP.  D. Manuel  não escutou e, pelo contrário, intensificou as arbitrariedades.  A   gestão da instituição passou a efetuar-se de facto por D. Manuel e sua irmã, Sra. Paula, que é simultaneamente responsável financeira da Casa dos Pequeninos infringindo deste modo as “Normas de gestão da Caritas internationalis” publicadas em Roma, Maio de 2014.  Mais uma vez, ao serinterpeladosobre esta situação, o Sr. Bispo, passou por trás e dirigiu-se a uma funcionária,  auxiliar de administração, e convidando-a para ser responsável da contabilidade. A funcionária em questão negou dizendo que não tinha capacidades para exercer tal cargo, ao que o Sr. Bispo retorquiu:  – “não faz mal a minha irmã ajuda-te”.
  1. A Caritas e a Diocese de São Tomé e Príncipe tornaram-se “propriedade” dos irmãos Mendes dos Santos. D. Manuel instaurou um clima de terror e de ameaças ao encontro de tudo e de todos os que tentam dizer-lhe a verdade,  e isto servindo-se da autoridade moral que lhe é conferida pelo seu cargo enquanto Bispo, levando  acabo práticas que em nada dignificam a  Santa Igreja Católica Apostólica Romana.
  1. O seu comportamento em relação aos utentes da  CSTP é tão surpreendente quanto condenável, deixando por vezes transparecer uma certa falta de tato, de controle de si próprio e de respeito pelos homens e mulheres que embora modestamente, acolheram-no de braços abertos em São Tomé e Príncipe. Abro um parênteses  ilustrar aqui um acontecimento infeliz que teve lugar em público há um ano a esta parte, em que o Sr. Bispo D. Manuel num acesso de nervos esbofeteou e molestou fisicamente uma criança deficiente física e mental.
  1. Durante o tempo em que o Sr. Máximo Aguiar trabalhou para  a CSTP sempre usufrui de um salário  ao qual abdicou a favor da instituição – não obstante o fato de ter continuado a  sua colaboração enquanto Presidente da mesma – aquando do exercício das funções de Administrador Santomense do Banco Equador (2008-2014). Fora precisamente nomeado para esse cargo devido à sua idoneidade e à forma responsável que sempre dispensou à gestão do bem publico durante a sua longa carreira de funcionário público.
  1. Suspenso das suasfunções junto ao Banco Equador prosseguiu como vinha fazendo a sua colaboração na CSTP e apenas em Julho de 2015 pediu ao Sr. Bispo que restabelecesse o pagamento do meu vencimento. De notar que os causadores das anomalias detetadas no Banco Equador foram perfeitamente identificados e branqueados e passeiam-se alegremente na grande “corte da República”.
  1. D. Manuel recusa-se peremptoriamente a repor o pagamento do seu salário alegando que Aguiar possui um estatuto de voluntário, revelando assim mais uma das incoerências que têm sido impostas à gestão da CSTP. Ora tratando-se de um direito adquirido e aplicável a todos os funcionários da CSTP, não faz sentido que somente Aguiar seja afectado por “tal medida” e veja-se marginalizado e injustiçado após longos anos de trabalho e dedicação árduos a favor da instituição.
  1. Constrangido para com esta situação que acima dos danos pessoais causou o descrédito da CSTP e está a pôr em risco o trabalho que foi levado a cabo para alicerçar e dignificar a instituição.
  1. Ao Sr. Bispo e seus súbditos Maximo Aguiar sempre fez saber que não pretendia exercer as funções de Presidente da CSTP ad eterna. Aliás face ao clima que se instaurou na CSTP, apresentou a sua demissão do cargo. Os membros da então direção opuseram-se ressaltando a dedicação consentida durante anos com o propósito único de dignificar a instituição tanto a nível do país como a nível  internacional.
  1. Sempre num espírito de reconciliação, em Novembro último Aguiar endereçou uma missiva ao Sr. Bispo,  para que este reconsiderasse a sua posição, restabelecesse a legalidade e os seus direitos adquiridos dentro do respeito pelos Estatutos da CSTP.  Considerou então que seria uma forma de dignificar a essência mesmo da instituição, reunindo-se assim as condições necessárias para encetar-se uma possível reestruturação num clima de cordialidade e respeito mútuos.  D. Manuel seguiu no caminho por ele traçado e em resposta à missiva, limitou-se a sentenciar : “- Sr. Máximo, se é assim demita-se”.  Paralelamente, enviou a carta de Máximo Aguiar e a sua própria resposta à Caritas Internacionalis  e ao Vaticano. Até hoje  nenhuma das instituições interpeladas pelo Bispo dignaram-se responder-lhe. Que concluir perante esta “não reação” da Caritas Internacionalise do Vaticano?
  1. Pior, o Sr. Bispo D. Manuel António Mendes dos Santos, decidiu intensificar a sua campanha contra o Sr. Máximo Aguiar e a sua família, fazendo circular em praça pública alegadas irregularidades por ele cometidas para justificar a sua decisão de afasta-lo da instituição, gesto pouco nobre cujo objectivo é de manchar o seu nome e a sua idoneidade.

Infelizmente é  desta forma que o Sr. Bispo  entende contribuir a edificar uma sociedade pacifica e justa, menosprezando as leis e o povo que lhe acolheu  ao invés de quanto preceitua  a Madre Igreja Católica.

  1. Na ultima missiva endereçada ao Sr. Bispo,  Máximo Aguiar recordou que a CSTP, tal como São Tomé e Príncipe, não são propriedade sua, mas segundo os preceitos da Igreja Católica que não cessam de ser enunciados pela Sua Santidade o Papa Francisco, a inteligência, o saber e o serviço à sociedade, devem ser praticados e acessíveis a todos sem exclusão de raça, de idade ou de estatuto social …  pois somostodos iguais perante Deus!!
  1. Máximo Aguiar pretende  pois prosseguir a sua vida cristã em conformidade com os preceitos acima expostos recordando aqui O SIGNIFICADO DA PALAVRA JUSTIÇA e a forma como ela tem sido pronunciada pela Sua Santidade o Papa Francisco. No seu discurso de Nova Iorque perante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Setembro ultimo, o Papa Francisco apelou para a responsabilidade dos dirigentes mundiais (e de cada um de nós) para que todos os seres humanos possam usufruir dos mesmos direitos e ter acesso a uma vida digna e honrada à luz do principio  Iustitia est constans et perpetua voluntas ius suumcuique tribuendi.  
  1. Foi com base no principio acima citado e animado pela vontade que sempre foi a sua de servir  o próximo com  humildade e  dedicação que Máximo Aguiar tentou encontrar uma solução plausível no seio da própria instituição visando a pôr cobro às arbitrariedades que se instalaram na CSTP, de modo que por um lado reinasse a justiça e a paz pelo bem da comunidade e da religião católica e, por outro, que a sua integridade e idoneidade fossem restabelecidas.
  1. D. Manuel António Mendes concluiu a sua farsa em presença de membros da elite santomense, do corpo diplomático acreditado em STP e  da comunicação social. A 4 de Fevereiro de 2016, no Telejornal da Televisão de STP (TVS), tomou-se conhecimento da tomada de posse do novo Conselho Diretivo e Fiscal da CSTP composto por 8 membros. A revelia de Máximo Aguiar, que  fora convocado para uma reunião na véspera sem que lhe indicassem o assunto, sob o olhar impávido dos ilustres convidados e in nomineD. Manuel reafirmou-se como Presidente da Caritas e elegeu o novo Conselho sabendo que o Decreto de nomeação supracitado não é conforme à lei.
  1. As imagens em que Máximo Aguiar tomou a palavra para mais uma vez denunciar as irregularidades cometidas pelo Sr. Bispo não foram divulgadas pela comunicação social.
  1. Usando do seu direito de resposta, Máximo Aguiar convocou uma conferencia de imprensa em que apenas apareceu um membro da rádio nacional. Convocou uma segunda conferencia e… ninguém apareceu.
  1.  Agora pergunto se Máximo Aguiar não tem razão porque é que a contabilidade deixou de estar sob a responsabilidade do Sr. Bispo e sua irmã? Se Máximo Aguiar não  tem razão porque é que o Sr. Bispo reage em conformidade com as criticas por ele proferidas? O Sr. Bispo comete irregularidades, a injustiça é flagrante, porque é que todo o mundo se cala? Será que em nome de Deus tem-se o direito de espezinhar e atentar à dignidade de um Homem? Será que em nome de Deus a justiça dos homens deve calar-se e tornar-se cega perante as faltas cometidas contra Máximo Aguiar?  Em suma, será que em nome de Deus tem-se o direito de silenciar um Homem por ter cometido o “crime” de ser honesto e de ter servido o seu país e os seus compatriotas com dedicação e desapego durante décadas?  A comunicação social de um país que por direito é livre, independente e respeita a liberdade de expressão age também in nomine  Dei?  E agora, D. Manuel dos Santos  qual é o próximo episódio da sua saga contra Máximo Aguiar e sua esposa ?  Fuzilarem-nos na Praça da Independência sobre o olhar conivente da corte da República?
  1. Máximo Aguiar só tem clamado pela justiça que lhe é devida. Máximo Aguiar tem razão é vitima da injustiça por parte do Bispo de STP. D. Manuel federou toda a República contra um Homem honesto e digno, um só Homem. Porquê?

Violeta Aguiar

 

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    Francisco Responder

    O Bispo da igreja Católica gosa d e imunidade? Bofeteou uma criança com deficiência por ser negra? Onde estão as autoridades? Tenho respeito pelo bispo mas assim… não serve p servir.

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      Cobra branca Responder

      Ja falou um racista.

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      vicente Responder

      Senhor Francisco,racistas são as nossas mentes quando fazemos juízo errado dos outros. Se na realidade o senhor tem respeito pelo bispo,não diria essa mentira.Eu gostaria de saber se o senhor presenciou aquele acontecimento do miúdo esbofeteado? Eu fui seminarista do seminário menor de São Tomé e Príncipe,tive a graça de ter o senhor bispo como reitor,ele nunca bateu nenhum dos seminaristas quanto mais uma criança inocente! Ele é um homem bom que zela pelos outros principalmente os mais fracos,os mais pobres.Portanto,senhor francisco e os outros camaradas que estão a compactuar com esta mentira do sr.M.Deixemos de pactuar com a mentira.

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    hooo Responder

    Quero promover a sua irmã( não há emprego em Portugal?) na política é mesmo assim família promove a família. Está tudo estragado até à igreja p ser um modelo é uma fonte de promoção familiar.

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    Emilio Freitas Responder

    Meu Deus do céu, que chatice isso, esse negocio das caritas ja encheu meu saco demais.

    A ganancia do ser humano não tem limites, esse senhor Máximo andava a frente disso, ha quase trinta anos, tal qual os lideres africanos, essa ‘piquena’ viveu as custas disso ha mais de duas decadas, todo mundo esta careca de saber que a sua familia se apossa ou no minimo fazia gestão danosa dos fundos das caritas, inclusive em beneficos proprio. Eu estou fora de STP ha dez anpos mas ja se falava disso nos funca funcas e bares de stp, em minha casa por exemplo, cada vez que aparecia a cara do seu pai na tv causava asco a todo mundo so de pensar que ele estava num cargo ha tanto tempo, pois é, na minha familia eh assim, sentimos repulsa por gente que perpetua no cargo, e n era nem é so com seu pai, Arlindo carvalho que anda a frente do meio ambiente tb. Caramba, vc hoje é uma adulta , tal como outros seus irmãos e primos, não acha que ja é hora do seu pai se afastar disso, e vc tomar as redias e cuidar da suade financeira dele e da sua esposa, que raios de coisa que pode ser desse jeito, então o Maximo que é agora o posso da honestidade !? e o Bispo e os seus lacaios os demonios, não é que não possa haver roubalheira nesse momento, mas vc e sua familia não tem qualquer especie de credito pra falar mal de quem quer que seja mto menos de má gestão nas caritas. E quanto a falta de comparencia dos meios de comunicação a convocação feito pelo seu pai, é o o fruto do que se costuma dizer, pau que dá em francisco uma hora dá no pedro, pois, ja vi muitas vozes se levantarem contra a ma gestão na era do seu pai e ninguem fez nada, todos foram conivente e agora esta acontecer o mesmo ao seu papa. DESDE 1989 NAS CARITAS SENDO GESTOR E AINDA RECLAMAS, me dá raiva so de ler oq escreves ai, vá pro inferno, que saco. Falei o que todo mundo tem vontade de dizer e não fala

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    hipope Responder

    Alguém dizia que nunca viu um bispo tão fofoqueiro e boatero como o de S.Tomé. O Rei está nú mas ninguém tem a coragem de o dizer.

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    Jerónimo Xavier de Sousa Pontes Responder

    O título em latim do Téla non não está correto. O certo é, IN NOMINE….

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    Eusébio Responder

    Actual armazém d caritas está agora na residência do bispo e da sua irmã. eles pensam q negro rouba tudo por isso leva as caixas e colocam em baixo d suas camas. Estive em S. Tomé nunca vi um padre nativo a viver com o bispo. Só os portugueses e a sua família. Gente mesquinha cheio de complexo.

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    Admirado Responder

    N, isso ja e demais! Ate o bispo quer fazer desmandas na terra? Com todo o respeito, mas n podemos aceitar que estrangeiros venham ao nosso pais em nome de deus fazer e desfazer! Estou farto disso pha!

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    Triste Responder

    Francamente, sr Máximo. O sr tem mais de 80 anos, está a frente disso há trinta. Diga-me que MEL há nas caritas, para que o senhor não queira de lá sair? Conversando com o pessoal das Caritas,fica-se com opinião contraria ao que dizem nesse artigo ( ou panfleto!). A troco do quê?
    Fundem a vossa Carita para mamarem melhor os fundos! Coisa chata!!!!
    Só porque nomeou-se novos corpos sociais é que vocês estão a fazer tanta confusão? Ainda por cima vão a igreja comungar, sem vergonha!!

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      Teresa Responder

      Não foi o sr Máximo que fundou as caritas?

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    jao marco Responder

    Não me surpreende o comportamento do bispo! Esse chegou a chamar estado santomense de burro numa das suas conversas sobre a sociedade de STP. Infelizmente a colonização Està no seio da igreja católica. Porque até presente ainda n tivemos um bispo natural de STP? O próximo será novamente um bispo português. Fixam esse nome Artur Teixeira

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      Vicente Responder

      Pode-se facilmente compreender uma criança que tenha medo do escuro. A verdadeira tragédia da vida é quando homens e mulheres adultos têm medo da luz.Toda via,todos aqueles que tentam repor ordem ou luz são injuriados,mortos,criticados,por aqueles que têm medo da luz e da ordem.O tal aconteceu com Jesus Cristo,quis anunciar a boa nova foi morto.Isto é pra dizer que,como senhor bispo quis e pois ordem na caritas e na sua respectiva direção,eis a razão de lhe dar todos os nomes feios,de insultar o nome da sua família,de manchar a sua pessoa,mas vos digo uma coisa não esqueçamos que mentiras têm pernas curtas.Se na realidade como dizem,se o senhor bispo bateu no miúdo porquê que não lhe denunciaram no momento,e só agora?O que falta à autora do texto que anda difamar o nome do bispo é verdade.Quando nos deparamos com limites da nossa condição humana e com situações concretas da vida,nem sempre escolhemos o certo. Não sejamos hipócritas! Deixem trabalhar aqueles que têm princípios do bem-comum.

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    Maria silva Responder

    Eu perdi a fé na humanidade …relativamente a stp ja não há esperança de dias melhores !!
    Corrupiçaõ a olhos nus ( activa )..
    Justiça que não funciona (ca entre nós nunca funcionou )..
    Bispo que se sente outoridade
    Senho Bispo priecupado com dividendo, MISERICORDIA

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    Eusébio Responder

    Bater numa criança com deficiência,numa casa a onde acolhem as crianças? Coitadinha da criança, a onde está a justiça na minha terra? Os de direitos humanos? Isso é um abuso de poder! Tenho um filho deficiente q tanto amo,isso não me caiu bem. O rei vai mesmo nú, que vergonha.

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    Gabriela Responder

    De palaiê em Portugal para responsável
    financeiro da casa dos pequeninos, coordenadora do prejecto? Oh sr. Bispo tenha juízo! Estás chego? Isso é abusar de poder q a Igreja lhe confiou.

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    Nelito Borges Responder

    Boas Meus Caros amigos , vamos deixar de entregas e tentar ver as coisas no lado positivo ,

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    Era melhor estar calada Responder

    Que o Sr Bispo é fofoqueiro e não tem postura para estar na posição que está, é verdade. No entanto, não é menos verdade que existia na Casa dos pequeninos uma máfia em que Máximo Aguiar mais uma tal de D. Rosa se fartavam de desviar fundos e propriedades que era suposto ser para as crianças.
    Visitei a Casa dos pequeninos há 10 anos atrás e o que testemunhei é indescritível!!
    Tal facto era de conhecimento publico e por aquilo que sei o Estado português disponibilizou-se a financiar a Caritas desde que fossem houvesse alteração de quem comandava os destinos da instituição.
    Até fora do país se ouvia falar do Sr Máximo e da D. Rosa.
    Ainda não esqueci o programa “principes do nada” que a Catarina Furtado fez da Casa dos pequeninos.

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    Tenha vergonha na cara Responder

    É verdade que o Sr Bispo é fofoqueiro e não dignifica em nada a posição que lhe foi atribuído.
    No entanto, não é menos verdade que a Caritas era “governada” por uma máfia conhecida internacionalmente quer pelos desvios do Sr Maximo e de uma tal D. Rosa, quer pela pouca dignidade a que sujeitavam as crianças que deles dependiam.
    Visitei a Caritas há dez anos atrás e o que testemunhei é indescritível.
    Agora que Portugal financia a casa dos pequeninos é que o Sr Máximo gostaria de lá estar.
    Gostaria que esta senhora me dissesse de onde vinha o dinheiro que permitiu a família dela e da tal D. Rosa fazer a vida que faz.
    Já agora, ainda não esqueci o que vi no programa “principes do nada” dedicado à casa dos pequeninos que conseguiu por a Catarina Furtado a chorar.
    Não sei se o actual modelo de gestão da Caritas é bom. Mas é certamente melhor do que quando estava lá o se querido pai!!!

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    Basto de Nascimento Responder

    Sabem quem vai ser o próximo director de caritas de S. Tomé? uma portuguesa. E da casa dos pequeninos? Uma portuguesa. Vão ver. sangue sua…

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    DI Responder

    Violeta Aguiar falando por Maximo Aguiar, sera informacao relevante

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    Jaca Doxi Responder

    Na certa este Bispo pertence a uma família pobre do Norte de Portugal e viu São Tomé (CSTP), como sendo fonte de enriquecimento para sua família.
    Aonde já se viu, caso as informações sejam credíveis, um Bispo cometer tamanha injustiça!
    Embora não podemos esquecer que a religião é uma política e na política só há coruptos e ladrões, que escondem por trás de Batinas.

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    F. Responder

    Sou católico e conheço sr. Bispo e a sua irmã. São pessoas trabalhadoras com dignidade e sensíveis às crianças;não merecem esse tipo d comentário. Sei q os mesmos assumiram’ nas caritas’ uma criança com deficiência e estão a dar todo apoio possível para que a criança possa superar dos problemas grave s de saúde. Sr. Bispo estamos consigo e reconhecemos o seu papel na igreja e n sociedade são tomense. “Tem coragem, eu venci o mundo”

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    seabra Responder

    Sra Violenta Aguiar,queira-nos poupar,a nós os leitores com os seus “queixumes”,que não têm razões de ser! Por esmola,deixe este cantinho,onde há democracia,para exprimirmos sobre os assuntos primordiais da sociedade…de importância capital.
    Quer glorificar o seu “papai”,dirija-se ao Vaticano,para causas do gênero…passa por um longo processo,onde alguém tenha recebido um milagre,graças a intervenção do seu “santo papai”…1o beatificação,depois canonização.
    Algo me diz que a “galinha vai ter dentes” antes que o seu papai se vire santo…é mais lógico que ele vire CAPETA,pelo que ele fez,o seu “larrão” de pai…

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    Lamentável... Responder

    Sra Violeta, o seu papá nem a si conseguiu educar.

    Se realmente existe tanto altruísmo no seio da sua família, porque razão em nenhum momento a Sra demonstra alguma tipo de preocupação no que concerne às crianças institucionalizadas???

    Grandes valores lhe foram transmitidos…

    A fructibus eorum cognoscetis eos”-pelos frutos se conhece a árvore.

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    Vicente Responder

    Em teoria todos queremos ser fieis,verdadeiros e honestos,mas quando nos deparamos com limites da nossa condição humana e com as situações concretas da vida nem sempre respondemos com verdade,nem sempre escolhemos o certo. Por isso, a questão que hoje nos lanço é mesmo esta: O que faríamos no lugar do bispo? Eu fui seminarista no seminário menor de São Tomé e Príncipe tendo o senhor bispo como reitor e nunca ele bateu no seminaristas! Se dizem que senhor bispo bateu no miúdo cego porquê que não lhe denunciaram na hora. Deixem de difamar a pessoa do senhor bispo. Não sejamos hipócritas.

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    Manuel António do Nascimento Coutinho Responder

    Depois de ler o lavar de tanta roupa suja,o que dizer.Uma vergonha que num País tão pequeno e numa época destas haja tanta gente mentirosa incluindo O bispo e o tal sr.máximo.Era para enviar uma certa quantidade de roupa e livros para S, TOMÉ mas neste momento vou procurar outros destinos.Tenham juízo e comportem-se como HOMENS.

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