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Centrais térmicas são as maiores emissoras de gases com efeito estufa em STP

Numa altura em que o Governo são-tomense aposta no aumento da produção de energia eléctrica com base na instalação de grupos de geradores que funcionam a gasóleo, destaca-se a preocupação com a emissão de gases com efeito estufa em São Tomé e Príncipe.

O Ministro das Obras Públicas, Infra-estruturas, Recursos Naturais, e Energia Carlos Vila Nova declarou na cerimónia de abertura da formação sobre a regulação da electricidade no país, que «o sector de produção de energia eléctrica é o maior emissor de gases com efeito estufa em São Tomé e Príncipe».

Um perigo para o ambiente que deverá ser diminuído defendeu o ministro. «A nossa opção será de diminuir o uso da fonte de produção de energia fosseis e aumentar gradualmente a disponibilidade existente na natureza ou seja fazer o melhor aproveitamento dos recursos naturais mais sustentáveis possíveis», precisou Carlos Vila Nova.

Quadros dos Tribunais, da AGER, da Procuradoria-Geral da República, EMAE, recursos naturais e ambiente e alguns produtores independentes de energia estão reunidos durante cinco dias para debater temas relacionados com a regulação de energia. A acção de formação é organizada pela AGER.

Téla Nón

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    Angelino Louro Responder

    Essas afirmações só servem para nos vedar a mente. O Sr. ministro faz essas declarações embora convicto que o governo que assina convenções é o maior poluidor em S. Tomé e Príncipe. O Senhor Ministro sabe que não é somente o gás libertado como tem conhecimentos que há 40 anos que os gasóleos de central da EMAE tem o seu esgoto no Rio Água Grande que conduz esses óleos queimados para a nossa linda baía Ana Chaves matando todos os seres existentes nesta baía e provocando danos ao longo prazo a nossa saúde, e infelizmente, os sucessivos governos convivem com essa situação mesmo sabendo. Essa vertente não afeta o ambiente?

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    Lupuye Responder

    Em quase todos os paises do mundo se esta a fugir a producao de energia usando produtos fosseis. Isso ja esta ultrapassado. Temos e que apostar nos recursos hidricos, no vento, no sol, coisas que temos em quantidade suficiente em STP. Por outro lado ja e hora de se tirar esses geradores la da capital. Se soubessem o barulho e a poluicao que fazem. O caudal do rio agua grande esta uma porcaria autentica e o pior e que temos gente pegando charroco e pape para consumo diario nesse rio. E ninguem tem a coragem de lhes dizer que os peixes ai nao sao bons para consumo humano. Ja e hora de procurarmos energia sustentavel e limpa.

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      Ralph Responder

      Concordo inteiramente com este tese. Por um país pequeno como STP, provavelmente seria muito mais útil passar diretamente para o uso aumentado de fontes de energia renováveis. Embora vão requerer custos elevados no início para estabelecer a capacidade geradora (para não falar dos empregos que tal construção vai criar), estas formas de energia dão a vantagem de custos reduzidos a long prazo e darão ao país um nível de independência enérgica que atualmente não tem. É difícil imaginar como isto não seria uma coisa boa.

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    paulo carlos Responder

    ja faz tempo que nao comento as atrocidades das informacoes do pais, mais sera preciso fazer pesquisa ,para saber que essa central ja esta na hora de se reformar se tem que haver energia alternativas a circularem em massa vamos acabar com energia do combustivel no pais mas como acabar se essa central ainda insiste em existir eu começo a imaginar que a pessoas que tiram partidos com energia do combustivel no pais

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    Ralph Responder

    Embora combater as mudanças climáticas seja sem dúvida algo a nível mundial a que cada país deve dirigir-se, acho que a quantidade de energia produzida por STP seria tão pequena que vai ser imaterial se STP decidisse reduzir ou não os seus gáses com efeito estufa. Contudo, a introdução e promoção de energias renováveis é um assunto completamente diferente que vai melhorar a sustentabilidade da vossa economia e reduzir os custos a longo prazo. Para além disso, vai ter um impacto para com a redução de gases com efeito estufa. Por isso, eu insto-vos a continuar com os vossos esforços em relação à introdução de energias renováveis.

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    Observo, escuto e olho Responder

    Eu que sou estrangeiro, estou certo que a questão da energia hídrica já tenha sido colocada como alternativa às centrais térmicas, dado que há tanta água de enchorrada nas vertentes montanhosas de São Tomé. Porque não se fala nisso? Perdoem a minha ignorância…

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    Nikilay Monterio Responder

    Fontes de energia como hídrica, eólica deveriam ser bem aproveitadas para geração de eletricidade em são Tomé.De salientar que , a central da cidade deveria ser transferida para uma zona isolada, do centro da capital. Não tem necessidade termos muitas centrais térmicas espalhadas pelo país.

    Cumprimentos,
    Nikilay Monteiro

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    Maria Susana Responder

    Senhor Ministro
    Congratulo com a sua decisão
    No entanto, o senhor irá encontrar murros, barreiras, betões e outros obstáculos junto dos técnicos e ditos Engenheiros da EMAAE, para implementar a sai ideia.
    Estes nunca irão aceitar as energias renováveis, nem um bom funcionamento da EMAE, pois se tudo estiver a funcionar bem e sem gasóleo, vai baixar o nível dos seus rendimentos, pois o gasóleo desviado, ainda continua a ser uma boa fonte de rendimento para muitos na EMAE.
    Também se a EMAE não estiver a funcionar bem, e se não houver centrais hidroelectricas a funcionar, os senhores engenheiros podem dar-se ao luxo de continuarem a ser chamados de engenheiros de camisa branca, calça preta e gravata e no gabinete com ar condicionado e computador para entrarem no face book e jogarem cartas nas horas normais de serviço, enquanto o Governo tem que contratar europeus para virem mudar óleo e apertarem parafusos nos motores.
    Medidas fortes devem ser tomadas para mudar a situação. E sei que o senhor não tem coragem de as tomar.
    Bem Haja STP
    Maria Suzana

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