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INAC promoveu conferência sobre Economia de Transportes Aéreos

O evento que contou com a participação de especialistas portugueses na área da aviação civil, destacou as vantagens da posição estratégica de São Tomé e Príncipe, no Golfo da Guiné, uma das regiões do continente africano que no futuro vai conhecer significativo aumento da circulação de transporte aéreo oriundo de outras partes do mundo.

Dados divulgados elo Instituto Nacional da Aviação Civil, indicam que São Tomé e Príncipe regista em média uma entrada de turistas ou passageiros na ordem de 90 mil pessoas por ano. Número ainda insignificante para promover a economia do transporte aéreo.

eneiasOs oradores destacaram a necessidade dos operadores turísticos, companhias aéreas que operam no país arregaçaram as mangas, para promover o destino e a marca São Tomé e Príncipe, como forma de atrair parte do enorme fluxo de turistas que nos próximos anos, se dirigirão ao continente africano. «Existe um potencial de crescimento em África. Haverá a necessidade de mexermos com as infra-estruturas. O Governo tem um plano para a expansão do nosso aeroporto. Estamos a procura é de oportunidades para que isso aconteça, tendo em conta os investimentos que isso acarreta», declarou Eneias Santos(na foto), Presidente do Conselho de Administração do INAC.

As duas companhias aéreas que asseguram a ligação entre São Tome e Lisboa, são responsáveis pelo transporte do maior número de passageiros oriundos da Europa, América, e parte de África com destino a São Tomé e Príncipe.

Luanda- Angola, é o segundo maior emissor de passageiros para as ilhas verdes.

Com a projectada expansão do aeroporto internacional, o INAC, diz que a concretizar-se São Tomé, poderá funcionar como um centro de  recepção de aeronaves de grande porte, e onde os turistas ou passageiros com destino a outros pontos do continente africano, apanharão aviões de médio porte que os conduzirá aos respectivos destinos africanos.

Os oradores da conferência alertaram várias vezes, que o país São Tomé e Príncipe, tem que agir com muita rapidez, para criar as condições que permitam a promoção da economia de transporte aéreo, e tem que ser já, porque as oportunidades estão aí.

Eneias Santos, repetiu que o país tem que se mexer para aproveitar as oportunidades, de hoje e do futuro. «Temos que ir buscar que ir buscar os turistas nos mercados de emissão e vender o nosso país. Há toda uma probabilidade da nossa economia melhorar», pontuou o responsável do INAC.

Abel Veiga

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