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Associação dos Jornalistas pede investigação às declarações de Patrice

A Associação de Jornalistas de São Tomé e Príncipe, vai estar esta quarta – feira no Ministério Público, para entregar uma exposição em que solicita esclarecimento público da denúncia feita pelo Primeiro Ministro Patrice Trovoada. Denúncia segundo a qual um jornalista recebeu arma de guerra na Presidência da República. «A imagem dos jornalistas e, particularmente, aqueles que procuram fazer o seu trabalho com independência não pode ser confundida com a de um mercenário, pelo que a Direcção da AJS vai entregar na quarta-feira, dia 21, pelas 14:30, no Ministério Público, uma exposição em que solicita uma investigação para que o tal jornalista seja identificado», diz a nota da Associação dos Jornalistas São-tomenses que chegou a redacção do Téla Nòn.
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Esta quarta – feira por volta das 14 horas e 30 minutos, a Associações dos Jornalistas, entregará a exposição ao Ministério Público, exigindo o apuramento da verdade dos factos. «A suspeição levantada pelo senhor Primeiro-ministro e chefe do Governo, Patrice Eméry Trovoada, na última entrevista concedida aos órgãos de informação públicos, segundo a qual um suposto jornalista independente teria recebido arma de guerra da Presidência da República, exige uma tomada de posição da parte da Associação dos Jornalistas Santomenses».
Abel Veiga

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    Nuno Miguel De Menezes Responder

    O termo indenização (português brasileiro) ou indemnização (português europeu) refere-se à compensação devida a alguém de maneira a anular ou reduzir um dano, geralmente, de natureza moral ou material, originado por incumprimento total, ou cumprimento deficiente de uma obrigação, ou através da violação de um direito absoluto, como por exemplo, a compensação devida pela denúncia de um contrato ou pela prática de um crime.[1] É também o nome dado à importância paga por uma seguradora ao segurado em caso de sinistro.

    Denomina-se indenização a uma compensação financeira recebida por uma pessoa como consequência de haver recebido um prejuízo de índole trabalhista, moral, financeiro, etc. Quando se fala de indenização geralmente se faz a partir da emissão de uma decisão judicial, que ordena abonar um determinado valor a uma pessoa, empresa ou instituição, com o objetivo de amenizar uma situação de injustiça sofrida. No entanto, podem existir também indenizações automáticas que são realizadas quando uma série de circunstâncias previstas em lei é dada de antemão.

    Um primeiro caso que podemos destacar é a indenização trabalhista. Esta deve ser efetuada quando um empregado é despedido sem justa causa. Neste contexto, a lei estabelece que se pague ao empregado um valor que contemple os anos de trabalho na organização e o salário sobre seus serviços. Também podem existir indenizações por casos de maltrato trabalhista, onde o empregado experimenta dificuldades causadas de forma intencional; neste caso, quando se consegue provar estas condições perante a justiça, pode ser obtida uma indenização financeira.

    No caso dos danos morais, a indenização geralmente é obtida após um processo judicial que prove estes prejuízos sofridos. Uma vez que este processo chega ao fim, a indenização é estabelecida de acordo com as disposições legais do país em questão. Também são definidos os prazos para cumprir e se estabelece uma forma de pagamento. Nestes casos, as indenizações costumam ser realizadas em dinheiro.

    No caso de uma indenização por um prejuízo financeiro, como nos casos anteriores, primeiro deve-se provar concretamente o fato. Uma vez provado, vale determinar com exatidão o valor financeiro do prejuízo; para esta tarefa costuma-se solicitar a opinião de peritos ou especialistas no assunto. Finalmente, após ter uma ideia da dimensão do prejuízo econômico, se estabelece um determinado valor para a indenização, também em função das leis e da jurisprudência vigente.

    O uso das indenizações para o ressarcimento de prejuízos de diversos tipos e calibre é uma prática habitual na área da justiça e do mercado de trabalho. Infelizmente, nem todas as circunstâncias podem ser provadas, por isso, é necessário fazer uma avaliação correta da possibilidade de ter êxito ao realizar este tipo de reivindicação.

    Nuno Miguel De Menezes
    Lincoln ( Reino Unido )

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    bartolomeu dias Responder

    Ja esta identificado. O jornalista que recebeu arma de guerra da presidência e ambrosio queresma. Convem dizer também que o jornalista Oscar medeiros também recebeu uma arma de guerra do gabinete do primeiro ministro.

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      rapaz de Riboque Responder

      antes de escrever os comentários aperfeiçoa-te na escrita os nomes próprios são escritos com letras maísculas

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        Blablabla Responder

        E no início da frase escreve-se também com maiúscula,ja,ja,ja! E ha que meter acentos, querido amigo.

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          rapaz riboque Responder

          Obrigado amigo pelo reparo .

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        seabra Responder

        Senhor professor de língua “riboque” (merece minúscula,porque você é mesquinho,como todo o lembe bota do pt),o fim de uma frase precisa de pontuação,que é o “ponto final”(é o que falta na sua frase,senhor moralista de má fé).

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    soba Responder

    Quem tem essa arma de guerra sou eu. Está bem á frente da minha calça

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    malebobo Responder

    muito bem ajs, congratulo com a vossa decisão, não deixe de desempenhar o papel com jornalista, informar com verdade o povo agradece

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    Daniel Responder

    Eu acho muito bem que a Associação dos Jornalistas façam isto. Só é pena que o ministério público não é independente e os seus responsáveis estão subjugados aos interesses privados deste senhor. Eles vão faz fazer o quê? Vão virar, virar, virar e vão no final dizer que não aconteceu nada, etc. O Samba não tem qualidades para ser procurador. Peço desculpas mas esta é a realidade. Basta ver o fraude que ele fez com o processo de concurso para procuradora da região autónoma do Príncipe. Tirem este senhor de lá, por favor.

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    Eusebio Neto Responder

    Sinceramente, já não sei se devemos ou não acreditar na justiça santomense! Rogo a Deus e a Santo Tomé e Santo António para não permitirem que estejemos perante aquela estratégia que, segundo ventila(ra)m a imprensa e alguns políticos internacionais, usada pelo presidente da Turquia. Ou seja, não estaremos perante a invenção de uma intentona de “golpe de estado” para depois justificar prisões e castigos arbitrários contra opositores e seus apoiantes? E não se esqueçam que na Turquia também foram presos centenas de jornalistas.
    O momento exige muita atenção e união dos defensores da democracia.
    Deus nos acuda.

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    explicar sem complicar Responder

    TVS E Radio Nacional irão fazer cobertura?

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