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FNVC comprometeu-se em atingir 100% de produção de energia renovável

O Fórum das Nações Vulneráveis ao Clima(FNVC), onde se destacam ilhas como São Tomé e Príncipe, decidiu na cimeira de Marrakech – COP22 –  garantir  100% de produção nacional de energia renovável no horizonte 2030 – 2050.

Durante a Reunião de Alto Nível na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, o Fórum das Nações Vulneráveis ao Clima, chegou também a conclusão de que a acção climática não limita o desenvolvimento, pelo contrário o fortalece.

Na reunião de Marrakech o fórum que agrupa 47 países, apelou a maior ambição climática, e desafiou qualquer país que ainda não cumpriu com todas as obrigações do Acordo de Paris, a actualizar as suas contribuições até o ano 2020.

Ao decisão dos países 47 países em atingir uma produção de 100% de energia renovável entre 2030 e 2050, foi assumida durante a reunião em Marrakech que contou com várias intervenções. «Estamos sendo pioneiros na transformação para 100% de energia renovável, mas queremos que outros países sigam nossos passos para evadir os impactos catastróficos que estamos sofrendo por causa de furacões, inundações e secas», afirmou, Mattlan Zackhras, Ministro em Assistência ao Presidente das Ilhas Marshall.

Posição que foi reforçada por Edgar Gutierrez, Ministro do Meio Ambiente e Energia da Costa Rica. «Nós não sabemos o que os países ainda estão esperando para avançar para a neutralidade líquida do  carbono e 100% de energia renovável, todas as partes devem iniciar a transição, caso contrário todos nós vamos sofrer», frisou.

Os países membros do fórum assumiram também o compromisso de limitar, conforme determinou o acordo de Paris, o aquecimento global a 1,5 graus centígrados acima dos níveis pré-industriais. «Sem uma ação climática mais forte, poderemos não sobreviver, e isso não é uma opção», declarou Gemedo Dalle, ex-Presidente do Fórum dos Países Vulneráveis ao Clima.

O Climate Vulnerable Forum agrupa 47 países de África, Ásia, Caraíbas, América Latina e do Pacífico. Promovem entre si parcerias para combater as mudanças climáticas através de troca de experiências e de conhecimento. 

Abel Veiga

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    Ralph Responder

    Este é um objetivo muito louvável porque o aumento de energia de fontes renováveis concerne tanto a luta contra as mudanças climaticas quanto a sustentibilidade económica. Ainda mais, é cada vez importante que países pequenos como STP se envolvam nestes processos porque eles serão os que vão ser mais afetados por quaisquer impactos, além de serem menos capazes de reagir caso tais impactos se fizerem sentir. Só desejo que a minha nação da Austrália iria dar quanta importância a este assunto como STP. A cobertura da COP22 pelo jornal Téla Nón foi muito boa.

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