Japão lança centro de produção de oxigénio para uso médico no Príncipe

O embaixador do Japão acreditado junto ao Estado são-tomense com residência em Libreville-Gabão, Masaaki Sato e o Presidente do Governo Regional do Príncipe José Cassandra, lançaram na segunda – feira a primeira pedra para a instalação de um centro de produção de oxigénio no Hospital Manuel Quaresma Dias da Graça.

Príncipe que já perdeu seus filhos por causa da impossibilidade de realizar cirurgias na região autónoma, e por falta de oxigénio para atender pacientes, encontrou apoio do Japão para resolver u dos problemas básicos de saúde pública.

Segundo a embaixada do Japão, os 2 biliões de dobras, cerca de 82 mil euros, disponibilizados para financiar a instalação do centro de produção de oxigénio no Príncipe, resulta da venda do arroz que anualmente o Reino Nipónico oferece a São Tomé e Príncipe.

Japão considera que a cooperação entre os dois países, que já permitiu a realização de vários projectos de apoio social e político, nomeadamente apoio financeiro à Comissão Eleitoral Nacional para a realização das eleições no país, contribua desta feita «garantir uma solução ideal, para todos os hospitais, mas também para o desenvolvimento sócio económico, através da melhoria do índice de desenvolvimento humano».

Abel Veiga

 

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    ANCA Responder

    Boa noticia

    Bem haja Cooperação São Tome e Príncipe – Japão.

    Nos os cidadãos São Tomemese, os dirigentes nacionais, devemos almejar, que existem aeras que podemos esperar, que a cooperação nos ajude a colmatar as deficiências e outras que jamais é necessário esperar somente que os parceiros de cooperação ou governo, venha fazer, organizar, estruturar construir ,doar, dar tudo, por nós, temos de perder esta visão habito e trabalharmos muito afincadamente pelo nosso território/População/Administração ter sentido critico sobre nós mesmos, nossas atitudes e passividade em relação a nossa atividades e postura na sociedade que nos compõe.

    Quando se se pensa no setor de saúde, deve-se pensar na sua organização, estrutura, no fortalecimento das instituições de Saúde, para dar resposta aos objetivos para que foram preconizados.

    O setor da saúde debate-se, com falta formação de quadros, especialistas nacionais, carência de formação de Enfermeiros, Médicos, Técnicos de Saúde, bem como a sua própria organização de funcionamento das instituições de saúde, falta de tecnologias de suporte de diagnósticos, materiais técnicos, medicamentos, e sincronização com outras áreas setoriais de modo a dar respostas a questões de salubridade paz pública, tendo problemas de doenças endêmicas, vomito e diarreias, cólera, suas causas e consequências, as DST`S, a malária, o paludismo, a água imprópria para consumo nas regiões suburbanas, questões de higiene sanitária nos espaços públicos, lixos, ratos, pulgas, animais soltos, sem controlo, parasitários, sem vacinas, porcos, cães, galinhas, questões de higiene pessoal familiar, questões das latrinas, etc, etc….

    São realidades que jamais devemos esperar, que sejam somente os nossos parceiros de cooperação e ajuda ao desenvolvimentos, a nos facilitar ajudar, doar tudo mais alguma coisa, precisamos ter sentido critico da nossa realidade sociedade e tentar inverte-la mediante trabalho, normas, medidas, fiscalização, organização, investimentos, ordenamento do Território/População/Administração, ordenamento e organização certificação das nossas instituições.

    A educação e formação de excelência, a fiscalização controlo da instituição família nos seus números estatísticos demográficos, da economia, são áreas fundamentais urgentes de atenção observação e que deve ter celeridade necessária a prioridades, da organização social, cultural, ambiental, desportiva, política, econômica e financeira.

    Se se queres ver o Pais bem

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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    Quidide Responder

    Como profissional de saúde congratulo-me quando oiço notícias positivas como esta relativamente ao nosso arquipélago. De facto há muito trabalho de casa a fazer para atingirmos um patamar que garanta melhor qualidade de assistência médica em STP. Existem muitos recursos disperdiçados, nomeadamente a possibilidade de qualificação dos profissionais de saúde ao abrigo de acordos entre Portugal e PALOP que o nosso país não aproveita. O facto de fuga de cérebro também contribui para a assistência médica deficitária, mas cabe ao governo adotar medidas que incentivem o regresso de profissionais qualificados.

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