Mulher de Ministro sentiu-se mal e Universidade investigou Noemy

Uma das alunas da Universidade Lusíadas de São Tomé e Príncipe, onde Noemy Medina dá aulas, sentiu-me mal com os exemplos dados pela professora, sobre os processos anómalos de contratações públicas em São Tomé e Príncipe.

A aluna interpôs um processo à Universidade que de imediato abriu um inquérito para apurar responsabilidades. Em declarações ao Téla Nón, Noemy Medina recusou citar o nome da aluna.

Confira –

Mas o Téla Nón apurou de fonte da Universidade que a aluna em causa é mulher do Ministro das Finanças e da Economia Azul, Américo Ramos.

Mais detalhes em declarações em audio -

Liberdade de expressão de Noemy Medina,  em colisão com a estrutura do Governo.

Abel Veiga

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    Amo STP Responder

    What the hell!! Ser investigada porque deu um example da realidade de contratacao publica do Pais?

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    Dubai Responder

    A informadora ou infiltada sentiu-se mal com a verdade..Nunca gostei dessa gente fingida…bandos de ladrões e aldrabōes veremos nas urnas..A repressão e opressão do tempo colonial está de volta. Estamos lixados, somos mesmo um povo burro que gostamos de ser maltrados.Nao temos nada a perder, ADI sim tem muito a perder se formos unidos. Viva São Tomé.

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    Ana Rita Carvalho Responder

    Aqui se deve aqui se paga Noemy estamos cá para lhe ver
    Devemos ser honestos e sinceros
    Vc está a ser injusta para com nomes citados

    Tudo isso tem um nome es invejosa

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    Ana Rita Carvalho Responder

    Vc é uma fustrada…. vai se dar muito mal

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      R Responder

      Aonde está a solidariedade de gen ro; voce, como mulher, com tanta formacao nao aprendeu nada?

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      seabra Responder

      Ana Rita Carvalho ( família? do palhaço EC dito presidente fantoche),é voçê quem me parece désorientés,perdida,frustrada e cheiinha de dores de cotovelo… os seus comentários são ridículos,sem argumentés sólidos,inteligente…você tem inveja da dita professora universitária.
      É melhor calar-se do que dizer idiotices de frustação.

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    mezedo Responder

    Aquela impostora que diz mulher de Ministro devia ter vergonha, na cara quando ao assistir uma aula que revela anomalias claras que se vive neste País, ela intende como afronta ao Governo.

    A Universidade devia é expulsar essa mulher da escola.

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    luisó Responder

    País sem futuro.

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    EX Responder

    kkkk
    Mulher de Ministro a sentir-se mal na aula porque ouviu as verdades sobre o jogo sujo do seu marido e amigos dele.

    STP já deu. A montanha esta parindo ratos.

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    Falar Verdade Responder

    Vamos analisar o assunto em questão, com prudência e de forma desapaixonada.
    Concordo que tem havido recrutamento de pessoal na administração pública sem concurso público. Assim sendo, estamos perante a violação flagrante da lei n.º 5/97, do Funcionalismo Público.
    Mas, discordo o comportamento censurável da professora perante a esposa do Ministro das Finanças, visto que numa atividade docente, não se deve misturar assunto pessoal com o do profissional.
    A professora a revelar a verdade, fê-lo no local impróprio, visto que a visada encontra-se na sala de aula.
    Julgo que temos que colocar no lugar da visada (mulher do Ministro), que ouvindo toda a verdade proferida pela professora, sentiu-se humilhada e vergonhada. Acho que a professora tem todo o direito de exprimir os seus sentimentos, mas devia respeitar a integridade moral da sua aluna, que não é culpada do que aconteceu. A mulher do ministro é simplesmente a beneficiária do sistema alimentado pela ADI.
    Resumindo e concluindo, uma professora universitária não deve promover promiscuidade na sala de aula, pondo em causa o bom nome da sua discente, que não mentora do sucedido.
    Finalmente, se for a verdade o que se relatou sobre a atuação do Ministro da Educação, é gravíssimo visto que o Ministro da Educação tem uma grande responsabilidade para boa convivência social. Educar é preparar o cidadão para vida, por isso trata-se de um comportamento condenável e que deve merecer mão dura por parte do 1.º ministro.
    Fui e bem haja a todos,
    Falar Verdade

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      digo a verdade Responder

      Todos se queixam quando um professor é limitado no sentido de apresentar uma matéria sem exemplos reais e próximos dos alunos. Uma sala de aulas, além de ser um espaço instrutivo, também é educativo e estimulante para a hábito de reflexão. O pensamento não deve ser limitado simplesmente por haver alguém que possa se sentir atingido. A pessoa só se sente atingida se for fraca de espírito porque se não tem dívidas, não deve temer e deve aproveitar a soberana oportunidade que a professora criou e dar respostas que permitiriam melhor entendimento de todos em relação às situações proferidas pela professora.
      Mais: se a senhora for mulher do sr ministro isso não implica que tenha que estar de acordo com o sr ministro se a linha de conduta do marido for prejudicial ao seu país. Se se sentiu mal é porque pactua com o mal ou é gente incapaz de lidar com contraditório e apresentar com clareza o seu ponto de vista quando se torna necessário. Quermos melhores ministros e melhores mulheres de ministros para o país crescer em mentalidade e acções.

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    Maria consoladora Responder

    Essa coisa ainda está aqui?
    A professora deu exemplos práticos sim mais passou quase todo tempo da aula a falar da sua vida pessoal. Falou, falou, falou coisas que nem vale trazer pra aqui porque é feio.
    Quando o sr. jornalista pergunta como é que a professora feriu a suscetibilidade da aluna a professora só disse meia verdade. Independentemente de ser mulher de ministro, aluna é aluna.Falar da forma como se tem feito e criticar o que é feito de errado na função pública no recrutamento de pessoas está certo. Agora o exemplo prático que a professora apresentou ou a sua história pessoal, dizendo: participei num concurso e fui pretirida mas semanas depois 2 pessoas que não se candidataram entraram pela janela e uma delas, mulher de ministro, está aqui a rastejar no segundo ano do curso…” isto não está certo. A professora ofendeu deliberadamente uma aluna, independentemente do seu estatuto de mulher de ministro ou do ADI. E essa aluna ficou mesmo muito mal disposta e acabou por sair da sala a chorar.
    Como a professora reconheceu que humilhou a aluna e deixou mal impressão nos alunos ela pediu-nos desculpa dias depois. Ela também pediu desculpa pessoalmente a aluna ofendida.
    Eu entendo que se assim foi é porque ela reconheceu que foi muito longe com os seus exemplos práticos. Pensava que a coisa já tinha acabado.
    No entanto a atitude do ministro de querer agredir a senhora não é aceitável.
    Em abono da verdade, tinha que trazer este esclarecimento.
    Maria

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    guadalupe Responder

    Se a carapuça serviu a estudante porquê não saiu da aula. Acho infundado uma professora esperar que uma aluna sáia da sala para falar de casos práticos. Comprometeste tua alcunha sr fala mentira. Cada doido vem aqui falar sua tontura… Ahahaha.

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    Helder Pinto Responder

    Muito triste até que ponto esta a chegar esse nosso STomé e Príncipe

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    EX Responder

    Maria Consoladora, dá forma que esboçou o assunto no teu comentário me deu a intender que estavas presente. Fiquei satisfeito com a tua observação.
    Mas pode ser que a professora tenha errado em exceder, mas convenhamos que a professora é humana e com certeza isso é revoltante uma pessoa com Grau de Mestrado perder concurso pra uma outra que ainda esta no 2ª ano do curso e por sinal é aluna desta.

    Nenhum São-Toménse tem sangue de barata para conviver com isso diariamente e não comentar ou criticar, e ademais sabe-se que tipo de aluna é essa mulher de Ministro?

    Se a mulher de Ministro fosse assim tão digna que se sentiu mal com os comentários da professora e chegou até a chorar, ela deveria ser mais digna ainda e não aceitava o cargo, ou se já aceitou deveria pedir demissão alegando falta de qualificação para a função.

    Como o país tornou um colmeia de incompetentes, queriam que a professora lesada no concurso parabolizava a aluna pela conquista.

    E como Governo promove os seus incompetentes é por isso que aluna foi fazer queixinhas ao marido e o marido ao Ministro da Educação, e esse ultimo se sentindo o Super Heroi foi ameaçar a Professor e tudo culminou com abuso de poder (demitindo a professora).

    Tenhamos paciência e não vamos promover facilitismo na função publica todos que têm caso desses deveriam contestar e tornar ao publico a lambança dessa Administração publica

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      seabra Responder

      De facto trata-se de uma situação ABERRANTE-ESCANDALOSA.É uma vergonha chegar-se a uma BAIXARIA tamanha que não tem nome…este padre Daio,o amaldiçoado homem traidor de Deus,é abusado…ele vai terminar mal…este gajómetro é um ser indigno.
      Estámos aqui para assistir a sua decadência”pactista do Satanás”….maldito ser feito Diabo.

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    Realidade Responder

    A merda em que nos tornados….
    Kerem ter cargo sem estudar sò pk è familia de ministros…

    Em São Tomé e Príncipe, já não querem estudar a muito tempo e agora a situação está a piorar… Só por ser família dos governantes …

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    FCL Responder

    No tempo de Pinto da Costa, Maria nao conhecia dólar era tudo por amor, quando se amava só se davam esfregas. No tempo de Pinto da Costa, nosso saudoso camarada presidente, só bastava 500 dobras para comprar pitéu. No tempo de Pinto da Costa, indisciplina nao era traducao,, se comprava na loja do povo e o povo comia. No tempo de PC trabalho voluntario era uma tradicao, com pouco tínhamos um garrafão de vinho na mão, e no bolso sempre uns 50 paus. Ora entraram os Trovoadas mamãe , mamãe, até ministro da educação promete chapada , vamos parar aonde mama. Só me resta e chorare mama, oh, oh, oh, só me resta e chorare, oh, oh, oh…

    No tempo de PC, mais velho e quem tinha mais idade, hoje e quem e do ADI, do famoso Messias, ministro da Educação ameaçando chamada a funcionaria. E só em Sao Tomé, e só a santola, vice presidente da ssembleia a tirar arama no Parlamento, em só em Sao Tomé, e só com ADI.

    Agora para ser director de qualquer coisa, já nao pedem muitas coisas mama, e só ser do ADI, e só apoiar o Messias.

    Só nos resta e chorar e mama, só nos resta e chorar..

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    BENGUI DOXI Responder

    Estamos num país onde a liberdade de expressão impera! Não é por se encontrar na sala a mulher do ministro do governo corrupto que a professora tinha que se conter nas palavras…!!! Francamente…!!!

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    zagaia Responder

    Analisando de ponto de vista contextual, Se a srª.professora que dirige a aula,sabia que se encontrava na sua aula, a dita aluna (esposa do ministro da Educação) a situação é mais grave,qualquer pessoa pessoa que tenha dois olhos na testa conclui que houve intenção de ofender a aluna………..,independentemente de toda a verdade que haja na afirmação da professora…… Vamos aprender a respeitar uns aos outros, é bonito e toda a gente gosta e ainda não paga imposto………….

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      seabra Responder

      Zagaia,o que é démocratie para si? O que significa debate de ideias?
      Outro sim…porque razão a professora haveria de se sentir limitada? Será que a esposa do ministro em questão é ingénua e incapaz de assumir o seu papel de esposa de ministro para enfrentar os inconvenientes da sua posição de “mulher de…”.? Quem garante que a dita cuja esposa de ministro não é uma espiã,vulgarmente,BUFO que está nesta universidade para comunicar a posição e a opinião política de cada um,particularmente desta professora em questão? Quem sabe? Creio que a postura da fragilidade da dita mulher do ministro não passou de uma “mise en scène “. Ser mulher de ministro tem os seus privilégios e tem os seus inconvenientes…não se pode ser fraca ou frágil e sentir-se abalada por um NADA.

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    seabra Responder

    As mulheres dos ditos ministros ,cuja maioria é BURRA como a porta,sem base nem princípios morais e tão pouco cultura geral…muitas delas,arranjam-se com estes ministros corruptos,simplement por convenência…podemos atribuir o papel dos ditos ministros ou homens de PODER financeiro como um “empregozinho”ou um “diplominha”para elas e talvez eles…alguns que,infelizmente,a natureza privou de cumprir os seus deveres de marido “impotência”obriga,são os encornados passivos,pois que vêm,sabem,mas calam e fecham os olhos.
    Muitos que tiveram a reputação de conquistadores de Mulheres inveterados(por exemplo penso no ex o ministro da COSTA G.),que fizeram e desfizeram,destruindo com abuso certas Mulheres,hoje estão aí”Pagando e rindo”do mal que fizeram outrora.
    Tarde ou cedo,a justiça define e faz ajustos de contas. É assim! “Cá se faz,cá se paga “.

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    sotavento Responder

    Sinceramente esta informação nao deveria ser considerada como noticia em un orgão de informação digital.Existen cosas mas importantes que carecem de divulgação .Sobre o caso do ministro que prometeu un par de bofetadas a sra acho que sim é noticia.

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    Homem Grande Responder

    Bom, de facto vendo todos esses comentários, fico feliz porque grande parte dos intervenientes estão esclarecidos tanto quanto baste.
    Moral da história :Ninguém gosta de ser injustiçado(a) e está de parabéns o “Telanon” por nos trazer esse tema, muito embora n seja notícia como tal, mas que esteve na origem do Comportamento Infeliz do Ministro que por sinal foi um ex.”Padre” e que agora está a frente da “Educação” dos nossos alunos, filhos, crianças,
    Que futuro nos reserva tendo um Ministro desse Nível?
    Bom, perante o facto consumado da ameaça, Não Seria melhor que ele coloca-se o Lugar a disposição por não saber discernir e lidar com situações que lhe são menos agradáveis.
    O Dito Primeiro Ministro “Messias”vai continuar a fazer orelhas mansas com mais esse caso?
    Por favor “Telanon” nos próximos dias nos dá a conhecer o desenvolvimento desse caso!
    * Messias Vs ex. Padre *

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