Abaixo-assinado pelo regresso do debate livre à Rádio Jubilar

O primeiro-ministro, Patrice Trovoada, determinou a extinção do programa ‘’Resenha da Semana’’, da Rádio Jubilar, Emissora Católica de São Tomé e Príncipe.

Acabaram-se os debates, acabou-se o exercício do contraditório no país.

Os são-tomenses vão aceitar, conformados, que se instale esse total vazio?

Vão aceitar que a maioria absoluta dada ao ADI e a Patrice Trovoada para governarem o país, se converta numa ferramenta de total amordaçamento e infantilização dos cidadãos?

Vão assistir, indiferentes e de braços cruzados, à total supressão da liberdade de imprensa, exceptuando os jornais digitais e as redes sociais?

Está aberto o abaixo – assinado, instando o bispo da diocese de São Tomé, Dom Manuel António Santos, a manter, na Rádio Jubilar, um espaço aberto ao debate e ao livre exercício do contraditório.

Por favor, assinem.

Os subscritores devem registar o nome, o número do BI e a profissão.

Téla Nòn

 

 

 

 

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    Quidide Responder

    Como aderir à está causa?

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      Téla Nón Responder

      Escreva apenas o seu nome, a sua profissão e o número do BI neste espaço comentário e nada mais…assim estará a subscrever o abaixo assinado.

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        Gonçalo Trindade Responder

        Gonçalo Trindade
        Gestor de Marketing
        B.I. 24174

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      Ailton Viegas D'abreu Responder

      Ailton Viegas D’abreu estudante universitário, BI:120702

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      Judylay Borges Responder

      Judylay Borges
      Estudante de Relações Internacionais (RI)
      BI:99322

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    explicar sem complicar Responder

    Tela NON,
    Não existe outra alternativa (Criar) em base de dados de forma que o sistema produzisse/apresentasse uma LISTAGEM?
    Isto facultaria a ESTATÍSTICA e compreensão quer para o Tela-Non, quer para o público.
    Mesmo assim estou plenamente de acordo com a vossa iniciativa.
    Pode utizilizar também o sistema de VOTAÇÃO de QUEM É FAVOR ; QUEM É CONTRA o encerramento do programa e basear nos resultados.
    Isto porque pode-se dar o caso de POR MEDO DE REPRESALIAS por parte do poder ditatorial instalado, haja quem não queira se identificar.
    APENAS OPINIÃO.

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    Carlos Agostinho das Neves, historiador, BI - 09890 Responder

    Devemos todos, sobretudo os que já sofreram a opressão de outros tempos, lutar pela liberdade de expressão, constitucionalmente consagrada em S. Tome e Príncipe.
    A liberdade não tem preço e a luta contra os desvarios totalitários deve mobilizar todos os cidadãos santomenses para que se ponha cobro a mesquinhez de um poder que confunde maioria absoluta com poder absoluto.

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    Maria Silva Responder

    Maria Silva
    BI: 90088
    Prof: Gestora Turística and Hotelaria

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    São de Deus Lima Responder

    São de Deus Lima, jornalista, 24181

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    Jess Flander Responder

    Jess Flander
    Bi 85014

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    Maiquel dos santos Responder

    Maiquel dos santos
    BI:103239
    Professor

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    Manuel Salvador dos Ramos Responder

    Penso que a Rádio Jugular deve retomar as suas emissões. Tudo pode ser dito, comentado e afirmado. Precisamos todos é respeitar as leis e as regras. O País precisa que a sua massa crítica contribua para o fortalecimento das instituições democráticas. No entanto, os críticos ou outros quaisquer, precisam de estar em conformidade com as leis. “A nossa liberdade termina lá onde começa a liberdade do outro”.
    Viva a liberdade de imprensa e de expressão.

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    Aristides Barros Responder

    Aristides Barros, Economista BI 30928

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    Salmarçal 2 Responder

    Nuno Santa Rosa
    Jurista
    BI 92236

    Não deixem morrer a nossa democracia.

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    Téla Nón Responder

    Abel Tavares Veiga, Jornalista, BI 62144

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    Fernando Delgado Responder

    Fernando Delgado
    Bi 105974
    Logistico

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    Martinho Tavares Responder

    Martinho Tavares, jornalista e consultor, BI 41366

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    Azuleidy Balary Vaz Teles Neto Responder

    Estudante Universitario B.I Nº 98061

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    Guadalupe Responder

    Guadalupe Afonso, Engº Civil, BI 61343.

    Os tiranos fora, jáaaaaaaa.

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    Hugo Menezes Responder

    BI 68717
    A democracia é feita de contraditório…..

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    Juvenal Rodrigues Responder

    Juvenal Rodrigues, jornalista e consultor, BI 12 403, Natural da Conceição, Distrito de Água Grande, São Tomé.
    Cidadão legítimo

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    Maria Ricardo Responder

    Idanil Maria Ricardo. BI numero 116 046. Comerciante

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    liudmila Leal Responder

    Jurista, BI 102306
    Viva a Democracia!

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    Vinicio Pina Responder

    Vinicio Pina
    Administrador
    BI 93756

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    Edson Ferreira Responder

    Edson Ferreira
    Nº:110041

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    Alfredo Responder

    O povo está vendo as bandidagens do malabarista (Patrice e seus elencos).

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    Alfredo Responder

    Taxista BI-96612

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    Arzemiro dos Prazeres Responder

    Arzemiro dos Prazeres
    BI n° 15970

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    Santomense Responder

    Leopoldo Coelho. Vereador. BI- 77139

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    vicente Responder

    Vicente Lima
    Pescador
    BI 19795

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    Fernando Maquengo Responder

    Fernando Maquengo
    BI 44911

    Pela liberdade lutaremos!

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    Solé Schwarzenegger Responder

    Bruno Solé de Sousa
    Informático
    BI: 112611

    Por Liberdade de Expressão e pela Democrácia!!!

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    Felisberto Dos Ramos Responder

    Felisberto Dos Ramos
    Funcionário público
    BI 44832

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    Paulo Barros Responder

    Paulo Barros
    Gestor de Empresas
    BI 30678

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    Cristina Santos Responder

    Cristina Biscaia Santos
    Técnica de Saude
    BI 6579327

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    Edson Ferreira Responder

    Edson Ferreira
    “Assistente”
    BI-Nº 110041

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    Gilmar sousa Responder

    Gilmar Sousa BI 68943
    Técnico de Automação e Energia

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    Luís Rodrigues Responder

    Luís António Rodrigues
    B.I. 14014
    Reposição imediata do programa.

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    Julwaity Cardoso Neto Responder

    Julwaity Cardoso Neto, Tradutor/Professor Universitário, BI 88522
    Pela liberdade de imprensa e opinião e por um STP livre de mercenários!

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    Adelino Cardoso Cassandra Responder

    Adelino Cardoso Cassandra
    Professor
    B.I- 27149

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    Adelino Cardoso Cassandra Responder

    Não basta assinar e solidarizar-me simbolicamente com esta causa. É preciso mais!!!! Peço desculpas por tal facto! É tudo muito complexo e mau para ficar somente pela assinatura sem qualquer testemunho crítico pessoal.
    Começarei por expor alguns factos numerados, não necessariamente na ordem hierárquica temporal como aconteceram, relacionados com a ocorrência do referido assunto, antes de fazer a interpretação dos mesmos.

    Factos

    1- Houve uma rutura institucional repentina ou golpe de Estado, em 2003, levada a cabo por alguns militares em associação com ex-búfalos, contrariando, deste modo, a normalidade democrática e o Estado de Direito estabelecido;
    2- O senhor Peter Lopes, na qualidade de ex-búfalo, participou na referida intentona;
    3- Nunca se descortinou, num Tribunal nacional ou em qualquer outro espaço público ou mediático, os verdadeiros responsáveis políticos pela rutura institucional em causa, para além da assunção temporal, verbalizada pelos próprios perpetradores. Ou seja, nenhum Santomense conhece, até hoje, os verdadeiros responsáveis políticos pela referida rutura institucional até, pelo facto, de ter ocorrido uma amnistia, como expediente para a resolução do referido conflito, que perdoou o facto punível em causa e suspendeu as eventuais perseguições aos perpetradores da referida intentona;
    4- Foi publicado um livro, em 2012, de um escritor Nigeriano, citando fontes dos serviços secretos Nigerianos, que fazia referência ao papel das organizações regionais na mediação de conflitos em África, aludindo ao facto do atual primeiro-ministro de S.Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, ter sido o principal financiador e cérebro do referido golpe de Estado;
    5- Nunca o senhor primeiro-ministro, Patrice Trovoada, desmentiu, em qualquer contexto público ou mediático, tal afirmação, em contraposição às teses do referido escritor Nigeriano;
    6- O senhor Peter Lopes, participante na referida intentona, postou um vídeo nas redes sociais, no dia 15 de agosto, em que denuncia que o senhor primeiro-ministro de S.Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, é, de facto, o principal financiador do referido golpe de Estado confirmando ser ele que dera ordens expressas aos perpetradores para que eliminassem fisicamente, no decurso da referida intentona, três influentes políticos Santomenses , designadamente, Manuel Pinto da Costa (ex-presidente da república) Fradique de Menezes (ex-presidente da república) e Óscar de Sousa (ex-ministro da defesa);
    7- No dia 18 de agosto, o senhor primeiro-ministro reagiu, em jeito de resposta, numa entrevista na rádio nacional e TVS, contrariando as teses do senhor Peter Lopes, tendo afirmando que “apelou aos órgãos judiciais para tudo fazerem para trazerem essas pessoas para a justiça” afirmando, posteriormente, que se trata de “pura, simples e maldosa difamação”;
    8- O senhor Arlécio Costa, (ex-membro dos búfalos) correligionário do senhor Peter Lopes e também participante no referido golpe de Estado dá uma entrevista na rádio e televisão públicas contrariando as teses do seu companheiro Peter Lopes;
    9- A rádio Jubilar (privada), de inspiração católica, é a única no país, que tinha na sua programação, um espaço de debate e reflexão, semanalmente, sobre os principais problemas do país, dinamizado pelo jornalista Waldiner Boa Morte, ao contrário daquilo que acontece com a rádio e televisão públicas;
    10- O senhor primeiro-ministro, a dada altura, segundo as palavras do jornalista Waldiner Boa Morte, chamou-o ao palácio governamental, para que este o explicasse o que estava a acontecer na mesma fazendo-o saber “que não se revia no painel dos comentadores/analistas do referido programa”;
    11- O jornalista Waldiner Boa Morte, perante os factos relatados em 6, 7 e 8, e, até, como forma de estímulo ao pluralismo, ao contraditório, informação aos cidadãos (resposta ao facto relatado em 3) e liberdade de acesso às fontes de informação, decidiu ouvir o senhor Peter Lopes no espaço de debate e reflexão que dinamiza na referida rádio privada da mesma forma que o senhor primeiro-ministro, perante as acusações do senhor Peter Lopes, nas redes sociais, defendera-se das referidas acusações nas rádio e televisão públicas do país. Ou seja, o senhor Peter Lopes era a única pessoa que ainda não tivera a oportunidade de falar sobre o assunto em causa, em nenhuma rádio ou televisão, no contexto nacional, e o jornalista em causa decidiu ouvir o senhor Peter Lopes dando-lhe a oportunidade de esclarecer e, eventualmente, contrapor argumentos;
    12- A referida entrevista ao senhor Peter Lopes é cancelada por pressões do senhor primeiro-ministro às entidades responsáveis pela referida rádio privada.
    13- O jornalista Waldiner Boa Morte perante tantas pressões do governo e das entidades responsáveis pela referida rádio decidiu acabar com o único programa semanal de debate e reflexão sobre os problemas do país.
    14- De acordo com a Lei de imprensa do nosso país, o direito de informar integra, entre outros, além da liberdade da expressão do pensamento, os seguintes aspetos:
    14.1- A liberdade de acesso às fontes de informação;
    14.2- A liberdade de difusão e publicação;

    Interpretação dos Factos

    1- De acordo com o facto narrado em 1, posso concluir que existiu/existe um problema político importante no país, golpe de Estado, que provocou uma rutura institucional, com todas consequências que conhecemos e, até hoje, não conhecemos os principais responsáveis políticos pela sua implementação. Em qualquer sociedade democrática, o livre exercício jornalístico, relacionado com sua análise e reflexão, deveria ser estimulado sobretudo quando aparece, por mais do que uma vez, insinuações sobre a participação do atual primeiro-ministro, (ver factos 4, 5 e 6) na sua organização e implementação. Eu não estou a acusar nem ninguém está a acusar o senhor primeiro-ministro de participação na referida intentona (para além do senhor Peter Lopes e do escritor Nigeriano). O que eu quero, como cidadão deste país, é que este problema político, que o país tem, seja objeto de debate e reflexão tendo em conta a importância e o papel que a referida figura ocupa na nossa sociedade (1º ministro da república). Não podemos ter um primeiro-ministro que esteja, indefinidamente, sob suspeita de participação num golpe de Estado porque isto mina a sua credibilidade, interna e externa, como representante do governo, sobretudo de um país que vive de apoios e doações internacionais e a conduta do seu governo, nos últimos três anos, voluntária ou involuntariamente, indicia um propósito nos antípodas daquilo que é a normalidade num Estado democrático e de direito. As pessoas têm todo o direito de questionar: isto é verdade? O senhor Peter está a mentir? O senhor Arlécio Costa está a mentir? O escritor Nigeriano está a mentir? O senhor primeiro-ministro está a mentir? Isto é democracia!! Para além da intervenção da justiça, (que não é para aí chamada ainda) os cidadãos só podem fazer o seu juízo de valor, bom ou mau, num país democrático, tendo a oportunidade de ouvir todas as partes envolvidas no referido assunto. As palavras do senhor primeiro-ministro e do senhor Arlécio Costa têm, em princípio, até prova em contrário, a mesma dignidade das palavras do senhor Peter Lopes. Têm medo do quê?? A tentativa de transformação deste problema, ainda nesta fase, num problema judicial, transformando, contudo, o senhor Peter Lopes em vilão e o senhor primeiro-ministro em potencial vítima, recusando que aquele tenha oportunidade de explicar as razões das suas acusações, configura, em si mesmo, um ato de censura e privação de direitos numa verdadeira democracia. Seria desejável que tal problema fosse tema de debate e reflexão alargada no país, até pelo facto de, como o demonstra o facto 1, o problema nunca ter sido motivo de análise em nenhum palco, institucional ou mediático, incluindo os Tribunais. Não podemos andar, todos os dias, a fazer julgamentos políticos relacionados com a nossa vida em comunidade, durante a 1ª república, que é legítimo e desejável que se faça, até como forma de minimizar as condições da sua ocorrência em contexto democrático, e, no entanto, impedir que julgamentos, tão ou mais delicados, que ocorreram no contexto democrático, como o referenciado golpe de Estado, sejam totalmente proibidos de debate ou reflexão. Que democracia é esta?

    2- O senhor primeiro-ministro, tendo em conta os factos 10 e 14 condicionou, de forma irremediável, a atividade profissional do jornalista Waldiner Boa Morte. Num Estado de Direito Democrático, um primeiro-ministro não pode nem deve chamar um jornalista ao seu gabinete, quer ele seja de uma rádio privada ou pública, sugerindo-lhe, que não se revê nos participantes de um programa que o mesmo dinamiza. Este é um ato perturbador da atividade profissional e da liberdade do referido jornalista ou, mesmo, de censura política. Quem tinha dúvidas de que no país imperava a censura, esta é a prova cabal. Isto é um crime público que condiciona a atividade dos profissionais desta área, indiciando tratar-se de atentado à liberdade de informação bem como de imprensa. Assusta-me que, perante estas acusações, o senhor procurador-Geral da República mantém-se mudo, surdo e cego criando condições para que a prática em causa continue a disseminar no país sem qualquer tendência para a minimização ou ocorrência. Assusta-me, ainda mais, que no grupo de pessoas que aplaudem a iniciativa do senhor primeiro-ministro, em condicionar a atividade profissional de um colega, estejam também jornalistas. Isto é uma aberração total!!!! Portanto, tudo isto não é um problema judicial, religioso ou de fé, como eu já ouvira falar. É antes, um problema político e é como tal que deve ser, primordialmente, encarado. É incompreensível, também, que aqueles que nunca condenaram o ato de censura existente na rádio e televisão públicas de S.Tomé e Príncipe apareçam agora a condenar um jornalista de uma rádio privada que, simplesmente, quis cumprir o seu papel de verdadeiro jornalista em prol de um país mais democrático e plural, ouvindo todas as partes de um problema preocupante relacionado com o nosso passado recente.
    Adelino Cardoso Cassandra

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    EX Responder

    Heliday Cardoso

    B.I nº 82614

    Administrativo e Financeiro

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      Fernando Neves Responder

      Fernando Neves
      BI 10293
      Médico

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    Rato Responder

    Ricardo Salvador
    Jurista
    B.I- 100505

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    Adllander Matos Responder

    Adllander Matos
    Professor
    Bi 78638

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    Mira Cardoso Responder

    Mira Cardoso Borges, Técnica Comunicação, BI 32270

  42. img
    Ricardina Simão Responder

    Ricardina Simão
    Técnica de Formação Superior
    BI: 21578

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    Rapaz da Terra Responder

    Dr.Joaquim José da Costa
    Passaporte: S-014420; BI №23028
    Professor de Finanças e Getão de Finanças da Universidade Nacional de Econoia e Finançs da cidade de Carcóvia

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    Wualdyner Boa Morte Responder

    Waldyner Boa Morte,

    Bi 90476

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    José Luís Ferreira Tavares Responder

    Subscrevo o abaixo-assinado – B.I nº 19696

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    Leandro Costa Responder

    Leandro Costa
    B.I. 55225

  47. img
    Nelo santos Responder

    Tecnico da electricidade

  48. img
    EDUARDO ARMANDO Responder

    Eduardo Armando, BI-52712, Tecnico Superior, no Ministerio do Comercio, São Tomé e Principe

  49. img
    Hyneida Andrade Responder

    Hyneida Andrade, estudante Universitária. BI 112669

  50. img
    Edney Responder

    Edney Frota
    B.I. nº105097
    Bancário

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    António Dias Responder

    António Dias
    Professor/ Consultor
    BI 56 358

  52. img
    Francisco Ramos (PARDAL) Responder

    Francisco Ramos, vulgo PARDAL.
    B I nº 26694

  53. img
    sydnei Poyter Carvalho Responder

    sydnei carvalho
    BNº 991566
    Professor

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    Deodato Capela Responder

    Professor, ativista de Direito Humanos e Investigador Anti corrupção. Centro de Integridade Pública de São Tomé e Príncipe.
    Bi 52194

  55. img
    Maria Edith Salvaterra Pinto Responder

    Maria Edith Salvaterra Pinto
    Professora Universitária
    Bi n: 07635

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    Olinto do Rosário Responder

    Olinto do Rosário
    Técnico de Telecomunicações
    B.I. 21914

  57. img
    jorginey pereira Responder

    JORGINEY PEREIRA LAUDINO

    BI: 130540

    ESTUANTE UNIVERSITÁRIO.

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    Eurico Tavares Responder

    EURICO MANUEL VARELA TAVARES
    B.I 99858
    PROFESSOR

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    GAIVOTA Responder

    E quem não tem acesso a net como assinará?

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    Seclay Ramos Responder

    BI – 112212
    Tecnico Administrativo

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    Auspício costa Responder

    Auspício costa
    BI-17720
    Tecnico de Maquinas

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    Laily Gomes Pereira Responder

    B.I 80991

    Profissão: Advogado

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    Victor Manuel Évora de Ceita Responder

    Victor Ceita
    Advogado

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    VICTOR Responder

    JURISTA
    B.I – 96632

  65. img
    badiu di stp Responder

    José Mendes
    BI 125938
    Agricultor

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    Hugo Matos Responder

    Hugo Matos
    85274
    Administrativo

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    Juvenal Espírito Santo Responder

    Juvenal Espírito Santo B.I 19571

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    Joaquim Rafael Branco Responder

    Joaquim Rafael Branco

    B.I. 11213

  69. img
    Joaquim Rafael Branco Responder

    Em apoio a liberdade de expressão, apoio.

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    Cristiano Pinto Responder

    Cristiano Pinto
    Técnico de Eletrônica
    BI-30336

  71. img
    Raul Cardoso Responder

    Raul do Espírito Santo Cardoso
    Professor Universitário
    BI – 46090
    Não basta o abaixo-assinado é preciso muito mais, como diz o Adelino Cardoso Cassandra. Mas este pode ser uma das formas de luta.

    Viva São Tomé e Príncipe!
    Viva a democracia!

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