Sociedade

A importância da organização diversificação económica normalização no comércio informal formal nacional

Segundo o INE-STP;

“ Nível e repartição da população empregada por ramo e setor de atividade”

“De acordo com os dados…, mais de metade da população empregada com 15 anos ou mais, ou seja, 52,7% trabalha no sector terciário, com uma grande diferença entre os sexos,…”

“Entre as mulheres 67,6%, estão empregadas neste sector contra 43,5% no seio dos homens.”

“Por outro lado, o sector secundário é pouco relevante entre as mulheres, pois apenas, 9,8% trabalham neste sector. Já entre os homens regista-se uma percentagem importante (21,4%). “

“O setor primário abarca (24,2%) dessa população, sendo 29,7% entre os homens e 15,4% entre as mulheres. No que respeita à distribuição por grupo etário, salienta-se o facto de 41,1% dos empregados com 65 anos ou mais trabalharem no sector primário (48% entre os homens e 26% entre as mulheres), ao contrário do que se verifica nas outras faixas etárias, onde o sector terciário é dominante, …”

“ Os… ramos de atividades económicas,aqueles com maior peso, entre a população empregada com 15 anos ou mais, são a Agricultura- (23,2%), o Comércio – (14,9%) e a Construção – (10,3%).”62

“Analisando por sexo, constata-se que a diferença é bastante sensível em vários ramos de atividade. As assimetrias a favor do sexo masculino verificam-se nos transportes e Armazenagem – (44 vezes mais homens que mulheres), Comércio por grosso e a retalho – Captação, Tratamento e Distribuição de Água- (26 vezes) e nas Atividades imobiliárias – (12 vezes).”

“ Enquanto, a favor das mulheres, a maior diferença regista-se nas atividades das famílias empregadoras de pessoal doméstico e atividade de produção das famílias para uso próprio (4 vezes mais mulheres do que homens). “

Fonte INE-STP          RGPH-2012

A organização e boas práticas

A produção, o processamento, venda de alimentos, peixe, carne, hortaliças, frutas, cereais, os enlatados, impõe-nos conceitos como a quantidade, qualidade, durabilidade, sustentabilidade, contaminação, riscos de doenças, comprometimento de saúde pública, com necessários custos implícitos, para o nosso sistema de saúde à uma população administração com falta de recursos e rendimentos.

As medidas de boas práticas de higiene e segurança individuas, empresarial, no ramo alimentar, processamento de alimentos, implicam lavar corretamente as mãos, conservar os alimentos a temperaturas adequadas e boa confeção, conservação, controlo de prazos de validade, datas de consumo.

Importante reter a noção que, os micróbios, os parasitas, os produtos tóxicos podem contaminar os alimentos, as frutas, os peixes, as hortaliças, etc., etc…e podem multiplicar-se rapidamente causar doenças.

A mal manipulação dos alimentos, sem higiene leva a contaminação, logo põe em causa a saúde pública.

Os micróbios localizam-se no solo, na água, nas pessoas, nos animais, nos alimentos e no ar,… os vírus, bactérias e fungos, são considerados agentes/parasitas que causam a putrefação, podem comprometer a qualidade dos alimentos, que ficam com cheiro e sabor desagradáveis, com perda de algumas propriedades nutrícias, logo sendo prejudiciais à saúde vida humana e causar doenças.

 

Os vómitos e diarreia, dores abdominais, dor de cabeça, febre, alteração da visão, olhos inchados, dentre outros são sintomas de doenças provocadas pelo consumo de alimentos estragados contaminados por micróbios prejudiciais à saúde, parasitas ou substâncias tóxicas.

Para as mulheres grávidas, para as crianças, os idosos e pessoas doentes, as consequências podem ser fatais, ou levar à morte.

Os alimentos, o peixe, a carne, a fruta, os legumes são alimentos altamente perecíveis, tendo todos os nutrientes necessários para os micróbios crescerem e se multiplicarem. Peixes e a carnes, durante o seu, manuseamento, fracionamento, processamento, venda e confeção devem ser mantidos a baixas temperaturas, frescos (no caso de peixe e carne, congelados, refrigerados).

Os alimentos secos, os não-perecíveis, o arroz, os cereais, as bolachas, as farinhas, etc.,… possuem humidade insuficiente para a multiplicação dos micróbios, podendo ser conservados a temperatura normal ambiente.

Higiene e segurança no trabalho na produção

Os locais de criação de animais, de produção de ovos, de produção/conservação de frutas, produção/conservação de peixes/carnes… os matadouros, os talhos, os barcos, as carrinhas de transportes de carnes e peixes, de frutas, de legumes, as bancadas de vendas nos mercados, os mercados, nas camaras/arcas frigorificas, os bares, os cafés, nos hotéis, os locais de processamentos, os locais de confeção dos alimentos devem ser mantidos constantemente limpos e organizados, o chão, a parede, o teto, as malas de transportes, as carrinhas de transportes, os locais de vendas, devem ser mantidos em boas condições de higiene, sem infiltrações, cheiros a mofos, sem descamação de pinturas e revestimentos, sem sinais de bolor e humidade, bem como observar condições de acondicionamentos a nível da temperaturas, de refrigeração, para um País com o clima tropical húmido como o nosso.

A limpeza deve ser feita sempre, antes e depois das atividades de trabalho de modo a evitar a multiplicação de micróbios, as paredes, pisos, mesas, bancadas, locais de preparo/venda de alimentos devem ser construídos com materiais que possam ser lavados, que jamais se enferrujem e mantidos secos, bem ventilados, é conveniente usar água potável para fazer gelo, para preparar os alimentos e bebidas.

Os micróbios patogênicos e os parasitas podem ser transmitidos por meio da água.

Os comerciantes, os vendedores/as, os operários, os trabalhadores devem apresentar-se limpos, tomar banho todos dias, pois há micróbios espalhados por todas estruturas/partes do nosso corpo, que se acumulam com a sujidade, encontram-se em grande quantidade, no nariz, na boca, nos cabelos, nas mãos (inclusive nas unhas), nas fezes, no suor, nos sapatos e roupas, vestidos.

Os cabelos devem ser presos e cobertos com redes ou toucas, lenços, para se evitar que possam cair sobre os alimentos.

Os trabalhadores, operários, os comerciantes, os vendedores devem usar botas e luvas adequadas, para evitar acidentes.

Os cidadãos, os consumidores, os operários, trabalhadores devem lavar bem as mãos antes de confecionar os alimentos e depois de ir a casa de banho, à latrina, atender ao telefone, mexer no dinheiro, pegar no lixo, tossir, fumar, espirrar e abrir a porta, pois lavar as mãos é uma das melhores formas de evitar a contaminação dos alimentos por micróbios.

Na área de confeções, como cozinhas, cantinas, bares, cafés, hotéis, mercados, a pia para lavar as mãos nunca deve servir de mesma para a lavagem dos vasilhames, cestos, malas térmicas, bacias,…

As unhas devem ser mantidas curtas limpas e sem esmalte.

Como a grande quantidade de micróbios se encontram na boca, no nariz e nos ouvidos, fumar, tossir, espirrar, cantar, assobiar ou até falar demasiado pode contaminar os alimentos, por isso, essas práticas devem ser evitadas durante o processamento manuseamento, confeção dos alimentos.

A certificação, a par com a melhoria da qualidade, cumprimento das boas praticas ambientais, a seleção das espécies, produção biológica, as técnicas de calibração, de embalagens, os rótulos com designação de origem, cumprimento de boas praticas de higiene e segurança alimentar, as boas praticas de conservação, em sintonia com padrões de exigências dos mercados internacionais (rede mundial de exportação), etc., etc.,…são fundamentais para a integração qualidade do mercado nacional, nos mercados internacionais de exportação, bem como na melhoria interna venda e consumo de produtos produzidos localmente, empreendedorismo, fomento de comercio agrícola, criação de postos de trabalho, aumento da PIB, crescimento económico que se pretende de dois dígitos para que se possa vir a falar de desenvolvimento sustentável social, cultural, ambiental, desportivo, económico e financeiro.

Estas inovações técnicas certificações são deveras fundamentais, à produção de produtos com valor acrescentado, para modernização crescimento melhoria/qualidade do mercado interno, incursão no mercado regional e internacional das nossas empresas e produtos.

Quem diz no sector agrícola, diz no sector pecuário, no sector atividade pesqueira, sinergias parcerias cooperação de conhecimentos para fomento da economia do mar, na produção animal, gado bovino, ovino, caprino, no processamento de carnes, ovos, etc.,… derivados, no sector de flores, de doces, de gastronomias, de moda e costura, de pequenas e médias indústrias, na construção civil, no turismo, sector bancário e financeiro, no sector dos serviços.

O modelo organizacional modernização técnica atrás referido, devem ser acompanhado monitorizados, no presente pela aposta envolvimento nas famílias, dos jovens, dos cidadãos, da sociedade civil organizada, para a garantia dos seus rendimentos, mediante formação/qualificação, aprendizagem, emprendedorismo aposta nas infraestruturas, portos, aeroportos, desenvolvimento sector transportes, marítimos, transportes de mercadorias, de passageiros, na aviação civil e de mercadorias (aviões de grande porte de carga), carrinhas camões frigoríficos no mercado nacional, aposta forte no sector de energias, vias de comunicação, no sector de pequenas e média industria, bem como a melhoria do quadro legal nacional, modernização do sector da Justiça, boas praticas no procedimentos judicial, dos Tribunais, regras e procedimentos administrativos nas instituições, fortalecimento do sector bancário, boa liderança governança.
Reforço e organização das instituições nacionais mediante formação/qualificação para desempenho de competência de excelência, para cumprimento de objetivos propostos, modernização nos procedimentos institucionais, saber e saber fazer, auditorias internas/externas, monitorização, enquadramento jurídico, responsabilização social e jurídica dos cidadãos, dos membros responsáveis pelo agregado familiar, família, a observância de regras, rigor, comprometimento, sentido de responsabilidade, trabalho, produtividade eficiência nas instituições públicas privadas, regras.

A imagem das nossas praias, mercados, observamos pessoas descalças, peixes no chão, transporte de peixes efetuado em alguidares sem gelo, sem condições de higiene e segurança alimentar, alguidares no chão,…venda feita ao ar livre, sem espaço adequado para o efeito, propicio a contração de doenças, riscos para os consumidores, riscos para a saúde pública.

Somente a titulo de exemplo, sem falar na corvina, sardinha, agulha sombra, ouriço-marinho, ostras, algas, etc., o peixe atum, como sabemos é rico nas aguas marítimas nacionais, é um peixe caro no mercado internacional Europeu, Asiático, Americano, nos supermercados, nas gastronomias, Europeias Asiáticas e Americanas,…. Hoje é de todo imperioso a pesca/aquacultura do atum, pois que o facto de se poder transformar estes atuns que vemos no chão, vende-los filetes de Atum, Atum em posta, Atum enlatado, acrescentar mais-valias, como que vemos nos enlatados de atum e sardinhas importados no nosso mercado, nas lojas, a preços que poucos São-Tomenses têm capacidade suportar custear, entretanto o Atum nasce cresce e é capturado no mar nacional,…tal como o cacau que depois vem importado em forma de chocolate, as frutas cristalizadas, os enlatados, os doces compotas, etc., etc…

Existem, atuns de vários tamanhos, mas os vendemos, sem separação/classificação, no tamanho, no peso, altura, crescimento bem como na espécie, hora a calibração nos mercados Europeus Asiáticos e Americanos pressupõe a separação por tamanho/peso/altura/crescimento da espécie salvaguardando a renovação da espécie (somente peixes com determinados tamanhos podem ser capturados, este é somente um exemplo, da realidade de organização modernização técnica, quando se fala na exigência dos mercados internacionais).

O selo de designação origem a proveniência da captura/criação/aquacultura do Atum? Em que mar? Em que empresa de aquacultura? Pois que ninguém sabe em que mar onde foi capturado o atum que se vê no chão, falta embalagens com rótulos, bem como espaço adequadas a venda e conservação, onde está o gelo de conservação por exemplo? E sabemos que na nossa latitude a temperatura é elevada, ronda 23º a 30º, a deterioração do Atum do pescado faz-se sentir momentaneamente, após a captura o que é mau para a qualidade, bem como para alimentação, é mau para o desperdício e perdas.

O local de venda do Atum, parece ser na praia, mas haverá certamente cães, porcos soltos perto, pois vendo pelas barracas e conhecendo a realidade em que vivemos…já para falar em ratazanas, ratos, pulgas, bichôs (matacanhas) nos pés, etc.,…

A organização adoção de regras,…de modernização, o saber e saber fazer a transformação, mediante os padrões dos grandes mercados internacionais são fundamentais, para introdução de mais-valias competitivas.

Isso requer investimento formação qualificação, cluster, sinergias do conhecimento e economia do mar, a aposta na agricultura, na criação de gado, na indústria, nos serviços, na diversificação económica e do trabalho etc., etc. na modernização técnica dos processos de transformação e de melhorias de procedimentos, boas práticas internacionais, construção cooperação de parcerias estratégias entre empresas nacionais e externas, entre sector público e privado.

A quando da pesca captura de peixes no mar, ou na aquacultura as canoas os barcos, os meios de transportes devem ser mantidos limpos higienizados durante o processo, os barcos as canoas, devem dispor sistema de refrigeração de congelação, uma boa opção é transportar o pescado em caixas isotérmicas, com gelo de qualidade em quantidade suficiente para que a conservação seja adequada, até a chegada aos cais, ou praia. Após a chegada o pescado a praia, ao cais, este deve estar organizado de modo a que descarga seja fácil eficiente, de modo a manter a sua qualidade.

A presença de animais deve ser proibida nas embarcações, nos meios de transportes, nos locais de receção, nos locais de manipulação de alimentos, nos locais de venda, pois podem transmitir doenças às pessoas, contaminar os alimentos, neste caso peixes.

Todas as pessoas envolvidas nestas atividades, neste processo devem conhecer bem as regras e boas práticas de manipulação, conservação, transporte do pescado de forma a jamais comprometer a qualidade do produto da pesca e a saúde dos consumidores.

As caixas isotérmicas utilizadas para o transporte do pescado, devem ser de material plástico rígido lavagem fácil, deve-se elaborar anotações, monitorizações devidas, tais como, data, local da captura, de pesca, da criação na aquacultura, de descargas, condições de conservação (frequência de limpeza, produtos utilizados, reposição de gelo, tempo de refrigeração conservação e temperatura) elaborar um check list, das matérias, produtos e tarefas.

A manipulação dos pescados deve ser feita com luvas próprias, equipamentos, roupas adequadas, em locais abertos… evitar que as caixas isotérmicas de transporte de pescado entrem em contacto com o chão, com a terra, com os pés, jamais se deve utilizar caixas e utensílios de madeira, gamelas para os transportes, para vendas, bem como fumar durante a manipulação do pescado.

É importante que após a pesca, os peixes sejam mantidos completamente cobertos com gelo alternando as camadas de gelo-peixe até o momento do seu transporte, processamento, fracionamento, venda, mantendo sempre sobre camadas de gelo, sendo que uso de gelo em escamas é o mais indicado, depois da captura ou pesca o pescado deve ser lavado com água limpa, proceder a separação dos peixes podres, estragados, iniciar a logo a calibração quanto ao tamanho, peso, altura, crescimento, a classificação quanto a espécie, passados por água limpa o suficiente para serem limpos, devem ser eviscerados lavados e armazenado sob gelo ou em câmaras/arcas com temperaturas baixas.

Quando o processo de armazenamento é realizado no desembarque, após a captura e pesca, convém que o local de descarga estar limpo, coberto com material adequado (equipamentos de aço inox e tanques para lavagem da captura).

Nunca armazenar produtos, utensílios de limpeza, combustível, material de pesca ou de aquacultura juntamente com o pescado, as caixas isotérmicas devem ser transportadas sobre paletes com ajuda de porta paletes, deve-se empilhar somente a quantidade de caixas necessárias para armazenar e transportar, para não esmagar o pescado e haver riscos de acidentes, nunca conservar manter armazenar produtos em mau estado de conservação, ou deixar o produto exposto à radiação solar ou sem gelo sem refrigeração.

O transporte do produto pescado deve ser feito nas carrinhas caminhões de transporte adequados refrigerados, é de se evitar o arrasto de caixas isotérmicas pelo chão.

Os locais de venda devem estar limpos e dispor de refrigeração, gelos suficientes de modo a garantir a qualidade do peixe ao consumidor.

As imagens dos nossos mercados, observa-se os vendedores a comercializar produtos sem cumprimentos das regras de comércio, de higiene e segurança alimentar, produtos como peixes, búzios, carnes, hortaliças, frutas, carvão, roupas no chão, vendas de medicamentos na rua, por exemplo veja fruta-pão e bananas a serem vendidos no chão, peixes/carnes em gamelas sem condições de higiene e refrigeração, congelação, a cenoura a ser comercializada a molhos em vez de ao quilo, os ovos são vendidos a unidades em vez de meia dúzia ou a uma dúzia, óleo de palma em garrafas em que a garantias de higiene deixam a desejar, vendas de comidas/bebidas sem condições de conservação, aquecimento/refrigeração, acumulação de lixos na rua, nos passeios, dentro dos mercados, nas ruas, estradas e pavimentos sem condições de saneamento de meio, com terras, lamas, lixos, convívio de vendedores, transeuntes com animais, roedores, pulgas, porcos, cães, galinhas, bichôs, matacanhas, etc., etc.,… deixam muito a desejar na organização no sector do comércio a retalho, comercio informal.

No comércio formal temos as situações de validades dos produtos importados, os enlatados, os cereais, o arroz, a carne congelada, os ovos, etc., etc…nos bares a falta de normalização, rigor, regras, fiscalização as condições de higiene e segurança nas confeições, vendas de alimentos, bebidas, etc.,.. a falta de observância de regras de higiene e segurança alimentar, derivados da própria desorganização, estruturação da forma como está organizado o sector do comércio no País (Território/População/Administração).

Torna-se necessário organizar, estruturar, normalizar estes sectores de atividades do comércio.

Pois que despendemos gastos no sector saúde que seriam evitáveis, nos serviços nacional de saúde.

De notar sendo as palaiês uma atividade de comércio informal, ela pode e deve ser trazida a luz da formalidade mediante uma carteira, cartão de exercício de atividade por conta própria, imprimindo o esforço institucional que deve ser exercido desenvolvido no sentido de dar formação, as palaiês para uma contabilidade organizada, poupanças e pagamento de imposto ao Estado, neste caso aos Municípios Distritais, bem como à Região Autónoma do Príncipe, bem como o usufruto benefícios futuros decorrentes dos possíveis descontos a segurança social-reforma, invalidez, desemprego etc.

Se uma atividade económica se desenvolve no espaço jurisdicional do Estado, o Estado que somos todos, está atividade, deve contribuir para a melhoria da funcionalidade desse mesmo Estado, de modo a gerar mais e melhor investimento/desenvolvimento sustentável no presente/futuro.

As atividades de a captura ou de pesca dos peixes, manipulação processamento de carnes/legumes/frutas, sua conservação e comercialização, devem ser realizadas promovendo à garantia da qualidade.

As autoridades nacionais, os vendedores de peixe/carne/fruta/legumes devem estar cientes da importância das condições de temperaturas de acondicionamento, transporte e venda, salvaguardando a qualidade do produto e alertar aos cidadãos, aos consumidores quanto a qualidade do produto adquirido, no momento da compra, transporte armazenamento, bem como na preparação para o consumo.

Se atentarmos no sector de transportes, no que diz respeito a táxis, o meio de transportes de pessoas e mercadorias utilizados pela população,…

Podemos observar a desorganização no trânsito na praça de táxi, as condições em que são acondicionadas as mercadorias, até a hora e o local de carga ou descarga da mercadoria dentro do mercado, com alimentos e pessoas venderem e a conviverem com fumo, gases, óleo do motor, etc.,.

Observa a degradação dos edifícios, a lama, terra na estrada, a eletrificação da cidade com cabos elétricos a atravessar as ruas por cima dos cidadãos que estão a vender na rua, por cima dos táxis que vão a passar na rua, o risco de catástrofe significativa, se houver corte ou queda de um cabo, bem como a própria imagem da organização da cidade que transmite, a falta de urbanidade, caos.

A nossa arquitetura urbana data do tempo colonial, como podemos observar nas imagens, preciso dotar de normas para a requalificação urbana, para que os riscos de acidentes e derrocadas, embelezamento, funcionalidade das cidades sejam minimizados e assegurados,…por exemplo, a instituição incubação de empresas de gestão de condomínios, que garantam a prestação de serviço, de conservação pinturas de fachadas exteriores, limpezas nos espaços comuns interiores, quando se trata de prédios andares,…uma vez que há problemática dos rendimentos, acordar com os proprietários a disponibilidade de transformação dos espaços propriedade rés-do-chão, para a formalização de lojas espaço de comercio, talhos, vestuários, etc.,…

As antigas propriedades de arquiteturas colonias nas roças, nos Municípios Distritais, na Região Autónoma do Príncipe podem devem ser transformadas, concessionadas mediante investimentos parcerias sinergias estratégicas privadas, internas externas, público/privadas, em classes hotéis de referência para exploração turística, com aproveitamento piscinas, com parque biológicos naturais (minis zoo, com animais flora e fauna de Africa e do Mundo), desenvolvimento piscinas municipais, empresas indústrias de produção, centros de desportos náuticos, quando as localizações dessas propriedades se situam juntos aos rios, zonas fluviais ou praias, escolas técnicas de artes e ofícios, empreendimentos geradores de postos de trabalhos e rendimentos, locais distritais, constituindo alternativa a práticas de abate de árvores e destruição de ambientes (flora e fauna), extração indiscriminada de inertes nas praias nacionais.

A nossa economia encontra-se em crescimento, almejamos o desenvolvimento sustentável, sendo que o crescimento implica a quantidade e o desenvolvimento a qualidade.

Se queremos um País (Território/População/Administração) de desenvolvimento médio, séria de todo conveniente dotar o País (Território/População/Administração), de regras, procedimentos, em prol da qualidade, ou seja do desenvolvimento sustentável, e isto requer medidas, rigor e fiscalização, pois que em nada implica dispêndio de dinheiro ou de orçamento ou de investimento, requer sim a formação organização, trabalho, social, ambiental, cultural, económica e financeira, de boa governança.

Hoje o nosso Estado, Administração, as Autarquias, a Policia Nacional, as instituições nacionais se deparam com falta de recursos financeiros, é necessário ordenar o transportes de pessoas e mercadorias, sua normalização, fiscalização, aplicação de coimas e multas, os taxista ou a sua associação devem de tudo fazer para cumprir as boas praticas de higiene e segurança nos transportes de pessoas e mercadorias, jamais deveria ser permitido as condições de transportes de peixes nos moldes como vimos nas imagens, deve-se adotar regras, normas e transportes, carrinhas com camaras frigorificas adequadas a transportes de pescados e carnes bem acondicionados a temperaturas adequadas, questão de saúde pública.

Torna-se importante distribuir a localização de praças de táxis sinalizadas, distribuídas pelos diferentes parques de táxis com um número conveniente de táxi destinados a determinados locais de destino, na cidade capital bem como nos diferentes distritos e região autónoma do Príncipe.

A administração, os Municípios, o Governo regional em parcerias sinergias estratégicas juntamente com associação dos taxistas, devem congregar esforços de modernização do sector dos táxis, adoção de tecnologias, incubação de centrais ou central de chamadas, com números de chamada para central táxis, praças de táxis com cabines de atendimento de chamadas para os taxistas nas diferentes praças de táxis, tecnologias de informação e comunicação para chamada de táxis, para comunicação entre táxis, identificação luminosa (letreiro em cima do carro) de táxis com número de zonas-custo-táxi, anos das viaturas destinadas as viaturas de táxi, carteira profissional de taxista-cartão profissional de taxista, etc., etc….

Sendo taxista uma atividade de transporte, ela pode e deve ser trazida a luz da formalidade mediante uma carteira, cartão de exercício de atividade por conta própria, pessoa coletiva ou singular de direito, imprimindo o esforço institucional que deve ser exercido desenvolvido no sentido de dar formação, aos taxistas para formalização de empresa uma contabilidade organizada, poupanças e pagamento de imposto ao Estado, neste caso aos Municípios Distritais, assim também na Região Autónoma do Príncipe, bem como o usufruto benefícios futuros decorrentes dos possíveis descontos a segurança social-reforma, invalidez, desemprego etc…

Necessário se torna a massificação do uso das aplicações ferramentas tecnologias de telecomunicação informação, mediante formação, para negócio nos profissionais dos ramos ligados a agricultura, aos serviços de táxi, vendedoras de mercado-as-palaiês, os pescadores, os criadores de gados,…

A formalização de uma empresa de serviços municipais/regionais de transportes urbanos, aéreos, marítimos no nível distritais, faz-se sentir urgente, de modo a gerar concorrência e atenuar os preços de transportes logo de mercadorias, a nascer essa empresa deve comportar organização dos transportes, por bilhetes, por paragens definidas por módulos, oficina manutenção, boa cobrança, boa gestão, do pessoal, da frota, etc, etc…

Deve-se aproveitar os parques de estacionamento, como fonte de receitas dos municípios, mediante instalação de um sistema de cobrança por máquinas parquímetros, com um valor simbólico, utilizador pagador,…alguns devem existir livres nalgumas artérias.

A incubação formalização de parques industria, de serviços, de modo a estabelecimentos sinergias, economias de escalas entre empresas nacionais ou daquelas, que queiram investir no País.

Realização de feiras agrícolas, feiras da pecuária, exposição vendas de gados, a nível distritais/regional, aproveitamento de romarias e festas para organização das mesmas, sob forma a incentivar dinamizar economia interna, a nível nacional.

Desengane quem pense que estas ações manobras devem ser levadas a cabo somente numa legislatura, ou por um governo ou por somente uma instituição partidária, é uma visão uma estratégia de curto, médio e longo prazo, da sociedade civil, dos cidadãos nacionais, mediante criação de parcerias sinergias entre instituições empresas locais nacionais regionais, externas, entre sector público e privado, entrosamento com a sociedade civil, de modo a que todos possamos comprometer a pobreza, a miséria o subdesenvolvimento.

Necessário acreditar, agir, as oportunidades estão aqui.

Danilson Malheiro

    3 comentários

3 comentários

  1. Joao Costa

    27 de Agosto de 2017 as 2:12

    Será que o telanon não arranja uma foto mais elegante de Danilson Malheito para a substituir a que está aí espoxta? Estamos no verão que arranjassem uma foto em que Danilson estivesse vestido de camisa fixe ao invés dessa manta de Inverno que vemos aí.

  2. zagaia

    27 de Agosto de 2017 as 11:11

    Sr. Danilson,todos estes conhecimentos são bem vindos(teoria)mas, precisamos de implementa los na pratica,fiscaliza los e estudar a sua evolução através de estatística,
    Precisamos de mais seriedades na regulação de muitos sectores da nossa economia,como sempre “andamos com carroça a frente dos bois”, temos que aprender com os erros dos outros e depender mais de nós e acreditar mais em nós(nação). FORÇA ,UNIDADE,DISCIPLINA QUE DEUS ABENÇOARÁ.

  3. Nuno Menezes

    28 de Agosto de 2017 as 8:51

    Senhor Zagaia
    Senhor Joao Costa

    Eu Pessoalmente Concordo consigo, e se fosse so isso… mais enfim…

    Nuno Menezes
    Lincoln, Reino Unido

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