Estudos

A “lixificação” das comunidades imigrantes em Portugal

A “lixificação” é o produto da ausência de comunicações humanas. A distância social e cultural criam dificuldades ou incapacidades de compreensão. Daí resulta numa predisposição para a hostilidade, desprezo, preconceitos e estereótipos depreciativos, numa recusa de troca, numa vontade de ignorar os estrangeiros, considerando – os diferentes, “ladrões” de lugares profissionais nos sectores públicos e privados. A “lixificação” dos estrangeiros é mais intensa quanto mais o agregado nacional se julga importante e “centro do universo”. Isto é, ela alimenta-se pelo etnocentrismo ou pelo espírito nacionalista.

O quotidiano das comunidades imigrantes em Portugal, sobretudo, africana, brasileira e a ucraniana é de profunda perturbação e marginalização. Todas essas comunidades têm um rótulo. Por exemplo, a africana tem o rótulo de criminosa, a brasileira está associada a prostituição, a ucraniana tem o rótulo de mafiosa.

Todo este sofrimento das comunidades imigrantes é legitimado pela sociedade portuguesa que ainda continua introvertida no seu conservadorismo. O caso “arrastão” da praia de Carcavelos do concelho de Cascais é exemplo disso mesmo, que foi exibido troçadamente nos meios de comunicação social, mas que não passou de um equívoco cognitivo.

Perante este cenário da autêntica diabolização do “outro”, faz-me pensar muito sinceramente que alguns actores sociais portugueses têm memórias curtas ou são maus à História. Pois, esqueceram-se que entre os anos de 1855 até o final de 1930 perto de 2 milhões de portugueses saíram de Portugal. Dentre os quais, 95% rumaram ao Brasil e aos EUA, devido ao desequilíbrio económico que caracterizou à economia portuguesa durante o século e, que teve reflexo na distribuição regional das áreas migratórias. Os portugueses rumavam para às Américas a procura da “Terra Prometida”.

O destino brasileiro foi largamente dominado durante o século XIX, prolongando-se pela primeira metade do século XX. A partir da independência do Brasil, veio a afirmar-se naquele país, progressivamente, o predomínio da “política imigrantista”, por oposição à tradicional corrente” esclavagista”, ambas obviamente inspiradas na necessidade de assegurar mão-de-obra para o povoamento e para o desenvolvimento económico do novo Estado.

Embora com menor dimensão, o destino dos estados Unidos da América foi muito importante para a emigração portuguesa durante o século XIX, mantendo assinalável regularidade no século seguinte e mesmo até ao presente.

Os anos de 1963 marca a transição da emigração dominantemente transatlântica para a dominante continental, sendo Brasil ultrapassado em efectivos, pela primeira vez, pelo destino francês. Constituído este fluxo, na sua maior parte, pela emigração clandestina para França (onde chegaram a estar imigrados mais de um milhão de portugueses), essa corrente dirigiu-se também para Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Bélgica, Holanda e Grã-Bretanha.

A imigração intra-europeia caracterizou-se pela procura de realização económica a curto prazo, traduzidas por trabalho intensivo e prolongado, despesas reduzidas ao mínimo essencial e, consequentemente, pela realização de aforros significativos, quase integralmente investidos em Portugal.

Todo este enquadramento histórico acima aludido foi para demonstrar por um lado, que Portugal foi e continua a ser um país de emigração. Por outro lado, quero apelar ao diálogo e a compreensão inter e multicultural e que façamos deste diálogo e desta compreensão, verdadeiros alicerces para erguermos a convivência e o relacionamento pacífico internacional.

Segundo Augusto Cury, o pior cárcere não é o que aprisiona o corpo, mas o que asfixia a mente e algema a emoção. Os discursos xenófobos, racistas, nacionalistas, que propalam nos meios de comunicação social e  nas instituições formais com algumas responsabilidades sociais , são a prova disso mesmo.

Portanto, é por estas e por outras razões que continuo a pensar muito honestamente que precisamos urgentemente de repensar às nossas atitudes sociais, quando estivermos perante o “outro”. Urge que desenvolvamos a arte de pensar e de proteger a emoção, para que possamos abraçar o “mundo” sem complexos, sem desprezos, preconceitos e estereótipos depreciativos etc. Pois, não nos podemos esquecer que somos uma partícula que surge na arena da existência e imediatamente desaparece (Curry,2008).

Hector Costa- Mestre em Sociologia pela Universidade de Coimbra

Costahector@mail.pt, brotero26@gmail.com, 963164512

    44 comentários

44 comentários

  1. Laura

    1 de Novembro de 2010 as 20:49

    Hector espero que desta vez tenhas feito uma obra tua e só tua, ou será que estamos perante “Coimbra Cidade dos Doutores”?

    Viva Hector Copy paste!!!!!

    • Venâncio

      2 de Novembro de 2010 as 11:20

      Resposta aos invisíveis os sem identidade

      É pena que as gerações pós-independência não se inspiram neste senhor,( Ambrosio Quaresma) para ganharem coragem de assinar seus nomes (ter a sua identidade) nos comentários que fazem neste espaço.

      Como Jornalista Lima falou da máscaras, essas geração é muito mais mascarada e “infeliz”, na medida que, só estão felizes com erros e fracasso dos outros.

      Não sabem separar o que ser contrario a idéia dos outro não significa ser seu inimigo.

      Não sabem ajudar uns aos outros, exemplo disso foi o colega que colocou o artigo sobre Coimbra sem colocar a autoria.

      Outro em vez de ajudar mandando uma mensagem alertando do esquecido, não fez isso. Fez pior foi buscar o Sit onde estava a notícia somente para ver o outro lá em baixo. Pergunto que esse senhor ganhou a fazer isso? Acredito de seja nada. A não ser satisfação em deixar o outro lá em baixo em vez de ajudar.

      Vamos mudar essa forma de ser que não contribui para nada.
      Toda regra tem exceção.

      • Andrade Fonseca

        2 de Novembro de 2010 as 15:05

        Concordo consigo, senhor Venâncio.
        Estes falços comentadores, está a “julgar um artista a partir de uma peça de arte”
        De certeza quase absoluta que o Hector esqueceu-se de fazer as citações.
        Nenhum dos falços comentadores, têm autoridade moral ou técnica para julgar o Mestre Hector.
        1ª- pk não conhecem a estrutura intelectual e técnica do mesmo.
        2ª nunca se julga alguém a prtira da mera aparência.
        3º do meu ponto de vista, o Mestre Hector, será uma grande promessa, para o desenvolvimento de S.T.P. pois, conheço-o bem,enquanto pessoa e enquanto Sociólogo.
        Portanto, quase todos os comentadores deste espaço, parecem ter um grave problema, psicossomático.

        Não sejam invejoso, tenham uma atitude mais edificante…

    • Plaquini

      2 de Novembro de 2010 as 11:43

      Não julgues para não seres julgado…

    • Posser

      2 de Novembro de 2010 as 16:04

      Laura, tenha Juízo…

    • Manuela Serra

      2 de Novembro de 2010 as 16:31

      Senhora Laura, Não faça julgamento, para não ser julgada.
      A senhora tem k ter a capacidade Hermenéutica para valoriza à essência da mensagem que o Hector pretende passar.
      Se a senhora quiser mais informação manda-lhe uma mensagem, para esclarecer às suas dúvidas.
      Deixe de fazer julgamento na praça pública, como tem estado a fazer os seus compatriotas são-tomenses.

      Eu sou portuguesa,sou docente no ISCTE, tenho boas referências do jovem Sociólogo Hector Costa.

      Convido a senhora e os seus compatriotas para lerem o livro do Daniel Goleman.

      • Zinane

        3 de Novembro de 2010 as 18:52

        Docente no ISCTE?? Isto só pode ser anedota. E a escrever assim tão mal!! Valha-me Deus! É portuguesa e nunca teve aulas de português só pode.

        Por essas e por outras é que o ensino em Portugal está como está.

        Sócrates, a avaliação dos professores precisa-se urgentemente.

        Tenho dito.

  2. Verdade

    2 de Novembro de 2010 as 2:28

    sempre a copiar, ate quando vais ser um mestre de verdade? bô cêbê moçu…
    http://www.janusonline.pt/1999_2000/1999_2000_1_30.html

    • lamartine

      2 de Novembro de 2010 as 8:50

      A verdade é como o azeite. Até quando jovem. Começo a duvidar do teu mestrado.

      • Isidório

        2 de Novembro de 2010 as 12:11

        Invejosos…todos invejosos…
        S.Tomé e Príncipe está como está devido a vossa inveja e ignorância reflexiva.
        Quem são vocês para duvidarem da capacidade reflexiva do Hector Costa?
        O Site que o maluco do senhor verdade coloca é o site de uma revista ciêntífica.
        È normal consultar uma revista científica…Hasta

    • Aurora Vicente

      2 de Novembro de 2010 as 11:39

      O senhor “Verdade” revela uma fraca capacidade intelectual, invejoso.

      Quando se faz um trabalho teórico, a muito normal, buscarmos outros fundamentos na fonte para enquadrarmos a nossa teoria. Não existem trabalhos de pesquisa que não tenha isto.
      Se fosse uma publucação numa revista científica, naturalmente o Hector teria que fazer referência bibliográfica, num jornal não é necessário por uma questão de estítica.

      O senhor Verdade é um ignorante…

      • Bengui doxi

        3 de Novembro de 2010 as 1:22

        Meu caro, é normal consultar a revista cientifica, mas quando se copia um texto inteiro, tem que se colocar a fonte da noticia/cronica. Ao assinar como sua, a cronica, o nosso “mestre” está a cometer crime. Será tão dificil entender isso?
        Abaixo a aldrabice e a batotice.
        Abram os olhos Sãotomenses! São esses gajos que por causa da esperteza saloia, amanha são nossos ministros. Ainda bem que temos o google para os desmascarar.

    • Fátima Duarte

      2 de Novembro de 2010 as 12:03

      O Senhor “Verdade” está a induzir os leitores(as) na sua inveja…O senhor verdade é um senhor com grande complexo de pequenez…
      Senhor “”Verdade”, quando alguém faz um trabalho desta natureza, é normal fundamentar a partir de outras fontes, como dizia “plaquini”.
      O senhor “verdade” tem k se preocupar com o seu estado grave de saúde…deixa de persseguir o nosso “Mestre”

  3. b

    2 de Novembro de 2010 as 7:26

    Sr. Hector copiaste isto de onde? Nao tens vergonha vir a este forum com novas babuseiras?

    • Róger Santos

      2 de Novembro de 2010 as 11:56

      Caros(as) Comentadores(as) deixem de inveja…
      Eu sou académico, também escrevo, é normal fazer o k Hector faz…Têm que saber k nesta plataforma,estaticamente não se faz referência para não cansar os leitores(as)…
      Dediquem- se mais à leitura e deixam d invejas…
      Hasta

      • Bengui doxi

        3 de Novembro de 2010 as 1:23

        Inveja de um gajo que copia e cola aqui textos inteiros que são de outra pessoa?
        Para isso bastava ele por o link e iamos todos consultar o original, não É?

        Abram os olhos.

        • Nome

          3 de Novembro de 2010 as 18:03

          Concordo!

    • Gualter Nascimento..

      2 de Novembro de 2010 as 15:28

      Não diga asneiras, senhor “b”…
      O Senhor “b” está a fazer as maiores “babuseiras”.

      Cidado com Língua!….

  4. lamartine

    2 de Novembro de 2010 as 8:59

    O destino brasileiro foi largamente dominado durante o século XIX, prolongando-se pela primeira metade do século XX. A partir da independência do Brasil, veio a afirmar-se naquele país, progressivamente, o predomínio da “política imigrantista”, por oposição à tradicional corrente” esclavagista”, ambas obviamente inspiradas na necessidade de assegurar mão-de-obra para o povoamento e para o desenvolvimento económico do novo Estado.

    Tal e qual esta no outro site, que diria a Doutoura Maria Beatriz Rocha-Trindade? O nosso mestre deve saber de quem falo

    • Plaquini

      2 de Novembro de 2010 as 11:52

      A senhora “Lamartini”…está a arma-se em esperta, mas estar a expor-se ao ridículo.

      a senhora foi reproduzir parte do texto que o hector foi bucar para dar argumento ao seu artigo.
      È normal, bebermos de outras literaturas.
      Vocês não podem obrigar o Hector a cansar o leitor com tanta referência bibliofráfica.

      Abra pestana….

      • lamartine

        2 de Novembro de 2010 as 14:38

        “È normal, bebermos de outras literaturas.
        Vocês não podem obrigar o Hector a cansar o leitor com tanta referência bibliofráfica.”

        Essa frase faz todo sentido, pode-se beber de outras literaturas mas não se pode copiar varios paragrafos de textos de outros autores sem citar fonte.
        Se não se quer citar fontes ao menos utilise aspas. Seja moralmente honesto.

        Certamente se o nosso mestre tivesse feito um texto de sua total autoria mesmo insiprando dos outros autores ninguém o criticaria. Mas para tomar parte importante de trabalho dos outros e publicar em jornais como se fosse seu mais vale não fazer perder tempo aos leitores.

        • Plaquini

          2 de Novembro de 2010 as 14:53

          Pk que a Senhora não envio o senhor Hector mensagem alertando-o para o facto?
          A senhora preferiu rouba-lo o protagonismo.
          A senhora ganhou alguma coisa objectiva com isto..muitp pelo contrário, a senhora fez pior..
          Deixou a nú o seu lado cruel e invejoso.
          Eu conheço o Hector Costa, foi e é,enquanto dooutorando, o estudante São.tomense mais regular que passou por Coimbra.
          Ninguém esta livre de esquecer, alguns pormenores ou cometer erros…
          A senhora enquanto moralista, devia ter um comportamento, mais humano.

          Invejosa….

          • lamartine

            2 de Novembro de 2010 as 19:00

            Admitamos que sim. Mas provavelmente o subscritor do texto deveria estar alertado porque isso ja foi dito aquando do seu texto anterior. Eu não quero fazer disso algo pessoal. Mas o Plaquini utilizando adjectivos para qualifacar-me… Se notarr bem eu não utilisei nenhum qualificativo. Alias porque razaão teria eu de ter inveja? Podes explicar? Para tua informação essa não é minha area. E eu faço bem o que me toca.

          • Plaquini

            2 de Novembro de 2010 as 21:56

            A senhora “lamartine “tal como os outros pseudos comentadores(as) desta plataforma são invejosos pk a vossa forma cruel e anti-pedagógica de criticar só pode ser de pessoas invejosas…Se quiserem escrever artigos para darem nas vista, k o façam, mas não prucarem protagonismo
            botando a baixo o outro.

            Como pessoas inteligentes, se constatarem alguma coisa k não concordam, comuniquem em privado com o autor do artigo.

            Abra olhos senhora “lamartine”

    • Posser

      2 de Novembro de 2010 as 15:35

      Concordo com a senhora “Plaquini” .
      A senhora “lamartine” ficou pior neste jogo…
      A senhora “lamartine” quero se mostrar denegrindo o Hector…ahahahah.
      Busca outro caminho, não este.
      “lamartine ” Em vez estar usar uma estratégia de botar a baixo, devia informar,ou mandar uma mensagem para ou autor do artigo, informando-o da sua constatação….
      Seria uma atitude mais correcta…eheheh

  5. Moreno

    2 de Novembro de 2010 as 9:34

    Quanto a mim os responsaveis do tela non deviam impedir a publicacao de artigos de genero.ou seja os artigos deste sr. deveriam ser muito bem peneirados antes de serem expostos.e deselegante e um tanto o quanto vergonhozo isto.Creio que com esta atitude o sr esta a fazer um insulto as universidades de coimbra porque sempre sairam dai grandes homens.ridiculo…..

    • Isidório

      2 de Novembro de 2010 as 11:42

      O senhor Moreno, não tem moral, para criticar este artigo.
      O senhor tal como, o Senhor Veradade são Ignorantes….

    • Posser

      2 de Novembro de 2010 as 15:40

      tu não sabes nada…Moreno , cultiva-te mais..

  6. Tony

    2 de Novembro de 2010 as 9:51

    Quê isso rapaz! tás querer aparecer né… “dá o seu, ao seu dono” ja começo a duvidar do “Mestrado” mano, pare desssas babuseiras de falar dos outros, fale sim, mais de nós mano “NÃO VALICA”

    • Tony

      2 de Novembro de 2010 as 9:52

      Não Vacila (queria eu dizer)

    • Blaga

      2 de Novembro de 2010 as 15:09

      O Senhor “Tony” tem moral, para duvidar de um quadro como Hector Costa?

      Abra a pestana….

      • Tony

        3 de Novembro de 2010 as 9:50

        até certo ponto sim…, Olha meu caro, o SABER só é SABER quando demonstramos e partilhamos, até onde eu sei de nada vale estar na diáspora e limitar-se em blá blá blá. venha e partilha este prematuro “SABER”.

  7. Alberto Nascimento

    2 de Novembro de 2010 as 11:17

    Esses meninos criminosos sao o “o sangue novo” das nossas instituiçoes? Eu ja tinha lido esta materia algures.
    Essa gente burra

    • Ana Rompão

      2 de Novembro de 2010 as 15:11

      Está quieto senhor Alberto Nascimento.

      Vé se dedica mais tempo a leitura, para controlar à sua ignorância.

  8. Verdade

    2 de Novembro de 2010 as 11:48

    O destino brasileiro foi largamente dominado durante o século XIX, prolongando-se pela primeira metade do século XX. A partir da independência do Brasil, veio a afirmar-se naquele país, progressivamente, o predomínio da “política imigrantista”, por oposição à tradicional corrente” esclavagista”, ambas obviamente inspiradas na necessidade de assegurar mão-de-obra para o povoamento e para o desenvolvimento económico do novo Estado.

    Embora com menor dimensão, o destino dos estados Unidos da América foi muito importante para a emigração portuguesa durante o século XIX, mantendo assinalável regularidade no século seguinte e mesmo até ao presente.

    Os anos de 1963 marca a transição da emigração dominantemente transatlântica para a dominante continental, sendo Brasil ultrapassado em efectivos, pela primeira vez, pelo destino francês. Constituído este fluxo, na sua maior parte, pela emigração clandestina para França (onde chegaram a estar imigrados mais de um milhão de portugueses), essa corrente dirigiu-se também para Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Bélgica, Holanda e Grã-Bretanha.

    A imigração intra-europeia caracterizou-se pela procura de realização económica a curto prazo, traduzidas por trabalho intensivo e prolongado, despesas reduzidas ao mínimo essencial e, consequentemente, pela realização de aforros significativos, quase integralmente investidos em Portugal.

    tudo no site
    http://www.janusonline.pt/1999_2000/1999_2000_1_30.html

    • Salvaterra

      2 de Novembro de 2010 as 15:21

      O senhor Pitter Bouças, doente mascarado em senhor “Verdade” devia ter juízo…
      Quem é o senhor para duvidar do Hector, e tentar fazer campanha para o denegrir?
      Eu se fosse o senhor cuidava da minha Saúde…
      Eu estudei em Coimbra, e agora estou de volta a S.T.P, e conheço bem Hector Costa.
      Temos k agir com a ética da responsabilidade.

      • lamartine

        3 de Novembro de 2010 as 17:12

        O senhor Hector dinigre-se sozinho, não é preciso que qualquer pessoa seja ela quem for faça campanha para o denigrir. Ele ja tinha feito um artigo que foi censurado pelo publico leitor por mesma razão, ele faz um “bis repita”. Ele ja deveria estar alerta para essa situação e não cabe leitores enviar mail para o alertar. As pessoas que dizem o conhecer deveriam aconselhar-no para evitar tais praticas. Ha duas possibilidades :
        1- O senhor autor do artigo quer que falem dele bem ou mal pouco lhe importa quer é ser “conhecido”
        2-O senhor diz ter nivel de mestre, mas esquece de aplicar o que aprendeu durante o mestrado, o que por si so o faz perder credibilidades.

  9. António Veiga Costa

    2 de Novembro de 2010 as 12:52

    Sem discutir o mérito da autoria do artigo, me centrando na importância do teor, em São Tomé também vemos a “lixivicação” dos estrangeiros. O mesmo desprezo, a mesma exclusão.
    Estrangeiro aqui só serve para fazerdo ações e distribuir dinheiro.
    Volto a repetir nesse Téla-Nón: Santomense só aprende (importa) o que não presta de português!

  10. Zinane

    2 de Novembro de 2010 as 17:25

    Gente burra pah!!

    Aceitar de forma leviana este acervo de desonestidade intelectual vinda dum pseudo-mestre nosso é duma insensatez copiosa. Só mesmo os seus lacaios e afins o podem defender. Duvido muito que com o mesmo título e baseado na realidade santomense, aqui o nosso Copy-paste conseguiria galgar passos ainda que fossem de gatinhar. É que não teria muitas fontes por onde ir beber esse líquido precioso pra nos vir borrifar depois. Mano, puxa pela tua cabeça! Lá se foram os tempos em que a cabeça só servia pra criar piolhos. Não és nenhum mutilado pra andares ai de muletas a tempo inteiro. Já és crescidinho, faça-te pela vida.

    Tenho dito.

    • Nome

      3 de Novembro de 2010 as 18:09

      Nossa essa foi demais!!!!

  11. Digno de Respeito

    5 de Novembro de 2010 as 5:13

    Até quando conseguiremos ir ao encontro do issencial para o belo STP?

    Pelo que me dá a entender, viemos preocupando com aspectos mesquinhos ao ponto de ofendermo-nos uns aos outros motivando rivalidades no mundo real como virtual. Parece-me mal para não dizer péssimo. É provável que todos vivam bem dentro da sua “razão” mas, é fundamental que cada um de nós olhe para si antes de atirar a primeira pedra (principalmente no escuro)… O que vale dedicar o tempo de leitura sobre um assunto que (des)interesante para uns e para outros?!!

    Se um assunto é relevante mas pouco ou nada interessante para mim, ignoro e deixo para aqueles mais dedicados a esse mesmo assunto e não perco tempo (nem lendo muito menos comentando) porque opinar sobre o desconhecido não me parece sensato e muito menos coerente para comigo em relação ao próximo.
    Ser santomense, angolano, caboverdiano, português ou guineense pouco ou nada importa neste espaço. Pois, este é um site dirigido á santomenses sim mas não invalidade que possa ser visitado por outros(não santomenses). Ao recebermos visitantes de todo mundo, é no meu entender honra para nosso jornal, o País e muito especial e particularmente ao Abel Veiga. Reconhenço as condições e o sacrifício que o nosso jovem faz para a manutenção do seu/nosso website.

    Aproveito sugerir ao Gestor desta plataforma digital para reflectir melhor quanto a criação dum espaço favorável a publicação do género, conteúdo académico ou mesmo de pesquisa. Estaria a pedir demais?! …

  12. Verónico Neves

    10 de Novembro de 2010 as 12:00

    É, até certo ponto, compreensível a reação negativa do público às ideias/estudos aqui publicados. Isso deve-se, na minha óptica, ao desconhecimento que se tem sobre a comunidade estudantil santomense na diáspora.

    Alguns comentários, até mesmo depreciativos, demonstram que é necessários conhecermos mais e melhor os nosso estudantes no exterior, em que curso estão, em que nível de estudos e, se possível, encorajá-los a regressarem para também aqui, em São Tomé e Príncipe, darem o seu contributo para o desenvolvimento das ilhas.

    Este é um trabalho que aconselho o governo santomense a realizar.

    Verónico Neves – Licenciado em Intervenção Social e Comunitária, e, Mestre me Ciências da Educação (fpceup.

  13. werlaine betania

    18 de Novembro de 2010 as 23:55

    Gostaria de dizer que vc é admiravel porque parece que esse problema é em toda a Europa aqui na Italia temos a mesma situação julgam de forma abisurda parece que esses Italianos e Portugueses nãõ tem memoria muitos nem sabem que milhoes deles imigraram para o Brasil depois da segunda guerra para trabalhar las lavouras de cafe meu pai deixou sua Italia eu tenho dupla cidania mais tenho orgulho de se brasileira …

  14. jojó

    26 de Novembro de 2010 as 1:31

    Sr. Salvaterra quer advinhar quem esta a escrever sr. cometeu um crime em citar nomes sem ter a certeza, eu se fosse o tal Pitter Bouças faria uma queixa crime contra o sr.a vida pessoal de pessoas alheia nao é aqui chamada. todos ser humano tem um problema de saude.

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