Ultimamente, o Príncipe e as suas gentes têm estado na boca do mundo! Ora, sendo o Tó Zé Presidente do Governo daquela parcela do território nacional, quer queira quer não, também ele está na boca do mundo!
Os acontecimentos do início do mês no Príncipe, por um lado e, em São Tomé noutro ângulo que, com a carga negativa correram rapidamente além-fronteiras, não deixaram de mexer com os sentimentos de uma sociedade onde a paz e a concórdia social parecem contemplar o leve-leve dos são-tomenses. Ponto a ponto.
Nos últimos anos, tem-se assistido, por parte de certos estudiosos e investigadores, a uma tentativa de estrangulamento da nossa memória colectiva.
Estando em voga a ideia de revisão constitucional, no quadro na “mudança” operada com a última eleição legislativa; aproveitando, portanto, essa nova legislatura, eis que dou a minha modesta achega, convicto de que ela venha a concretizar-se.
No dia 3 de Setembro deste concorrido ano eleitoral, entre os convidados que se previa não aparecer e compareceram e, os que vieram em substituição daquelas figuras de peso pesado que, com a presença tornariam mais cobiçosa a festa da tomada de posse do terceiro presidente da democracia são-tomense, as ilhas receberam ao seu leve-leve… Ler mais
Nenhum politólogo ou até especialistas em estatísticas eleitorais podiam adivinhar que sem completar os dois anos, o povo pudesse desconfiar da mudança e impor derrota eleitoral ao partido da esperança em mudar a vida dos são-tomenses.
São Tomé e Príncipe, é um país exageradamente atípico. Isto é, sendo um dos vinte e cinco Micro-Estados e Pequenas Ilhas Soberanos do Mundo, possui, o mais fraco desempenho, quando analisado em todas as janelas de observação e, consensualmente aceite por organismos internacionais credíveis, estudiosos e avisados na matéria.
Parece mentira, mas é a mais pura das verdades. A África, o continente da cauda de todos os registos económicos e de desenvolvimento humano, com o pior índice de educação e de esperança de vida, e talvez por isso, a fé no Senhor seja de tudo o mais imediato e confiante para os africanos libertarem-se… Ler mais
Fiquei triste ao ler o texto do jornal “Téla Nón” sobre a intervenção do nosso Ministro da Educação, o Sr. Olinto Daio, a propósito dos Santomenses que vivem no estrangeiro. Aqui segue a transcrição do “Téla Nón”:
O país ao seu leve-leve, São Tomé e Príncipe, está em nozado prolongado, desde 2 deste mês, pela ausência da habitual companhia amiga, a Rádio Nacional, porque o Estado, representado pelo Governo ainda não chegou ao entendimento com os jornalistas, vedando assim as populações de um dos seus direitos, o da informação.