Precisamos de uma trégua de gerações!

É um artigo de opinião do J0rnalista Nelson Mendes. Para ler e reflectir, em nome do progresso de São Tomé e Príncipe. O posicionamento do Presidente da República, da Assembleia Nacional e o do Governo em relação ao país, sustenta o artigo que busca sensibilizar todos para o melhor futuro de todos nós em 2012.   

Precisamos de uma trégua de gerações! 

Chegou 2012. Estamos a escassas horas do começo de um novo ano, um ano que se adivinha de grandes expectativas, mais dificuldades, e, naturalmente, de esperanças renovadas.

Acabei de ouvir o barulho de viaturas, buzinões de motoqueiros, músicas e explosivos que, habitualmente, se seguem as 12 badaladas da meia-noite. Cumpri o ritual de «boas entradas» aos meus entes queridos e decide pegar no computador e partilhar convosco esta pequena reflexão. Cinco anos depois, quis tomar a liberdade de, publicamente, trazer a luz do dia alguns desabafos. Perdoem-me a inocência!

Ficou para trás um ano difícil: 2011. Com ele ficaram para trás as implicações internas da crise financeira internacional, os reflexos – positivos e negativos – do tão disputado pleito eleitoral que culminou com a investidura do novo Chefe de Estado, Manuel Pinto da Costa, para um mandato de cinco anos. Transitaram para 2012, renovadas preocupações dos actores políticos e sociais quanto a necessidade da defesa (e consolidação) do nosso regime democrático, o imperioso esforço para que a Comunicação Social estatal seja, de facto, plural, e promova a liberdade de pensamento e de expressão através do contraditório político. Ficou para trás o primeiro leilão dos blocos de petróleo na nossa Zona Económica Exclusiva (ZEE), cujos resultados são (legitimamente) questionados por alguns sectores da sociedade civil, particularmente a Associação dos Economistas. Mas, curiosamente, ao nível da classe político-partidária, nada se ouviu sobre os contornos do seu resultado nem mesmo o secretismo que envolveu a assinatura do contrato com a empresa Oranto Petroleum, única vencedora.

Não é demais recordar que a decisão relativa a esta empresa ocorreu, após sucessivas visitas do chefe do executivo aos Emiratos Árabes Unidos e a República Federativa da Nigéria. Transita para 2012, a nossa preocupação colectiva de luta contra o Paludismo, o que exige naturalmente uma postura mais responsável por parte de cada um de nós relativamente às medidas de prevenção.

Transitam para 2012, igualmente, e para a nossa tristeza, as crispações que caracterizam habitualmente a luta partidária e o recurso aos «fantasmas do passado». E mesmo na quadra natalícia, quando se pensava que o espírito de Jesus Cristo pudesse entrar nos corações de uns e outros (inclusive governantes), vimos declarações musculadas relativamente ao atraso no pagamento de horas extraordinárias dos professores e a famosa iniciativa legislativa de amnistia promovida por quatro deputados afectos ao MLSTP/PSD.

Ouvi, a escassas horas antes da meia-noite do dia 31, a primeira mensagem do fim do ano de Manuel Pinto da Costa, na sua qualidade de Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas. Foi uma mensagem aguardada com muitas expectativas, para a curiosidade de alguns observadores da cena política nacional e certamente do próprio corpo diplomático residente. Certamente, ainda com mais expectativa, para aqueles que votaram Pinto da Costa!!!

Ouvimos este Presidente da República, eleito democraticamente pela primeira vez, firmemente consciente das limitações que a Constituição impõe ao seu exercício como o mais alto magistrado da Nação. Amplas «limitações», se quisermos, face ao papel que a maioria da população julga estar reservado ao Presidente da República. Esta percepção decorre da vivência colonial, onde o então Governador era o «todo-poderoso». De 1975 à 1990, o Presidente da República que liderou o regime monolítico onde o Partido se confundia com o Estado, ou vice-versa, e que por sinal era Pinto da Costa, este tinha amplos poderes constitucionais e não só.

Aqueles observadores esperam ouvir, do Presidente da República, eventualmente, um discurso de mais alento, de mais esperança e de mais confiança no presente e no futuro. Talvez até de mais convicção! Esperavam ouvir, como tem sido hábito nesses 20 anos, um discurso-balanço do Chefe de Estado daquilo que foram os desafios e conquistas de 2011, incluindo aspectos da governação e da política internacional. Esperavam ouvir, igualmente, os constrangimentos, os avanços, mas sobretudo as «soluções» que sejam capazes de fortalecer o desejo de continuarmos a lutar em prol de novas conquistas individuais e colectivas.

Talvez para a juventude que constitui a franja maior do nosso eleitorado, e que hoje se confronta com inúmeras preocupações (formação, primeiro emprego, habitação, atraso no pagamento das bolsas, etc), tenha ficado um recado muito claro de Manuel Pinto da Costa – «o Presidente da República não governa (…)».

Nos últimos anos, e particularmente após o tão famoso “Fórum de Reconciliação Nacional”, saíram de vários quadrantes políticos apelos no sentido de que sejam encontrados consensos para os inadiáveis problemas que a Nação enfrenta, como, por exemplo, a reforma da Justiça e da Administração Pública, a luta contra a corrupção, o aumento da produção agrícola, melhoria da produção de energia eléctrica, e até mesmo a necessidade de maior credibilidade do Estado no plano externo.

Infelizmente, tais apelos têm sido sistematicamente ignorados e adiados, por uns e outros, única e exclusivamente em nome de agendas pessoas e/ou conveniências pontuais.

Pessoalmente, julgo que 2012 poderia ser uma grande oportunidade para resgatarmos este conceito, reequaciona-lo na devida dimensão, e com um sentimento de verdadeiro patriotismo, inaugurar uma página nova da nossa vivência comum. Deixar a retórica dos discursos repetitivos e cansativos, algumas vezes, e traduzi-los em actos concretos.

É assim que, também pessoalmente, gostaria de ver um Presidente da República que para além de diagnosticar o País e os seus problemas (como fez sabiamente na campanha eleitoral), possa, acima de tudo, saber reconciliar, apontar soluções, convergir vontades e competências, num amplo movimento político-social que pudesse mobilizar a Nação verdadeiramente para o DESENVOLVIMENTO.

Pelo meu percurso profissional e até por circunstâncias familiares, sou um combatente de primeira linha contra a corrupção e as injustiças sociais. Senti e vivi na pele, aos 12 anos de idade, os reflexos da injustiça social. Mas também acredito, profundamente, que a luta contra a corrupção não é uma questão de discurso, mas sim de atitude, de postura e essencialmente de convicção. Não creio que a corrupção seja o principal mal de que enferma STP e que hoje milhares de são-tomenses não possam tomar duas refeições diárias!

Mas tenho a crença de que a falta de ética na política, a incompetência, a hipocrisia, a incoerência e muitas vezes o uso da velha formula «dividir para reinar», já causaram transtornos incomensuráveis na nossa caminhada enquanto Nação livre desde 1975.

Por estas e outras razões, gostaria de ver em 2012 um Presidente da República mais interventivo, nos limites dos seus poderes constitucionais, e que fosse capaz de unir verdadeiramente os são-tomenses, estando dentro ou fora do Palácio do Povo, nas horas normais de expediente e nos fins-de-semana e feriados nacionais.

O nosso querido País – estas ilhas maravilhosas como dizia o amigo Guilherme Galiano, na RDP-África – precisa urgentemente de uma trégua de gerações, condição «sine qua nón» para iniciarmos um verdadeiro desenvolvimento sustentável.

Precisamos de uma trégua de gerações para limpar, da cena política nacional, os «rastilhos» das divergências que vieram de Santa Isabel (Guiné Equatorial) e de Libreville (Gabão) que até hoje adiam uma vivência sã e harmoniosa entre os governantes e quadros técnicos, a diversos níveis, que deveriam a cada dia erguer bem alto e com orgulho a bandeira São Tomé e Príncipe.

Precisamos de uma trégua de gerações, para «facilitar» o surgimento de novas lideranças, num processo pacífico de transferência de experiências, de conhecimentos e de passagem de testemunhos. Não podemos adiar, infinitamente, a oportunidade de oferecer aos nossos filhos, netos e bisnetos, um País melhor comparativamente com aquele que temos vindo a construir (ou a destruir) há mais de três décadas. Ou será que estamos perante uma fatalidade?

Precisamos de uma trégua de gerações para firmar um compromisso solene, que possa engajar as principais forças políticas e a sociedade civil, sobre as verdadeiras prioridades de desenvolvimento nacional, susceptíveis de de facilitar que possamos beneficiar dos dividendos da nossa ímpar localização geoestratégica.              

Sem uma trégua de gerações, agora e no futuro próximo, continuaremos a alimentar crispações fúteis, a adiar consensos e soluções, e a ouvir, repetidamente, discursos cheios de retórica, de arrogância e de lamentações, encobrindo a nossa incapacidade colectiva de vencer a pobreza e o subdesenvolvimento, e talvez o nosso complexo de sermos oriundos de ilhas.

Espero da Assembleia Nacional e os seus 55 deputados, uma legislatura mais produtiva, capaz de fiscalizar verdadeiramente o Governo, que promova a reforma do sistema eleitoral, discussões em torno de questões prementes e inadiáveis como a Posse da Terra, a Nacionalidade, a Divisão Político-Administrativa, a descentralização e consolidação do Poder Local, a Segurança Nacional, etc. Espero que o Governo de Patrice Trovoa, além de pedir que o deixem «trabalhar» (como é legítimo), seja concomitantemente capaz de apresentar resultados concretos e visíveis, em Dezembro de 2012.

Espero, ao nível das principais forças políticas, uma verdadeira «revolução» que os permita servirem unicamente os superiores interesses da Nação, deixando para a história tentativas de branquear ambições e compromissos de pequenos grupos cujas ramificações transbordam as fronteiras partidárias e institucionais.

Quero ver, em 2012, uma sociedade civil mais dinâmica, solidária, baluarte do exercício da cidadania plena, para que “todos, lado a lado”, não seja um mero refrão dos programas radiofónicos e televisivos. Espero, de igual modo, uma diáspora mais próxima do País, que recupere por mérito próprio o seu direito de participação activa na construção do nosso futuro colectivo, com um olhar e uma visão mais positiva, sem complexos de qualquer espécie.

Hoje, quando vivemos mutações constantes de natureza política, económica, social e cultural no mundo, quem pensa que se “safa” sozinho, diabolizando as demais peças no tabuleiro do xadrez, está completamente enganado… Quem o faz é como se estivesse a olhar para um ínfimo ramo de uma árvore, ignorando por completo a dimensão e a vitalidade (para o bem e para o mal) da floresta à sua volta.

Que 2012 nos traga motivos, pelo menos, para continuar a acreditar, a sorrir e a sonhar. Porque o que o Povo precisa, mesmo, é de bons serviços de educação e saúde, emprego, salário justo, água potável, energia eléctrica, habitação condigna, e a comida na mesa todos os dias. Todo o resto, é conversa… 

Nelson Mendes

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    Pinto Responder

    de que géraçao esta a referir?

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      Isabel Responder

      Olhá, eu li e juro que não percebi nada. Uma data de frases descontextualizadas, parece pessoa que está com medo de dizer as coisas, limitou por ficar pela superficialidade sem sentido. Enfim, esperava mais de um jornalista como o referido senhor se autocaracteriza.

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    jaka doxi Responder

    Talvez a geração dos tachistas como ele.eheheheh

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    XYZ Responder

    Este Nelsom Mendes esta sem norte. Apostou no Aurelio Martins e esta desnorteado. E bom que ele comece a fazer outras coisas. Comece a trabalhar e deixar de arrogancia.

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    Almeida Responder

    Nalson Mendes,

    Risos, para os que nao estao atentos, voce ja fez perder tudo e todos com quem voce esteve ao lado em campanhas. Fizeste Pinto perder com teus amigos, Patrice idem, tempo novo, talvez em santa Izabel voce tenha sorte.

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    Antero Pande Responder

    Interessante artigo. Gostei também da fotografia. Nao tinha visto ainda esta perspectiva de STP.Que bairro é aquele? Campo de Milho?

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    Justino Manuel Abreu do Ramos Responder

    Tomando conhecimento daquilo que está implementado, e que foi feito o texto, acho que é uma iniciativa muito boa.Espero que ela tenha um boim sucesso, para contribuir no desenvolvimento do nosso País.
    Desde o ano de l975, até presente data S.Tomé ´já projetou muitas coisas, algumas arrancaram outras ficaram no papel; que nem sequer se sabe aonde se encontra arquivado.
    Tinhamos projecto de misquita, que foi arrancado pelos Franceses, projectos de aviários, muitos outros. Milhoes que nunca nenhum deu algum rendemento,
    Começa com muita pompa e circunstância e orre.Soube que em S.Tome tem uma fábrica de frazer pregos,que até então,pregos são importrados noutros países, enfim,isso até me parece uma musiga que dizia sá madalena sun daú,cá cuno quegá cá blagá,antê cú soglá colê quê. nunca nenhum projecto de S.Tomé teve perna para andar.
    Q!uando aparece, umas dúzias de pessoas, junta-se à volta, usufruem, todo capital e o dinheiro evapora como o alcol.Nem sequer vê onde existiu os tais projectos. Caso esse, tenhêm perna para andar. Deus queira que isso, ande e ajudará resolver um dos casos de resídio sólido que têm contribuido a degredar o nosso sôlo. Espero, que não aconteça como os outros projectos de recolha de ferro velho, que formaram uma empresa fantasma, que até então não se sabe como afundou.
    O que se sabe os ferros velhos ainda se encontra em S.Tomé e Principe, e que ninguém se fala nho9 assunto.O nosso sólo encontra a gritar de dor, devido o peso que se encontra sobre ele.Meus caros derigente de S.Tomé e Principe,o ano de 2012 já chegou, não se esqueça do nosso locumí,desde a chácara cima até mato fora, e que a população vive sobre àgua, durante o ano todo, e que ninguém pensa de fazer alguma coisa.Para que evitasse esse sofrimento das populações.
    As estradas que foram feitas, desde a padaria das beira até o riboque, já se encontra cheio de burracos, que até da vergonha.Quero perguntar, até quando S.Tomé e Prindipe conheça um saneamento adguado para evitar todas essas situações vergonhosa que temos no nosso S.Tomé.
    Senhores dirigente, deputados, quando é que vão usar conciência de pensar em povo pequeno, que sobrevive porque deus quer.ataca uma doença não hyá um remédio adquado para ser aplicadfo afim de evitar mortos.
    Temos um senhor que diz é médico operador, só sabe matar ou cortar as pernas, quem não morre, frica sem perna ou braço. Mas quando a classe média ou superior, tiver alguma coisa,em fracção de segundo, basta dar um telefonema ao outro pedir a junta, e as finanças já dão dinheiro para pagamento de passagens, para vir a um médico especialista a fim de ser visto, mas o povinho, ficará para aqueles sem experiência ou por outra não aprendeu como lhe ensinaram, a fim de por em prática como é devido.As mulheres do ´josé povinho, vai ao hospital ter filhos, as enfermeiras ficam sentados ao ver senhoras pedir ajuda, nem sequer ajudam. Até outras acabam por morrer. Nós tomamos a independencia cerca de 36 anos, ainda não conseguimos ter um aparelho adquado para detetar filhos na barriga da mão na devida altura, ou doença que tem causado muitos mortos.
    A nossa praça, despõe de um parque de taxí, que dá vergonha, e funciona com passagueiros, pondo risco de vida, devido a má condições que se encontra. Os dirigente está a esquecer, que a nossa praça tem passado muitas pessoas estrangeiros, e que levam para outro mundo-
    Temos os polícias que só ficam na praça,a dar multa aos carros, e o dinheiro são revertido a sua algibeira, devido como isso funciona.Pergunto a onde estão os responsável afim de por cobro a essa situação.
    Se nós formos ao nosso sector público, os funcionários que lá se encontram, não tem uma preperação adquado para atender cliente, e só pensa de receber suborbo depois que trabalham.Se pedirmos para fazer uma busca de certidões ou outros casos tenhem quedar dinheiro, ~e que fazem.Há funcionário tem três mulheres e são sustentado através disso.Caso desse encontra genelarizado em todo sector das funções público.
    Lembro-me que antigamente o estado recebiam dinheiro através dos imposto predial e contribuições fixo isso não existe em são tomé. É preciso que nós retornemos o que os portugueses nos ensinaram.Espero que isso servirá de alerta aos nossos derigente.

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    a verdade Responder

    O Nelson e um bom cidadao que infelizmente caiu na falsa promessa do Aurelio Martins e entao aconteceu um Slow Down com dizem os Ingleses, no entanto e um homem inteligente que se acordar cedo ainda estara a tempo de se recuperar. Faco um apelo aos cidadaos STP, que deichamos de certa tradicao porque os meus Pais sao catolicos tenho que ser catolico ou porque o meu amigo e ou nasci MLSTP terei que morrer MLSTP. Quem inventou o Casamento nao foi o homem mas sim Deus, Ele (Deus) disse-nos que por nada neste mundo deveriamos separar das nossas esposas/maridos mas depois lembrou-se do Adulterio, entao disse-nos que so em caso de ADULTERIO, agora pergunto como pode estar um bom homem no seio de bandidos? A menos que a menoria fosse mas a maioria e, podes ate cumprimentar ou relacionar-te com um ladrao para nao haver discriminacao ou exclusao social mas ser amigo de um ladrao ou guardar o roubo do ladrao segnifica que tambem es ladrao. Nelson Disliga-te deles, eles safam-se porque estao numa rede e tu ficas sozinho. Tas a ver o que os gajos estao a tentar fazer (amnistia), sabes porque? poruqe o salvador esta la no calabucho, quantos nao estao na cadei injustamente, porque que nao houve amnistia, nao se esquecendo que o Sr Adelino Izidro e o principal autor da prisao do pessoal da STP-Trading, quase pos-se de joelho no tribunal para que o Delfim fosse preso, fingindo ser o Santo acusando o pessoal de querer por em risco a saude da populacao, cegando a populacao de que o leite de soja nao e bom pra comsumo, o leite de soja e o melhor porque e extraido de frutos contrario daquele que pode ser extraido da vaca louca. Muito tenho pra falar mas fico por ai. Obrigado

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    kim kim Responder

    Diz-se muita banalidade e disparates em S.T.P, tudo para defender tachos.
    Só pode ser mesmo alguém que apostou no desastre Aurelio Martins

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    pinta cabra Responder

    esta terra nunca mais vai para frente com tanta politica mal gerida de pessoas incomtentes curuptos ladrões mulherengos e vaidosos vejam como esta cabo verde a desenvover aos poucos cá é o contrario estamos a enterrar-nos dia a dia onde vamos parar.

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    Galera Responder

    Apenas foi um artigo de opinião!
    Faça o mesmo,
    Abraços, amigos e conterraneos.
    Homem sonha e obra nasce.

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    Olhar Crítico Responder

    Sabias palavras Nelson Mendes….

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    nelson pontes Responder

    Cartão vermelho á todos os artigos de opinião extensos e também á todos os comentários extensos e sem sentido nenhum. Todos os artigos de opinião extensos revela desonestidade e grande desorganização de ideias por parte de quem os escreve…É melhor serem práticos e diretos, nada de inventar palavras e ir buscar citações de outros pensadores nem filosófos como se fossem vosso…muitos dos artigos de opinião que aparecem aqui são escritos por frustrados e falhados que nem têm noção daquilo que estão a escrever…O povo santomense já está farto de muita conversa e palavras caras, eles querem é trabalho e progresso, eles querem sentir o país a desenvolver. Ficamos durante muito tempo a ouvir palavras caras e falsas promessas da boca dos ladrões que nos governam e até não se viu absolutamente nada…Por isso um grande cartão vermelho para Nelson Mendes porque ele teve a sua oportunidade mas fez a escolha errada por ganância e por isso falhou…

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    Vane Responder

    Esse Pinta Cabra é show rsrs

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    maria chora muito Responder

    Nelsom, como vão os teus candidatos Patrice Trovoda, Aurelio Martins e outros? Você só passa a vida procura de ferro para comer. Desta vez procura-te encaixar no esquema do homem da lua. Fale e apoia a candidatura do Tozé Cassandra para as presidenciais. Pode sair mais algum INKE para safar a vida.

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    Feijoada Responder

    Caros compatriotas;

    O artigo embora desnorteado devemos encorajar o homemzinho e sobretudo apelar melhorias.

    Pelo facto de não gostarmos de alguem não implica que td a volta deste artigo ou algo parecido seja sempre mal.

    ”Este é o nosso erro”
    Tambem sofro na pele como santomense. Não sei bem deste senhor Nelson e outros cambardas frisados pelos leitores.

    Mas se analizarmos de forma desapaixonada as frases do presidente da República no final do ano, caros cidadãos foi uma tristeza.

    Dele não esperava muito, mas sim o melhor.

    Percebo a dificuldade do presidente, mas é preciso lembrar que:
    - a luta contra a corrupção não é uma questão de discurso, mas sim de atitude, de postura e essencialmente de convicção”
    Aí Nelson tem razão sim…
    Cada País encontra o modelo para salvaguardar os interresses da população. O tribunal vai mal.
    É dai o cerne da nossa pobreza.

    Bem haja a todos.

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    Moreno Responder

    como diz o outro e muito bem, grande:PINTA CABRAAAAA|||||||||||||

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    jorge Responder

    muitos disem que VAMOS mudar essa bela ilha de stp ……mais assim que subir de poder a sua postura muda e torna mais agressivo E CURUPTO…..o mal se paga com bem porque o que temos certeza que vai acontecer será
    a NOSSA MORTE .

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    vava sovietico Responder

    AQUELA FOTO NÃO É DE SÃO TOMÉ,O HOMEM TIROU A FOTO NA TUGA O OUTRO LADO QUALQUER DO MUNDO,,,GANDA SECA….

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    Cuatela Responder

    Tens razão, vamos deixar de retórica e deve primeiro começar por ti, vê-se mesmo que fazes parte dessa geração que esta a destruir cada vez mais STP.
    Sendo uma pessoa que viveu em Angola, sabe muito bem a vida de Aurélio Martins, como pode apoiar este senhor para ser presidente de STP, deus é pai por isso ele teve o que merece, isto é uma brincadeira e ai mostrar tipo de gente que és, vendes por tão pouco e achas digno de vir a comunicação social dar lições de moral, devias ter vergonha és mesmo desta geração que única forma de ganhar a vida e enganar este povo, mas chegara um dia o vosso fim e não imaginas como será.
    Essas são tuas palavras Nelson Mendes ” Pelo meu percurso profissional e até por circunstâncias familiares, sou um combatente de primeira linha contra a corrupção e as injustiças sociais. Senti e vivi na pele, aos 12 anos de idade, os reflexos da injustiça social. Mas também acredito, profundamente, que a luta contra a corrupção não é uma questão de discurso, mas sim de atitude, de postura e essencialmente de convicção. Não creio que a corrupção seja o principal mal de que enferma STP e que hoje milhares de são-tomenses não possam tomar duas refeições diárias! Mas tenho a crença de que a falta de ética na política, a incompetência, a hipocrisia, a incoerência e muitas vezes o uso da velha formula «dividir para reinar», já causaram transtornos incomensuráveis na nossa caminhada enquanto Nação livre desde 1975.”
    Tudo que mencionaste servi para ti, hipócrita, já és vírus desta sociedade que temos que eliminar, apoiando Aurélio é a melhor atitude e é ter postura e assim és apologista da honestidade, ou será um incompetente para pensar neste senhor a mais alto cargo. Procura outra forma de ganha a vida.

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