O tchilóli do processo resema, ato 2, 1ª parte.

Parte segunda, a questão do processo de revisão de sentença estrangeira no stj de stp.

Antes de mais e para situar a questão, o código de processo civil em vigor no nosso país, o cpc português de 1961, [aplicável em stp desde 1 de janeiro de 1963, por portaria 19 305 de 30 de junho de 1962] obriga sempre à revisão de todas as “decisões” sobre direitos privados proferida por tribunal estrangeiro, seja qual for a nacionalidade das partes. Assim qualquer “sentença” ou decisão com força de sentença, de um tribunal estrangeiro, como o angolano, só logra eficácia, depois da revisão e confirmação, segundo o art. 1094 do cpc, devidamente dapatado ao ordenamento jurídico de stp, isto é, só podia ser utilizada a sentença do tribunal angolano em santomé, depois de a mesma ser revista e confirmada, no processo próprio, chamado de “revisão e confirmação de sentença estrangeira”.

Este processo tem regras próprias muito apertadas para ser admitido no tribunal pois o artigo 1096, diz sem margem para qualquer outra  interpretação, [para que a sentença seja confirmada é necessário (a) que não haja dúvidas sobre a autenticidade do documento de que conste a sentença nem sobre a inteligência da decisão, (b) que tenha transitado em julgado segundo a lei do país em que foi proferida, (c) que provenha de tribunal competente segundo as regras de conflitos de jurisdições da lei [....], (a alinea d não interessa para o caso, pois refere-se à litispendência), (e) que o réu tenha sido devidamente citado … e se o réu foi logo condenado por falta de oposição ao pedido, que a citação tenha sido feita na sua própria pessoa, (f) que não contenha decisões contrárias aos princípios da ordem pública santomese, e a alíea g também não interessa porque só se aplica nos casos em que a sentença tenha sido proferida contra um nacional, o que não é o caso por serem duas pessoas de direito angolano envolvidas, a jar e a ridux.

O tribunal, no nosso caso o stj tinha por dever [que não foi devidamente cumprido] a verificação oficiosa da autenticidade do documento em que constava a sentença estrangeira (1096, a) que a sentença não continha decisões contárias aos princípios da ordem pública nacional (1096, f) e que não ofendia as disposições do direito privado nacional se fosse proferida contra cidadão santomese, por força da aplicação do art. 1101 e podia negar oficiosamente a confirmação por conhecimento próprio da falta de indicação sobre o transito da sentença angolana ou se o reú foi ou não devidamente citado.

Era ainda necessário verificar se o pedido apresentado pelo advogado da jar estava em condições de ser admitido, já que o próprio pedido podia ser liminarmente rejeitado, pois uma questão é a análise do “documento” [ a certidão]  onde conste a sentença a confirmar, se a certidão está passada em obediência de todas as regras de processo pelo tribunal competente angolano e outra é a análise da própria petição, para verificar se cumpre as regras de processo para serem admitidas as petições em tribunal.

Seguia-se, depois destes apertados controles, e caso o pedido passasse em todas as verificações e controles, e o documento apresentado fosse aceite, a citação da parte contrária, a ridux para deduzir em 10 dias a sua oposição a que o requerente da revisão ainda apodia responder.

Depois desta fase, chamada dos articulados e se fossem pedidas ou tivessem de ser realizadas diligências que o juiz relator entendesse indispensáveis, a jar e a ridux alegavam e o MP também poderia alegar e então seguia-se o julgamento pela secção competemte do stj e se não concordassem com a decisão [a jar se a decisão não fosse de confirmação e a rixux se a decisão fosse de confirnação e o MP em qualquer dos dois casos] as partes e o MP poderiam recorrer, num recurso chamado de “revista”.

Esta breve passagem sobre o formalismo do processo vai servir para perceber o que fez o nosso stj.

ato 2, 2 ª  parte.

Comentou o T [éla] N [on] que,

silvestre leite, estando em cabo verde fez publicar um comunicado assinado por si e com data de 24 de Julho, que põe em causa as ações executadas pelo tribunal de lembá, e coloca novas contradições em relação ao relatório de inquérito.

Pela voz de quina bragança, silvestre leite que se encontra desde o último fim de semana em cabo verde, diz que « [de] conformidade a decisão do supremo tribunal de justiça de 26 de Julho do corrente ano, o processo [qual se existiram pelo menos 2 em stp] envolvendo a R [idux Lda], e a J.A.R. comércio prestação de serviço e agro-pecuária está encerrado e encontra-se arquivado no supremo tribunal de justiça de são tomé e príncipe».

“Esta afirmação atribuída ao enhor presidente do STJ, do TC e do CSMJ de STP revela o grave estado de doença que mata a justiça em santomé”  continua o comentário do TN a que acrescento que é um verdadeiro disparate que não serve a ninguèm, muito menos à justiça”.

Vamos por partes, qualquer das duas últimas decisões do STJ [diga-se do presidente silvestre leite] quer a primeira que a de 26 de julho de 2012, não têm existência jurídica, são, em termos mais coloquiais “zeros absolutos”, nada valem, nem pode valer na ordem  jurídica, não têm nem podem ter quaisquer efeitos materiais e jurídicos, e todos os atos que foram praticados a coberto de tais ditas “decisões” são absolutamente nulos.

Assim porque, só pode existir intervenção do stj, seja por decisão de um único juiz conselheiro, admissível no nosso ordenamento judiciário, seja pela secção, composição de 3 juizes, o modo normal de se tomarem decisões nos tribunais superiores, se existir recurso da contraparte. E sabe-se que não foi interposto recurso conra a decisão do gégé [augério amado vaz], nem foi interposto recurso da decisão de leonel pinheiro. [que ainda não conheço e por isso reservo o meu comentário, mas que peço urgência em que alguém ma mande, pois ainda estou em férias e posso dar-me ao luxo destes comentários, que terão de rarear quando voltar ao meu tribunal, que para alguns que fingem desconhecer é um garnde tribunal, com 2 distritos a cargo e milhares de processos, de que me encarrego duma parte.]

È por isso que a decisão do senhor presidente do stj de santomé de revogar a decisão do senhor juiz augério, no primeiro caso da reviravolta na entrega da fábrica à gestão de mello xavier, como esta segunda decisão do senhor presidente do stj estão inquinadas de absoluta ilegalidade, pois não existe qualquer recurso para o stj de qualquer das duas decisões, quer da tomada pelo juiz augério vaz, quer pela que foi tomada pelo juiz leonel pinheiro. [com esta decisão sucedeu ainda pior já que houve  ilegal intromissão de um órgão que não é juiz, o CSMJ, na esfera de competência exclusiva de um juiz de direito, com ameças de sanções, posteriuormente concretizadas, numa manifestação de ignorante [sobre as suas competencias] prepotência, só mesmo possível em stp… ?]

A primitiva decisão de augério amado vaz, não poderia ser tomada como foi porque não existia processo no tribunal de lembá e foi preferida tendo por base umas fotocópias do processo que o juiz tinha tirado antes do processo ter desparecido, até desconfio que foram tiradas por causa do desaparecimento previsível do processo, mas isso, só  juiz augério vaz o poderá explicar, [até porque se veio a saber com quem esteve o processo por todo o tempo em que esteve “desaparecido”, e com quem ele está agora] Por assim ter acontecido, aquela decisão do juiz augério que mandava restituir a fábrica ao seu dono, não tem validade. Não existia processo no tribunal, e as fotocópias privadas do processo não são o processo. Assim se o juiz augério mal decidiu, sendo a sua “decisão” inexistente, já que não existia o processo verdadeiro no tribunal, pior foi emenda [a decisão do presidente do stj silvestre leite] do que o soneto, [a decisão do juiz augério] por o senhor presidente do tribunal não ter qualquer jurisdição privativa sobre o processo, nem tem competência para por si, sem o recurso no modo, no tempo e na forma legal da outra parte, isto é da jar, [já que a atual “gestão” dos monteiros não é nada, sendo meros ususpadores por ordem [ilegal] judicial inicial e beneplácito de um juiz de direito] e, sabe-se que tal recurso da jar contra a decisão do juiz augério nunca existiu, nem poderia ter sido interposto em tão curso espaço de tempo. O presidente do stj com tal despacho, [que na próxima edição se ao téla non for possível será publicada] tomou uma “decisão” absolutamente ilegal, e violadora de todos os cânones jurídicos, só mesmo possível em stp ou talvez na jusrisdição de fidel ou de kim il sung.

Seguir-se-á, depois desta breve e despretensiosa exposição, do ato segundo, em 2 partes, em breve, o meu comentário [ato terceiro] sobre do processo [de revisão e confirmação] que correu no stj de stp, e depois sobre a “bem dita” execução de lembá, [aato 4º] nos próximos atos do tchilóli, para não vos maçar demasiado, com exposições muito longas. Quem souber melhor verdade que a exponha, critique, comente, mas sempre com espirito de bem dizer as coisas. Vamos todos ser honestos.

C.S.

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    kim kim Responder

    Num país sério todos estariam agora no olho da rua ou na cadeia!
    A ser verdade…, é brutal ver um Tribunal, instituição de Estado responsável pelo Estado de Direito, com o seu mais alto responsável a prejudicar e a desencorajar os empresários a investirem no país.
    Quem vai investir num país quando sabe que no país as instituições se unem para roubar o investidor.
    Ponham essa gente na Ordem por favor… é muito vergonha para os sãotomenses

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    Santosku Responder

    É preciso que Santo Poderoso entre no coração de Governo e do Presidente da Republica para por fim a estes senhores uma corja de incompetentes.

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    leucadio Responder

    É urgente por-se um BASTA!!! Se se confirmar o que relata aqui o Sr. C.S., existe uma manifesta falta de respeito em relação às regras e procedimentos que norteam a justiça em STP. Não é permissível que homens de direito desrespeitem estas regras, nem por desconhecimento, o que traduz incompetência, nem por vontade deliberada. Os orgãos competentes devem, nem que seja com base nesse relato de C.S, promover um inquérito para saber se de facto é real e, caso positivo, chamar responsabilidades às pessoas. Pois, se de facto tudo isto é real, so podemos dizer que aconteceu uma das duas coisas: a) Ou o STJ (o seu Presidente e os seus pares) não dominam a matéria por incompetência e preguiça intelectual, ou b) conhecem bem a matéria mas deliberadamente decidiram não cumprir a lei por parcialidade. Se for o primeiro caso, que se lhes demitam para que outros verdadeiramente competentes assumam essas funções e eles reconvertam-se em profissionais de outras areas onde se adaptem melhor os seus perfís; no segundo caso devem ser demitidos e julgados por corrupção. Mas, ficar como esta é que não pode! A caravana não pode continuar a marchar enquanto que o cão não se cansa de ladrar para alertar de que algo vai mal.
    E mais não digo, por perceber pouco do assunto.

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    Alima Blúcu Responder

    Caro Sr. Carlos Semedo,

    Certamente critiquei a sua forma de escrever num comentário que fiz ao seu anterior artigo nesta tribuna (Téla Nón), mas ainda assim havia salvaguardado a importância dos seus textos, tendo os considerado como sendo de interesse público. Agora acrescento mais: as suas publicações são de interesse nacional.

    Para já, parabenizo-lhe pela objectividade deste texto.

    Verdade seja dita, com tanta coisa que já se disse e se vai dizendo no dia-à-dia sobre a (in)justiça em STP, porquê que ninguém faz nada para inverter a situação?

    Afinal de contas o Presidente da República ou o Primeiro Ministro não têm competência para repôr a ordem das coisas?

    Quem nomeia e exonera o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça?

    Quem nomeia e exonera o Procurador Geral da República?

    Alguém me responde a essas perguntas?

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      zuchi dletu Responder

      Caríssimo alíma,
      Vou escrever de cor, pois faltam-me aqui a lei base do sistema judiciário e as leis orgânicas dos juizes e do MP que não sei onde as tenho. Mas sem prejuízo de alguém de corrigir ou de quando encontrar as leis mencionadas retificar o que escrevo agora, direi que,
      No nosso sistema de justiça, o PR e o PM unicamente têm competência quanto ao PGR, que é nomeado pelo PR sob proposta da pessoa apresentada pelo Governo e pode ser do mesmo modo exonerado.
      Quanto ao Presidente do STJ, ele é escolhido pelos seus pares juizes conselheiros para um mandato de quatro anos, e depois toma posse perante do seu próprio conselho superior, mas pode ser exonerado, como juiz conselheiro que é, pela Assembleia Nacional, sob proposta do Conselho Superior de Magistardos Judiciais, órgão de que é presidente por inerência, já que a sua nomeação é feita pela AN por proposta dos nomes pelo CSMJ. Assim todos os juizes conselheiros do STJ podem ser exonerados pela Assembleia Nacional, que os nomeia, embora sob proposta do CSMJ, assim eu entendo que também a sua [mal] ação pode ser escrutinada pela sua audição na primeira comissão parlamentar, pelo menos quanto ao Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Ademais, o nosso sistema judiciário é dos únicos que permite que o CSMJ tenha o poder de inspecionar os seus juizes conselheiros. Por isso é que as inspeções estão sempre bloqueadas. Mas o PR e o PM podem ser chamados à intervenção, de uma maneira simples. O PR tem o poder de nomear um vogal para o CSMJ – no caso presente nomeou Fortunato Pires – que se desse ouvidos ao que o nosso PR diz em público, contra a corrupção e o sistema de justiça, teria já proposto a inspeção aos juizes. Cabe perguntar-lhe porque não propõe a inspeção perante tal desgoverno e desgraça na nossa justiça ? O PM só por pressão do seu grupo parlamentar, pois que o outro vogal do CSMJ foi proposto pelo MLSTP – Dionísio Dias – que também não faz ouvir a sua voz que devia ser a voz do povo no CSMJ. Pois se votasse pela inspeção, seriam 2 votos, o dele e o do vogal do PR e ao Silvestre Leite, nao restaria outra opção que se definir, e mostrar se quer ou não a inspeção, pois, o Silva não podia votar contra, nem o Samba, pois estariam sujeitos à inspeção, [mas mesmo que o Silva e o Samba, votassem contra] a inspeção teria de passar, com 3 votos, sendo que o outro vogal [que já lá não devia estar] o que é o atual secreário da inspeção, não pode votar. Porque então não atuam? Mais grave ainda é o fato de o vogal indicado pelo Sr PR ter sido o que foi o residente do Tribunal de Contas quando da auditoria que mostrou a desgraça da gestão financeira do tempo da conselheira Alice, já que a gestão do Presidente Silvestre escapou…

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      Augerio Dos Santos Amado Vaz Responder

      Meu caro amigo, a conclusão que eu chego é que ninguém está interessado em mudar nada em S.Tomé, apenas, conversas fiadas e mais nada.

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    Augerio Dos Santos Amado Vaz Responder

    caro amigo Semedo, permita- me discordar se, relativamente a sua posição de aferir da inexistência do processo executivo nº2/2009, pois, as referidas cópias de que faz referências, foram ordenadas por mim ao escrivão para reformular o processo, porém, poderá haver alguma omissão em termos procedimentais, mesmo admitindo por mera hipóteses académica a sua posição, a única via para se poder declarar quaisquer nulidades na minha decisão era por meio de recurso.
    No entanto, o relatório encomendado pelo conselho superior judiciário que pronunciou acerca desta matéria, não constatou erros nenhuns praticados por mim no referido processo.
    A verdade nua e crua é que o Senhor Silvestre Leite, useiro e vezeiro na pratica de crimes, num ato de pura prestação de serviço a terceiros por interesses meramente comerciais, em conluio com o senhor Procurador – Geral da Republica e na complacência dos demais órgãos de Soberania, fizeram um “esbulho judicial” da Cervejeira Rosema ao seu verdadeiro dono. E depois têm o desplanto de andar pelo mundo fora pedindo investimento estrangeiro, quando sabem que não existe neste momento segurança jurídica em S.Tomé. E ficou moda falar de combate a corrupção em STP, quando na realidade existe uma protecção total da corrupção em S.Tomé e Príncipe.

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    zeme Almeida Responder

    Fiquei sem entender este artigo.E o processo Resema ou Rosema.TELA-NON

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    Diploma de Leite Responder

    Leite não é Licenciado em Direito, isto é a verdade pura e dura. Leite tirou curso de Economia Politica na Rússia. se achar que estou a mentir, publica o seu diploma para ser traduzido! Leite não é Jurista, minha gente, por isso que anda a atropelar a Lei vezes sem conta.

    Tribunal de Conta deve agir para clarificar qual é titulo que senhor Leite tem facto.

    Para ser Juiz num tribunal comum é preciso ter um curso de Direito.

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      zuchi dletu Responder

      hum, agora descubro porque é que fui ignorado e até “desdenhado” com ódio quando propus em stp que se fizesse um processo administrativo com todo o historial dos juizes conselheiros, [como se faz noutros países] isto é, pretendia propor a criação do “colar” de juiz conselheiro e de criar as bases para escalonar e contar o tempo de serviço dos juizes com vista à sua futura jubilação… propunha que se organizasse uma listagem dos juizes, com o tempo em que tomaram posse, os anos de serviço, as classificações de serviço, a data e o local da sua licenciatura, em que universidade tiraram os cursos, quais as especializações que foram adquirindo ao logo dos anos, para criar um quadro a que todos pudessem ter acesso! pois foi o que se viu..os ódios e os boatos contra a minha pessoa. queria saber onde é que estão os diplomas do Silvestre Leite, da D. Alice, do Sr Juiz conselheiro Silva, do Sr Conselheiro Frederico, e dos demais, mas, porta fechada e silêncio, até fiz nota de serviço… será por isso que incomodei tanto ?

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      O Ditador Responder

      Acredito que este senhor leite de direito, das leis, da constituicao, das codigo penal, nao percebi nada. Esta a ocupar este cargo porque stp é um país das bananas.
      Acreditem ou nao um dia EU, O Ditador, vou mudar este País.

      O Ditador

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      Falar Verdade Responder

      Realmente causou me estranheza quando soube que Leite tinha sido nomeado PGR, recordo que estive também na antiga União soviética, sempre soube que Leite estava a tirar Licenciatura em Economia nem sabia que era Economia Politica, mais qualquer coisa ligado a Economia isso tinha certeza.
      Quando foi meu espanto disseram me que Leite é PGR, bom pensei talvez ele mudou do curso. Como nunca mais falou se disso pensei que tudo ficou claro.
      Se Leite não tem nada a temer, publica o diploma, eu sei falar russo posso traduzir.

      Ouvi dizer que, Alice nem Licenciatura tem!

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        VIOGO Responder

        Alice pior, porque disseram que tem curso de oficial de justiça … enfim.
        Enquanto não organizarem as coisas os processos individuiais de cada juiz e até funcionário, deidam,ente documenbtado com rspectivos diplomas e afins, esse tribunal será algo fiticio. Tenham vergonham os dizerm mandar nesse país.
        Silva não acabou curso. Frederico estava na univeridade de baixo docá, universidade naiem mem, como mama de leste acabou ele fingiu que foi a cuba acabar, poucvo tempo depois veio entrar tribunal como formado em direito. Pobo!

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        VIOGO Responder

        O dr. Semedo tem toda razão. Ele foi p’ra stp, o que foi-me contado por alguém mujito sério e ideomeo, para ajudar a convite de leite e envolvimento do Govcerno e nisso foi envolvido também o Conselho Superior de Magistrura do Tribunal Administrativo de Portugal e fazem o homem assim!! É incrível existir especie humana como o que há no nosso país. Os piores são os chamados responsáveis máximos que fingem não saber nada (como avestruz). Não tem vergonha de ver como o Carvo Verde é, embora pobre e pequeno. Mas tem gente com integhridade e idoneidade, moral e etica na vida dio Estado. Em stp é tudo esquematico bandido e pior que se pode dizer.
        Dizia que CS veio para judar. Só que ele deparou com muitya bandidagem e os bandidos “sacapuliram-no” e ele pensava que os vencia. Não conseguiu porque o que há mais nesse tribunal são bandidos. Procurem saber deles: poucos são verdadeiram,ente formados, não são sérios, são esquematicos quyase todos. com excepção dos novos. Silva e os seus está numa adminsitração dos tribunais que só deus sabe o que se passa lá. Viagens, cambalachos, sócias e venchas como disse cs, etc. etc. São os próprios funcionários que me contaram issoe falam de forma convicente. Muita falcatrua no chamado CA e daf. Há muita gente a entrar quando o CA foi concebido para gerir e conter despesas; gentes( sócias, primos, venchas, amantes etc.) que entram, sem coincurso, sem vaga, sem verba prevista, mas entram e lá estão. Com conivência de Leite.. enfim.
        Não há pior tribunal no mundo como este. Enquanto isso o sr. ministro anda numa boa limpando secretárias e vivendo em lordes. Viva esta terra. Mas deus há de fazer justiça.

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        Aristides Barros Responder

        Meu caro! Eu Aristides Barros estudei na União Soviética e nunca encontrei lá nenhum Leite e nem ouvi falar que lá esteve. Sei que Leite estudou direito em Cuba. Agora se esteve na União Soviética e viu lá o leite, pode ser verdade porque leite existe em todo canto.

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      Filho da Terra Responder

      Leite é formado em Cuba e não na Russia, mais é verdade que ele tirou curso de Economia Politica, e não de Direito. Toda gente sabe isso, só que têm medo de falar!

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    Colomba Responder

    Gostava de saber porque carga de água é que o senhor doutor escreve o nome das pessoas e países com letras iniciais minúsculas (ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA – Base XIX – Das minúsculas e maiúsculas), e o seu nome assina com letras maiúsculas.

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      zuchi dletu Responder

      Oh colomba, porque me apetece variar e não estar sempre a digitar as maiúsculas e minúsculas e porque sendo as letras e o quadradadinho em que escrevemos tão pequeno, às vezes sai a letra ao lado, e porque com tantas alterações do bendito acordo [com que muitos outros estão em desacordo, bom também antes muitos puristas protestaram quando se deixou de escrever "pharmácia" ] me apetece protestar.. e. “prontos” !!!
      ademais, lê bem todo o texto do acordo e verás que afinal tanto faz fato ou facto, e porquê, maiúsculas para se escrever presidente do supremo tribunal de justiça ? não se diz a mesma coisa se se escrever Presidente do Supremo Tribunal de Justiça ? convenções meu caro, convenções, mas não quero com isso faltar ao respeito quer às instituições quer às pessoas, é unicamente porque me apetece e sai mais rápido escrever… mas perdoa-me estas veleidades… e tens razão quanto à questão da assinatura do meu nome, vou já mudar..
      carlos semedo.

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        Colomba Responder

        Obrigado pela resposta.
        Fiquei esclarecido. Pensava que fosse por outros motivos.
        Cumprimentos.

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        védé Responder

        O Sr. que se incomoda com as injustiças e ilegalidades também escreve para algum outro jornal online português sobre a problemática e o cáos da justiça Portuguesa de que faz parte?
        AHH! esqueci-me. Lá o Sr. não é ninguém, ao contrário de aqui que qualquer osga com ou sem fato como o sr, é tido como se fosse gente.

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          leite palhaço Responder

          coisas do leite! vá curar -se.

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          zuchi dletu Responder

          Védé, tu com estas manias de inferioridade e racismo ultrapassado não és védé nem nada. Em Portugal, onde já estive na magistratura do MP 17 anos, já estive na advocacia 13 anos e agora depois de velho estou como juiz, porque nunca fui de penachos, tachos e carreiras, faço o que gosto durante o tempo que entendo e depois mudo por gosto. Poucos fizerem tanto como eu, passando por tantas e tão variadas matérias pelo gosto de aprender e de fazer. Vá deixa de ser cobardolas e vem de cara descoberta à luta mostrar o que TU fizeste! Olha, em portugal escrevo sentenças e despachos, e nunca senti necessidade de intervir de outro modo, pois a minha satisfação e função se preenche com esforçado trabalho e olha que é de segunda a sexta no tribunal e sábados e domingos em casa, sempre a dar no duro, pois para decidir custa muito, é preciso ler muito, pensar e depois escrever, e não sobra tempo para as longas viagens que os juizes em stp fazem de 15 em 15 dias, ou de mês em mês. Porque fui convidado para o meu país de nascimento, para ajudar na mudança do sistema, e porque procurei com seriedade fazer as coisas, fui maltratado, vilipendiado, impedido de trabalhar, “boatado”, por pessoas que nem formação em direito têm para saber o que é ser jurista e muito menos o que é ser juiz. Sabias que os processos desaparecem, que não são decididos em conformidade com o “direito” que ditos juizes nem os livros básicos de direito têm, que não sabem como se fazem as contas dos processos, que não sabem nem querem saber o direito que têm de aplicar São malandros, pouco trabalham, só querem receber o salário [que convenhamos é de miséria) mas que “complementam” com todos os esquemas possíveis, emolumentos, subsídios, viagens frequentes para formações fantasmas mas que lhes permite amealhar na casa dos parentes mais uns euritos das ajudas de custo e do subsídio de viagem diário ? Sabias que os presos em prisão preventiva estão violenta e ilegalmente presos por mais do que o tempo permitido ? por meses e meses sem julgamento e quando são julgados, por uma pinha de bananas, ou duas galinhas, são condenados em violentas e longas penas de prisão, e que processos de corrupção de grandes e grossos desvios de dinheiros públicos, se perdem, não aparecem, e quando se apresentam em tribunal geralmente nada lhes acontece ? Oh grande mentira, já que te escondes como Védé, eu sei que tu sabes isso tudo, pois pelo modo como escreves és pessoa ligada à vida da justiça, mesmo um dos ditos juizitos ou até um dos “pulhiticos” [de pulha e político] do nosso país, que só destilam veneno e mordem às escondidas, mas dos que nada fazem senão maldizer e esconder-se, è claro que sou santomense e que entendi ter chegado o tempo de contribuir com o que tenho e posso, Olha vedézito, pergunta com seriedade, ou vai informar-te e vem com coragem assumir … de todas as vezes que me desloquei ao nosso país, para estar no meio de malandragem e também de gente muito séria mas incapaz de agir para mudar, sempre paguei com o meu dinheiro ou dos meus familiares! e por todo o tempo que estive a tentar contribuir para mudar jamais me pagaram uma dobra e tanto que poderia ter feito. Comecei com uns estagiários corajosos a mostrar que se podia despachar e bem muitos processos ! que fizerem os que mandam ? fecharam os processos ameaçaram e despediram alguns dos que cheios de vontade queriam aprender e trabalhar, [não soubeste que pela primeira vez se trabalhou em processos das oito da manha até às oito da noite ?] chumbaram outros que sabiam, passaram outros primos que não sabiam em falsos concursos, e em decisões mal julgadas, intrigaram contra mim, com calúnias e mentiras, caninos e raivosos, olha o colomba, branco fdp que pensa que vem mandar para a nossa terra! esse gajo devia ser proibido de entrar no tribunal e que não sabe despachar processos, que foi corrido de portugal, que vem morrer a fome mendigando em STP, vês védé, que afinal mostras que és da mesma laia. Nada sabes ou queres fazer, finges te de importante para esconder as tuas fraquezas e quando surge alguém que até sabe e pode e quer fazer e mudar, logo tratas de o escorraçar, com medo de ficares à mostra, de perderes os teus tachos, de ficar à vista a tua arrogância, de verem por comparação a tua ignorância e maldade se revelar. Então atacas pela calada, com mentira, pelo boato, crias todas as dificuldades, não pagas pelo trabalho que é feito, que não fizeste, e não deixas que seja feito, só para te perpetuares como macaco no galho, e junto da gamela e do tacho enferrujado que julgas ser só para ti e para os teus amigos, familiares, boquitas e viagens e malandarices e esquemas. Assim és tu, que como o “mussandá” esgotas o bom e generoso sangue do nosso país, trepas pela árvore que sugas e afogas até a matar ! não és capaz de ser pelo menos uma vez corajoso de dizer não ! já chega ! basta ! agora vou trabalhar para stp crescer com harmonia, vou fazer primeiro e bem o meu trabalho e depois vou preparar os novos para que amanha venham a fazer mais e melhor que eu, vou julgar com seriedade e competência e honestidade, para que a justiça seja servida a todos sem distinção. vou afinal ter vergonha de dizer mentiras e ser homem ou mulher de palavra: Sim em portugal não escrevo para os jornais, bom antes escrevi ! despacho com muito sacrifício, porque custa, os meus processos e nisso está o meu contributo ! no nosso país [duvido que seja o teu, porque se dele gostasses lutavas por ele ser melhor] como não me deixaram trabalhar por tudo quanto já te disse, escrevo, pensando assim poder contribuir para o despertar das consciências! E sim, se fosse juiz em stp faria mais e melhor que quase todos juntos, e sem falsas modéstias, pois sei mais e melhor do que todos juntos, ou pelo menos tentaria fazer o que sei e pudesse para o meu sofrido povo! talvez ainda me decida a provar to um dia destes ! por agora vou escrevendo ! perdoem-me os outros leitores este desabafo, mas um gajo às vezes perde a paciência com gentalha. Védé ou não ?

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            VIOGO

            Semedo penso que devias introduzir uma exposição ao PR, PM e Asembleika Nacional (já que no tribunal não é possivel e sei que ias meter processo adminsitativo), para te pagarem o que deve e sugerir o que se deve fazer. Essas gente não tem noção de Estado nem de justiça, tgodos eles…

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          Augerio Dos Santos Amado Vaz Responder

          Leite ou iogurte, se és homem interage.Se o não fizeres, não vales nada. Nem tu nem todos aqueles que ainda te permitem estar na destruição total da imagem da justiça em S.Tomé e Príncipe.

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        leucadio Responder

        Ja agora, quando tiver que se referir à nossa terra, deixe de usar a forma “santomé” pois se escrever São Tomé, terá utilizado o mesmo número de letras. Pode até recorrer a “STP” ou mesmo stp que fica sempre melhor do que santomé.

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          zuchi dletu Responder

          kêeee santomé !!
          xi baná bôbô ê nantan ká bilá kulú fá !
          sun moladô ê, kê modu sun ká flá pá tudo non pô tendê ê … santomé ? stp STP téla non ? leuka kê kuá ? São Tomé ? Santomé ?

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    Digno de Respeito Responder

    Senhor Colomba,

    A sua dúvida em relação a escrita do autor, não me pareceu apenas uma simples dúvida mas também com alguma antecipação de ideias erráticas sobre o “outro”. Logo, parece-me bem ter questionado mas haveria (provávelmente) outra maneira (elegante) para expôr as questões devidamente respondidas pelo autor do texto. Se reflectisse antes naquilo que lhe causou o motivo de preocupação (por antecipação), iria perceber que há muitos séculos atrás a lingua portvgvesa, foi ganhando diferentes phormas de escrita. Pois, o “V” tinha o valor de “U” e muito mais exemplos . Certo, que num belo dia alguém pensou em algo diferente para se expôr através da escrita. Nunca se esqueça que a lingua é uma componente dinâmica e circunstancialmente vai se desenvolvendo…

    “Bóca Cá samá navi, blôa cá samá cása”.

    Acho que nós santomenses perdemos muito tempo com “mesquinhice” quando deveriamos nos preocupar com o essencial, nesse caso concreto, o conteúdo do artigo. Pois fa”C”tos e argumentos permitem a justificação do “estado” das “coisas” que na outrora (nunca) vistas ….

    No meu dia-a-dia (tanto em STP como em PT), deparo com seguinte afirmação “se Salazar existisse…”

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    Matabala Responder

    Eu ja nem leio mais estas noticias porque ja sei qual é o final…mas esta me dispertou atensão pela forma feia que utilizaram o termo Tchiloli como sinónimo de coisa sem valor…acho que se queremos valoriazr a nossa tradição devemos ter cuidado com certas figuras de estilo que utilizamos…

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      Augerio Dos Santos Amado Vaz Responder

      Meu caro amigo, sei que nós somos muito sentimentalistas quando nos interessa, porém, o termo tchiloli utilizado no título do artigo, não desvaloriza em nada a nossa tradição, aliais à promove, isto é,para quem conhece a tragédia de Marquês de Mântua, facilmente, ficará a conhecer a tragédia de marquês de leite, pela clarividência que o autor utilizou a sua figura de estilo.

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        zuchi dletu Responder

        Gégé, obrigado pela tua defesa da minha ideia, pois de fato quis significar com tchilóli, aquilo que de muito sério e importante tem, a ideia de tragédia, de processo díficil, e de que vale sempre a pena “lutar” pela verdade e para que os castigos se apliquem mesmo aos que são “maiores”, ou “dos grandes” como se aplicou ao assassino D Carloto, pena é que não tenhamos na nossa sociedade uma justiça à Carlos Magno, que mesmo a seu filho dá a sentença merecida. E isto que “parodio” com a metáfora “tchiloli Rosema”!
        abraço.

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    STP = Condomínio Fechado Responder

    Perante a leitura do texto e os comentários, verifica-se a pequenez do país. Mediante uma matéria, gravíssima para o país, exista comentário relativo aos erros de ortográfica (que não distorça a compreensão do texto exposto), entre outros que nem merecem comentários.
    Quanto ao Sr.º Carlos Semedo, agradeço pelas suas exposições e preocupação com STP. Contudo, espero que as suas intenções sejam de clarificar um pouco o modo que estamos a ser governados, na base de interesses próprios.
    Na minha humilde opinião, devia utilizar as redes sociais (facebook, twitter, blogs, etc) aonde pode expor mais sobre os seus ”background”; sobre a sua formação, experiencia profissional, entre outros. Dando, assim, mais credibilidade sobre as suas exposições, comentário e opinião sobre São Tomé, ao povo santomense.
    Atentamente,

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    Santomense 100% Responder

    Caros compatriotas,
    Até onde vamos parar com este tribunal mediocre que temos. Juízes arrogantes, curruptos e incopetentes. Uns não têm licenciatura em direito , outros são “made in niêm mé” e outros nem na universidade passaram. Pois é, a onde anda a ordem dos majistrados ?
    Um apelo a sr. Silvestre Leite e o senhor PGR, tenham vergonha, ponham o cargo a disposição ! Será que já não sabem fazer mias nada ? Se assim for , com todo esse dinheiro de bissness realizado ao longo do mandato, abram loja e vendam arroz, ou vão pra agricultura , já que não sabem fazer nada ! O Leite pode dedicar-se a tocar violin que é o que sabe fazer e o nosso play boy (PGR) pode dedicar -se a ser juri dos desfiles de moda.

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