Análise

São Tomé e Príncipe está no rumo da vitória

Que temos uma crescente actividade de  focos para o desenvolvimento do país, é a conclusão que chego depois de uma observação, com elevado nível de preocupação em relação aos últimos acontecimentos gerados pela nossa democracia.

Sem ordenar pela preponderância enumero os seguintes aspectos:

1.       Os 37 anos de atraso no desenvolvimento começam a tornar incomodativos para os são-tomenses quer na terra natal como na diáspora, o que tem originado uma tendência de discurso de conciliação e verificável aumento de apelo à consciência social nos comentários dos filhos da nação. A nossa grande tendência de assimilação de novas tendências já manifestadas nos primeiros anos a seguir ao Abril de 74 poderá ser determinante na propalada mudança de mentalidade se existir orientação nesse sentido. Acrescenta-se o crescente número de cidadãos com formação académica de nível elevado o que torna mais eficaz a transmissão de ideias novas.

2.       A energia emanada do povo na manifestação para “Salvar a Democracia” assim como para realizar a “Mega Manifestação de Rua” promovida pelo ADI, indica que a população está activa podendo dizer presente.

3.       O governo cessante trouxe uma mais-valia, que deve ser preservada, ao permitir que muitos cidadãos apartidários pudessem afirmar que tínhamos um governo que controlava a tendência para abuso das contas e dos bens do estado.

4.       A oposição, quase sempre considerada inoperante, foi soberba ao suspender as acções de um executivo que: a) deixou que evoluísse a impressão de que a comunicação social do Estado era controlada a ponto de não informar com verdade; b) levou os comentaristas, no país, a afirmarem que os da diáspora não assinariam os comentários com nomes próprios se estivessem no país, enquanto alguns na diáspora deixaram de usar os nomes verdadeiros temendo pelos familiares na terra; c) não impediu que pairasse a noção de que os adversários políticos seriam perseguidos; d) não se justificava diante dos elementos indicados pelo povo, aquando da apresentação de questões mais passíveis de explicações claras. Esperemos que os fins da oposição venham justificar os meios.

5.       Jornais digitais informando aos filhos de STP dispersos pelo mundo em tempo considerado muito útil, estando o Téla Nón privilegiado para importantíssima troca de ideias entre são-tomenses, malgrado o ligeiro e crescente número de acusações de imparcialidade;

6.       A Sua Excelência o Senhor Presidente da República revela-se-me como o maior dos exemplos a apresentar para justificar que podemos estar na rota de crescimento da consciência social. O PR não se demitiu no momento de tomada de uma grande decisão. Pendeu para o lado da nação. Conforme as notícias, exigiu as alterações recomendadas e devolveu o poder a quem o povo elegeu. Vendo-se obrigado a fazer avançar a alternativa, “como STP não pode parar”, não hesitou. Entre tanta conturbação houve tempo para alertar que os políticos que deviam PEDIR DESCULPAS AO POVO só fizeram acusações simultâneas. Vejamos: – alguém lembrou aos políticos que eles ocupam lugares que devem fazer dos mesmos exemplos para a sociedade; – alguém lembrou aos políticos são-tomenses que o povo deve ser respeitado; – ­alguém pareceu interessado em combater a falta de decoro nacional começando por cima.

Vendo que temos referidas peças tão importantes em condições de funcionar, considero que evoluiríamos rapidamente se:

1.       Cada cidadão são-tomense usasse os 37 anos de atraso como motivo para militância no sentido de correcção pessoal e de sensibilização das camadas menos esclarecidas de modo a contrariarmos essa infelicidade expressa em números. Que nunca dissessem que se envergonham de serem filhos deste paraíso, mas que mostrassem ou pelos menos sentissem o seu contributo para o desenvolvimento do país.

2.       A população, através da sensibilização pedida no ponto anterior, atingisse um nível de consciência supra partidária que permitisse a que toda a energia manifestada fluísse na direcção das causas do país e não a favor das partes que nos têm separado para se aproveitarem de nós.

3.       O novo Governo mantivesse o que foi bem feito na governação anterior e justificasse que na oposição trabalhou seriamente para o país e não pelo derrube do adversário sem qualquer objectivo de interesse nacional. É necessário substituir, nos discursos, a enumeração dos erros de quem lá esteve, pela relação de requisitos para cumprimento de novos projectos e, de preferência, com indicação de tempo definido para alcance de metas previstas. Tomar o reconhecimento da oposição como uma necessidade para a confluência das diferenças das partes que farão um todo em prol do país.

4.       A oposição se mantivesse com a eficácia demonstrada, sem se afastar dos objectivos nacionais. O ADI deverá reconhecer os erros, abandoná-los e ambicionar, como todos os outros partidos, ser o mais convincente partido para gerir o futuro da nação. Este partido não se deve transformar em capital perdido. Se tiverem a consciência de que os últimos factos foram derivados do erro de funcionamento do sistema, que fiquem por perto de modo a ajudarem a corrigir esses erros em prol de uma democracia mais útil à nossa nação.

5.       O Téla Nón mantivesse o seu apoio à oposição em benefício do país, como tem feito até então tendo sido processado por governos anteriores com a curiosidade de um familiar directo do director ter sido ministro num dos tais governos. A imparcialidade é difícil de ser entendida mas se for declaradamente destruída podemos perder este jornal que constitui um dos maiores senão o maior ponto de encontro entre os são-tomenses dispersos. É necessário informar sobre o que foi mal feito ou o que devia ser feito para que as obras sejam erigidas com sucesso, todavia, não deixa de ser importante dizer o que está a ser feito para estimular a quem faz e para fazer acreditar os filhos que queiram investir. Os governantes e os seus apoiantes que muito se queixam dos jornais, deviam usar esse meio de forma credível para divulgarem os seus feitos – quem fizer algo que possa mostrar, não temerá as críticas.

6.   Se multiplicassem as intervenções de Homem de Estado que teve o PR. Não lhe chamo Pai Grande porque gosto de me sentir ao lado dos homens para os apoiar ou contestar diante das decisões e defendo que o povo deve estar atento e participativo no trilho do seu destino sem nunca passar um cheque em branco a quem quer que seja e passar a viver num descanso tormentoso. Confesso que ainda não afirmo que se trata de um grande Homem. Reconheço, sim, que teve nobérrimas intervenções num dos momentos menos felizes da nossa democracia. A repetição sistemática dessas intervenções poderá fazer do seu mandato um marco na história da democracia e de si, um merecedor de gloriosos títulos. Nessa altura, entrarei no coro. Ouvi a voz de um homem com razão a impor-se acima das indefinições ou das prejudiciais definições dos poderes de órgãos de soberania, tal como a Dona Paula que referi no meu artigo “O Mais Alto que a Lei”. Imaginemos essa postura ser imitada pelo Presidente do supremo Tribunal de Justiça, pelo Procurador-Geral da República, Pelo Bastonário da Ordem dos Advogados, pelos Ministros, pelos Directores… É muito útil lembrar às pessoas a responsabilidade que têm para com a nação que se quer construir.

Concluo que o nosso xadrez tem peças para vencer. Façamos lances acertados.

Horácio Will / Portugal

    19 comentários

19 comentários

  1. Nada

    2 de Janeiro de 2013 as 11:41

    Concordo plenamente contigo. Mas afirmo que PR e mesmo um Pai Grande.

    Obrigado.

    • Horácio Will

      3 de Janeiro de 2013 as 8:52

      No ponto 2 onde digo “acusações de imparcialidade” quis dizer “de parcialidade”.

      Caro Nada
      Desculpe usar o seu espaço para correcção. Como é o primeiro comentário tornou o mais prático para o efeito.

      Grande abraço, compatriota.

  2. male pocon

    2 de Janeiro de 2013 as 12:09

    Diz-se que o maior cego e aquele que nao que ver e o maior surdo aquele que nao quer ouvir, por isso perante mais esse excelente trabalho, seria bom se todos nos filhos da terra, deixassemos de fingir de cegos e surdos.

    PORTANTO, AQUELE QUE SABE FAZER O BEM E NAO O FAZ, ESTA COMETENDO PECADO, Tiago. 4:17

    Obrigado Deus por concederes ao pequeno STP, homens com tao grande talento.

    Parabens Sr. Horacio, pelo trabalho.

    Deus connosco.

  3. Zugú-Zugú

    2 de Janeiro de 2013 as 12:51

    Meu Caro Amigo. Li e entendi o que escreveste. Posso até não estar no teu coração, porque nem sempre o que se escreve é igual ao que está no coração. Seria uma ipocresia. Todavia, entendo que o Sr. Dr. Manuel Pinto da Costa, Presidente da República Democrática de S. Tomé e Príncipe, consegue e bem liderar os destinos deste Povo, durante o tempo do seu mandato. O mal está na falta de diálogo que não tem havido nos em alguns políticos desta Terra, até parece que a arrogância dialoga mais do que a linguagem bem gerida. Como se diz “Bóca dóchi cá fiá cloçóm”. Mesmo no tempo do Partido único, havia diálogo com Trabalhadores nas Empresas Agrícolas e outros Organismos Centrais do Estado. Balança de Cunchença, Campanha de Defesa do Povo Trabalhador, crítica e autocrítica, tudo isto havia quem não gostava, mas, a coisa ía andando para frente e organizada. Fico por aqui. Todavia confesso-te que gostei, mais vale a pena assim do que nada. Parabéns pelo artigo.

  4. Quem é a verdade?

    2 de Janeiro de 2013 as 13:06

    Mais um grande artigo de apoio a reflexão positiva de todos.

    Entre outras linhas de pensamento me proporcionado por este artigo, um verso bíblico me salta a mente ao lê-lo, “Examinai tudo. Retende o bem.” (I TESSALONICENSES 5:21)
    Alguns pontos deste artigo me soaram como a firme tentativa de aproveitar os cacos para uma nova construção.

    Que possamos tirar lições de todo e procuramos um rumo melhor para o país.

    Bom ano a todos.

  5. Eusébio Pinto

    2 de Janeiro de 2013 as 16:08

    Depois de toda a turbulência política que o nosso país conheceu na ponta final de 2012, nada melhor do que um artigo de opinião como esse para logo no início de um Ano Novo, anestesiar e amenizar os ânimos ainda alterados de grande parte da nossa sociedade.

    No seu todo, considero o seu texto rico tanto na forma como no conteúdo. Retive-me, entretanto, na passagem que cito: “…Que nunca dissessem que se envergonham de serem filhos deste paraíso, mas que mostrassem ou pelos menos sentissem o seu contributo para o desenvolvimento do país.”, para dizer o seguinte:

    Pessoalmente eu não tenho receio de afirmar que durante as tristes cenas protagonizadas pela nossa classe política no ano que terminou, tive momentos em que pela primeira vez na minha vida senti a vergonha de ser santomense. Não perdi tempo em desabafar com os meus amigos mais próximos, também santomenses, sobre o assunto e constatei que o tal sentimento de vergonha de ser santomense, afinal não tomava conta só de mim, mas de demais concidadãos.

    Mas independentemente de tudo isso, meu caro conterrâneo Horácio Will, como poderá cada santomense espalhado por vários cantos desse mundo mostrar o seu contributo para o desenvolvimento do país, se o que o país nos tem mostrado é uma imagem cada vez mais negra sobre aquilo que constitui o seu futuro, com um reinante clima de cada vez maior desunião entre os santomenses, com um manifesto elevado nível de sentimentos de invejas e de luta a todo o custo por parte dos santomenses para a destruição do seu próximo? Será que vale a pena acreditar só por acreditar, mesmo com a luz cada vez mais distante do fundo do túnel? Nunca antes me senti tão céptico como agora!

    Eusébio Pinto
    Luanda, Angola

  6. Horácio Will

    2 de Janeiro de 2013 as 20:29

    Prezado Eusébio Pinto
    Agradeço-lhe o momento de partilha que me concede porque aprecio muito os seus comentários.
    As pessoas que nos vão conhecendo saberão se nos identificamos ou não com certas atitudes de certas pessoas do nosso país.Nessa altura valemos por nós. Em vez de nos envergonharmos devemo-nos preocupar com possíveis soluções para que possamos todos juntos evitar as repercussões negativas que as atitudes vergonhosas dos outros terão no país. Não passemos a dizer em voz mais baixa que somos de STP e que nos orgulhamos das nossas ilhas e que a pessoa que gostamos de ser começou a ser moldada lá.Partilho consigo a sensação de impotência (palavra feia)melhor, a constatação de dificuldade de cada são-tomense espalhado por diversos cantos do mundo poderem mostrar o seu contributo. Por isso fiz uma ressalva para pelo menos sentir visto que nem sempre se pode mostrar.
    Mas há formas de contribuição tão simples que nos passam despercebidas. Por ex.: vamos de férias saindo dos nossos cantos do mundo para STP. Se mostrarmos os valores humanos aos conterrâneos e reunirmos os jovens das nossas freguesisas para troca de impressões e até organizarmos concursos de melhores ideias com pequenos prémios em vez de mostrarmos a superioridade de aparência dos que vão do estrangeiro, estaremos a contribuir de alguma maneira.
    Muitas outras formas existirão partir da sinceridade com que nos manifestamos e exigimos aos outros quando se trata de assuntos relacionados com o país.

    • Eusébio Pinto

      3 de Janeiro de 2013 as 15:33

      Caro Horácio Will,

      Obrigado pela chega que dá em relação ao meu comentário!

      Na verdade eu sou daqueles que se tem abdicado de entrar em bate-papos através dos comentários aqui no Tela Nón, como forma de evitar o meu envolvimento em situações de faltas de respeito e de certa forma ridículas que tenho assistido. Mas decidi reagir de novo, porque faço-o com conhecimento do rosto que está do outro lado (apesar de não o conhecer pessoalmente).

      Não deixo de concordar consigo quando fala de formas de contribuições simples e que nos passam despercebidas e julgo não ser estranho para si o facto de eu ser alguém que tem procurado algumas formas de contribuição, mas que não vou citar agora para evitar publicidades. O problema que se coloca é que quando alguém na diáspora procura contribuir de alguma forma para o nosso país, os nossos cidadãos não perdem tempo em associar o contributo dado com motivações políticas. Isso porque, desde o advento da democracia em 1991, as pessoas interiorizaram na sua mente que ninguém faz nada em prol da nação sem que esteja por trás interesses políticos, pois na verdade, esse tem sido o principal “modus-vivendi” do homem santomense em pouco mais de duas décadas. Será que isso estimula ou desencoraja? Enfim, a resposta poderá ficar ao critério de cada um.

      Olhando de novo para a questão da vergonha de ser santomense, pessoalmente vejo esse sentimento como resultado da acção danosa da nossa classe política ao longo do período de vigência da nossa democracia. O que podemos esperar mais dos nossos políticos, se todos eles juntos, sem qualquer excepção, apresentam folhas de serviço manchadas de actos de corrupção, oportunismo, nepotismo, arrogância, etc, etc.? Se com 20 anos de idade eu tinha esperança de vida melhor para o nosso povo, agora que já passei dos 40 sem que algo tivesse mudado para melhor, devo continuar cegamente fiel a essas esperanças, mesmo estando patente que os detentores do poder, independentemente da sua família política, vão matando as nossas esperanças a cada dia que passa? Será que valerá a pena?

      Reafirmando o que disse no comentário anterior, nunca antes me senti tão céptico como agora!

      Eusébio Pinto
      Luanda, Angola

      • Horácio Will

        4 de Janeiro de 2013 as 15:41

        Prezado Eusébio Pinto,
        Torna reconfortante a manifestação de confiança depositada em mim. Obrigado!

        Quando li pela primeira vez o jornal calhou ter visto o comentário de um colega que dizia que muitos comentam para aparecer. Como quis dizer uma coisas, passei imenso tempo a comentar com nome fictício para não parecer interesseiro. Como sei a fé com que faço as coisas, decidi por o meu nome nos comentários aguardando que todos me digam o que considerarem justo. Até em casos de injustiça premeditada dirigida a mim, tento ver se alguma coisa se pode salvar. Nunca é demais investir num elemento da terra que se quer construir. Quem sabe se daqui a anos alguém com mais tenacidade para avançar não irá se apoiar nos exemplos que deixarmos hoje! Se acontecer a terra melhorará sem que falem do nosso nome mas não teremos nos esforçado em vão.
        Todos nós ao deixarmos de fazer o que é correcto devido aos erros dos outros, estaremos a contribuir que os ratos dominem sobre os gatos. Alguma casa aguentará isso?
        O Bem nunca deverá se esconder receoso enquanto o Mal toca e dança.

  7. keblancana

    2 de Janeiro de 2013 as 21:22

    A expressão “Pai grande” significa pai da grande miseria que se vive em STP?
    Alguém faça o favor de me esclarecer, please pf.
    Talvez se dissermos que O PR é pai grande consegue-se bom tacho na terra. Deve ser nova forma de engraxar. Será isso?

  8. J.Rosário

    2 de Janeiro de 2013 as 22:17

    “Mudam-Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
    Muda-se o ser, muda-se a confiança:
    Todo o mundo é composto de mudança,
    Tomando sempre novas qualidades.

    Continuamente vemos novidades,
    Diferentes em tudo da esperança:
    Do mal ficam as mágoas na lembrança,
    E do bem (se algum houve) as saudades.

    O tempo cobre o chão de verde manto,
    Que já coberto foi de neve fria,
    E em mim converte em choro o doce canto.

    E afora este mudar-se cada dia,
    Outra mudança faz de mor espanto,… ”

    Luís Vaz de Camões, in “Soneto” A mudança é condição fundamental aplicavel em situações várias.Parabens Horácio Will por este belo artigo que é mais um de muitos outros aqui divulgadospor ti.A população está ativa e presente e sabe o que quer e não se deixa manipular e já sabe conviver com banho de águas turvas.Os pontos 1 a 6 são produtos de uma refexão equilibrada ,aplicaveis aos momentos atuais de STP , uma mensagem que reflete um opinião muito pessoal mas que encontra eco e compartilhado por muitos cidadãos são-tomenses de bem,integros,de mente aberta,sem preconceitos e que está atento a tudo que se passa em STP e colabora desta forma tão modesta mas rica.Bem haja.Bom ano 2013. Que este seja o ano de mudnças reais em STP.Que a justiça seja mais justa,que a saúde sai da enfermidade em que se encontra,que a educação seja melhor e o eixo do mal(a corrupção)seja combatida.João do Rosário

  9. J.Rosário

    2 de Janeiro de 2013 as 22:21

    a corrigir:compartilhada,estão atentos,colaboram, a saúde saia,seja combatido

  10. Zé Maria Cardoso

    3 de Janeiro de 2013 as 9:46

    Caro amigo Will,
    Enfim…! Ficou tudo dito. Continue fazendo a tua parte.
    O país é de todos nós. Os políticos passam-se e o bem é sempre premiado, mesmo que tarde.
    Um Ano Novo do tamanho dos teus desejos num STP de concórdia, democracia e desenvolvimento para todos.
    Bom Ano!

  11. DC

    4 de Janeiro de 2013 as 12:21

    Bom artigo, apesar da manifesta parcialidade revelada no ponto 4 dos aspectos elencados.

    • Fé Cunchença

      4 de Janeiro de 2013 as 14:57

      Muito boa gente que gosta de falar de corrupção má fé quando esses vê artigos até fogem. Estes metem as pessoas a olhar para elas próprias e ningém gosta. Porquê? Porque má índole está dentro de muita gente que manda a boca contra os outros. Aprende a mudar em vez de dizer que os outros é que são cobras e lagartos.
      Parcialidade no ponto 4 = parcialidade no ponto 3.
      Ninguém mais imparcial que este conterrâneo até hoje.
      Parabéns e bom ano Horácio Will

  12. Kebla

    4 de Janeiro de 2013 as 20:50

    Caro will!….. demonstre claramente que quer ajudar o Povo santomense. És analista (se não me engano), faça as malas e vá trabalhar no País.

    Escrever textos, é fácil, vai lá trabalhar, demonstre todo seu patriotismo. Pago para ver….. Forte abraço.

    • Horácio Will

      4 de Janeiro de 2013 as 21:34

      Quem me dera que dera! Se a minha malinha feita para ir trabalhar no país fosse a solução que STP precisa, não perderia um minuto a fazer qualquer apelo por mais que alguns gostassem de os ouvir (ler). Os que não gostarem, que seja por motivos confessáveis. Se for para deitar abaixo ou por falta de patriotismo, peço que me poupem dos seus fortes abraços. Não paguem para ver nada. Usem o dinheiro para causas mais nobres se tiverem tanto.

  13. HLN

    6 de Janeiro de 2013 as 13:31

    Grande H Will,
    Excelente artigo mesmo de tirar o chapéu, mas desde que mundo é mundo a prós e contra, por isso surgiram sempre opiniões divergente, sem muito para comentar,porque só quem não quer ver está escrito e explicado, valeu. Aproveito para desejar um ano cheio de sucessos, e que Deus continue a iluminar a sua mente, para continuar a blindar-nos com excelente trabalho.

    • Horácio Will

      6 de Janeiro de 2013 as 18:41

      “…que Deus continue a iluminar a sua mente…”
      Obrigado, HLN.
      Quer acreditemos ou não em Deus, os pricípios ensinados em nome dele enobrecem qualquer alma. Se não vivêssemos tão de costas para esses princípios, teríamos outro STP.

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