O virar de páginas no leve-leve da democracia

Há evidentemente evolução. O partido tem a sua estratégia, houve essa posição que foi assumida que tem demonstrado também a inviabilidade ao nível do funcionamento normal das instituições (…) Só mais cego, é quem não quer ver (…) Daí que ADI tomou essa posição, essa posição correspondeu a um momento particular. Há vários momentos e em função dos momentos ADI irá ajustar o seu posicionamento político. ADI, regressará no momento oportuno ao debate parlamentar, a tribuna do parlamento, porque o parlamento é nossa casa e nós somos o partido maioritário. Palavras de Patrice Trovoada, Presidente de Acção Democrática Independente na sua entrevista ao jornalista Carlos Menezes da RDP África no dia 22 de Março do ano em curso, reagindo ao boicote às acções parlamentares por parte dos deputados do seu partido.

Na política há timing em que os políticos agendam os seus malabarismos sempre com o convincente e repetitivo discurso “ao bem do povo”. Jamais se ouviu tagarelo de um político interessado nas conquistas eleitorais algo que contrariasse ao desejo do eleitorado. Hoje, na Europa, e mais no concreto, nos países amarrados ao enforcamento da crise tróicaniana, por mais que as políticas socioeconómicas são para mandar ao povo apertar o cinto com o desemprego, a subida dos custos de vida em contramão com a queda do valor real do salário, as incómodas obrigações fiscais e outros agravamentos sociais, os governantes ocidentais usando vuvuzelas dos seus porta-vozes, afirmam de forma sistemática que todo o esforço exigido aos seus sacrificados é em nome e ao bem do povo do sul da Europa.

Nas ilhas adormecidas, a Acção Democrática Independente, enquanto força partidária no xadrez político são-tomense, reuniu o seu Conselho Nacional no Palácio dos Congressos, em São Tomé, no último domingo, para que os seus militantes e simpatizantes rubricassem com vivôs a mensagem saudosista do Presidente Patrice Trovoada, vinda de lá fora por imposição, na sua leitura, do défice democrático reinante no país e ao regresso dos 26 deputados do partido a casa da democracia para intervirem no debate democrático.

Segundo Levy Nazaré, Secretário-Geral de ADI, esta nova etapa na vida partidária responde aos desejos dos seus militantes para o partido cumprir a missão eleitoral da defesa do povo no Parlamento, ou seja, finalmente, lá irem para o “bem do povo”. Quanto as eleições autárquicas e regionais os congressistas reforçaram o discurso dos partidos da praça para a sua realização conforme a lei, e decerto, manifestaram-se ávidos em pôr no momento oportuno os motoqueiros no grande desfile de recepção do Presidente para movimentar a máquina partidária na corrida eleitoral.

Para as tintas, o regresso dos faltosos deputados dá para levantar poeiras aos olhos do cego. Foi necessário quase meio ano de regabofes e salários mensais nas contas dos 26 parlamentares, sem nada fazerem e aos olhos famintos dos são-tomenses, para que a ADI visse que a estratégia do caos há muito que tinha falhado?

Não! O partido tinha um timing a cumprir, acima do “bem do povo” que jamais deve exigir aos deputados a devolução ao cofre público dos salários recebidos sem trabalho, porque os deputados não são infractores no gozo da imunidade parlamentar. Os deputados de Acção Democrática Independente não queriam ser colados ao que mascaram de eleição ilegal do Presidente do parlamento nem ao Programa do Governo de Gabriel Costa e as suas contas para 2013, o OGE.

Por mais que alguns especialistas desacreditem nas coincidências, recordemos Gabriel Costa, na sua cruzada ao mesmo canal e ao mesmo jornalista, no dia 29 de Março, uma semana após os são-tomenses terem ouvido Patrice Trovoada saído do longo silêncio do seu novo recôndito político-privado no estrangeiro. Tudo o que se diz não passa de especulações. Angola receberá o senhor Presidente da República, Manuel Pinto da Costa, não há qualquer nebulosa relativamente ao relacionamento entre os dois chefes de Estados, entre os dois Estados. Portanto, volto a dizer que, brevemente essa visita far-se-á e vocês terão conhecimento.

Brevemente? Sim! Brevemente de Gabriel Costa, Primeiro-Ministro do XV Governo, aconteceu entre 11 e 13 de Abril com a visita de um dia de Pinto da Costa a Angola, mas que se alastrou por três dias devido a acertos de conveniência diplomática, donde regressou com as palavras da retoma e intensificação de cooperação entre os dois países favorecendo aos negociantes angolanos a supressão de barreiras de vistos de estada em São Tomé e Príncipe até 15 dias.

E momento oportuno? Momento oportuno de Patrice Trovoada, Presidente de ADI e antigo Primeiro-Ministro vindo das eleições legislativas de 2010 e que se aventurou numa tentativa falhada em devolver ao eleitorado antecipadamente a crucificação agendada para Julho de 2014, revindicando uma maioria folgada, não ficou no sepulcro e deu-se no último domingo, 14 de Abril, logo a seguir ao regresso do Chefe de Estado ao país com o Conselho Nacional do partido a mandar aos seus deputados para regressarem ao trabalho parlamentar.

Os são-tomenses precisaram pouco menos de um mês para assistirem ao brevemente da agenda do governo presidencial e ao momento oportuno de ADI na oposição, a entrar no vocábulo político de agora e já. Em quatro dias, de quinta-feira ao domingo, o Governo e a oposição na frente diplomática, por um lado e partidária, por outro, como que desvairada corrida contra o tempo numa agenda única e partilhada, cumpriram ao prometido numa disputa encenada de, em qual dos dois campos, Pinto ou Trovoada com Gabriel Costa na bancada a espreita do seu próprio timing, sairá palavras mais bronzeadas para cantigas de convencimento eleitoral pá povo dança só com Cristo.

Agora que fica para o registo da história mais uma das nossas diversões políticas com a safadeza das bombásticas e ensurdecedoras páginas escritas e faladas no leve-leve da nossa democracia, o regresso ao normal funcionamento das instituições democráticas com o teatro político acertado pela cronologia de Acção Democrática Independente, resta saber, qual o timing da saída do país do fosso rumo ao crescimento económico?

Na imprevisibilidade da nossa arena, qual o próximo episódio do leve-leve nas ilhas das maravilhas no centro do mundo? Brevemente ou no momento oportuno?

Uma coisa é certa. Por mais que nos verguemos e contentemos com a decisão dos militantes de Acção Democrática Independente emanada do seu Presidente, lá fora, em mandarem aos seus 26 deputados ao trabalho, sim, ao trabalho do debate parlamentar, o país perdeu demasiado tempo com as brincadeiras de barriga cheia dos políticos que afirmam fazer tudo ao “bem do povo” das santas ilhas do Equador.

Num outro olhar, São e Príncipe perdeu ontem, dia 17 de Abril, um dos seus mais emblemáticos e estrangeirista dos filhos. Um social-democrata da CPLP, da África e de São Tomé e Príncipe, homem moderado, nascido e feito perfil académico, desportivo e cultural na capital da Metrópole, Lisboa, sem grande contacto com a terra e a cultura do pai são-tomense, mas que, na altura de lutar pela libertação da sua África, já médico e militar do exército colonial português, não hesitou em optar pelas ilhas do Equador em detrimento de Cabo Verde da sua mãe.

No dia 18 de Abril de 2011, há precisamente dois anos, no nosso pensamento «Pinto da Costa e Miguel Trovoada… graças a Deus!» aqui no Téla Nón, lançávamos reptos aos nossos nacionalistas que escrevessem as suas verdades e mentiras, makas e virtudes do processo de luta de libertação nacional e não só. Proferíamos: “Não é do interesse público quando na lei natural de transformação, um deles despedisse da Nação com honras do Estado e todos os préstimos de despedida, é que o Santo virá dizer a missa, sem trafulhices alguma e lá está, o cruxificado sem o direito a defesa de honra. Quem lança a 1ª pedra literária?”

Não tardou a ser testemunhado que Carlos Graça tinha a sua obra literária em forja e ainda teve tempo de oferecer-nos nas “Memórias de um Nacionalista Sui Generis” o seu pensamento político, ético e moral acerca da sua participação no caminho escolhido a trilhar por São Tomé e Príncipe. Nos factos da História sem coloração partidária e apesar das imperfeições humanas, cremos que ao Dr. Carlos Graça pende um filho bastardo que soube no meio dos diabos, santificar a sua alma são-tomense de carácter impecável.

Neste virar de páginas, associamos aqui de forma muito orgulhosa às referências intangíveis de Dr. Carlos Graça, um Grande Homem, um conselheiro e um democrata convicto e, compartilhamos a dor dos familiares e o luto de uma Nação. As mais sentidas condolências.

José Maria Cardoso

18.04.2013

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    Jose Carlos Costa Responder

    Porque que esse Preguiçoso que responde pelo nome de José Maria Cardoso passa a vida a lançar intriga e odio tem ainda espaço no Tela Non? E que ja cansa essa de ADI/ Patrice versus MLSTP. Sr Cardoso faça qualquer coisa em prol do nosso pais com discurso progressista e deixe de mesquinhice e retrocesso, ate porque nao é justo falar de herario publico que os deputados do ADI receberam injusta ou justamente quando temos na mesma assembleia pessoas que delapidaram os cofres do estado em 5 milhões da STP TRADING so para citar um ex, ou ainda pessoa como o Sr Pires Neto que quando abri boca e so para dizer asneira ai ja é justo esse paspalho receber ou é justo o Manel Sanzinha receber salário do povo e depois ir a angola e convidar os Angolanos a nao investirem em STP? Portanto deixemos de atirar mais axa pra fogueira e ainda deixemos de ter uma visao monocromática porque existem outras cores no espectro politico nacional que nao o azul. Meu Sr vá trabalhar e faça alguma coisa de útil pelo nosso Pais e deixe de receber migalhas para escrever essas palhaçadas que so nos separa ainda mais. Ódio provoca ódio.

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      Hernani Santos Responder

      Grande comentario o seu meu compatriota Jose Carlos Costa.

      Ja agora Tela Non,
      Afinal a ditadura do chefe continua na TVS! A vossa colega Hélia Fernandes foi banida da televisao de todos nos. Cade a vossa revolta em defesa da classe? Cade o abaixo assinado com a vossa consternação?
      Cade a vossa coerência ja que tinha gritado (e bem) para os quatros cantos do mundo quando colegas vossos foi atingido no anterior governo?
      Hummm, afinal o problema depende de quem e o chefe ne? Tenham vergonha meus senhores.

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        Hernani Santos Responder

        Voltei ca e meu comentario ainda aguarda moderação. ok conclui que cá esta um comentário que não tem lugar no tela non porque põe dedo na ferida…. Tinha me esquecido que a ditadura do chefe afinal e bem mais poderosa e tem tentaculos em todo lado ate mesmo aqui no tela non. Vou estão pastar para outra freguesia

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          haha Responder

          Porquê que este passou?

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      Migo mú Responder

      Muito bem Sr. José Carlos Costa.

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      E. Santos Responder

      Agora compreendo porque é que o ADI diz que Patrice Trovoada é o Líder que o MLSTP/PCD queriam ter.
      Bem, esses camaradas não deixam o homem morrer…quando a gente pensa que vai esquecer Patrice Trovoada,pumba, lá vem alguém destes partidos nos fazer lembrar.
      “Epa, Patrice ainda existe. Longe, mas existe”
      Fogo!!! Acho que nem o próprio ADI faz tanto marketing para Patrice Trovoada. Têm a certeza que vocês não estão trocados, não estão do lado errado? Não será PT vosso líder espiritual…?
      O que é que a morte de Carlos Graça tem a ver com Patrice Trovoada, uma entrevista desde Março….faça-nos o favor camarada José Maria.
      Você fala muito a toa. Concentre-se no que é importante. Toma tino.
      Porque você não escreve um texto sério descrevendo a forma como se realizaram a eleição de Alcino Pinto, o golpe que vocês deram a vossa colega Maria das Neves (esta sim deveria ser a Presidente da Assembleia, se a eleição tivesse sido bem feita e lhe tivessem dado a oportunidade de apresentar a sua candidatura) a greve parlamentar do ADI em protexto ao desrespeito pela Constituição e as Leis, a submissão do nosso sistema Judiciário ao Poder Político do MLSTP (Diga-se o Leite não teve capacidade para desafiar Pinto da Costa, mas sabe que os seus tribunais decidiram mal. Mas como fazer pai, ele também é do MLSTP).
      Tenha a coragem de Carlos Graça e escreva com verdade. Esquece Patrice Trovoada.
      Quando abri o site pensei que PT tinha regressado ao país, para ter direito a fotografia de destaque na notícia….afinal era mais do mesmo?

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    Fede ká dóchi Responder

    Se o Sr José Carlos calasse, seria mto melhor.
    Isto aqui, cada um dá sua sugestão e ponto final. Se defendes o ADI, exile tb. que é mto doce. Eu estou cá co o meu grande amigo PT e aqui vivemos bem, Vcs que se danem.
    Bem haja.

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    Telavive Responder

    Eu, não percebi nada!

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    Ledji milondó Responder

    Liberdade de expressão, meus cotas, escrevem até cansarem porque o fedê já não está doce.

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    Xuta Chuta Responder

    Também não entendi nada.
    Esse senhor quer falar de Patrice? ADI? Pinto da Costa? Visita de Pinto? Regresso de Patrice? Gabriel Costa? Quem?

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    inteligente Responder

    Senhor José Maria Cardoso! As minhas cordeias saudações.
    Felicito-o pela sua manobra literária, a sua maneira parcial de escrever e de brincar com as palavras.
    O Senhor já demonstrou com esses últimos artigos que tem uma equipa, adepto ou jogador. Até porque, se a memória não me falha, nas ruas e luchãs da Trindade e no nosso País, a palavra “camarada” fazia parte do seu dia-dia.
    Na altura os camaradas não mentiam, mas sim faltavam com a verdade. Mas agora a mentira e fala-barato faz parte dos atuais dirigentes São-tomense.
    Não sei porquê mas a mentira reina no Elenco Governamental. Muitos dizem que os de MLSTP podem faltar com a verdade mas não mentem. Dizem ainda que os campões na mentira são os de PCD.
    Primeiro-ministro confirmou o mesmo no Programa de São Deus Lima “Cartas na Mesa”, não confirmado e principalmente não assumindo as afirmações do Ministro da Juventude. Pelo Contrário desmente as afirmações proferidas pelo “supostamente” seu subordinado. É GRAVE. O Povo deve acreditar em quem? E o senhor acredita em quem?
    Quando falava dos deputados da bancada do ADI, as supostas “regalias e salários”, aconselho-o que investigasse mais, mesmo junto a Assembleia Nacional. Afinal, quem gere a Assembleia Nacional são os camaradas, certamente que darão todas as informações. Não se esqueça de pedir, Estatutos dos deputados, Regimento da Assembleia Nacional e Principalmente a Constituição da República.
    Quando o Senhor diz que “… do seu Presidente, lá fora …” senhor está em São Tome e Príncipe?
    Em momento algum os conselheiros do ADI manifestaram em por os motoqueiros no grande desfile de recepção do Presidente do partido.
    Mas sim concordo consigo quando diz “Os deputados de Acção Democrática Independente não queriam ser colados ao que mascaram de eleição ilegal do Presidente do parlamento nem ao Programa do Governo de Gabriel Costa e as suas contas para 2013, o OGE.

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    Elias Diekum Responder

    ADI já era, o que está a dar é mesmo MLSTP!

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    zeme Almeida Responder

    Senhor Jose Carlos Costa eu quero lhe dizer que adorei o seu comentario.Defacto este senhor Jose Maria Cardoso que se faz de jornalista deve andar cá em portugal desempregado,ao servico de alguem.Nao se admira que muitos veem ca a este espaco de comentarios para deitar abaixo uma só pessoa que é Patrice Trovoada.Nunca se viu neste STP tantos odios,criticas,invejas como se tem notado atualmente com a presenca deste governo do MLSTP/PSD,PCD e MDFM.O que esta em causa é um Homem de nome Patrice Trovoada que está dar que fazer a muitos politicos caducos da nossa praca.Está claro que o alvo a abater é uma pessoa que muitos temem.Ele tem discursos claros,motivador, poder e com capacidade que conquistar o eleitorado.Se os inimigos lhes ataca é porque está no caminho certo.

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    zeme Almeida Responder

    O MLSTP/PSD jamais ganhara eleicoes neste STP,podem fazer de tudo já esta provado que este partido ja nao enquandra com o sistema do seculo XXI.

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    zeme Almeida Responder

    Esta provado que o jornalista Jose Maria Cardoso nao gosta do Patrice Trovoada.

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      Rui veloso Responder

      Nao gostar ate e aceitável . Mas o pseudo Jornalista e grande preguiçoso Jose Maria Cardoso odeia, repito odeia Patrice Trovoada e odeio e um sentimento muito negativo, por isso ele anda por ca destilando veneno. Podemos descordar das politicas do Patrice/Adi ou MLSTP ou sei la que. Mas nada justifica esse odeio todo do Jose Maria Cardoso. Isso ja é demais. STP e de todos nos e todos cabemos nele. Nao e aceitável alguns energúmenos e sangue-sugas do povo que vivem exclusivamente de arroz de Japão e STP TRADING estarem de pedra e cal na assembleia e esses jornalistas de meia tigela andarem caladinhos perante esses facto e ao invez disso andam por ca lançando farpas e odeio que em nada ajuda a nossa união. BASTA

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        E. Santos Responder

        De facto. Houve uma altura em que todos falavam mal de Pinto da Costa (antes dele ser eleito) dizendo que ele tinha passado 20 anos na ossiosidade e sem ajudar STP em nada. E que agora é que queria voltar. Na altura chamaram-lhe de preguiçoso e que só sabia estar no poder.
        Eu, euzinho, defendi aqui mesmo que preferia mil vezes os 20 anos de ociosidade de Pinto da Costa (que não nos custou um tostão) do que os 20 do MLSTP/PCD que tinha custado um balúrdio aos cofres do estado.
        Hoje, tenho de dizer que PT fora não nos está a custar um tostão, enquanto ter um Delfin Neves, um Bidão, um Rafel na Assembleia e a mexer os pausinhos do Governo está-nos a custar bastante e sem retorno para o país. Isto sim, é preocupante.
        Deixem o PT quieto, onde ele está.

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    ODisco Responder

    Não entendeu quem não tem intelectualidade suficiente para o tal, grande escrita José Maria, todos têm o direito de defender o lado que entender, isto fortalece a democracia.

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    zeme Almeida Responder

    Muitos Santomenses ainda nao perceberam que o MLSTP/PSD é um partido do seculo XX!Do ano 1975-1990.Estamos em pleno seculo XXI com o inicio do ano 2000 ate entao, estamos na outra era? Queremos gentes com ambicao e moderna e procurarmos soltarmos de tecnologia antiga?O tempo do pai grande ja acabou.Queremos pessoal jovem e deixemos de estar agarrados aos mais velhos,porque o tempo de {LEVE-LEVE ja acabou.

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    Aldair Responder

    vcs ñ sabem o k disem

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    P. T Responder

    O PATRICE TROVOADA QUE VAI LAMBER BOTAS DO ALÍ BONGO. JÁ NÃO CONSEGUES NOS ENGANAR, TRAÍRA.

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    zeme Almeida Responder

    Para estes casos de alguns jornalistas imicuirem-se na politica ou mesmo dizer querer-se tranformar em poilticos,tem estado prejudicar esta classe.Um jornalista deve ser imparcial dar informacoes concretas e nao estar a defender quem quer que seja,partido A,B ou C.Por favor meus caros jornalistas Santomenses aqueles que sao verdadeiros filho da terra precurem informar com verdade.Na democracia a liberdade de imprensa e expressao é legal, mas tambem, nao se pode aproveitar desta situacao para denegrir as imagens daqueles que nós nao gostamos ou temos odios por esta pessoa.Isto tem que acabar em STP de uma vez toda.Por favor senhor Abel Veiga precure assinar o seu jornal e respeitar um pouco os vossos leitores,porque estes individuos como senhor Jose Maria Cardoso só estao a por em causa o vosso bom nome. É que muitas das vezes acontece ler-mos os artigos do jornal sem dar-mos por conta do assinante comecamos com criticas ao vosso jornal Tela-Non.Obrigado. Viva democracia

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    zeme Almeida Responder

    O MLSTP/PSD está agarrado ao passado e muitos ainda acreditam no velho caduco { pai Grande}.

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    Simão Tebús Responder

    resumindo e concluindo; defendem suas cores partidárias e o povo que se lixe! ninguém diz coisa com coisa. num país sério os ditos deputados deveriam repôr sim os salários q receberam injustamente, dôa a quem doer! fui

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    explicar sem complicar Responder

    Advinhem!
    Quem tentou fugir,no aeroporto de S.Tomé.
    Foi impedido pelo Ministério da Defesa.
    Resp:
    Nem queirem imeginar quem foi!
    Cá ndá cá puntá.
    E sabem porq?
    Navio.

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