ADI levantou poeiras na República di kitchibá

Há males que vêm por bem. A ADI mudou o silêncio de mais de dois anos da antiga oposição parlamentar do trio MLSTP, PCD e MDFM em prol do controlo e da divulgação dos actos do actual executivo. Boa!

Na terça-feira, 14 de Maio, a opinião pública tomou conhecimento de que o partido ADI em São Tomé e Príncipe tinha em mãos documentos comprovando actos ilícitos na direcção das Pescas comprometendo ao próprio Ministro da Agricultura, Pescas e Desenvolvimento Rural, António Dias.

A notícia correu em flecha nos quiosques de Mé-Zóchi, distrito decisivo nos actos eleitorais, na medida que a ADI encarregou Alexandre Guadalupe, deputado representando esse distrito, a anunciar os actos de corrupção de um ministro, adversário político de casa pelo Partido de Convergência Democrática.

O deputado, um puto d’África a sentir os cabelos brancos do meio século da nossa África, foi peremptório em garantir que o seu partido, na manhã seguinte, iria dar entrada a queixa-crime na Procuradoria-Geral da República com cópias ao Presidente da República, Presidente da Assembleia Nacional e Primeiro-Ministro, numa demonstração de que todos, ainda somos alunos na escola da democracia e estamos atentos a tirar ilações para não repetirmos aos erros. Kem non akreditô fikô com dobra sem tróká!

Na manhã seguinte, Ilísio Teixeira, jurista e antigo ministro da Justiça do XIV Governo constitucional honrou as palavras do deputado do seu partido. Subiu queixa-crime a justiça, onde em vinte pontos, a ADI narra os actos lesivos a República, descritos em três acusações, todas puníveis no novo Código Penal são-tomense:

  • Crime de corrupção passiva para ato ilícito, artigo 452º
  • Crime de participação económica em negócio, artigo 459º
  • Crime de abuso de poderes, artigo 464º

Esses crimes são imputados aos responsáveis das pescas, nas pessoas dos senhores José Eva, Graciano Costa e Olavo Aníbal, todos mais ou menos da família do PCD, comprovando a partidarização da coisa pública no nosso Somos Todos Primos.

Os três quadros, sendo respectivamente, director das Pescas, chefe do Departamento de Investigação e Protecção dos Recursos Haliêuticos e Assessor do ministro, fundaram e refundaram ou reformularam, dentro do serviço de Estado, a sociedade de interesse privado passando a denominar de SOPESCOSER Lda. para ser parceira do Estado nas negociações com entidades estrangeiras, públicas e privadas, ao mesmo tempo que defende os negócios privados, usurpando as operações da empresa Equador, detentora do mercado nacional no agenciamento de navios que operam ou pretendam exercer nas águas territoriais de São Tomé e Príncipe.

O ministro António Dias, acusado de estar colado ao negócio do seus subordinados, ferido no seu empreendedorismo, veio a praça dizer do desconhecimento da empresa privada no seu ministério – que mandou desaparecer de imediato logo que tomou contacto com o alerta público de Alexandre Guadalupe – recordou as novelas de viagens do antigo ministro de ADI na pasta do Plano e Finanças que coordenava a Agricultura e Pescas e, trouxe aos são-tomenses os ganhos e as perdas dos números nas contas de cooperação com a União Europeia.

António Dias comparou “assinou-se (em Espanha com AGAC – Associação de Grandes Atuneiros Congeladores) um acordo de 350 mil dólares para 7 atuneiros quando recebemos com a União Europeia, qualquer coisa como 800 mil euros para 40 navios (que pescam sem controlo nacional). A equipa deveria cá vir para assinar o acordo. Por sobrecarga na agenda solicitou a disponibilidade da parte são-tomense em deslocar-se a Espanha e que pagariam todas as despesas. A agência Equador pagou as despesas com a viagem do ministro e do director das pescas, e eles suportariam os custos com a estadia. No entanto já em Espanha, a empresa disse que não poderia pagar nada e que deveríamos receber tudo através da empresa Equador» que não reembolsou ao Estado.

A Acção Democrática Independente que sustenta a sua queixa em actos de corrupção com números extrapolando dólares em euros e pelo meio a mendicidade mental africana na troca de mensagens Sul-Norte, declarou a imprensa e pela voz de Ilísio Teixeira «Viemos apresentar uma denúncia pública, uma vez que temos em mãos documentos que comprovam que há fortes indícios de prática de crime de corrupção. Tendo em conta que o director das pescas e os seus assessores criaram uma sociedade que emite licenças, cobra facturas e que o ministro viajou as expensas de uma empresa privada, para assinar um protocolo de cooperação no domínio das pescas, e privilegiou essa mesma empresa. Consideramos que há aqui actos que são ilícitos».

A sociedade civil corroborando ao desejo de ADI veio a rua pedir cabeça do ministro de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, naquilo que se chama de responsabilização política do acto, acusando-o de corrupto, usurpador de vinte minutos do jornal público e irritado perante a câmara televisiva.

O ministro António Dias, por sua vez, exigiu a justiça duas semanas no máximo para esclarecer a tudo, porque está certo que a ADI lhe vai indemnizar pelo desgaste, contrariando Ilísio Teixeira que lavou as suas mãos, dizendo “Que os factos sejam apurados. E politicamente, achamos que o ministro deve se demitir» e ponto final.

O PCD entrou no jogo através de um comunicado com dedos de mãos limpas de Sebastião Santos, membro da Comissão Política do partido a dar voltas as acusações de ADI, isentando e inocentando o seu ministro de qualquer culpa, virando as munições contra a Acção Democrática Independente, considerando de leviana a queixa-crime que pretende apenas neutralizar a energia juvenil do ministro empreendedor.

Assumimos aqui no Téla Nón e em várias secções o nosso distanciamento quanto a atitude deselegante e até sanzaleira de ADI na gestão de tudo quanto levou a queda do XIV Governo constitucional, enfraquecendo sobremaneira a nossa democracia, já de si penalizada em séries inéditas para o descontentamento da República apanhada sempre na linha zero do desenvolvimento.

Em tão pouco tempo e após o regresso ao activo, os deputados do povo filiados na Acção Democrática Independente e a sua direcção política mostraram o serviço feito, embora condoídos com a República das bananas – dieta alimentar dos são-tomenses – aquando de recordar o país de Adeístas governado por Gabriel Costa.

O partido ADI, enquanto oposição, deu sinais evidentes que está a fiscalizar os actos de governação na sua entrega a fiscalização e ao controlo da coisa pública. Não precisou usar ao habitual temporal com ventos há mais de trezentos quilómetros a hora, varrendo todos os edifícios da República. Palmas

Anunciou, explicou, queixou com documentos comprovativos da gestão ilícita e danosa e, remeteu-se ao silêncio como que alertar aos demais partidos da coligação – MLSTP e MDFM que marcaram fronteiras no trio governamental – de que o próximo que lesar aos interesses dos são-tomenses, também levarão como manda a lei num Estado de direito democrático.

Ficou claro, a perspectiva de que as eleições autárquicas e regional, ainda a decorrer neste ano, trarão resultados a esclarecer o lugar de ADI na cena política são-tomense que, conforme a leitura política pode vir a alterar o roteiro eleitoral, caso o actual poder venha a sair sem fôlego e beliscado nos cálculos antecipados da Acção Democrática Independente.

Pese agora, as poeiras pré-gravana vindas da semana passada e do Conselho de Estado a adiar «sine die» as eleições que, segundo o calendário eleitoral deviam realizar-se no Julho próximo.

Não somos partidários de adiamentos de eleições num país ao leve-leve, mas francamente, já é tempo dos deputados e dos partidos políticos, ao bem da democracia, reverem a lei eleitoral, uniformizando alguns dos actos eleitorais para evitar a ida anual dos são-tomenses a votos. A actualização dos jovens eleitores deve ser de forma automática, assim como outras e baixas devem ser cruzados os dados de várias instituições, cortando gastos que o país não pode suportar.

Até 2022, cumprindo ao actual figurino eleitoral, os são-tomenses serão convocados para cruxificarem-se em 2013, 2014, 2016, 2018, 2019, 2021 e 2022. Num período de 9 anos são 9, as eleições, já que, há anos com dois actos eleitorais em separado. Em 2010 e 2011, foram três, as eleições para não dizermos quatro idas a votos com a segunda volta das presidenciais. Anotaram o luxo!?

A democracia tem custos e é compreensível que a população desfavorecida, a maioria dos são-tomenses, espera momentos eleitorais para ser-lhes devolvido o tchiquila na posse dos políticos e seus agentes, mas a conjuntura internacional não compadece com as mãos estendidas dos são-tomenses para apenas mudarem todos os anos e tudo continuar na mesma.

Num regresso as poeiras que pairaram no ar são-tomense com troca de mensagens nas Pescas indiciando a mente escrava, habitual de um dos lados de assinatura de acordos com a África, é kôsa pa dizê, que no palco comemorativo do próximo 12 de Julho, os putos d’África representando as forças parlamentares e a própria sociedade civil, num gesto de agradecimentos aos fundadores, deverão discursar aos são-tomenses na Praça da Independência, num desafio radical com o tempo que correu demais para o país parado que lhes viu nascer há meio século com a África de liberdade e independência. 

Não estando a Nação azarada aos adiamentos, as festas cinquentenárias que correram o mundo e nas várias capitais europeias, antigas patronas africanas, São Tomé e Príncipe recebeu as boas-novas de Adis-Abeba, a sede internacional das comemorações do meio século da África.

A presidente Dilma Rousseff reescalonou as dívidas das ilhas para com o Brasil. Menos mal.

A França também lá esteve, na Etiópia, ao mais alto nível representada pelo presidente François Hollande, do qual os são-tomenses esperam um outro perdão ou injecção de milhões na empresa francesa CMA – CGM, consorcia do velho projecto dos portos de águas profundas de Fernão Dias para o relançamento económico das ilhas no mercado da sub-região como deixou claro que nem água, em Janeiro do ano passado, o então Primeiro-Ministro, Patrice Trovoada «Estamos a espera que até Julho ou Agosto este contrato arranque. Se depois de Agosto nada acontecer teremos que fazer outras opções em relação a Fernão Dias».

Concluiu que tudo é «fruto da opção que fizemos, este ano (2012) temos que arrancar com um porto ou cais em águas profundas. Se não tivermos o porto com a CMA-CGM, outra coisa teremos, porque pensamos que transmitimos hoje confiança suficiente aos investidores e a comunidade financeira internacional, para que nos siga neste objectivo de ter um porto em águas profundas» do qual na descontinuidade do Estado e na ausência da consciência nacional para debelar os graves constrangimentos do país, os são-tomenses no seu minúsculo habitat jamais tiveram notícias. Tudo caiu na água funda de Fernão Dias para memorial dos mortos de 1953.

José Maria Cardoso

28.05.2013

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    Fede ká dóchi Responder

    Ilísio ou Elísio?
    Este juristita não tem vergonha, é mau crácter sem maneiras. O que fez enquanto esteve no Governo?No Cartório. Até hoje ainda temos saudades do STOCK. Tanto como Notario como Ministro. Ilísio Ou Elísio é um preguiçoso. O Mulela, outro. Vão mais é trabalhar e deixar e estra aí no Blá blá blá. Como Advogados que casos já defenderam? O mulela é um aldrabão.

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    Mutante Responder

    Cardoso, cardoso.

    O povo quando se irritar com tudo isso, nan sei nan. Olha que quando a floresta é muito silenciosa, o perigo pode estar eminete.

    O silêncio pode significar muito.

    Esse povo estar ainda no silêncio. Esp+erio que não aconteça o pior. Pinto que experimenta levar o seu governo até 2016.

    palavras pra quê? Nós estamos a ficar cansados disso. seria bom medir a temperatura de todos os são-tomenses. Todos, Todos com e sem farda.

    Quem tiver ouvidos que ouça. Isso está a ficar é uma …

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    osvaldo pereira Responder

    por eu ser uma pessoa muito ignorante,acabei por não perceber nada,podem traduzir isto para português se faz favor,tela-non por favor simplifiquem para que possamos perceber exatamente o que querem abordar…

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      E. Santos Responder

      Subscrevo. A minha fraca inteligência não me permitiu perceber nem o norte nem sul desta mensagem.
      A que conclusão, quiz o José Maria chegar? Porque não concluiu nada!
      Se vinha só recontar a historia, era excusado porque todos acompanhamos os factos.

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        sun sun sun Responder

        Concordo plenamente contigo.

        A actitude do José Maria Cardoso aqui neste artigo, mais parece um filósofo burro, ou mais bem um sofista, que dada a evidencia das denúncias e com um olhar matreiro, casmurro e orgulhoso, nao quer reconhece-las e só lhe bastou vir com seu artigo que mais parece uma sátira mal desenvolvida, querendo com isso, afetar aos denunciantes de tamanha descalabro que ocorre cá na terra.

        José Maria Cardoso, seja mais consiso, ou vá ser Camoes com as suas alegórias, para outro lado, pah! Tenha paciencia!

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    P.Daio Responder

    Tanto o Mulela como a Elisio estudaram Direito na Universidade Lusofona de Lisboa.Para um bom entendedor, pouca palvra basta!

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      Frustrada Responder

      P.Daio está com dores de cotovelo!Não é o tipo da Universidade que determina a competência de um Homem. A competência de uma pessoa é inerente a si mesmo. Deixemos de complexos de inferioridade.Fui

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        P.Daio Responder

        Universidade Lusofona é igual ao diploma de Miguél Relvas.

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        P.Daio Responder

        Diploma de Miguél Relvas e a
        Universidade Lusofona sao iguais.

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          O Sr. das Verdades Responder

          Não querendo ir muito longe, ainda temos outro dirigente nosso com Diploma de Relvas em mãos adquirido bem recentemente, passo a citar o nome, Damião Vaz D’Almeida que em pouco menos de 2 anos se Licenciou na Lusófona quando todos os cursos no programa Bolonha têm um tecto mínimo de 3 anos. O mais engraçado ainda, logo que o gajo soube que ia ser exonerado, pediu logo as equivalências.

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      Chefe de Estado Responder

      Há muita gente que desconhece a realidade da Universidade Lusófona.Esta Universidade é uma espécie de filial da Universidade de Coimbra.
      Senão vejamos:
      Mais do que 75% de Docentes que leccionam neste Estabelecimento do Ensino são também docentes afectos à Universidade de Coimbra.
      A título exemplicativos temos: Profs. Doutores Pinto Bronze, Rabindranath Capelo Sousa, Rui Figueiredo Marcos, Filipe Cassiano dos Santos, Manuel Couceiro Serens, Jorge de Fegueiredo Dias e outros que já não me lembro.
      Importa ainda salientar que o Catedrático Prof. Doutor Jubilado da Mário Júlio de Almeida da Universidade de Coimbra é Director do Faculdade de Direito da Universidade Lusófona de Lisboa…
      Abaixo aqueles que criticam sem conhecimento de causa.Viva Críticas construtivas.
      Fui…

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    Joao Batepa Responder

    Parece que o Abel Veiga mandou o José Maria Cardoso ir comer algum dinheiro do ADI.
    MLST+PCD n estao a pagar, ADI começa a meter kumbo no telanon!

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    Verdade Responder

    Espera-se que a justiça seja feita. O silencio do Gabriel e do Pinto, deixa o povo em dúvida e com muita preocupação, depois dessa denúncia! Mas que as pessoas querem saber como ficam os casos que envolvem o ministro da agricultura e o de Comércio querem o mais urgente possível. se nada for feito,por esses dois actores, então a coisa está mesmo feia. Porque o risco é total! Se o Pinto e o Gabriel começam a constituir a capa forte e protetora da corrupção, adeuâ-côngo ê!!!

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    alvaro lopes Responder

    Meu colega Carloa tudo bem mas quem rouba , quem comwtw actos de corrupção, quem desvia e delapida o bem público deve ajustar as contas com a justiça, e quanto as eleições tudo ok adiar por motivos evocados estamos todos de acordo mas propor aos partidos para estarem de acordo numas eleições em simultâneo no meio do jogo sem uma consulta antecipada aos políticos e revisão da lei eleitoral e da constituição é errado, ainda mais num periodo de crise e agitação política, é indegesto e grotesco mesmo, tendo dito

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    Humilde Responder

    Imagino com os mentores destes ambientes, se riem de nós, pk somos como carneiros enquanto discutimos, acusamos e pisamos esse povo altamente fragilizado o tempo passa e nada se faz, por isso, compatriotas Santomenses, filhos da terra, vamos todos juntos libertar o país da pobreza mental k nos caracteriza e colocar de facto ao serviço do desenvolvimento sustentável da nossa pátria, toda capacidade, habilidade, potencialidade entre outro k temos. Afinal, com tantos sábios k o nosso país tem, seja dentro ou fora, onde esta a verdadeira demonstração do saber? Muito pelo contrario, pk todos somos sábios e todo mundo sabe mais do k todo mundo, ñ é possível todos sentarmos a mesma mesa e o resultado está a vista. Todos protagoniza k fizeram melhor, todos respeitam a lei e no entanto o k salta a vista é cada vez mais uma falta de educação,falta de identidade Santomense”Cultura e patriotismo”, desacreditação dos autores politicos, muita pobreza mental, desemprego, aumento de violência e assaltos, falta de infraestruturas k satisfaçam as necessidades das populações, enfim, uma ausência quase total do Estado. Agora pergunto o nosso falar “algum k expressão uma autentica indisciplina” é pra quê? Pra quem ouvir? Qual é o nosso contributo de facto para ultrapassarmos esta fase?
    Se continuarmos a fazer as coisas do jeito k sempre fizemos o resultado será sempre este k temos e quando mudarmos “cada um de nós” o resultado será com certeza diferente deste!
    Estamos numa terra abençoada e paz há de reinar sempre. Bem haja!

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    ERC Responder

    Um artigo sem pé nem cabeça. Dos piores que jà li aqui. Qual a tese do autor? O que é que o caso da direção das pescas tem a ver com Dilma Roussef? Adis Abeba? François Hollande? Fernão Dias?

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    paulo Responder

    óh, José Maria Cardoso deixa de escrever esses lixo, não se entende nada que escreves, o senhor mestura tudo.Faça um favor, esse espaço um espaço sério, deixa de fazer esse papel rediculo.Só tem uma palavra para descrever o seu artigo: uma porcaria.

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    DDR Responder

    S.Tomé e Príncipe é dos Santomenses, direitos e deveres iguais para todos. Infelizmente meia dúzia de pessoas ou um grUpelho de indivíduos pensam que estão impunes perante a lei. Estas pessoas são parasitas que sempre vivem a custa do povo e do suor dos outros. Povo que também vive dificuldades que enviam o seu dinheiro para desenvolver o país. Isto é que se chama de verdadeira peste que tanto prejuíuzo causa a S.Tomé e Príncipe. É pena termos uma justiça sem justiça e os Tribunais que não funciona, só existe para o pequeno que rouba uma pinha de bananas. Existe uma elite que pode roubar, matar, cometer autrocidades e nada econtece. País que temos.
    Os parceiros internacionais nãqo axcreditam em S.Tomé e Príncipe, os investidores també não, o futuro está comprometido e esta muito aquem de desejar.
    Temos alguns exemplos, do STP-Trading, do arroz que foi a Pique, o arroz do Japão para ajuda a população e que meia dúzia de pessoas mais inteligentes enriqueceram.
    Agora surge outro escandalo mais recente do arros importado por DELFIN NEVES com o dinheiro do Estado, arros que não serve para o consumo humano, mas sim para animais. Os senhores dizemque gostam deste povo, será? O que os senhores não comem não dá aos outros, quando Deus fizer justiça que será em breve, não se arrependam.

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    Vane Responder

    Me candidato para ser escritora deste jornal, pq tenho a leve impressão que os assuntos poderiam ser melhor abordado e com um texto mais atrativo…desculpe mais é necessário melhorar as matérias deste jornal.

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    Sao jose Responder

    os franceses nao tem dinheiro para este projecto, venderam o projecto a um banco do leste ( de fontes confidenciais) Abel se precisares algo detalhadamente dou-lhe contacto do presidente deste banco que esteve em STP.

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    Coisa Séria Responder

    PCD está a supreender.
    Sebastião Santos fala bem e o povo gosta muito de lhe ouvir, mas sua posição deveria permanecer inalterada.
    Os argumentos que utilizou para defender o seu ministro foram muito infelizes. Ele devia dizer que aqui no PCD somos limpos e que se o nosso ministro falhou tem que pagar mas se não vamos levar as coisas até as últimas consequências. Doa a quem doer. Até quando vamos ver políticos com esta transparência.

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