Opinião

O Bom Jornalismo e a Tabloidização – Opinião

Para que haja um bom jornalismo em S.Tomé e Príncipe supõe, a meu ver, três características; independência, rigor, e coragem. O jornalismo é comparável a uma árvore.

A independência é a terra na qual o jornalismo afunda as suas raízes. Sem independência não há jornalismo, tal como não é possível uma árvore medrar num pequeno vaso de terra. Se um meio de comunicação não tiver independência não tem liberdade – e, portanto, não estão satisfeitas as condições para existir. Se um meio de comunicação for dependente, se tiver de respeitar tabus, constrangimentos de qualquer ordem, se não puder informar de uma forma livre ou organizar livremente a informação, deixa de ser um órgão de informação para ser um órgão de propaganda. Propaganda mais ou menos camuflada – mas propaganda, de qualquer modo.

O rigor é o tronco da árvore. O tronco é aquilo que suporta os ramos e as folhas – e, por isso, deve ter uma estrutura ( uma arquitectura)  clara e simples, e uma forma escorreita. O texto jornalístico também deve ser assim: deve ser claro, simples e escorreito.

Finalmente, as folhas são a coragem. Porquê a coragem? Porque é através das folhas que a árvore se projecta no espaço, se afirma na natureza – e é a coragem que permite ao jornalismo afirmar-se sem medo, reportar com verdade mesmo em condições e circunstâncias adversas.

A informação colorida é outra coisa. Não deturpa os factos – apresenta-os de uma forma mais atractiva, mais envolvente, sendo por isso mais eficaz. Imaginemos que um jornalista da TV está a falar ao « vivo» da poluição atmosférica – e a relacioná-la com o fumo que sai dos tubos de escape dos automóveis. A certa altura, o jornalista pára de falar, tira um lenço branco no bolso e coloca-o no escape de um carro a trabalhar. Depois mostra-o aos telespectadores: o lenço tem um círculo negro. Eis uma forma colorida de dar uma informação que, se ficasse pelas palavras, não tinha um décimo do efeito impressivo.

Muitas vezes pensa-se que uma informação séria, rigorosa e isenta tem de ser apresentada de uma forma circunspecta e institucional. Esta forma de encarar o jornalismo arrisca-se a ser mortal – porque uma informação cinzenta resulta árida para o leitor, pouco atractiva, monótona, tornando-se por isso ineficaz. Não produz efeito. Se uma questão tratada com isenção, imparcialidade e rigor for apresentada de forma apelativa, isso constitui uma mais –valia e não, como às vezes se pensa, uma menos-valia informativa. Uma informação cinzenta é como comida sem sal: pode estar bem confeccionada mas é sensaborona. E acaba por não agradar a ninguém, perdendo toda a eficácia e impacto.

INFLUÊNCIA POLITICA: A TENTAÇÃO DOS

JORNALISTAS E O QUARTO PODER

A verificação de que o jornalismo condiciona cada vez mais a politica provocou também nos jornalistas uma certa euforia, despertando-lhes a tentação de influenciarem o curso dos acontecimentos. E aqui há uma precisão importante a fazer: existe uma diferença abissal, entre influenciar involuntariamente e influenciar intencionalmente.

Involuntariamente, o jornalista influencia sempre: porque na televisão ou num jornal importante tem sempre um certo impacto sobre o mundo politico e a sociedade. Só que, quando quer abertamente influenciar o curso dos acontecimentos, o jornalista começa a ser tentado a distorcê-los, a dar deles a versão que convém a sua tese, e, desse modo, começa a deturpar deliberadamente a verdade. E muda de papel. Deixa de ser testemunha para ser interveniente.

O papel dos jornalistas é testemunhar a realidade – não é influenciar a realidade. A influência politica de uma peça jornalística, sendo por vezes inevitáveis, tem de ser ignorado pelo jornalista enquanto a escrever. É uma influência que exerce de forma involuntária.

Que não é procurada. É isso difícil? Pois é. Mas não pode ser de outro modo. Quando o jornalista intenta influenciar a realidade num sentido ou no noutro, trai a sua missão, e tende a adulterar a verdade. E quando se passa do plano individual para o colectivo, este tipo de atitude é fatal. Veja o que aconteceu o jornal correio da semana criado para ajudar a politica do MLSTP/PSD e hoje o Governo.

Um meio de comunicação só se torna influente se for credível. E só é credível se não tentar distorcer a verdade, se procurar ser rigoroso.

A influência da média liga-se com a designação de quarto poder. Será o jornalismo o quarto poder – ao lado dos poderes executivo, legislativo e judicial? Recuso esta classificação. Os três poderes existem no Estado – e o jornalismo integra a sociedade civil. Os funcionários dos outros poderes são funcionários públicos – e os jornalista têm de ser independentes. Os três poderes têm protagonistas que funcionam como actores, que estão à frente das câmaras – e os jornalistas estão atrás das câmaras, reportando o que se passa.

Acresce que os três poderes exercem o seu poder voluntariamente – e que a influência do jornalismo tem, como vimos, de ser involuntária.

Por tudo isto, a expressão quatro poder induz em erro – sendo o seu uso indesejável.

OBS : Texto escrito com base no livro ” A Política Portuguesa” de José Saraiva

NELSON CARVALHO

    51 comentários

51 comentários

  1. FEXA PATA

    4 de Abril de 2014 as 8:17

    Muita ditadura no Jornalismo se falas mal do governo tens EMPREGO se falares mal és púnido, podes até oeder o emprego ou ver teu CV para o lixo CREDO.

    • Zeca

      5 de Abril de 2014 as 8:29

      Nelson, já te disse inscreva-te no ISP como fazem muitos e aprenda. Assim não dá. É muito feio “meurmao”.

      • Abre olho.

        7 de Abril de 2014 as 18:20

        Meus caros, hoje em dia, com a internet e o google, é muito facil descobrir palgiadores. poquê insistem? Tudo isso é vontade de aparecer para parecer intelectual? quem não tem, não inventa. Fui.

  2. Homem do campo

    4 de Abril de 2014 as 8:48

    Sr. Presidente, sr. presidente…
    Ao meu ver, cada macaco deve permanecer no seu galho. Agora para além de mandar bocas já quer escrever artigos?!!!
    Tenho saudades do tempo que o sr. era do Ajobam (ou algo semelhante) mas…escrever?!!! Não acha que isso é muita areia para o seu carinho de mão?!!!
    Pelo amor de Deus, sr. Presidente o seu silencio pode ser uma excelente terapia para pessoas que adoram ler.
    Saudações ADÍSTAS

  3. andre

    4 de Abril de 2014 as 9:07

    Viva presidente Nelson VIVA

  4. copiar colar

    4 de Abril de 2014 as 9:54

    Este texto não é de autoria de Nelson Carvalho de certeza.
    Claro e nunca poderia ser.

    • Jóia rara

      4 de Abril de 2014 as 12:52

      Eu concordo pLenamente consigo, da maneira como ele fala, ele nunca escreveria um artigo com essa qualidade.Ele apenas assinou, ele não tem vocação para escrita, pra lábia sim. Quem não le não pode escrever.

      • Manuel Vicente Sousa

        6 de Abril de 2014 as 8:28

        Caros
        Compatriotas.
        Deixem-me assumir a despesa do ridículo, para dizer apenas o seguinte: Não peguem pesado, ele quiz contribuir,agradar. Mas cometeu o lapso, de que, a arte de agradar é a arte de enganar.E que o acto da bondade não depende do nosso desejo, mais sim do nosso poder.

  5. Almeida

    4 de Abril de 2014 as 10:01

    Isto até certo ponto tem acontecido em S.Tomé e Princípe, os nossos jornalista não fazem trabalho como deve ser mas sim dependem concretamente da politica, nunca sabem fazer o jornalismo na intriga. É de salutar a ideia deste nosso companheiro que escreveu este testo, como chamada de atenção.

  6. Luta Contra a Corrupção

    4 de Abril de 2014 as 10:48

    Eu não percebo porquê que as pessoas têm tendência para copiar textos dos outros autores, publicarem-no como se fossem seus, sem fazer qualquer referência sobre o referido facto.
    Isto é plágio, minha gente. Não é a primeira vez que se constata isto. Cada vez mais existem mais pessoas que fazem plágio, alguns dos quais são vistos na nossa cidade como bons jornalistas ou projetos potenciais de escritores ou intelectuais. Não façam isto, por favor. Se de facto acham um texto pertinente ou muito bem elaborado, e quiserem fazer referência ao mesmo, podem fazê-lo mas, pelo menos, enumeram a fonte. Isto ainda pode dar cadeia ou multa avultado a algumas pessoas. O pior, contudo, é quando são políticos a terem este comportamento. Não pode ser admissível.
    No caso deste senhor Nelson Carvalho, ele deveria ter a noção que não se faz o que ele fez.
    Ele copiou, quase ipsis verbis, o texto de José António Saraiva, do livro “Politica à Portuguesa” que está colocado na Internet e não fez nenhuma referência a tal facto, assinando a crónica em causa (até o título é do referido autor) com o seu nome. Isto é plágio autêntico. Quem lê o referido artigo pensa logo que as ideias brotaram do referido senhor Nelsom Carvalho.
    Qualquer pessoa pode colocar o texto do referido artigo no google e logo aparece o texto do José António Saraiva com o referido título.
    Os políticos não podem se comportar assim. Isto também é crime. Quem faz isto pode exigir dos outros melhor conduta?

    • Juvé

      4 de Abril de 2014 as 12:02

      Eu também já googlei e de facto isto é um crime. Este senhor político do nosso país, deveria saber que quem faz estas coisas pode ser preso. Isto é plágio como já disseram.
      Como é possível que um presidente de câmara faça uma coisa desta? Este homem deveria ser automaticamente preso.
      Convido-vos a escreverem o texto do referido artigo no google e vão ver logo o que aparece.
      De facto é um texto do José António Saraiva.
      Isto é uma cópia quase integral
      Para quê esta coisa, meu povo?
      Quem faz isto, de facto, não merece ser político. Em primeiro lugar se rouba a matéria do outro considerando-a sua é capaz de fazer coisa pior com bens públicos.
      Que exemplo este senhor pode dar aos cidadãos?
      Ele deveria vir publicamente pedir desculpas pelo erro gravíssimo que cometeu.
      Isto nâo se faz.
      Ainda por cima já se declarou candidato ao próximo mandato autárquico.
      Num país a sério este senhor não ganharia mais nenhuma eleições em S.T.P.

      • Terra Firme

        4 de Abril de 2014 as 12:33

        Grande Plágio!!!!!! Isto é crime, senhor Nelson Carvalho. O senhor como presidente de câmara deveria ter vergonha de fazer uma coisa desta. Que vergonha, meu Deus!!!!
        É este o exemplo que o senhor dá aos cidadãos de Mezóchi??? Eu já não voto no senhor. Acabou a brincadeira. Isto é uma vergonha para o nosso distrito. Ter um presidente que anda a copiar artigos dos outros e publicá-los. Os Mezochianos não merecem um presidente com este perfil.

      • Mezochiano

        4 de Abril de 2014 as 12:41

        Ôôooooooooooooohhhhhhhhh!!!! Eu não acredito. De facto coloquei o título do artigo no google e apareceu o artigo do senhor José António Saraiva.
        Eu nunca imaginei que o meu presidente fosse um grande bandido. É este o candidato que o ADI tem para nos apresentar, não é?
        Olhá, eu estou desiludido. Votei para ele da outra vez mas desta vez eu não posso votar nele. Isto é um crime como já disseram. É uma vergonha para nós de Mezóchi. Como é possível que possamos ter um candidato ou presidente de câmara que nos enevergonha assim? Os Mezochianos nunca foram assim. Este senhor tem de vir pedir desculpas públicas por aquilo que ele fez. é uma vergonha.

  7. Estanislau Afonso

    4 de Abril de 2014 as 11:23

    Os jornalistas santomenses deparam com quatro problemas que são:
    1º falta de ética;
    2º problemas financeiros;
    3º falta de formação contínua.
    4º Falta de zelo (Profissionalismo).
    Por outro lado, gostaria de acrescentar que a comunicação social é o 5º poder e não o quarto poder como refere acima.
    Primeiro poder é Presidência da República.
    Segundo poder é Assembleia Nacional.
    Terceiro poder é o Governo.
    Quarto poder é o tribunal
    Quinto poder a comunicação social.

    • Jacinta

      10 de Abril de 2014 as 12:19

      O senhor esta totalmente enganado , há quatro poderes que são : legislativo , executivo , judicial e um quarto poder que são os mídias ( comunicação social ), esse ultimo é discutível porque a doutrina divide-se , a quem diga que quarto poder é a imprensa e a quem diga que são os agentes reguladores . portanto quem esta errado é o senhor

  8. Lede di alami

    4 de Abril de 2014 as 11:42

    De qualquer forma hoje STP, faz copito de tudo e todos, desde da escola ate o fim dos andam a copiar, copeiam americanos, europeus, angolanos, caboverdianos, etc, ate comido hoje de STP e copiado, cultura *KUDURO*, TUDOOO, STP ja nao existe, TRISSSSSSSSSSSS……

  9. santiago

    4 de Abril de 2014 as 11:43

    A questão de “quarto poder” não está bem explicado.

    • Estanislau Afonso

      4 de Abril de 2014 as 15:27

      Santiago, a questão de poder político vária de País para País, na realidade santomense infelizmente a presidência da Republica é que domina todo outro poder. Temos o exemplo de presidência querer impor ao todo custo as decisões de um Diálogo Nacional que para devidos efeitos tem haver com preferências do Presidente da República, contrariando a constituição e outras leis do País.

  10. agostinho

    4 de Abril de 2014 as 12:07

    Sr Nelson,
    Meu colega de Ajoban,

    Esperei que neste texto o Senhor pudesse falar um pouco do Jornalismo de
    RDP-África de:
    Abílio Neto
    Carlos Menezes
    Oscar Medeiros
    e
    PARVO de:
    Ambrósio Quaresma

    Estes Jornalista que não têm amos à S.Tomé e Príncipe e que só passam notícias para denegrir S.Tomé e Príncipe.
    Teu colega.

    • agostinho

      4 de Abril de 2014 as 12:11

      O Parvo de
      Gomes Bandeira

  11. agostinho

    4 de Abril de 2014 as 12:08

    e Gomes Bandeira

  12. Ma Fala

    4 de Abril de 2014 as 13:27

    Ao Administrador do Telanon deixa ca uma recomendacao: E com profunda tristeza que tomei o conhecimento de que a obra do Senhor Nelsom Carvalho e muitas outras que sao expostas ca, nao passam de plagios o que em certa medida tira a credibilidade do Jornal que prima pela qualidade informativa que todos nos habituamos e gostamos; deixo ca uma recomendacao que en nada valera ainda assim insisto em faze-la
    – seria recomenfavel que qualquer materia de carater opiniativa passa-se por um texte anti-plagio antes de expo-lo ca na vitrina do jornal, para que a credibilidade desta jornal nao seja posto em causa.Talvez assim as pessoas passam a pensar ao inves de “lapidar” o que e do outro.

  13. Armindo Dos Santos

    4 de Abril de 2014 as 13:50

    Senhor Nelson,escreveste muito bem! Mas só que esta cronica já havia eu lido num jornal Português. Pegaste nas palavras de um jornalista para escrever como fosse da tua autoria. Para próxima vez tens que ter mais cuidado com o tema que queres escrever.Obrigado.

  14. Jaca doxi

    4 de Abril de 2014 as 14:07

    Sei que nada tem a ver com a noticia…mas triste estou pelo facto desde presidente de Câmara só fazer coisas que têm algum beneficio a ele ou empresas de seus amigos…ao exemplo disso é o facto da localidade de Margarida Manuel tem tanta agua a correr no chão e a Câmara ñ aproveitar essa oportunidade pra fazer Tanques públicos a população, visto k sei que a cooperativa local que é dono da canalização ja lhe ter solicitado esse favor…k pena….até hoje a luminação pública prometida a esta localidade no programa Linha Direta da TVS até agora nada….só falacias…vejas a estrata de terra batida feita na localidade de Quifindá.

    • Manuel Fernandes

      7 de Abril de 2014 as 7:30

      Senhor JACA DOXI, me desculpa te dizer não sejas ignorante contigo mesmo,eu vivo em Margarida Manuel,onde corre essa Agua. Vamos falar da Estrada que já lá vão anos de varias promessas de vários Governos, agora se me disser que falta completar os candeeiros da iluminação publica estou de acordo contigo, mas também não se esqueça da situação actual do PAÍS. Sejamos coerentes.

  15. Antonio Neto

    4 de Abril de 2014 as 14:36

    Admiro os santomenses, pela forma como falam dos proprios conteraneos, não sabem elogiar, é dificil compreender essa gente. O estado santomense deveria pedir um estudos de DNA desse povo, são muitos criticos entre eles. Será este facto que S.Tomé não desenvolve?

  16. Antonio Neto

    4 de Abril de 2014 as 14:54

    Pode-se extrair um texto de qualquer ator, para fazer a reflexão da realidade de qualquer outra situação. Quem escreveu apenas fez uma alerta ao jornalismo em S.Tomé e Principe.
    Pelo facto de ter o nome no final do texto não quero dizer que é o actor, pode ser que assume a escrita. E aliás para ser crime como diz em alguns comentarios aqui expresso falta muitos requesitos. Não gostar de alguem não implica odiá-lo.

    • Carlos Almeida "Camucuço"

      4 de Abril de 2014 as 21:49

      Caro António Neto, limito-me a dizer-lhe que está rotundamente enganado.
      E volto a alertar a direcção do Tela Non para a necessidade de estar mais atenta a este tipo de situações.
      Cordialmente, CA

  17. matutui

    4 de Abril de 2014 as 15:34

    Caro amigo presidente!
    Se quiseres continuar como presidente de camara basta ficar quieto que tu voltaras a ganhar.Mas se contiares a se mexer demais e apensar que tudo podes, meu amigo vai se queimar! Escrever não é o teu forte, invista noutra area!

  18. Manuel Fernandes

    4 de Abril de 2014 as 15:59

    Quando se lê tem que ter atenção para não caírem nos erros e fazerem comentários errados. O nome Nelson Carvalho vem depois das OBS.

    • Gente daqui Mesmo

      4 de Abril de 2014 as 19:52

      O texto não foi escrito com base no livro. O texto foi copiado. São coisas diferentes. Uma coisa é tirar-se apontamentos, ideias ou trechos de livros outra bem diferente é copiar um texto integral do livro, até o título, e no final fazer referências que o texto em causa foi escrito com base no livro. Quando se faz um texto com base num ou mais livros não se copia integralmente uma parte da referida obra e no final coloca-se que o texto foi feito com base nos referidos livros assinando a obra em caausa. Isto tem um nome. Plágio!!!!

      • Martelo da Justiça

        5 de Abril de 2014 as 10:34

        Ainda assim, deve-se citar sempre a fonte!

      • Manuel Fernandes

        7 de Abril de 2014 as 7:21

        Sr, Gente daqui mesmo,o senhor esta a falar mal do outro agradecia falar um pouco de si nesta sessão. Se não o fizer farei com todas as letras e publicarei o seu verdadeiro nome. Até breve.

  19. manuel soares

    5 de Abril de 2014 as 10:53

    Caro Nelson falar sobre jornalismo não é tão fácil, porque os políticos necessitam mas do que ninguém desta arma mortífera, mas já agora tens que ser mas autêntico e original, já agora meu caro já pagaste todas as dívidas que deixaste em Portugal?
    Olha cuidado com a justiça e cuidado também que um jornalista não pegue nesta tua história de burla, intrujão, inconsciência e coisas assim, abraço meu amigo!

  20. Nilton carvalho

    5 de Abril de 2014 as 11:39

    Nao e preciso em sao tome e principe,descobrir inimigos,ou nglato bega saindo penguntando,e so fazer acontecer pequenas coisas como essa que eles saiem todo pulando e criticando.O tudo que antes fora feito sera esquecido num so instante,so que e pena muitas pessoas nao fazer comentarios usando o verdadeiro nome no email,porque depois de criticar,sai bajulando o criticado com a maior cara de pau.Isso assim em nada ajudara o pais que tanto precisa,nos comentarios que ali sao expostos e dificil ver debates e solucao para desenvolver o pais,mas sim criticas entre outros,ate parece que em sao tome e principe nao aprenderam outra coisa a nao ser criticas e cobicas,e pior,entre mesmas classe,,que e classe baixa.

    • juvenal de Ceita

      6 de Abril de 2014 as 19:47

      Caro
      Amigo Nilton de Carvalho
      Eu compreendo a sua lágrima de crocodilo. Pois, tanto quanto sei, tu não morres de amor por teu irmão. E só não vou entrar em detalhes, para não te causar embaraço.
      O teu irmão meteu o pé na jaca.Por outr lado, quem lê as tuas lamúrias,subentende que ele anda a fazer favores. Palavras tuas!
      Portanto é melhor ficares calado, e não compliques mais a vida do teu irmãozinho.

  21. Gente Grande

    5 de Abril de 2014 as 14:52

    A ignorancia e má fé e falta de compreenção nos deixa cego e exposto ao algo rediculo perante os outros.
    Pessoalmente não sou amigo de quem publicou o artigo mas li com atenção e esta claro que o artigo pertence ao José Saira, proveniente do livro ( A Politica Portuguesa) e não entendo o porquê desses comentarios ignorantes.( sejamos integros)

  22. Pai natal santomense

    5 de Abril de 2014 as 15:35

    Foi culpa minha, no ano passado presenteei o homem com o dom da palavra(garganta), e esqueci-me de fazer o mesmo no que se refere a escrita(Escrever artigos p´ra serem publicados).
    PF peço-vos mil perdoões. kiikikiikii

    Borra bife. Ele deve estar cheio de vergonha…

  23. arelitex

    5 de Abril de 2014 as 16:16

    depois este senhor vai aparecer com histórias da carochinha ,a fazer-se de vitima a tentar virar tudo ao contrario e a dizer ao povo que nâo era sua intenção ,enganar ninguém . se passa-se você ficava bem visto , como nâo passou você fica a ser visto como alguém que nâo presta e uma pessoa sem ideias ( acabo por ter pena de si ,você esqueceu-se que está lidar com um povo pobre , humilde mas dos povos mais inteligentes de toda a africa ). será que você têm noção disso .

  24. fernando

    5 de Abril de 2014 as 18:10

    Pobre Nelson, caiu nesta agora de fazer análises curriculares de profissões que não tem um background para o fazer. É um jovem, realmente, com muito dinamismo, mas infelizmente com pouco discernimento e capacidade para actuações fora da área política são-tomense. Ele como os apaniguados da mesma estirpe só deviam é ficar calados ou deveriam recolhe-se ao silêncio. Ou me engano, qualquer dia estará opinando em meios de comunicação fazendo dissertação sobre o que ser um bom medico, engenheiro nuclear, jurista…e por aí fora. Porquê não procurar aprender mais sobre os fundamentos duma boa autarquia?

  25. Manuel Vicente Sousa

    6 de Abril de 2014 as 9:01

    Esta limpo. Arisco-me a dizer que em S.Tomé no seu ordenamento jurídico,essas condutas não estão criminalizadas. Porque de outro modo estaria o signatário desse artigo, apesar de ter o cuidado de mencionar o autor da obra, sem o consentimento do mesmo, está a incorrer num crime de USURPAÇÃO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, VIOLAÇÃO DE DIREITOS AUTORIÁS, OU PLÁGIO.

  26. António Menezes

    6 de Abril de 2014 as 10:10

    Bom tudo errado, mas pelo menos o homem tem um vicio, ele lê artigos e talvez livros. Isso é bom, muitos dos ditos formados cá da terra não lêem alias não sabem o que é isso. Dizem que são Drs e coisas mais , mas não são capazes de construir uma frase.

  27. Posso ser burro, mas nao tou cego

    6 de Abril de 2014 as 20:27

    “OBS : Texto escrito com base no livro ” A Política Portuguesa” de José Saraiva

    NELSON CARVALHO”

    E’ assim que o sr Nelson de Carvalho, um politico que na minha opiniao e’ um mestre de ludibriar as pessoas com as suas politicas enganosas, mas neste caso temos de ser serios e deixar de misturar as coisas…

    Ele faz refencia a onde foi buscar o texto, e apesar de ter poucas modicicacoes, nao ha necessiadade a aspas (“) como fiz no inico do meu texto porque como havia dito, embora reduzido, existe algumas adaptacoes ao texto original.

    E mais nao digo, um bem haja a todos.

    God bless STP.

  28. Maria Livramento

    6 de Abril de 2014 as 20:59

    O nosso pobre homem achou que era bom escrever.
    Acho que é boa ideia, mas para isso tem de preparar-se.
    Para isso é bom estudar e ler muito.~
    Só a Câmara e a Ajobam (ou algo semelhante) não chegam.
    Escrever não é para todo mundo.

    • Manuel Fernandes

      8 de Abril de 2014 as 6:27

      Maria de Livramento, falas tão bem. Essa parte sua eu não conhecia, de mesquinhices de por em baixo o outro. A inveja é uma doença cronica e por vezes estamos a preocupar com outro enquanto ele esta caminhando estamos no mesmo lugar. Será esse o teu problema?

  29. Manuel Fernandes

    7 de Abril de 2014 as 7:17

    A minha oração da manhã é o seguinte: Meu Deus me livra dos são-tomenses, tira-lhes do meu caminho, salve-me quando cruzo com eles,tira-lhes os maus pensamentos sobre mim, proteja-me deles,me dê a coragem para lhes aguentar, atira-os para o buraco dos leões quando pensam o mal contra mim onde podem ser comidos e devorados, me dê o poder de lhes ignorar, e lhes dê a língua e a boca para falar mal deles mesmos vira-lhes contra eles, e perdoe os filhos deles que nada têm a ver com atitude dos Pais, Assim seja Amem.

  30. manuel soares

    7 de Abril de 2014 as 7:58

    Meu caro nelson carvalho querias aparecer sem crescer, ora essa, já viste, agora apanhas para saber, tens que gatinhar depois andar, queres correr já, oh amigo a vida é dura, mas pensas que és muito, onde aprendeste isto? Ainda não és nada, só num país de lerdos podias ser presidente de câmara, até me disseram que querias candidatar a presidente da república, já agora sabes ler? porque de escrever já disseste tudo e estamos conversados. Antes que eu me esqueça, tens alguns bilhetes de viagem Lisboa – Madeira- Lisboa para pagares à mim , recordas? não te apoquentes que mais virá .

  31. fascista@stp.povo.st

    7 de Abril de 2014 as 17:10

    Compreendemos a ansiedade das pessoas, mais escrever não é para todos muito menos para aqueles menos aplicado.
    Pois, 90% da população africana são politiqueiros por isso a razão do plagio, a imagem de um pais que esta no poço a ser governado infelizmente pelo bandos de incompetentes. Meus senhores temos potencial humano, é preciso sabermos coloca-los nos seus respectivos lugares.

    • Manuel Fernandes

      8 de Abril de 2014 as 6:19

      Sr. Fascista, o que te falta para ser governante? Oportunidade, capacidade, vontade, iniciativa, dinâmica, inteligência,conhecimento? Falar mal do outro e criticar é muito fácil. Faça as sua parte contribuindo no positivo e te ficaria muito bem pela pessoa que és.

  32. Defensor de intenção

    8 de Abril de 2014 as 10:52

    ola caros leitores, é com profunda tristeza que leio os comentários de críticas concernente ao texto de Nelson Carvalho. Congratulo-me com a iniciativa de criticar e informar a opinião pública sobre a dependência da comunicação social do poder, concordo com o texto e a intenção, mas não com os comentários deploráveis e críticas insanas. PARA os críticos que questionam a autenticidade do texto e a fonte, é esquizofrénico e nada intelectual criticar a fonte sendo que o escritor observou a fonte onde retirou a informação.

  33. malebobo

    8 de Abril de 2014 as 11:57

    se este Sr. tivesse algo de se preocupar no gabinete como pc, não teriam tempo, para fazer plagio do artigo do outro, viva esses politiqueiros, arrumados em políticos

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