Opinião

A Legitimidade e a Autoridade

Os acontecimentos eleitorais, em S.Tomé e Príncipe, são factos que interrompem, momentaneamente, os procedimentos e métodos de rotina instalados na nossa sociedade. Até a pobreza e miséria, nestes momentos de autêntica festa, parecem desaparecer dos nossos olhares.

Depois da festa fausto-luxuosa que integrou um grande cortejo real, convidados estrangeiros, músicos internacionais do mais alto calibre e diversidade, muita alegria e dinheiro gasto para garantir a coroação do rei, regressámos àquilo que é a nossa marca registada: a confusão, a desilusão e a mediocridade.

Quem acha, todavia, erroneamente, que o acontecimento eleitoral, por si só, independentemente da amplitude do resultado em causa, é uma espécie de vara de condão, nas mãos de um califa ou prestidigitador, pronta a ser usada para resolver os nossos maiores problemas estruturais e conjunturais, como eu já ouvi dizer por ai, está redondamente enganado.

E agora que o pano caiu, tudo regressou à normalidade.

Só se lê e ouve falar, por estes dias, após a realização do ato eleitoral: de cargos políticos e governamentais e de personalidades adaptadas aos mesmos; de um eventual organigrama governamental defensor dos privilégios da militância partidária mais crente e seguidista; de áreas prioritárias de intervenção do futuro governo; de eventuais políticas de alianças; da relação entre o presidente da república e o anunciado primeiro-ministro e, sobretudo, se aquele nomeará este para tal cargo; de eventuais congressos partidários para mudança de lideranças decorrente dos resultados eleitorais em causa e de outras banalidades.

Esquecemo-nos, todavia, que as predições ou profecias sobre o nosso futuro coletivo, ao contrário daquilo que muita boa gente pensa e idealiza, não passam de projeções dos processos e procedimentos que existem e manifestam no presente, ou seja, de acontecimentos que eventualmente ocorrerão se os nossos protagonistas políticos, principalmente, não agirem de modo adequado, hoje e agora, com a finalidade de modificar a sua manifestação no futuro.

Neste âmbito, não basta o acontecimento eleitoral, e os resultados desta, para se concluir, de forma perentória, que o país entrou de forma decisiva num contexto de manifestação de um verdadeiro Estado de Direito Democrático e numa via de desenvolvimento, decorrente de uma maioria absoluta de um partido político, como já ouvi ser dito por pessoas com responsabilidades acrescidas na nossa terra.

Aliás, há até cronistas, comentadores ou analistas, que vão mais longe e escrevem ou vociferam, que, agora é que a razão chegou ao país, decorrente dos resultados do ato eleitoral recentemente realizado. Ou seja, para além da tal maioria absoluta, reivindicam, também, a razão para os seus propósitos políticos decorrentes da realização deste ato eleitoral.

É preciso, todavia, dizer a estas pessoas que, em democracia, ter a maioria absoluta não é sinónimo de ter razão. Fazer política é o único meio legítimo para construir qualquer maioria absoluta ou relativa bem como conservá-la.

Neste sentido, o ADI e o seu líder têm toda a legitimidade eleitoral para fazerem o que quiserem com a sua maioria absoluta de preferência com resultados positivos para a nossa comunidade.

Mas, se o ADI e o seu líder têm toda a legitimidade eleitoral para fazerem o que quiserem com a sua maioria absoluta; não é menos verdade que esta mesma maioria absoluta não deva ser utilizada como instrumento facilitador da dissolução da nossa comunidade jurídica com todas as consequências que isto acarretaria.

O país precisa de conhecer os contornos e desenvolvimentos do inquérito judicial ao então primeiro-ministro, Patrice Trovoada, que o levaram a fixar residência em Portugal e ser notificado pela P.G.R, até como forma de proteção da autoridade política do mesmo decorrente do cargo que voltará eventualmente a desempenhar, no futuro, tendo em conta os resultados das referidas eleições eleitorais. Isto é que deveria ser preocupação de todos nós, neste momento, e que não tem nada a ver com o estatuto e poderes constitucionais do senhor presidente da república de nomear ou não, decorrente dos resultados do ato eleitoral, o senhor Patrice Trovoada, como primeiro-ministro.

Nenhum país do mundo, sobretudo nas nossas condições, socioeconómica e cultural, pode ou deve ter, na liderança do seu executivo, alguém minado de autoridade política que, entretanto, faz finca-pé, decorrente dos resultados excelentes de uma eleição eleitoral, para se impor, de forma absoluta, junto do presidente da república, desprezando outros requisitos do proclamado Estado de Direito Democrático.

Uma coisa é a legitimidade eleitoral e outra, bem diferente, é a autoridade política.

A legitimidade eleitoral não se deve sobrepor a uma eventual ausência de autoridade política para exercício de cargos desta magnitude, num contexto de fragilidade institucional como o nosso. A marca inconfundível da autoridade é o reconhecimento e respeito, sem controvérsia ou polémica, por aqueles aos quais é incumbida a missão de obedecer.

Como é que um primeiro-ministro, fragilizado em termos de autoridade politica, logo no início da legislatura, decorrente de um processo judicial que ninguém conhece os contornos e amplitude e que foi motivo de paródia nacional quando o P.G.R resolver disseminar editais, um pouco espalhadas por todo o país, para a sua eventual convocação, com o objetivo de esclarecimento de tais problemas judiciais, pode aparecer, todos os dias, na Assembleia Nacional, a defender a bondade das suas políticas sem ser motivo de chacota por parte dos seus adversários políticos?

Que autoridade terá o primeiro-ministro, Patrice Trovoada, quando abrir a boca e recomendar propostas políticas, com o criticismo e espírito reformador que o próprio reclama para si, decorrente da atuação do seu governo, com o objetivo de reformar o nosso sistema judicial, numa eventual cerimónia de abertura do ano judicial, sem fazer saltar sorrisos das caras dos nossos magistrados e outros agentes judiciais presentes na referida atividade?

Como ficará a própria autoridade política do senhor presidente da república se, entretanto, nomear, sem qualquer reserva, o senhor Patrice Trovoada, como primeiro-ministro, tomando em consideração só os resultados das referidas eleições legislativas menosprezando os contornos do referenciado inquérito judicial? Ele estará a salvaguardar os interesses e funcionamento da nossa ordem jurídica com esta atitude?

Em que estado ficará a autoridade do senhor Procurador-Geral da república, a partir de agora, quando um suposto primeiro-ministro da república é o primeiro a dar sinais de incumprimento de uma ordem procedimental específica do nosso ordenamento jurídico agarrando-se aos privilégios da sua condição de político? A partir de agora, quem mais respeitará a autoridade do senhor procurador-geral da república, que já não é muita, com este exemplo tão mediático protagonizado pelo senhor Patrice Trovoada?

É por isso que nunca compreendi as razões pela qual o senhor Patrice Trovoada sempre rejeitou a hipótese de comparecer na P.G.R para tomar contacto com o inquérito judicial que sobre ele recai mesmo sob convocatória judicial.

Dir-me-ão que isto é um mal menor depois do próprio e o ADI terem ganho as referidas eleições legislativas com maioria absoluta. Então, neste caso, esta atitude será uma forma de valorizar e generalizar os “males menores” na nossa sociedade. A partir de agora, todos teremos direito aos nossos “males menores”, independentemente da nossa condição política, social e económica.

Dir-me-ão, de igual forma, que outros deputados da república também fizeram o mesmo, sob a capa da imunidade parlamentar, e que, por isso mesmo, todos são culpados coletivamente. Direi que, neste âmbito, não deve existir culpa nem inocência coletivas. Ambas só têm sentido quando se referem concretamente a indivíduos singularmente considerados.

Além disso Patrice Trovoada será o primeiro-ministro da república, legitimamente eleito, e deveria criar condições que salvaguardasse a sua autoridade política. A responsabilidade política pressupõe, sempre, um mínimo de autoridade.

Gostaria de conhecer as posições da ordem de advogados e das associações dos juízes e outros agentes judiciais sobre este assunto. É nestes momentos, que o papel pedagógico, cívico e preventivo destas instituições deve prevalecer em prol de boas práticas de vivência comunitária com o objetivo de fortalecimento das nossas instituições.

Este pequeno texto ou reflexão é a minha colaboração para ajudar a resolver este problema. Penso que todos os agentes políticos e judiciais, incluindo o próprio Patrice Trovoada, deveriam fazer o mesmo criando condições que este processo não avance sob radicalismos e finca-pés que promovem a vaidade pessoal mas, por outro lado, prejudicam os interesses do país no futuro. Uma maioria absoluta deve ser um instrumento legitimador, ao serviço do país, que amplifica a responsabilidade política e não diminua a autoridade, por mero capricho pessoal, daqueles que a alcançam.

Eu, como pai e educador, o pior que me poderia acontecer é perder a minha autoridade pessoal e profissional, respetivamente, decorrente de uma hipotética brutalidade ou infelicidade na relação com os meus filhos ou educandos. Teria, neste caso, de arcar com as responsabilidades dos meus atos, decorrentes desta brutalidade ou infelicidade, pessoal ou profissional. Neste âmbito, perderia o respeito e consideração por parte dos meus filhos e dos meus educandos e o não cumprimento de regras instituídas em minha casa e na Escola, por parte destes, seria uma das consequências da minha perda da autoridade pessoal e profissional.

No contexto político não é muito diferente. Temo que Patrice Trovoada ao ser nomeado primeiro-ministro da república, de acordo com os resultados das eleições recentemente realizadas, sem se conhecer os contornos e amplitude do inquérito judicial que sobre ele recai, seja o primeiro passo para a perda da sua autoridade política com todas as consequências que isto provocará na criação de condições para o início da dissolução da nossa comunidade jurídica. Seria uma ironia do destino que alguém que tenha apresentado uma queixa internacional contra o Estado Santomense por motivos de atropelos ao estado de direito democrático fosse a mesma pessoa a contribuir, com as suas ações, objetivamente, para a descredibilização total deste mesmo estado de direito democrático.

Como diria Hannah Arendt “o maior inimigo da autoridade é o desprezo e o meio mais seguro de a minar é o riso.”

Adelino Cardoso Cassandra

    59 comentários

59 comentários

  1. Trindadense

    26 de Outubro de 2014 as 22:12

    Num país normal o Patrice Trovoada nunca seria noemado primeiro-ministro sem que este problema fosse resolvido e explicado. Mas cá em S.Tomé infelizmente as coisas passam assim. Como diz o articulista isto é uma grande perda de autoridade. Mas no nosso país já estamos habituados com estas coisas. Tenho muita pena das nossas crianças que estão a crescer com estas coisas todas que estão a acontecer. S.Tomé Poderoso vai nos ajudar.

  2. Boa Vida

    26 de Outubro de 2014 as 22:28

    senhor Adelino tiro o meu chapéu pelas suas maravilhosas intervenções neste jornal. o país precisa de mais uns 1o tipos como o senhor a falar e escrever para fazer ver a realidade que vivemos. muito agradecido.

  3. A.V

    26 de Outubro de 2014 as 23:47

    Como habitualmente gostei, meu caro.Um abraço de muito longe, para ti e para a tua família. Grande reflexão!
    A.V

  4. helmer dias

    27 de Outubro de 2014 as 8:16

    sr adelino muito sinceramente concordo com tudo que foi relatado e escrito por si.E tambem faço votos que realmente nos povo nao teremos que pagar caro isso,num pais que toda gente pensa, que esta acima da lei, e que seja inteligente percebera que tambem pode cometer pequenos delitos mais, que sao graves para nossa sociedade e sair impune.Espero copiosamente que as saus palavras e escritas seja lida e compreendida por toda gente mesmo.abraço e parabens

  5. Aledunha

    27 de Outubro de 2014 as 8:32

    Meu caro, este país não tem remédio. Só temos que rezar e esperar que Deus nos ajude. Eu não tenho confiança nenhuma nestas pessoas que nos governam. Temo por aquilo que será o nosso futuro.

  6. Homem Honesto

    27 de Outubro de 2014 as 9:03

    Concordaria com o sr. Adelino Cassandra se as acusações feitas pelo Ministério Público fosse verdade e tivesse cabeça tronco e membro.
    O que o sr.procurador Geral e adjunto fizeram foi uma palhaçada encomendada.
    O resultado todo foi a MAIORIA ABSOLUTA que o povo (MLSTP,PCD, MDFM,e outros)votaram no ADI (Patrice Trovoada)para ser o primeiro ministro de São Tomé e Príncipe.
    Estas reflexões fosse realidade se o Patrice tivesse feito coisas irregulares violando a Lei.
    Os que não ganharam as eleições devem contribuir com o trabalho para São Tomé e Príncipe desenvolver.

    • Anguen

      27 de Outubro de 2014 as 14:36

      Se de facto o Patrice Emery Trovoada não fez nada eu só tenho de lamentar tudo isto. Mas agora eu pergunto: se ele não fez nada porquê que ele teme tanto ir apresentar-se diante do procurador e responder as perguntas. Cá em S.Tomé costuma-se dizer quem não fez nada não teme. Se eu tiver a minha consciência que não fiz nada de mal sobre um crime que me estão a acusar eu serei o primeiro a ir dizer que eu quero esclarecer tudo isto para limpar o meu nome. Ainda por cima dizem que ele é um homem mcom muito dinheiro. Ele pode pagar bons advogados para defender ele. De certeza que ele limparia a sua imagem. Agora o que vai ficar é a palavra dele contra a palavra do procurador. Quem tem razão? Por isso é que eu também concordo com este artigo. Não podemos ter um primeiro-ministro com nome manchado na praça pública. Imagina que ele sai para o estrangeiro para uma reunião e os outros primeiros-ministros vão começar a gozar com ele por causa disto. Isto dá uma imagem muito negativa do nosso país.

  7. Fé cu Deçu

    27 de Outubro de 2014 as 9:26

    Falou e disse tudo. Os meus parabéns pelo artigo. Estamos nesta brincadeira há 40 anos. Eles só estão interessados nas suas riquezas e no sustento dos amigos e familiares e amigos. Não há respeito. Não se respeita os tribunais. Os governantes são os piores a dar exemplos negativos. Isto é um país de brincadeira. Agora estão convencidos que é a maioria absoluta que vai resolver os problemas deste país. Eu já vi isto antes.

  8. Mé Zemé

    27 de Outubro de 2014 as 10:20

    Grande reflexão sr. Adelino Cardoso Cassandra. Mas, pergunto, se o PT não tomar posse como 1º Ministro e apresentasse no ministério público com a capa de deputado e por outro individuo como 1º ministro? O quê de bom traria para a nossa justiça e nossa sociedade? No meu ponto de vista, não melhoraria nada, antes pelo contrário. Esta maioria absoluta do ADI, deve-se ao PT e não aos Levis, Agostinho Fernandes e outros. O ADI sem PT não teria a maioria. O povo tem uma enorme expectativa em volta deste homem e se ele não for 1º ministro seria uma desilusão total. Quanto a nossa justiça, tem que se organizar internamente, pois próprio dentro do minsitério público e dos tribunais não existe injustiça entre os funcionários e as decisões ai tomadas. Como exemplo, não se admite que um juíz de 1ª instância dá uma sentença e vem o sr. juíz de supremo anular a sentença automaticamente, sem ter que haver um recurso da parte visada ao tribunal supremo, e outras desordem e actos de corrupção existente no tribunal. Há que organizar a casa, para que o pessoal que exerça justiça seja mais credibilizada e respeitada. (um juiz com catorzinhas…onde que se viu..!!!). Mas, acho que o PT mesmo como 1º ministro tem uma obrigação moral de explicar o povo o porquê desse processo sobre a sua pessoa, visto que na prática não vai acontecer nada.
    Este novo governo terá todas as condição de fazer a reforma da justiça (acho eu), para daqui a dois ou 3 anos esses casos bicudos como STP Trading e outros serem resolvidos.

    • Agente da PIC

      27 de Outubro de 2014 as 22:12

      Senhor Mé Zéme eu concordo consigo que o povo votou no Patrice. Ele é líder do ADI. Também acho que o Levy nem o Agostinho conseguiriam uma vitória desta. Eu já falei sobre este assunto com o próprio Agostinho que é meu amigo e ele sabe as minhas razões. Mas eu acho que o Patrice deveria ir falar com o procurador desde o principio e saber pelo menos o que é que estavam a pensar que ele fez, qual era a culpa dele. Qualquer cidadão nacional deve fazer isto. E o Patrice como 1ºministro deve ser o 1º a dar este exemplo. Há 2 anos que ele foi notificado salvo erro Este problema já estava resolvido felizmente e ele hoje seria 1º ministro sem qualquer problema. Eu não estou contra ele ser 1º ministro porque é ele que ganhou eleição. Só estou contra ele não ir responder ao procurador. Imagina o senhor se toda a gente começa a fazer isto agora. Acaba a justiça cá em S.Tomé.

      • Thay

        28 de Outubro de 2014 as 10:32

        Assino por baixo Agente da PIC. Se Patrice fosse logo para o ministério público nada disso estaria a acontecer. Isto revela a podridão na nossa classe política. Não há respeito pela lei, pelos agentes judiciais nem por ninguém. Estes dirigentes pensam que isto não virará um dia contra eles. Estão enganados. Ele será um 1º ministro sem autoridade e sem respeito por parte de ninguém.

  9. Augerio dos Santos Amado Vaz

    27 de Outubro de 2014 as 10:27

    Todos nós sabemos que o inquérito instaurado pelo M.P, ao Senhor Dr. Patrice Emery Trovoada, não passa de uma mera perseguição politica e a proliferação dos editais em forma de panfletos na praça pública, à margem da lei é o corolário lógico dessa patética perseguição. O Senhor Dr. Patrice Trovoada, como qualquer cidadão santomense, beneficia do principio constitucional de presunção de inocência; que no caso sub – judice, significa que cabe o M.P, fazer prova das imputações eventuais que lhe possam indiciar. Acontece porém que, os factos indiciados por MP ao PT, são factos que mesmo ao constituir eventual ilícito, nunca consubstanciaria crime algum, no nosso ordenamento jurídico, pois, para que se possa falar de crime é necessário que haja uma ação típica ilícita e culposa. Ora, até a aprovação da lei de responsabilidade criminal de titulares de cargos políticos, havia uma lacuna jurídico penal, consequentemente esse eventual ilícito, não estava tipificado na Lei, facto um dos pressupostos analíticos do crime, não se pode falar dele. Do resto, esse artigo é recorrente denotativo do estado do espirito do autor relativo aos seus alvos.

    • J.P

      27 de Outubro de 2014 as 13:49

      Senhor Gegé, eu não tenho nada a ver com partidos políticos e outras porcarias cá no nosso S.Tomé. Mas se tu fores sério só podes concordar com este artigo é das melhores coisas que eu li sobre este processo. Ainda bem que existe gente que pensa nas coisas e escreve com conhecimento para as pessoas lerem e refletirem. Este senhor mete vocês todos no bolso. Tu estavas cá como juíz e só fizeste porcarias até que foste expulso dos juízes. Deixa aqueles que sabem escrever e estudar os problemas do país. Tu deverias ser o último Sãotomense a falar destas coisas. Tiveste carta rogatória de Cabo Verde a pedir a tua chamada para lá para respondetes por crimes poraticados lá. Que raio de juiz é este? Bandido! Como ficou o caso rosema? Deveria vir cá explicar este caso.

      • Papa Figo

        29 de Outubro de 2014 as 10:13

        Meu caro J.P não se preocupe com o Gegé Amado. Esta a perder o seu tempo. Este senhor é um mau exemplo para a nossa juventude. Anda de crime em crime até acabar por ver o sol aos quadradinhos um destes dias. Quem pode com ele é o Adelino Izidro. Deu ele umas boas bolachas lá no papa figo que eu achei que o coitadinho iria morrer. Não batem mais neste nosso ceguinho.

  10. Muito Atento

    27 de Outubro de 2014 as 10:27

    Brilhante! Obrigado.

  11. Diasporano

    27 de Outubro de 2014 as 11:30

    Quer Deus ajude este país. Só isto é que eu espero. Mais nada. Já não confio nos homens.

  12. Ma Fala

    27 de Outubro de 2014 as 13:00

    Pois, mais alto do que a lei e a determinacao dos Homens, Caro Adelino Cassandra nao pare de nos brindar, com as suas excelentes relexoes por favor, o pais inteiro e os mais atentos agradecem.

  13. Flor

    27 de Outubro de 2014 as 13:40

    Só venho parabenizar o autor do ótimo artigo. Os meus sinceros parabens. Se as pessoas parassem para pensar sobre estas coisas o nosso país seria melhor para todos. Aqui só existe interesse, privilégios e ambição. Passa-se por cima de valores e de ética para atingir objetivos pessoais.

  14. Juíz

    27 de Outubro de 2014 as 14:12

    Eu subscrevo, linha a linha, o seu excelente artigo. É pena ainda reinar no país muita ignorância. Eu não compreendo como é possível que Patrice não comapareça na procuradoria mesmo sendo convocado. Isto parece-me uma falta de respeito e de humildade. Eu sou um critico severo da nossa justiça porque aqueles juízes são grande parte deles uns corruptos e ladrões. Mas de qualquer forma um político tem que dar exemplos positivos. Se ele foi convocado tinha que aparecer na procuradoria e explicar os assuntos todos. Se ele tivesse a sua razão ninguém lhe poderia fazer mal nenhum. Imagina agora se cada um de nós, povo miúdo, fizer a mesma coisa. Não haveria inquéritos nem julgamentos. Cada um fazia justiça a sua maneira. Isto é muito triste. Ou existem instituições que devemos respeitar mesmo não concordando com elas ou não vale a pena existirem estas insituições. Se eu fizer alguma ttambiqueira e for convocado para procuradoria eu juro que também não vou comparecer. Eu não tenho menos direitos que o senhor Patrice.

  15. Nitócris Silva

    27 de Outubro de 2014 as 15:47

    Boa tarde Justiça
    Carro amigo, espero que tenha tido a oportunidade em tocar este assunto com várias camadas da nossa sociedade.
    Porque durante meses nas ilhas maravilhosas de São Tomé, tive a oportunidade de perguntar ao Advogado, Jurista, Vendedor, Peixeira, Carpinteiro, Ladrão, Servente, Estudante, Diretor, Chefe de Secção, Funcionários públicos de vários serviços,…. e todos têm uma certeza, seria condenado um homem injustamente, caso regressasse ao país para ser ouvido pela justiça em São Tomé.
    Espero que meu amigo, não tenha feito parte dos que tinham de ser limpados na justiça de São Tomé, segunda a reforma feita pelo senhor Patrice.
    Como Todos sabem Vivemos num país em que somos muito vingativos, e só estamos bem quando “fazemos” a justiça com as nossas próprias mãos.
    Eu acredito que na atual conjuntura política o senhor P.G. terá a oportunidade de colocar todas as questões sobre o caso ao senhor Patrice, e que mais sedo ou mais tarde será conhecido os verdadeiros rosto por detrás desta cabala.
    Espero que neste mandato, seja preservado a imagem do senhor primeiro ministro, dando aos seus ministros a oportunidades de serem eles os verdadeiros responsáveis pela restruturação e a reforma dos costumes sociais.
    Espero que a justiça no país seja profundamente limpa, porque ela tem as mão muito sujas.

  16. filipe Muhongo

    27 de Outubro de 2014 as 17:28

    A Comunidade Internacional, é uma comuna que serve quem tem, não para erradicar o mal pela raiz, minimizando a miséria do povo para não morrerem sem o minimo de assistencia.
    O povo não sabe o que quer, mais sim, solucionar as suas necessidades prementes

    A vida tem dois parametros; querer e necessitar

  17. Boca Grande

    27 de Outubro de 2014 as 18:05

    Estas coisas só acontecem neste nosso S.Tomé. Isto nunca aconteceria em Cabo Verde ou mesmo na Guiné Bissau que muitos de nós consideramos que eles são inferiores a nós. Com esta nova direção do governo da Guiné Bissau S.Tomé vai ficar no último lugar de bandalheira e inutilidade ao nível dos PALOPS.
    Eu não percebo nada de direito nem de política. Fiz a 4ª classe antiga. Como é possível que uma pessoa que não tenha feito nada de grave nem cometeu nenhum crime fica com medo de se apresentar junto dos tribunais para esclarecer os problemas que ele tem com a justiça. Que raio de coisa é esta. Se ele não fez nada e está com a sua consciência tranquila aparece no tribunal e conta tudo esclarece a tua inocência para o povo confiar mais em você. Agora ficar escondido só, com medo, ausentando do país, parece-me comportamento de pessoa que de facto cometeu algum crime. É nesta pessoa que eu vou confiar como primeiro-ministro do meu país? Olhá tenham bom proveito com o vosso líder.

    • Li-da-quebla!

      31 de Outubro de 2014 as 7:19

      se o teu nivel e 4 classe de tempo, deixa isso pra os 11 de oje analisar, e foram com analise dessa nova geracao, que resultou em maioria absoluta, porque os que estudaram hoje, entendem o que e politica e seus golpes, essa e a razao de que o MLSTP E PSD estao se caindo aos poucos porque os analfabetos e os que ate 4 classe estao se diminuindo.

      • Bintoudjallo

        3 de Novembro de 2014 as 22:06

        Quebla, você quis fazer a moral ao senhor que disse ter 4aclasse, mas ele escreve melhor e comete menos êrros ortograficos que você….enfim!

  18. João Rosário

    27 de Outubro de 2014 as 19:05

    “Cabecinha pensadora…e esta,hein?” Esta reflexão é oportuna,muito esclarecedora e acertada quanto a forma, aos contornos duvidosos que envolvem as decisões dos poderes em S T e P. A culpa insistentemente a morrer solteira, a justiça desenquadrada e influenciada pelo eixo do mal,a corrupção. Bebi das suas palavras sábias e por isso quero parabenizá-lo,felicitá-lo pelo contributo valioso.Para muitos poderá não significar nada,mas “água mole em pedra dura,tanto bate até que fura” A sua mensagem chegará a muitos,inclusive aos que se servem do povo,pois deviam trabalhar para o povo.Esta reflexão, tenho certeza que é proveniente de uma mente, de uma pessoa que se preocupa com os problemas do país,com as decisões erradas das instituições,dos poderes que gerem o bem público. A velha máxima dos infiéis,não pises o meu rabo,que tens também rabo na estrada e assim a caravana vai passando enquanto o cão ladra. A P.G R,os tribunais têm que exercer com brio,notabilidade o seu papel e os políticos têm que ser mais responsáveis,conscientes e não só pensar neles mas sim nos seus concidadãos. Se esta novela não for esclarecida e medidas adequadas forem impostas fica sempre o caminho livre para mais e mais práticas ilícitas.Do Patrice Trovoada 600 mil, produto confiscado aos navios,tribunais de Lembá, G G A e tantos outros casos de corrupção e a impunidade prevalece. Srs futuros executivos,srs políticos ao jurarem por vossa honra cumprir e fazer cumprir como manda a constituição façam-no de mente aberta e não poluida,com sinceridade,honestidade ,a pensar em todos, sejam patriotas e não sejam hipócritas para com a sociedade,para com o povo. Todos juntos podemos,não sejam rancorosos e evitem a política de terra queimada.S T e P precisa de congregação de forças, sem exclusão.

  19. Finca-Pé

    27 de Outubro de 2014 as 21:52

    Espero sinceramente que os políticos leiam este artigo.
    Boa noite a todos.

  20. Zé Faneca

    28 de Outubro de 2014 as 8:18

    DÁ PARA PENSAR NESTAS DECLARAÇÕES DE TROVOADA EM LISBOA
    Qual a razão da sua visita a Portugal, antes ainda de ser indigitado para chefiar o governo saído das eleições de 12 de outubro?
    A visita é privada, mas estou a realizar contactos informais com vários setores, que poderão ser de grande utilidade no futuro. Não podemos perder tempo em São Tomé e Príncipe. Vamos encontrar um país de grande fragilidade financeira em termos de receitas.
    Pode dar um exemplo?
    A conta corrente do Estado na sexta-feira era de 25 mil euros. Nos últimos dias procedeu-se a promoções no exército e forças de segurança com critérios diversos, que geraram descontentamento nestes setores, além de sobrecarregarem o próximo orçamento. Houve ainda tentativas de pagar contas pouco urgentes e uma tentativa de perdão fiscal a certas empresas.
    Como explica essa situação?
    Temos consciência de que a derrota das forças hoje na oposição está a ser mal aceite. Mas temos de passar adiante. As eleições foram de clarificação e deve-se retomar a normalidade de funcionamento das instituições. Um certo clima de atrito que se tem vivido deve cessar o mais depressa possível.

    • Juven

      29 de Outubro de 2014 as 9:38

      Quem tem cara de pau para falar disto em Lisboa também deveria ter para falar sobre o seu processo na Justiça.

  21. Homem Grande

    28 de Outubro de 2014 as 10:04

    Desgraçado de país que tem estas pessoas como políticos e governantes. Meu muito obrigado ao autor do texto.
    Bem haja

  22. Desanimado

    28 de Outubro de 2014 as 11:36

    Nós fazemos tudo para nos desacreditar perante outros povos e nações, para nos sentirmos humilhados e para nos sentirmos envergonhados. Esta coisa que está a acontecer não havia necessidade nenhuma. Se o homem não fez mal nenhum porquê quer ele não comparece no tribunal para dizer exatamente isto: meus senhores eu não fiz nada daquilo que me julgam. Ponto final. Punha advogados a trabalhar para justificar tudo isto com provas. O problema acabava ele limpava a sua imagem e estava tudo resolvido. Não sei porquê que as pessoas têm tendência em complicar os problemas e depois fazer de vítimas.

  23. COITADO

    28 de Outubro de 2014 as 11:59

    caros familiares de Adelino Cassandra demente, o doente é como cornudo, pois é último a saber! Daí que era de todo aconselhável, que os familiares deste coitado fosse consultar um médico para de imediato fazer-lhe uma consulta e se calhar poder, caso ainda vá a tempo salvar-lhe a vida. Não sei se este indivíduo tem ou não familiares em STP. É uma contribuição. Se não o fizerem hão de arrepender, pois ele ainda é jovem e pode ser salvo!

  24. Jose Tavares

    28 de Outubro de 2014 as 12:07

    Que legitimidade tem Delfim Neves com varios processos judiciais ja ha varios anos e que ainda estao por esclarecer? Porque tanta perseguicao a Patrice Trovoada?

  25. Direitos Iguais

    28 de Outubro de 2014 as 12:46

    A partir de agora com esta atitude do nosso provável 1º ministro fica decretada aministia geral para todos os deliquentes atuais e futuros de S.Tomé e Príncipe. Ninguém mais deverá responder na justiça por crimes praticados. Isto não pode ser só uma exceção para o 1º ministro. Se somos todos iguais também temos os mesmos direitos.

  26. Jose Tavares

    28 de Outubro de 2014 as 12:47

    O Cassandra ainda nao acordou para uma realidade que e a perseguicao politica bruta e cruel de Pinto, Gabriel Costa e outros a Patrice Trovoada e que tudo tentaram fizer para eliminar o seu principal adversario politico que e exactamente e  Patrice Trovoada.

    Gabriel fez acusaoes graves contra PT quando os barcos foram ilegalmente capturado nas nossas aguas. Ficou provado que tal nao passou de calunia. Jorge Amado acusou PT de negociar drogas a calada da note. Nao passou de mentira grosseira.
     Gabriel por indicacao de aliados quis a forca acusar Partice Trovoada de pratica de levagem dinheiro, porque alegadamente terao visto uma transacao  bancaria suspeita no seu gabinete, e as provas que tivemos acesso foram as publicadas pelo Tela Non, documento claramente forjado que nao conseguia provar absolutamente nada.

    Nestas condicoes com um tribunal completamente politizado e com pessoas a quererem ver Patrice Trovoada pelas costas se ele se entregasse seria ir a procura da sua propria condenacao. 

    Antes de elabora este artigo tao critico creio que Cassandra nao se esmerou na analise de todo o cernario a Volta de figura do Patrice Trovoada.

     Eu ate subscreveria este artigo se STP estivesse sendo dirigido por pessoas honestas e se tivessemos um Tribunal serio, infelizmente nao esse o caso. 

    Felizmente que o governo de PT ira por ordem nessa nossa que anda muito mal organizada e pessimamente orientada por politicos que de politica nao entendem nada.

    • Bintoudjallo

      3 de Novembro de 2014 as 22:24

      J.Tavares, que provas possui para adiantar que tudo que foi dito sobre o P.T. não passa de simples invencoes, de complot etc ? Voce é jurista? Será que os delitos avançados e suposto serem cometidos pelo P.T., já foram julgados? Porque razão é que o P.T. fugiu com as calças nas maos….porque pretendeu ser perseguido. Porque regressou para as eleições acompanhado de estrangeiros? Porque não foi perseguido? Porque se encontra de novo fora de STP, neste momento crucial, sem governo….afinal, que anda ele a complotar com os estrangeiros? Que gouvernance quer ele? Houve a independência, há democracia em STP….não se quer o neo-colonialismo, muito menos a ditadura, que o P.T. quer impor no país.

  27. Atento

    28 de Outubro de 2014 as 13:32

    Agora dizem que este senhor viajou de novo para Portugal. Ele anda sempre a fugir de qualquer coisa. Nestas situações a verdade vem sempreb ao de cima. Ele pode fugir, masi tarde ou mais cedo vai-se descobrir as coisas. Não há necessidade nenhuma para este comportamento, na minha modéstia opinião. Se o homem não fez nada explique-se e o povo compreenderá facilmente. Isto já parece o jogo do gato e do rato.

  28. MENTIRA TEM PERNAS MUITO CURTAS

    28 de Outubro de 2014 as 15:16

    Meu caro Direitos Iguais, deve ser aberta sim excepção a todos aqueles que, como Patrice Trovoada são perseguidos politicamente e o PR que o perseguiu deverá ser julgado no TPI, logo que terminar o mandato em 2016. O que achas?

    • Direitos Iguais

      28 de Outubro de 2014 as 20:45

      Só o Patrice Trovoada que é perseguido em S.Tomé? Eu começo a desconfiar desta perseguição. Que raio de coisa é esta. Foi Pinto da Costa e Gabriel Costa que fabricaram as provas para incriminar o Patrice Trovoada? Se assim for eu acho que é fácil desmontar isto. Basta o Patrice Trovoada dirigir-se para o M.P e argumentar isto mesmo com provas. Tudo fica resolvido. Ou ele pode dar uma entrevista em que explica tim tim por tim tudo que lhe aconteceu e quem sabe lá o povo pode acreditar na história que ele contar. Mas o pior é que ele ainda não fez isto. No país ninguém sabe sequer aquilo que Patrice Trovoada é acusado. Só se ouve rumores. Como é possível uma coisa desta. Se me acusassem de alguma coisa que eu não fiz pode crer meu caro MENTIRA TEM PERNAS CURTAS que eu dava uma conferencia de imprenssa a dizer tudo sem qualquer falha. Agora se ele é acusado e no entanto foge do país até parece que ele é culpado. Ou não? Quem foge é porque tem medo de alguma coisa. Por exemplo agora ele quer tomar posse como deputado primeiro para depois ser indigitado como primeiro ministro. É mais uma prova que ele está a esconder-se de qualquer coisa. É esta a minha opinião. Senhor MENTIRA TEM PERNAS CURTAS eu não tenho nada de pessoal contra o Patrice Trovoada nem contra o senhor Pinto da Costa. Para seu conhecimento já trabalhei numa ocasião para o sucesso do senhor Patrice Trovoada e já dialoguei com ele pelo menos duas vezes.

  29. O FEITÇO CONTAR O FEITICEIRO

    28 de Outubro de 2014 as 15:43

    Meu caro Agente da PIC, essa justiça já não é justiça, não só o Patrice sabe disso, como todos nós, a comunidade internacional, o cidadão comum, o próprio presidente da República, todos sabemos. Como se explica que dirigentes políticos diga-se de passagem, instrumentalizam a justiça para perseguir político como Patrice Trovoada e os magistrados aceitam esta pouca vergonha!!! Por isso há que fazer uma reforma profunda e Patrice será o mentor dessas reformas, pois o Gabriel, o Delfim, o Óscar tê que necessariamente serem ouvidos nos próximos tempos. Isto sim tem que acontecer!

    • Juven

      29 de Outubro de 2014 as 9:40

      O Patrice não instrumentalizou a Justiça quando foi governo? Se existe pessoa que fez isto no seu governo foi Patrice. E ele não instrumentalizou só a Justiça. Ele instrumentalizou tudo cá em S.Tomé para satisfazer os seus interesses.

    • Bintoudjallo

      3 de Novembro de 2014 as 22:36

      Feitiço, cada um dá o seu patético e estúpido palpite, sabendo que é inutil….e a pessoa que tentam defender e proteger, nem está aí para se preocupar com o assunto, de resolvê-Lo, de esclarece-lo….o interessado quer é ter o PODER e o que vai junto (dinheiro, viagens, boa e bela vida, “boquita ” etc) , o povo não lhe interessa….apenas para votar.

  30. Gegé

    28 de Outubro de 2014 as 16:46

    Como é que o Gegé Amado Vaz não pode responder para o Patrice Trovoada. Eles os dois sabem o que andam a fazer. Basta me dizerem que o Patrice Trovoada tem como amigo o Gegé eu fico logo a saber de que pessoa se trata.
    O Gegé fez tanta coisa em S.Tomé que se o povo soubesse metade seria o fim do mundo. E atenção que eu não estou a falar da vida privada dele que só a ele enteressa. Estou a falar de casos de corrupção nos tribunais deste país. Grande parte da imagem negativa que os tribunais tem aqui em S.Tomé está relacionado com casos que o Gegé fez. Fazia desaparecer documentos, recebia dinheiro para beneficiar arguidos, criou uma rede grande de corrupção nos tribunais até que foi suspenso das usas funções. Foi para Cabo Verde fez das suas e Caboo Verde mandou uma carta rogatória contra este senhor. Agora foi para Angola e dizem que já está a fazer das suas lá em Angola.
    Portanto se o Gegé é amigo do Patrice e defende o Patrice eu fico muito preocupado com esta situação. Pode ser o fim da picada para S.Tomé. Dizem que desde que ele apanhou socos do Adelino Izidro que ele ficou completamente passado da cabeça. Só bebe e fuma coisa que está a dar cabo da vida dele.
    Com amigos destes o Patrice Trovoada já não precisa de inimigos.

    • Doutor

      28 de Outubro de 2014 as 23:08

      Toda gente em S.Tomé e Príncipe conhece as peripécias do Juiz Gegé Amado. Este senhor tem uma grande escola. Só me admira como é possível que exista pessoas que ainda dão trabalho a este senhor.

      • Augerio dos Santos Amado Vaz

        29 de Outubro de 2014 as 10:52

        Senhor Doutor. De Doutor o senhor não tem nada. O senhor não chega aos meus calcanhares. Sei que o senhor tem raiva e inveja da minha pessoa. Já paguei por aquilo que fiz enquanto juiz e não perdi os meus direitos como cidadão. Continuarei a intervir em todos os espaços em defesa da nossa democracia. O que é que o senhor já fez enquanto cidadão em prol do desenvolvimento do país? A vossa raiva e comisseração é o apoio que eu tenho dado ao meu grande líder doutor Patrice Emery Trovoada. É isto que vos tem deixado com tanta inveja. Darei se for preciso a mimha própria vida na defesa do nosso grande líder Patrice Emery Trovoada. É ele que vai fazer o nosso país progredir. Todos devemos ajudá-lo nesta tarefa. Basta lerem a biografia deste grande estadista para chegarem a conclusão sobre a sua obra e percurso político. Não há político cá em S.Tomé e Príncipe com este percurso profissional e político. O país não pode perder a oportunidade de renegar o serviço de uma personagem desta categoria.

    • Injustiça

      29 de Outubro de 2014 as 12:27

      Deixem o juiz corrupto em paz, minha gente.

  31. Água Grande

    28 de Outubro de 2014 as 17:14

    Palavras sábias meeu caro senhor que escreveu esta maravilha. O senhor tem razão. Pelos vistos já começou a confusão e trapalhas. O 1º ministro que ganhou as eleições já fugiu de novo para Portugal e está a espera de tomar possecomo deputado e ganhar imunidade para depois ficar livre de qualquer processo e só depois ser indigitado 1º ministro. Onde vamos parar com tanta maluquice, meu Deus. Ninguém vai acreditar em nós. É muito triste estar a verificar uma coisa desta. Um primeiro ministro que foi eleito andar a fugir como rato para não ser preso. Isto já é motivo de comentários cá no país em toda a parte. Vamos ter agora um 1º ministro que andará sempre a fugir. Inicialmente eu até cheguei a pensar que o Patrice Trovoada tinha alguma razão naquilo que lhe estavam a fazer. Mas mudei de opinião quando notei que ele estava com comportamentos muito esquisito para quem veio para o país e ganhou claramente as eleições. Uma pessoa que está inocente como ele diz teria outro comportamento. Esta é a minha opinião. Espero que não me venham insultar por dar a minha opinião sobre este assunto. Penso não ter ofendido ninguém.

  32. Tribunal Penal Internacional

    28 de Outubro de 2014 as 20:16

    Eu penso que esta história que o Gabriel + Pinto da Costa + Procurador da república estão a perseguir o Patrice Trovoada é um bocado forçada. Neste caso eu também posso dizer que outras individualidades também andaram a perseguir o Delfim Neves, o senhor Arzemiro dos Prazeres, a senhora Maria das Neves e outros políticos que tiveram que prestar contas com a justiça. Sejamos sérios um bocadinho. Eu até admito que no nosso país haja perseguição política. Mas o que eu não percebo é porquê que só o Patrice Trovoada é que é perseguido pela justiça neste país sabendo que ele diz sempre que ele é o mais poderoso de todos. E se for perseguição eu acho que poderia ser facilmente desmontada por qualquer tribunal. Isto não justificaria ele andar a esconder-se em Portugal e a querer tomar posse de deputado primeiro para mais tarde ser primeiro-ministro e assim ficar com imunidade. Eu no lugar dele lutava contra o mundo todo se fosse preciso para justificar a minha inocência.

    • Juven

      29 de Outubro de 2014 as 9:41

      Bem dito senhor TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL.

  33. Pão com Chouriço

    28 de Outubro de 2014 as 20:20

    Toda a gente lembra ainda daquele processo que alguns polícias fizeram um grande trinta e um no tribunal e ameaçaram os juízes quando foram julgados por problemas de trânsito. Esta coisa criou um grande embaraço ao país e deixou a imagem da justiça e dos polícias num estado lastimável. Até hoje a justiça ainda não se recompôs deste problema e os polícias também continuam mal vistas. Agora com este problema do senhor Patrice Trovoada eu acho que será um grande golpe para a nossa justiça. É melhor acabar com todo o sistema de justiça e começar tudo de novo. Isto será um grande descrédito para toda a nossa justiça. A própria ordem dos advogados está calada e os juízes não são unidos entre eles. Nenhum destes organismos vai abrir a sua boca para dizer nada. A última vez que eu ouvi a ordem de advogados a falar foi no tempo da Celisa. O presidente do supremo tribunal está na engorda e não pode abrir a boca dele para dizer nada senão perde o lugar. Quando o problema complicar mais é que cada um começa a sair da sua toca a gritar kidalêo.

  34. Augerio dos Santos Amado Vaz

    29 de Outubro de 2014 as 10:42

    Meus senhores! Sejamos claros. O Patrice é o único líder que este país tem. Podem dizer o que quiserem mas eu sou fã nº 1 do doutor Patrice Emery Trovoada. Sei o que o mau pai sofreu nas mãos do senhor Pinto da Costa e outros canalhas do MLSTP. O Patrice Trovoada é o meu únco ídolo. Creio mesmo que no mundo não haja mais líderes com a grandeza do nosso Patrice Trovoada. S.Tomé e Príncipe precisa de luz e Patrice é a única luz que temos neste momento. Não creio que nos próximos 300 anos aparecerá alguém com a envergadura e capacidade mobilizadora do nosso líder doutor Patrice Emery Trovoada. Deixem o homem trabalhar. Já é tempo do Pinto da Costa e a sua escumalha sairem do caminho. Serei do ADI eternamente. Não vale a pena andarem por aqui a tentar denegrir a minha imagem porque não conseguem. Qual é o juíz que não cometeu crimes em S.Tomé e Príncipe. Sou só eu que cometi ilegalidades? Fiz coisas menos agradáveis no meu desempenho profissional mas já paguei um preço alto pelos meus atos. No entanto existem muitos que se dizem justos e imparciais naquela casa que não passam de ratos e serpentes autênticas.

    • Justiça Precisa

      29 de Outubro de 2014 as 13:45

      Senhor Augério Amado mas conhecido por Gegé. O senhor pode gostar do Patrice Trovoada e até casar-se com ele se o senhor quiser. Isto é um problema seu. Eu acredito quen o senhor esteja muito apaixonado pelo seu líder como o povo faz na Correia do Norte. Mas não se esqueça que estamos na democracia. O senhor mesmo tem a consciência, como ndiz no seu texto, que cometeu crimes enquanto juiz. Isto deveria ser vergonhoso para si. O senhor deveria ter vergonha de dizer isto. Eu nop seu lugar nunca mais emitia nenhuma opinião negativa sobreb os outros. Por sua causa os tribunais estão como estão. Não me admira nada que de facto o Patrice Trovoada seja o seu líder e confidente. Estão bem um para outro.

    • ami

      29 de Outubro de 2014 as 16:11

      podes ficar descansado, Amado Vaz. O Patrice, não é nada parvo. Ele não te vai dar tacho nenhum, por mais que o lambas as botas. Tire o teu cavalo da chuva.

    • Original

      31 de Outubro de 2014 as 19:16

      Acho que esta pomada não dá para graxar Patrice pela seguinte razão:Dizer que será de ADI eternamente sabendo que nada é eterno?
      Sr.pode ter alguma visão mas os olhos nunca vêem tudo.

  35. Delfinismo

    29 de Outubro de 2014 as 10:43

    Senhor Agua Grande, se é ou não demente, não sei,mas parece; Então se já viajou também não sei; Mas aprenda que estamos num país onde o cidadão é livre de viajar para onde pretender. O sr ou srª quando viaja para que país for, está a fugir?? Seu inbec… Seu Delfinista do raio… Jamais verás arroz para roubar, malandros!!

  36. Gente Daqui Mesmo

    29 de Outubro de 2014 as 13:28

    Só não vê quem não quem quer ver. Ninguém é inocente ou vítima nesta história toda. Não existe vítima e vilões. A tentativa do ADI e do seu Líder de apresentar queixa contra o presidente da república, contra o primeiro-ministro, contra o ministro da defesa e outras figuras do estado era uma forma de pressionar a nossa justiça e órgãos de poder de forma a condicionar o caso de justiça do anterior 1º ministro Patrice Trovoada. Só não vê isto quem não quer ver.
    É por isso que ele abandonou o país e foi viver para Portugal. Agora continua esta pressão sobre os órgãos do estado e do poder cá em S.Tomé.
    Mesmo este livro “Batota do Juíz” de Estanilau em que ele mete o procurador da república no barulho é também uma forma de jogar o nome do senhor procurador na lama para passar a impressão que ele é corrupto e injusto nas suas decisões. O Patrice Trovoada está por detrás desta situação toda. Interessa-lhe sujar o nome das instituições para salvar a sua pele. É a forma que ele encontrou para se vitimizar.
    Eu vejo muita gente a falar dos assuntos sem estar minimamente informada sobre o mesmo. Tudo isto é política meu povo. Quem padece mais nesta brincadeira é o povo miúdo, porque os graúdos saem todos a ganhar com tudo isto.

  37. Amiga

    29 de Outubro de 2014 as 14:45

    Tudo isto é muito complicado para a minha pobre cabeça. Eu não vejo onde existe tanta confusão.

    1- Se o homem comteu um crime ou existe indícios de crime praticados pelo homem, porquê que ele, mesmo sendo convocado pelo M.P, nega comparecer para dar explicações sobre os mesmo?

    2- Se o homem não cometeu crime nenhum, como ele diz, porquê que estão a perseguir o homem?

    3-As pessoas lá no vosso país, mesmo aqueles humildes, quando são convocados pelo M.P, mesmo não tendo cometidos crimes nenhuns, negam comaparecer no M.P, sob convocação deste, depois de instauração de um inquérito?

    4- Qual é o melhor meio para esclarecer se o homem cometeu ou não um crime, depois do M.P ter aberto um inquérito? É não colaborar com o M.P esperando que tudo se resolva ou fique por explicar ad aeternum ou pelo contrário é colaborar tentando explicar para que o problema se resolva?

    São interrogações que me assltam neste momento que espero não estar a meter a colher no prato alheio. Não sou de S.Tomé mas gosto muito do vosso país. Não consigo compreender tanta impunidade e desinteresse pelas instituições.

  38. Londres

    29 de Outubro de 2014 as 16:00

    Eu peço ao senhor presidente da república e ao senhor patrice trovoada que deixem desta coisa de interesses pessoais e trabalhem para o bem do povo. Não digo mais nada. Já chega desta coisa de gato e rato e de luta para demosntrar quem tem mais força. O senhor patrice tem que ser mais humilde e estadista e o senhor presidente tem que ser mais institucionalista.

  39. ami

    29 de Outubro de 2014 as 16:20

    Alguém tem contacto com os deputados portugueses “salvadores da nação são-tomense”? Favor enviem-nos este tao sensato artigo.A RTP tem alguns senhores que se dizem comentadores políticos, ou coisa parecida. Os artigos do Cassandra deviam ser de leitura obrigatória para eles.
    Obrigado, Cassandra, por permitir que eu continue a acreditar que meu país não está perdido.

  40. DOR DE COTOVELO

    30 de Outubro de 2014 as 11:52

    Caro Trindadense, o que querias dizer é que se dependesse de ti (o PT não seria 1º ministro: Mas a democracia tem regras, por isso é que, o que prevalece acima de tudo é a vontade da maioria. Era uma loucura ou autêntica estupidez se para se ser primeiro ministro dependesse de si ou de um inimigo qualquer, ou de uma vontade isolada!! Só no país das bananas como este em que estivemos nesses últimos 23 meses, com Gabriel e PC a cabeça!!!! Por isso é que houve eleições para se esclarecer a situação, onde 60% da população, perto de 40.000 eleitores dos 60 e tal mil que votaram, decidiram escolher ADI e em especial dr Patrice Emery Trovoada! Por isso não estou a ver um indivíduo a querer contrapor a vontade da maioria absoluta, só mesmo um louco! Os que ainda estão a dormira a sombra da bananeira depois desta estrondosa derrota, vai mesmo pagar muito caro e pode mesmo sucumbir!

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