Opinião

O Povo, o Político, e o poder rumo à dois mil e dezasseis

Os três P em 2016 pressupõe-se a posicionamento e Estabilidade, a prevenção e Fiscalização e por último a popularidade e Democracia. Em 2016 o povo será mais uma vez chamado às urnas, para desta vez escolher o novo presidente da república, quem constitucionalmente é o Chefe do Estado e o Comandante Supremo das Forças Armadas, o representante da República Democrática de São Tomé e Príncipe, o garante da independência nacional e da unidade do Estado e quem assegura o regular funcionamento das instituições.

De se recordar que estamos no primeiro semestre do ano de 2015, e que saímos do ano de 2014, onde em Outubro assistimos as eleições legislativas, autárquicas e regionais, onde foi concedido uma maioria parlamentar ao partido ADI de Patrice Trovoada 33 deputados, do mesmo modo os partidários da troika constituída pelo MLSTP/PCD e MDFM saborearam uma expressiva e retumbante derrota e minguaram eleitoralmente valendo o MLSTP 16 deputados, quando detinham 21 cadeiras , o PCD 5 deputados, quando detinha 7 assentos e o MDFM desapareceu no parlamento quando detinha 1 deputado e para o seu lugar o surgimento estranho e confuso do UDD.

Este resultado é o culminar de um período de poder,  fruto de um derrube parlamentar, através de uma moção de censura em 2012, ao XIV governo constitucional do ADI liderado por Patrice Trovoada e pela assunção da responsabilidade por parte de um primeiro ministro alheio à troika partidária,  sugerido, indigitado e imposto pelo presidente da república e um governo de coligação tripartidário desnorteado, de desconfiança e inseguro à todo tempo, tanto na sua estrutura, bem como na sua composição e finalmente e sem dúvida na sua acção de administrar e lidar com a coisa pública, sem se falar de ausência de uma política e perspectiva eleitoral (no período pré; no momento e no período pós).

O povo não compreendeu este derrube nem tão pouco se convenceu das reais intenções da troika governamental, nem tão pouco acreditou no presidente da república que violou a Constituição da República para ser arbitro e jogador, um governo que por sua vez não alterou nada no país sempre atacando Patrice Trovoada e seus pares ressuscitando o homem (morto politicamente segundo a troika) e acusando-o de traficante e de vários outros crimes de corrupção, desvio de bens público, peculato, branqueamento de capitais, associação crimninosa, negócios ilícitos e sujos, sem apresentar provas destas acusações e colocando-o diariamente na agenda política como sendo o inimigo da troika, que agora só representava o saque da coisa pública e desgoverno, intrigas, manobras, ambições, irresponsabilidade, e traicções políticas, sem um fio condutor sem rei nem rock.

Patrice Trovoada decidiu instalar-se no exterior, em Portugal, e de lá orientou durante dois anos o seu partido ADI na oposição e aproveitou-se e bem do mau governo e da inoperância da troika governamental, das crises e desorientação, das guerras  entre esta troika e presidente da república Pinto da Costa e  líder espiritual do governo chefiado por Gabriel Costa da UDD que governava um castelo de pés de barro.

Assim se compreende a chegada apoteótica de Patrice Trovoada à São Tomé, a tremedeira provocada nos meios políticos e judicial após este regresso, a ascensão do seu partido ADI e a sua victória retumbante e gigantesca nas eleições legislativas de 12 de Outubro de 2014.

O ADI e o poder real

Alcançado o poder – maioria absoluta parlamentar 33 deputados , o ADI com poucos quadros, com pouca experiência e traquejo no lidar com a governação do país, decidiu cobrar a vingança por ter caído da cadeira do poder e ter estado fora do poder durante dois anos e acusado por diversos crimes. Assim sendo o partido ADI tomou a primeira medida – caça às bruxas, retirada abrupta dos quadros não pertencentes ao ADI da administração central do Estado, numa assentada foram demitidos quase 50 directores e altos funcionários  da administração pública e nomeado outros do ADI e seus amigos e companheiros, muita gente não qualificada e sem experiência profissional.

Patrice Trovoada de seguida organizou o seu passeio pelo país, numa iniciativa apelidada de preparação do Orçamento do Cidadão, onde o governo e toda a máquina governativa promete meter água, instalar energia eléctrica, construir estradas e pontes, construir escolas, creches, jardins de infância, lavandarias, postos e centros de saúde, dar terras aos camponeses e gente para construir casa, saneamento básico do meio, sem contar com a inúmeras prometidas na campanha eleitoral em 2014 , sendo as mais sonantes o arroz a 13 mil dobras, internet grátis para todos jovens, trabalho para os jovens, infraestruturas básicas, casas, desenvolvimento económico e social alicerçado ao famoso sonho de construção de um  Dubai Africano.

Patrice Trovoada acusa os seus antecessores de delapidadores do bem público, e pede auditoria as contas das empresas públicas e entrega os resultados ao ministério público e ao tribunal de contas. Patrice e seus pares monopoliza a comunicação social e a imprensa e instala a censura à tudo e a todos numa expurga aos que sabem fazer rádio e televisão e valorizando os que dizem –  viva o ADI!

O povo faminto e atento à tanta promessa e compromisso assumido pelo Patrice Trovoada e o ADI até pergunta agora, onde virá o dinheiro para tanta obra e como pagar tanta promessa num mundo em crise financeira tremenda e global. Os parceiros estratégicos e os financiadores do nosso OGE, como Angola, está em deficit por queda do preço do petróleo, União europeia, Nigéria, e outros têm os seus problemas, o Taiwan dá o de sempre , os países árabes desapareceram económica e financeiramente, a china popular por aqui não anda por enquanto, os restantes países africanos estão routos ou de tanga, então como financiar um OGE que nem por sombra será menos que 130 milhões de dólares americanos e que por certo ultrapassará de largo este valor? Olhando para o programa do governo, o GOP e orçamento do cidadão,  quanto caberá o próximo OGE e de onde virá a verba para o suportar?

Patrice Trovoada e o seu desígnio imperial

o líder do ADI Patrice Trovoada, sempre o mesmo, inábil e incompreensivo da coisa política e da vida em STP. Patrice  viaja pelo mundo fora a procura do dito dinheiro para pagar as promessas, destinos como Gabão, Angola, Portugal, Guiné equatorial, República do Congo – Brazaville, Camarões, num mundo globalizado e munido de uma crise financeira internacional, e antevendo e perspectivando o que daí virá, claramente regressa com uma mão cheia de nada, logo num golpe político tanto à oposição, bem como aos seus pares partidário do ADI, contra tudo e contra  todos, Patrice Trovoada levanta o porrete e marca o congresso do seu partido para 28 de Março do ano corrente, desconfiando da decisão do seu partido, como acontecera num conselho nacional em Mé – Zóchi no ano de 2011, onde foi-lhe recusado o passaporte para as presidenciais.

Patrice Trovoada correu depressa e marcou este congresso onde irá ser proclamado Rei e candidato às eleições presidenciais de 2016, e avisou publicamente que não admitirá contestação interna (ADI) a sua candidatura  e quem não quiser que abandone o partido porque este tem um dono que se chama Patrice Emery Trovoada, atende-se que o anuncio da candidatura de Patrice Trovoada é feito um ano e quatro meses das eleições presidenciais, 130 dias após a sua tomada de posse como primeiro ministro e chefe de governo, e sem ter apresentado o OGE, num governo maioritário sustentado e suportado por 33 dos 55 deputados que compõem a Assembleia Nacional, contando com uma Constituição com pendor altamente parlamentar e um presidente da república com poder tão limitado e diminuído, em várias matérias da vida política, apelidado por muitos de presidente corta-fitas após a revisão constitucional de 2003, somente com o poder  de arbitro num jogo político recheado de caneladas e fintas.

Patrice Trovoada quer ocupar a Cadeira de presidente da república, conhecedor como ninguém da constituição que não lhe dá poderes executivos, logo como fazer obras e cumprir as promessa feitas ao povo, arroz 13 mil dobras, água, electricidade, estradas, pontes, trabalho para os jovens, transformação de STP  num  Dubai Africano? Questões para Patrice Trovoada responder antes do dia 28 de Março de 2015.

Patrice Trovoada pretende ser presidente da república, já possuindo uma maioria de 33 deputados na Assembleia Nacional recentemente eleita, pretende continuar com um Governo onde ele já é dono e o senhor? Pergunta para resposta do povo brevemente.

Mas porquê quer Patrice Trovoada tanto poder?

Será que Patrice Trovoada quer se instalar no palácio cor de rosa, ser presidente da república para ser arbitro e jogador ao mesmo tempo? Quer ele ser um presidente da república corta – fita? E o seu partido político ADI? Os projectos, programa político de governação, os compromissos  e as promessas? Quem as cumprirá e as pagará? E qual será o futuro do povo pequeno que Patrice sempre disse que amava e iria lutar para lhe dar melhores condições de vida?

Então pergunta-se, será que Patrice Trovoada já teve tempo suficiente, se tem e se consegue parar, pensar e preparar alguém para ser líder do ADI e o rosto como primeiro ministro de um partido que governa o país e obteve 33 deputados nas últimas eleições? Que brincadeira  e quão é a irresponsabilidade!

Não nos quer dizer seja Levy Nazaré, que provas deu cada vez que abria a boca no parlamento,  l’ enfant terrible, empoli, três mechant e menino da rua, altamente indisciplinado, sem maneiras, boçal, malcriado e delinquente incorrigível, que nem ao presidente da república respeita como figura de Estado, um puto do líder, um secretário geral sem poder e sem mando, um puro yes man, yes sir, ok, que caiu dos céus da geração esperança, fazendo campanha num tom agressivo, num vale tudo na política, e  falando mal de todos e que o líder foi com a sua cara, e que nem granjeia simpatia dentro do próprio ADI, seja agora seria conduzido para o cargo de primeiro ministro sem preparação para tal. Por amor de Deus, não cagam na marmita que comem.

Agora, a Oposição política partidária

Que papel vos aguarda?

 A oposição política partidária terá que se afirmar, se organizar, se unir, se esclarecer, se credibilizar interna e externamente, se reformar internamente quanto basta, com mais gente nova, com disciplina, com tarimba, com objectividade, com mestria, com humildade, com lealdade, com consciência, e junto as bases falar sem rodeio, séria e honesta a população, a oposição política partidária terá que comer o pão que diabo amassou, sem receio meter os pés na lama , propondo planos, programas e projectos de sociedade  com respeito as massas e engajando o povo, demarcando –se  e fazendo a diferença das visões  e estratégias do ADI e defendendo somente os reiais interesses do povo são-tomense, falando agora e já dos efeitos maléficos do poder absoluto e dos ditames de Patrice Trovoada e do seu ADI.

O MLSTP terá que encontrar uma liderança credível, segura, plural, unificadora, um político sério, maduro, trabalhador, intelectual de primeira, com uma imagem imaculada, fora das querelas e brigas políticas estéreis e desnecessárias que levaram o partido ao fosso que se encontra.

O PCD terá também que se reformular, revigorar, reestruturar e credibilizar junto ao eleitorado com gente nova, enérgica, trabalhadora e imaculada das várias peripécias e escândalos que têm abalado o partido a vários anos.

O UDD terá que continuar o seu trabalho político e definir se pretende ser local ou nacional, MDFM terá que saber o que quer da vida, definir o que  quer ser no panorama político são-tomense, o seu líder terá que dar lugar ao outro e uma liderança forte terá que surgir sob pena da extinção pura e objectiva, quanto  aos outros partidos políticos  terão, pelo tempo de existência; e pelos resultados nos  sucessivos actos eleitorais,  deverão submeter a decisão de extinção ao seus apoiantes.

Contudo, todos os partidos políticos terão que se mobilizar e unir-se em torno de um único candidato presidencial, que terá que ser um aglutinador, abrangente, galvanizador, inteligente, qualificado, experiente, e imaculado das brigas e querelas políticas inúteis e um homem de carácter, disciplinador, um líder, um arbitro e homem que consegue criar respeito na sociedade  ser respeitado e respeitador, um democrata e um homem que fará da constituição da república, da imparcialidade e da isenção as suas principais ferramentas,  impondo disciplina em todos aspectos e junto aos fazedores da política nacional e um símbolo do político com credibilidade interna e externamente.

O PAPEL DA SOCIEDADE CIVIL

Por outro lado, a sociedade civil organizada exercerá um papel importantíssimo e fundamental na vida nacional. A sociedade civil e as ONGs, entre outras congéneres,  deverão promover, realizar e avaliar o debate de ideias e levar os candidatos presidenciais a apresentarem e debaterem programas , projectos de sociedade e desta forma dar ao povo elementos para os julgar e escolher o melhor e tudo fazer para que a comunicação social seja plural, isenta, transparente e imparcial e o direito de informar e de ser informado uma realidade; a igualdade; a universalidade; e o direito a organização e participação na vida política  e outros direitos fundamentais, sejam sempre preservados e defendidos na íntegra, de acordo com a própria constituição da república.

Conclusão

Por estas e mais outras, 2016 será o ano político marcante e decisivo em STP.

2016 será o ano de definição política e estratégica nacional e de marcação do passo rumo ao respeito pelas instituições em STP.

Saber-se-á se o povo pretende pôr todos os olhos no mesmo cesto, ou pretende separá-los de forma a melhor gerir, controlar e observá-los caso algum parta ou estrague.

Depois destas eleições STP poderá ter um ditador ou,  vários partidos, um partido maioritário, uma assembleia, um governo e um arbitro para o jogo.

Também o ano de 2016 significará o ano do reafirmar da estabilidade política governativa, da fiscalização do poder político económico e social e a valorização da democracia  participativa e da escolha de quem melhor representará STP sendo arbitro de um jogo que não admite ambiguidade e que no final o vencedor seja o povo são-tomense.

A temosia, a irresponsabilidade, a pressa, a ambição, a ganância do poder e o querer desenfreado e sem limite, a prepotência, o desrespeito por outros, o exibicionismo junto aos outros jovens presidentes africanos e a arrogância do líder do ADI, poderá levá-lo à ruina política e arrastar consigo o seu partido para o abismo e transformar a maioria absoluta parlamentar em minoria politicamente  pensante e uma força de tesão de mijo, corroído pela descrença popular, pelas futuras manifestações populares, greves, tensão e agitação social gritante e finalmente a queda de um Rei e do seu reino, porque o ADI  nunca valeu 33 deputados, nem perto disto e o seu líder vale mais pelo demérito dos outros e não pelos méritos próprios. o poder pertence ao povo, é para ser exercido para bem do todos, sem distinção, e nunca para ostentar grandeza e laivos ditatoriais, autoritários, megalómanos e insensatos e imprimir a lei da rolha e do posso, faço e mando. Por outro lado, Santo Tomé e Santo António nunca foram injustos, mas sim justos e conscientes, ver para quer,  a ver vamos,  quem viver verá!

Março de 2015

Dr António Amaral Dias dos Santos – Cidadão Sãotomense

Professor de economia no Instituto superior Politécnico de  Guarda – Portugal

    15 comentários

15 comentários

  1. MJC

    12 de Março de 2015 as 11:53

    Em primeiro lugar felicito o autor do artigo pela sua coragem e determinação e sobretudo pelo valioso tributo que presta a sociedade. Bem haja! Há relativamente pouco tempo, referi num comentário desta página que temos muita gente culta que, mobilizando-se, pode fazer a diferença e mudar o rumo do país. Tenho muito receio que, pela sua extensão, este artigo não seja lido na íntegra pelos leitores do Tela Nón. Espero sinceramente que os políticos santomenses leiam este e artigo e tirem as suas ilações. E que a sociedade tire a sua conclusão e principalmente reflita desde já nas eleições de 2016 de modo a votar com responsabilidade e consciência.

  2. santomense

    12 de Março de 2015 as 12:04

    Dr António Amaral Dias dos santos, parabéns pelo seu artigo. Tenho pena que seja longo e que a maior parte das pessoas não vão ler até ao fim. O senhor fez um verdadeiro raio x a situação politica de STP. Espero bem que os partidos políticos na oposição façam o trabalho de casa e organizem-se da melhor forma, de modo a termos uma oposição forte, que apoie apenas um candidato nas eleições presidenciais. Patrice Trovoada não pode ter todos os poderes nas suas mãos, seria um caos, seria ditadura na certa. PATRICE TROVOADA TEM TENDENCIAS DITATORIAIS. Quem vive em STP sabe do que estou a falar. POVO cuidado com aquele sorriso orelha a orelha de Patrice trovoada, é FALSO.

  3. Tito

    12 de Março de 2015 as 13:09

    Eu daria muito crédito á este artigo se não fosse conhecedor da realidade são-tomense. Porque fazer-nos acreditar que o país estará melhor se o Patrice Trovouda não assumir o cardo de Presidente da República? Porque acreditar que um outro candidato seria melhor que o PT? Porquê não conseguiu fazer uma analogia entre a TROIKA (2012-2014) e o presidente Pinto da Costa? Sejamos sérios.
    2012 à 2014, também existiu em STP um jogador que também era, ao mesmo tempo, o árbitro.
    O seu despreso pelo ADI e PT mostrado no parágrafo de conclusão, só mostra a sua segueira na análise política de STP e o seu apego ao grande conservadorismo político-económico que estagnou o nosso país em tempo e espaço, pois essa conclusão é o reflexo exacto de todos os Partidos políticos em STP: “A temosia, a irresponsabilidade, a pressa, a ambição, a ganância do poder e o querer desenfreado e sem limite, a prepotência, o desrespeito por outros, o exibicionismo junto aos outros jovens presidentes africanos e a arrogância”, “o poder pertence ao povo, é para ser exercido para bem do todos, sem distinção, e nunca para ostentar grandeza e laivos ditatoriais, autoritários, megalómanos e insensatos e imprimir a lei da rolha e do posso, faço e mando. Por outro lado, Santo Tomé e Santo António nunca foram injustos, mas sim justos e conscientes, ver para quer, a ver vamos, quem viver verá”. Quem está a viver e conhece a realidade são-tomense sabe que a nossa sociedade está munida de gentes com estas caracteristicas em todos os partidos políticos, principalmente desde o inicio da democracia em STP.
    Um bem haja Sr. Professor de economia.

  4. stp real

    12 de Março de 2015 as 14:39

    Kkkkkkkkkkkk, ate da graça e vontade de rir o.quê que o tal prof. quê escreveu fez para avançar stp? Ahm não com certeza nada ne., ja é muito cedu para ta precupar com Patrice Trovoada e as presidenciais, com certeza que o P.T lhe tirou bibiram, eh so pode ser mamadeira acabou vão trabalhar vocês todos que andaram mais de trinta anos na boa vida……..:-)

    • Seabra

      13 de Março de 2015 as 15:53

      STP real e todos os lambe-c*** do PT + ADI, será que na vossa ala não têm pessoas inteligentes, coerentes, capacitados em cultura e domínio da lingua portuguesa? Todos vocês que respodem aos comentarios em defesa do P.T., exprimem-se pessimamente, não sabem argumentar, São mal educados e por cima de uma énorme violência.
      Não creio ser este, o procedimento que concorre para valorizar e tornar o ADI um partido credivel, visto já ter um HANDICAPE….o líder Patrice Trovoada seguido de muitos outros, como o Lévy N.and so on…..!
      ADI está desqualificado para o “MATCH” às presidências de 2016, digo o PT. O povo , felizmente, não é representado pelo STP real….ainda bem!
      Aconselho à todas as massas cinzentas à se reunirem entre eles, debater, organizar…escolher o + carismático dentre eles e candidatar-se para as eleições. Ha muita gente compétente, com boa vontade e preparado (a) a dirigir STP, sem ser contaminado da corrupção, em contacto com o PODER.
      STP vai estar unida para eliminar todos os Parasitas e Nefastos que esvaziam, que vendem que querem Empenhar e/ou fazer Leilão de STP.
      Vamos todos responder à estes piratas, como o João Seria da A. Negra :” não,não,não,nao,não Senhor”.
      É assim unidos que avançamos juntos…na politica e para o bem do país, nao se vota por simpatia ou por BANHO,ambas atitudes São graves e prejudicam toda uma colectividade.

      • Tito

        16 de Março de 2015 as 14:09

        Os lambe-c*** do PC + TROIKA como o Seabra andão muito furiosos. São essas vossas atitudes que deram muita força ao PT + ADI para ganhar a legislativa. Se voces são os mais capazes, porquê não governaram o país de forma honesta de modo a não perderem eleições? Voces são os únicos que servem, os outros não…
        Vá la fazer algo de melhor para o país e deixe de estar sempre a choramingar.

    • body velho

      14 de Março de 2015 as 16:09

      Os comentários deixados cá são para serem lidos, estando o seu autor a contribuir, informando a população leitora e propondo a sua visão sobre o tema.
      1º- O que se escreve deve ser ao menos legivelmente correcto;
      2º-Com poucos erros ortográficos e de concordância.
      A. PT concorrendo para as presidências, está fugindo das promessas assumidas nas legislativas, sim senhor, bem dito.
      B. Ele ainda não deu prova que é realmente competente a cumprir com êxito uma legislatura na estabilidade, como é que lhe será dado a credibilidade para as presidenciais?
      C. Coisas que dão para se reflectir

      Fui.

  5. Original

    12 de Março de 2015 as 16:47

    Ler e entender é uma facudade que não está ao alcance de todos.
    A doença não aparece sem sintomas;o retrado do País é sintoma que vai gerar doença e alerta está feito.

  6. Descamizado

    12 de Março de 2015 as 17:35

    Gostaria de perguntar aos políticos se conhecem os grupos etários duma Sociedade.Ao conhecerem os grupos etários duma Sociedade, deixariam de se cometer tantos erros quando apenas falam de Sociedade de jovens.De acordo com conhecimento de grupo etário duma Sociedade, estaríamos na presnça de grupo de jovens que vão de cinco aos vinte e um anos, os Adultos que vão dos vinte e um anos à sessenta anos e os velhos que vão dos sessenta ao infinito. Neste caso no nosso País, S.Tomé e Prícipe, os jovens não estariam numa maioria, fazendo jumção entre adultos e velhos, estes estariam numa posição mais confortável. Esta é uma das entraves que imperam o desenvoçvimento equilibrado no nosso país.Para caça oas votos corrompem os jovens,pondo na cabeça deles que o poder pertence à eles.Os velhos perguntarão. E nós?

  7. Pumbú

    12 de Março de 2015 as 20:07

    Caros compatriotas, acho que “jogar à democracia” é um previlégio dos ricos. Por isso que uma dose “humanizada” de ditadura talvez fizesse bem ao nosso país onde a cultura de trabalhar tende a se desaparecer.

  8. Floli

    13 de Março de 2015 as 7:53

    O senhor Pumbú deve viver a milhas de S.Tomé, por isso diz que o país precisa de ditadura. Se o senhor anseia por viver em ditadura que vá ao Zimbabué ou para o raio que o parta. São humanos que vivem em S.Tomé, caso o senhor não tenha entendido ainda. Não precisamos de um ditador, mas sim alguém que seja capaz de levar o país a bom rumo, sem maldade.

    • Pumbú

      13 de Março de 2015 as 19:44

      Está Bem. Agora por favor diga o nome desse ” alguém que seja capaz de levar o país a bom rumo, sem maldade”. Não leve a mal. Obrigado

      • MJC

        13 de Março de 2015 as 21:30

        Acredito que haja cidadão santomense capaz de governar com seriedade.
        Não lhe posso apontar nomes, mas um dia Deus revelar-nos-á. Temos muita gente capaz de fazer melhor sem dúvida.

        • Pumbú

          14 de Março de 2015 as 1:06

          É verdade que o nosso país tem muita gente “capaz de governar com seriedade”. Acha que estes cidadãos capazes uma vez empenhados em prestar o seu melhor á nação já encontrariam uma conjuntura sócio-econômica, político-financeira compatível, favorável, coerente?
          Com todo respeito

  9. Juan Noruega

    13 de Março de 2015 as 19:49

    O senhor, se é professor, é um doente. Teria vergonha de ter um professor com tamanha pequenez de pensamento e de reflexão retrógrada. Um desnorteado filosofo ou crítico de barril? Se demita como professor, pois por cá, em STP, temos muitos melhores professores, inclusive, alguns do ADI, partido ao qual, lambendo a bota do PT, o senhor tem afinidades ou milita na obscuridade…

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