Fotografia de Santomé, a cidade de Juven

A cidade « tangia » cidade com alma gigantesca de um moladô a moda di Tchindadji. Não somente pela beleza e arquitectura. Pela saúde colonial depois confiada aos médicos cubanos, chineses e norte-coreanos na disponibilidade socialista aos povos entrincheirados na Guerra Fria. Não só pelos tentáculos acolhedores. Não só pela instrução daqueles que prosseguiam os estudos na preparatória, nas artes e ofícios e no liceu.

Era por lá com os juízes sem carros de luxo e até aos dias de hoje, agora os juízes com carros luxuosos de caridade governamental para são-tomense ver e crer em dois pesos e duas medidas, distinguir colarinhos brancos em fuga de senso comum e desejos de prioridades, onde aguardava-se pela justiça dos homens. Cegos, eles deviam punir a violação infantil e doméstica, os traficantes, a traição da coisa pública decidindo pelo equilíbrio da balança social-económica de desenvolvimento.

Para descer até ela com os meus pés guardava duas memórias infantis que me levariam a desbravar o mundo grande, onde diminuiria ao tamanho de uma formiga para fazer frente a um elefante. Bonita e mar grande numa visita que teima em ajustar as memórias aos dias de hoje, faziam dela um modelo na passerelle para palmas. Enfim !

A cachimónia acerta que nos países desenvolvidos no jogo da ciência e do capital, as pessoas não devem ter a mínima noção de que os humanos teriam vindo do invisível por onde possam ter deixado dividas e depois, a qualquer momento partem para o além infalivelmente em dividas para com família, familiares, amigos e de forma geral a sociedade que lhes dera o que tinha ao dispor e ao que os conhecimentos e o empreendorismo deixaram a cada um, mal ou bem, exibir no curto desafio.

O mar grande apesar da mistura do medo e do mistério foram para as suas mãos mágicas que um velho curandeiro, pescador de proximidades da Praia São Pedro, conhecido da minha tia-avó, saudosa tia Nhanha, numa noite de luar luzidio confiou na tenra idade o pagamento de “dêvê” que tínhamos trazido do outro mundo.

A beleza da cidade tinha algo contagiante de patente superior ao da minha linda vila de sobe e desce que nos deixava fotografar lá em baixo a partir do mato de Vila Moura e da igreja de Santíssima ao alto com aquelas escadas únicas para as 7 maravilhas das ilhas.

O mouro do Governador e depois do Presidente, aquando de nos deixarem entrar para comer o caroço e acompanhar o Plomon Dêçu no madrugador 1° de Janeiro, jamais desperdiçávamos fotos de imagens espectaculares. De noite, as estrelas do céu conflituavam-se com as da cidade para não chegar aos nossos ouvidos surdos a cantiga que o mar produzisse, apagada pelos sete quilómetros quando a água dançasse a areia, as pedras, os caracóis, as conchas, os peixes caiados para a barriga ou esbofeteasse algo que lhe barrasse a livre passagem a terra. Tudo porque o mar de praias únicas no meio do mundo não é dois para dar um de oferta à Trindade.

Apaixonava-me sobremaneira o cheiro e a arquitectura que permitiu a nossa preparatória e através do portão dos profes não ter obstáculos que impedissem embriagar do mar grande com o ilhéu das Cabras ao fundo para onde iam ser enviados todos os mulatos aquando do ziguezague de autodeterminação do povo com o meu pai de olhos-de-gato incluído na lista negra. Isso mesmo.

Os mulatos como que traiçoeiros seriam todos deportados  ao ilhéu das Cabras para que o pedacinho de monte lhes decidisse o destino fatal. A morte. A minha mãe impingiu-nos com amor a comungar da dor dele. O meu pai de olhos-de-gato.

Donos da Carta de Alforria, retirava-se-lhes a terra e de pertences do colono, o pai branco, para a multidão gritar em 30 de Setembro que era tudo do povo. Menos mal. Miúdos de agora nada saber de que foi apenas controversa do tempo que ia em choque com o tempo que vinha entre a malta de uma mesma seiva a reivindicar quem era quem na travessia da história.

Havia os nossos portões que davam ao rio Agua Grande e a igreja adventista de Sétimo Dia. Os crentes em jejum faziam a questão de dar o sábado ao seu Deus e aos serviços de caridade e não a qualquer agenda de ganho do mês laboral, desafiando cânticos e orações com transeuntes que desciam e subiam de Pont’avares.

As cábulas nas paredes dos conhecimentos entre o ronco da electricidade por perto administravam-nos outras lições de vida em busca do saber. « Não sujes as paredes ! Não estragues as carteiras ! Não danifiques os jardins ! Respeite!» Apenas uns de tantos rifões que nos educavam entre o suor masculino e o “flima” viscoso das nossas colegas para a vida social e o respeito pelas pessoas e pelo bem comum.

A professora D. Rosa Botica que em 2011 avistei aquando do lançamento da Terra Firme e que veio a falecer no ano passado, em Portugal, sem acordar no instante quem era aquela cara familiar, branca e octogenária em saudação eufórica com a sala de Campo Grande que lhe corava de abraços e alegria santolas, chegou a ser a directora e com as mãos-de-ferro impunha-nos a matemática do amor e respeito pelas regras sociais e educativas. Ela e os nossos mestres acrescentavam as que já trazíamos devidamente decoradas na ponta da língua de ensinamentos de avós para um horizonte de passar de mãos em gerações.

Os jardins da cidade eram biblicamente mimados, talvez faltasse-lhes as mãos tratadoras dos homens somente nos dias em que lá do alto o Senhor não se cansasse em banhar as ilhas para o espanto dos primeiros cabo-verdianos.

À tarde, o buzinão do mercado para o fecho da cidade coincidia com os trabalhadores da salubridade pública a lavá-lo e as ruas com aqueles disparos de jactos da mangueira que levava todo o lixo pela frente para voltar a ficar bonita e fresca para o sono.

A rua do Rosário, a entrada da cidade, pintava a sua própria história indiferente a hedionda e sangrenta página que lhe deu voltas ao nome para Três de Fevereiro. As mulheres de vida postavam em socorros aos militares da Metrópole e marinheiros que desciam a terra para não só refrescar de mil e um tons de verde e gastar de dinheiro do mar, mas essencialmente, entregar o espirito a carne que podia dar a luz a filhos de trapaça ou mulatos sem paternidade e não autenticados pelo Estado português.

Ainda assim, não havia meninos e catorzinhas de rua nem mendigos a não ser malucos e doidos a quem lançávamos provocações e pedradas, sem imaginarmos que eram doentes mentais, iguais e merecedores de carinhos, olhares e tratamentos cívicos como qualquer outro doente de paludismo, diabete, tensão arterial, limitação física e por ai fora.

O Horácio Pisa-Minato, o Cinco, a Péri de Santana, o Almeida da Bicha, o Sidónio Atleta, a Kumadê, o Tariço, dançarino de cacete nas mãos e outros mais ou menos amedrontadores da infância eram maltratados pela nossa inconsciência que nem os cães em que sentenciávamos a morte.

O Juven, o perfil elegante de um tempo que não lhe gasta, engravatado e encasacado de telefonia e pés trocados de sapato ao caminho dos fins-de-semana do seu Africa Negra mesmo nos confins, o conjunto do General João Seria, também veio a levar com as birras.

Daimone, com o seu inglês que nos fazia espanto – um farrapo e solitário a exibir o «good moning » – sem medirmos dele ser da fronteira de Moçambique e dos anglófonos envolta, era o símbolo de limpeza e do tractor de lixo de quem também queríamos ouvir palavrões. Não sabíamos que a criatura era o museu da escravatura e do trabalho serviçal que lhe arrancaram do continente lá no Indico português para jogar fora nas ilhas.

O tempo passou e o antigo cheiro a rosa porcelana ministrado na preparatória de que era a mais linda e bela das cidades africanas, apagou-se na escuridão de mentes tacanhas e de êxodo migratório. A pequenez das ilhas envaideceu a arquitectura original em erguer uma cidade há 481 anos e reinventada nos anos cinquenta do século da África com mãos de sangue das rusgas aos beijos com o mar grande da Baía Ana Chaves onde o rio Água Grande depois do meu berço desfila e marca o mundo comercial do mundo espiritual, político e judiciário. Pela sua elegância, na escolha livre os citadinos na crença da mitologia grega confiaram a primeira chave a uma mulher, Didinha.

No lado das papeladas, a cidade administrativa, a excluir os buracos, o tempo ainda pode ajustar ao arquivo. O outro lado, o do centro comercial e financeiro para onde sediou o governo camarário e esta a morar o governo central, ai Afrodite ! Deusa do amor, da beleza e do sexo m’acuda !

Os buracos, os charcos e o cheiro a podridão, terreno fértil a doenças, talvez pela semelhança as promessas bacterianas dos políticos, é uma outra cantiga da antiga Feira de Ponto, num olhar infernal a parodia de um mercado informal de miniatura de Roque Santeiro. Por lá e no sítio dos cadastros do balneário público, com zangas ao meio de samba da Praia Brasil, acerta-se passos com o negócio da China para uma nova roupagem comercial.

As novas autoridades centrais e camarárias – donas recentes dos preciosos votos de feirantes e do povo – dizem as notícias que já lhes arrumaram para dentro dos mercados sem espaço a tantos desenrascas prometidos para breve um terceiro mercado.

No campo rodoviário e no meio de « destroços da guerra » com ruas esburacadas a mistura com o lixo, a policia já tem as trancas para os infractores aos estacionamentos alheios, mas a ma fé da boca de sal e malagueta espalha haver banho aos agentes para soltarem os carros grampados sem que a cobrança das multas entre nos cofres públicos para a receita da limpeza e do melhoramento da cidade.

Não é num dia em que a cidade volta ao sítio da fotografia da mais linda africana com os pés limpos de homens, mulheres e crianças resguardados num chanato, tamanco ou numa facilita, mas a bandalheira e a vadiagem de dotores que lhe tomaram para si não pode ser vista como sinais de novos tempos preocupados em lavá-la a cara com a festa dos quarenta anos de existência da Pátria de Amador sem ser o alcance de cada um e num exercício da consciência livre questionar ao Juven se é desejo seu qualquer retoque nela apenas para vestir aos olhos do inglês.

A preparatória e o liceu, donas de formatação académica de tantas gerações com olhares no mar grande de esfarrapados pescadores lá estão abarrotados de aprendizes até ao pescoço. O chefe do governo e os seus ministros nas visitas pós eleitorais em que os vencedores da confiança popular voltam aos lugares dos seus crimes e distúrbios, como que inocentados de quem matou, quantos mortos e feridos, prometeram para este ano o lançamento de pedra de um novo liceu a cidade. Não são os primeiros.

Mais para lá, a Praia Perigosa ceifadora de vidas humanas em todos as épocas, com a ajuda da China, viu erguer entre algumas arquitecturas modernas, o palácio da democracia. É por lá que perigosamente os deputados da maioria aprovam ou reprovam a vida de um todo povo perante a minoria de vidraças confinada no cantinho do murmúrio quando recentemente, em bancada menor, à forriçada, aos palavrões e muros impunha-se a democracia.

Mas, não há sujeira nenhuma que perdure no tempo ao ponto das celebrações de quarenta anos de existência de um país, entregue a administração de sangue novo com naufrágio de piratas benzidos nas batinas do Estado e olho a ver coisa que nunca viu, não ser somente de comeretes, beberetes e vivôs, mas mais um marco reflectivo num projecto urgente para onde caminhamos.

São voltas demais para descer a cidade aonde ainda concentra todas as decisões do Estado na expulsão de velhos directores para encaixe dos que vestiram a camisola amarela e azul com ou sem préstimo administrativo.

A puíta, esta vai vagueando pelas ruas da cidade com estudantes de «cabeça leve a toma santo» na fabricação de mazelas para transtornar as mais infelizes das criaturas. Uma desgraça não vem solta. A alma e o físico dormente vão dando queixas de coceiras no corpo a fechar as escolas, a instrutora ideal das mentes sem que a sociedade dê mostras de mais, senão olhares pedintes entretidos com mão chão-chão.

O passo a seguir pelo ritual de kumba lôda de nada tem de estranho para a foto da Nação dos são-tomenses rendidos ao fato e a gravata, a inocência e ao sorriso e aos sapatos trocados de pés de Juven.

Nesta sanzalice, queira-se ou não, há que ter frieza de deixar ao povo dançar o d`jambi «pá paga dêvê a terra de dôtôr e sabedor». Presidentes de Respública, Parlamento, Tribunais, Câmaras, Região Autónoma… Mais 55 deputados, chefe do Governo e seus 13 ministros, mil e um directores, mil e um assessores, mil e um conselheiros, comandantes e companhias numa terra de duas orelhas de gente, São Tomé e Príncipe. Sete fitas de vassoura, sete rebuçados, iluminação pública e bisca 61 para que a cidade e a tradição não moram nunca.

Nisto, os jovens em reinvenção constante adaptaram a rebeldia da trapalhada. Exibem e manipulam aos mais velhos de que d`jambi di Garrido da pá dançar afro-hause num misto da tradição e de modernidade. Há proposta de tango sem norte nem congresso. Nada de rumba de cabeça aos pés.

Nas redes sociais para o reencontro e a dignificação da cidade e, para que nenhum politico, dôtôr ou intelectual com o diploma de ganância e oportunismo endémicos venha a reivindicar o legado, espalham pelos quatro ventos as buscas de quem souber dos familiares e do possível dia em que uma desconhecida há seis décadas, coisa menos coisa, dera a luz e abandonara nela o Juven, a sua verdadeira cara de dôtôr.

Mas cidade pótastragada di moça-miúda sem plôcêdê e o Juven a dar graça a trapalhice com mil e um postais de condecorações da juventude sem rumo e sem estar na agenda das manifestações políticas e culturais do Chefe de Estado e do Governo, lado ao lado, na partilha da tribuna de honra da festa de nóstudo – fingindo que tudotábem unterra – há quem se contente com o pouco para aconchegar a visão de dôtôr.

« Vivê qui tá lá! »

José Maria Cardoso

25.05.2015

 

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    Antonio Salvaterra Responder

    Caro José Maria Cardoso,

    Quero simplesmente felicitar-lhe pelo seu nobre artigo que retrata duma forma sábia e exímia o que foi, o que actualmente é, e o que será o nosso Sao Tomé & Príncipe!. Quero dizer-lhe que além de esclarecedor e retrospectivo o retrato da sociedade (nossa) que fez, achei o artigo excelente, pois além de didático é também nostálgico! A verdade,seja dita: não consegui resitir o jorrar de lágrimas dos meus olhos aquando da sua leitura. Sabe porquê? Porque, embora não muito novo, ainda sou do tempo em que os Sãotomenses primavam-se (e.g. varrendo o quintal, colocando banderolas e luzes coloridas no terraço ou quintal; uma vez que também eram sinais de orgulho e de respeito para o desconhecido à quem se ia receber) para fazer uma pequena farra; nem que somente fosse para ouvir o Coupé Cloué tocar aquelas Rumbas Haitianas (e.g Azoukenken) ou a Claudette & Ti Pierre tocar Camionette e beber uma Flebê! Obrigado, mesmo, do fundo do coração; pois Os Homens também choram! Queira, por favor, continuar a brindar-nos com mais artigos reflectivos como este! Talvéz um dia possam servir como plataforma para ajudar o re-lance duma futura sociedade que os nossos pais e avós sonharam e idealizaram um dia. i.e. mais justa, mais tolerante e realista, é claro, que podemos um dia relegar aos nossos filhos (?) ou netos! E, os Juven, Perí, Domingo Tchimbôto e outros marginalizados e alienados por aquela sociedade que tínhamos, agradecerão!

    Um abraço e tudo de bom,

    Antonio Salvaterra, B. Eng. ; M. Eng.; Ph.D.; CEng.; CSci.; MIChemE

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    Dondo Responder

    No paragrafo que refere a Cidede “Possom”, a sua discricao nao deixa duvida quanto esta era linda. A Camara tinha a enorme preocupacao em manter aquele espaco limpinho. O senhor conhecido por Quie-quie, foi o tractorista que transportou de forma incansavel os lixos que tanto ontem como hoje,rapidamente se amontua. A populacao estava educada para colocar os residuos nos seus respectivos lugares,em clarob respeito aos que trabalham na area de recolha do mesmo residuos. A cerene acionado no Mercado, era como se fosse uma ordem superior, quer para os servicos Publico ( escritorios e afins ). Este tinha a frequencia de 3 cerenes por dia. A excepcao de 3 cerene, seria algun acontecimento de caracter emergente, como por exemplon o incendio.
    Nao querendo deixar que, o culpado da ma sitiacao em que esta a Nossa Cidade seja os jovem de hoje, relembo-lhe que os sucessivos Comissios pos Independencia, realizada pele actual Presidente Pinto da Costa, foi o comeco do desrespeito ao que foi devidamente cuidado por outro. So para referir estes: as plantas ornamentais da cidae eram trepadas,espezinhadas pelos popular porque estavam em festa. Pergunto Porque que a festa do Paraizo dos Grelhados, ate a data de hoje, e feita em cima do Passeio, no local a onde todos sabemos?

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    Maria silva Responder

    senhor Jose Maria Cardoso admiro muito as suas escritas, seus artigos, é caso para se dizer: so se percebe realmente quem é de lá!
    Como eramos fizeses nos tempos de: miliò motxí dôquê vlégonha ( antes a morte que a vergonha ) quem nos viu e quem nos vê!
    Sumù é póda non cu clupa non ééé ….!!

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    Maria silva Responder

    felizes quis eu dizer sorry!

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    Leslie Neto Responder

    Felicitações caro Jos’e Maria Cardoso pelo artigo!
    Tudo o que acabou de escrever, retrata o que realmente ‘e verdade, acima de tudo faz-nos chegar a conclusão em poucas palavras o retrocesso que sofremos e continuamos a sofrer (queda livre) at’e a data.
    ‘E triste ver o que poderia ser um paraíso, constituir um inferno ao longo dos anos, onde a palavra de ordem passou a ser “salve-se quem puder” e em um jogo de “vale tudo”. Abafando toda a identidade de um povo, marginalizando os verdadeiros heróis da nossa nação que deambulam nas nossas ruas psicologicamente destru’idos esperando o dia da morte para levar consigo sentimentos recalcados de um Sao Tom’e E Pr’incipe melhor.
    Enfim… Quem viver vera o desenrolar das coisas…

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    Horácio Will Responder

    Zé Maria Cardoso,
    “Furando no meio” das tendências poéticas, “saindo nas” ilustrações dos tempos vi críticas enormes que parecem pequenas e insensíveis nos tempos que correm. De ti guardo para mim este e “Mataram a Velha Feiticeira”.

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