Tanto interna como externamente está-se agora com convicção reforçada de que Pinto da Costa é o Presidente que S. Tomé e Príncipe necessitava neste momento. As suas primeiras acções e declarações colheram plena aprovação dos santomenses independentemente das afinidades partidárias de cada um.
No mês de Dezembro, por ser o último do ano acontecem muitas coisas relevantes. Igualmente, é passado em revista os mais importantes acontecimentos do ano.
“Está aqui um comprimido para ela tomar. É para ajudar com as dores. Mas não temos água. A senhora tem que procurar água para ela tomar o medicamento.” “É assim que estamos, é a realidade do país.”
É um artigo de opinião do J0rnalista Nelson Mendes. Para ler e reflectir, em nome do progresso de São Tomé e Príncipe. O posicionamento do Presidente da República, da Assembleia Nacional e o do Governo em relação ao país, sustenta o artigo que busca sensibilizar todos para o melhor futuro de todos nós em 2012.
Ultimamente, o Príncipe e as suas gentes têm estado na boca do mundo! Ora, sendo o Tó Zé Presidente do Governo daquela parcela do território nacional, quer queira quer não, também ele está na boca do mundo!
Os acontecimentos do início do mês no Príncipe, por um lado e, em São Tomé noutro ângulo que, com a carga negativa correram rapidamente além-fronteiras, não deixaram de mexer com os sentimentos de uma sociedade onde a paz e a concórdia social parecem contemplar o leve-leve dos são-tomenses. Ponto a ponto.
Nos últimos anos, tem-se assistido, por parte de certos estudiosos e investigadores, a uma tentativa de estrangulamento da nossa memória colectiva.
Estando em voga a ideia de revisão constitucional, no quadro na “mudança” operada com a última eleição legislativa; aproveitando, portanto, essa nova legislatura, eis que dou a minha modesta achega, convicto de que ela venha a concretizar-se.
No dia 3 de Setembro deste concorrido ano eleitoral, entre os convidados que se previa não aparecer e compareceram e, os que vieram em substituição daquelas figuras de peso pesado que, com a presença tornariam mais cobiçosa a festa da tomada de posse do terceiro presidente da democracia são-tomense, as ilhas receberam ao seu leve-leve… Ler mais
Nenhum politólogo ou até especialistas em estatísticas eleitorais podiam adivinhar que sem completar os dois anos, o povo pudesse desconfiar da mudança e impor derrota eleitoral ao partido da esperança em mudar a vida dos são-tomenses.