Tudo por causa de um curto-circuito que ocorreu no momento em que os equipamentos estavam a ser testados. O Governador do Banco Central, Luís de Sousa(na foto) que tinha prometido para segunda quinzena de Janeiro a entrada em funcionamento das caixas automáticas, pede desculpas ao público.
Yáqueson Zacarias, quadro são-tomense na diáspora mostra incongruências na aplicação dos códigos de IRS e IRC na República Democrática de São Tomé e Príncipe.
Em 31 de Agosto do ano transacto, a Agência Nacional do Petróleo viu-se na obrigação de emitir uma nota de imprensa com vista ao esclarecimento da opinião pública a respeito de notícias veiculas pela Associação dos Economistas Santomense respeitantes a eventuais actos pouco transparentes na gestão do dossier petróleo.
O Primeiro-ministro e Chefe do Governo, Patrice Trovoada não conseguiu esconder alguma preocupação em relação a mais do que provável subida do preço dos combustíveis. A maior organização sindical do país, já avisou que se a subida dos combustíveis acontecer, os salários deverão evoluir no mesmo sentido.
A associação dos economistas promete levar o governo são-tomense a justiça, caso as autoridades adjudiquem blocos de petróleo da Zona Económica Exclusiva à petrolíferas, sem que a comissão de fiscalização acompanhe todo o processo.
No regresso da visita de 15 dias a Ásia, mais concretamente Taiwan e Malásia, o Primeiro-ministro e Chefe do Governo, escalou França onde se reuniu com representantes do terceiro armador mundial a CMA – CGM, para tentar reactivar o projecto de construção do porto em águas profundas em Fernão Dias.
A Associação dos Economistas, cuja intervenção cívica, tem provocado calafrio aos governos, sobretudo o anterior e o actual executivo, continua a exigir a suspensão de todo o processo relacionado com o leilão dos blocos de petróleo da Zona Económica Exclusiva São-tomense.
O governo foi orientado pelo Banco Mundial, a tomar medidas para melhorar o ambiente de negócios no país. Tudo porque o recente relatório divulgado pelo Banco Mundial, indica que São Tomé e Príncipe, baixou de nível.
Por causa da seca prolongada que marcou o país no ano passado, a maior parte dos agricultores, está mergulhada numa profunda crise. A seca devorou as culturas, e não há recursos para reactivar a produção.
O Banco Central anunciou em finais de Dezembro que a economia são-tomense vai crescer 5% em 2011. No entanto o Ministro das Finanças e da Cooperação Internacional Américo Ramos, diz que as contas do governo apontam para um crescimento na ordem de 4,5% em 2011.