Elsa Pinto, a nova Procuradora Geral da República, a quem compete entre outros, pôr a justiça nos carris da democracia e limpar os tribunais da malha de corrupção, vê a sua nomeação e investidura contestadas pela opinião pública e até pela Bastonária da Ordem dos Advogados, sucessora de Gabriel Costa, por destacadas razões:
Um trabalho de investigação do doutor Armindo de Ceita do Espírito Santo (Economista), que deve ser analisado pelo leitor. Evolução da produção do cacau em STP entre 1910 e 2011 em toneladas, é um dos elementos a descobrir.
No seu sóbrio e elegante gabinete da Fundação Solidariedade, há três posters. Barack Obama está no meio, ladeado por Martin Luther King e Malcolm X. Patrice Emery Lumumba, o herói e mártir da independência do Congo, a quem deve o nome, não está.
O formatar das ideias é uma expressão demasiado sugestiva para o comum dos mortais, sobretudo porque a palavra formatar, remete-nos, em primeiro lugar, para as coisas da mente, ou seja, no alterar das mentalidades e em segundo lugar, para um mundo mirabolante que tem a ver com o século XXI.
“ Introdução ao Ensaio sobre a Cegueira Humana” O despertar dos valores imateriais, a cultura.
E um artigo de Stephen Shu-hung Shen, Ministro da Administração e Proteção Ambiental da República da China(Taiwan).
A génesis desta jurisdição dá-se quando o legislador constituinte da nossa segunda Constituição de 1990 muito timidamente consagra um incipiente sistema de fiscalização da constitucionalidade que consistia no desencadeamento do processo através de um caso concreto que ocorresse nos tribunais, geralmente de primeira instância (fiscalização jurisdicional concreta) e desembocava na intervenção da Assembleia Nacional que… Ler mais
A obstinação silenciosa da pobreza, é uma metáfora que vai ao encontro da máxima popular são-tomense que diz literalmente que «homé kú fómi, dá Dêssu kú fáka».[1] Partindo desse pressuposto e tendo em conta que algo silencioso e grave, move-se sorrateiramente, a obstinação poderá levar o ser humano para um estado exacerbado de desespero.
“Há ou não há petróleo em S. Tomé e Príncipe? Quando é que este petróleo vai sair?”
Preciso de perceber onde e como recuperarei o que perdi escrevendo este artigo para o Tela Non, e os leitores precisam de entender o que terá de ser feito para compensarem o tempo dedicado à leitura do mesmo. Perdi o tempo, mas ganharei as críticas ao artigo, é justo.