Desporto

«Chegamos ao ponto de não retorno», Patrice Trovoada

O chefe do executivo santomense, Patrice Trovada, que presidiu na finda sexta-feira, no Hotel Pestana, a cerimónia oficial de apresentação dos XIs Jogos Juvenis da CPLP no arquipélago , na sua explanação fincou que “chegamos ao ponto de não retorno”, acreditando que o maior evento internacional realizado nas ilhas, será um sucesso.

“Chegamos ao ponto de não retorno, hoje, porque trata-se da cerimónia do lançamento dos jogos que terão lugar em 21 de Julho de 2018, mas ficou também claro aqui, que todos os dias que vão passando agora, nos aproximam da data de 21 de Julho, e tem que ser de facto um êxito para todos e principalmente para nós santomenses. Será sem dúvida o primeiro e o maior evento internacional que São Tome e Principe vai acolher.É preciso frisar isso”.

Por isso Trovoada apela ao engajemento de todos, sublinhando que  a iniciativa tomada pelo Governo em pôr em  marcha a organização destes jogos, deve-se ao facto do país oferecer hoje algumas condições mínimas que não possuia nos outros anos.

“Se nós tomamos o engajamento político e se nós aceitamos o desafio político de organizar esses jogos juvenis em São Tome e Principe é porque nós temos consciência que para além das limitações que todos conhecemos, o nosso país oferece também hoje algumas condições mínimas de realização desses jogos. Condições mínimas de segurança. Somos um país que vive em paz, com índice muito baixo de criminalidade comparando com outros países”.

Henrie Martins

    6 comentários

6 comentários

  1. ANCA

    16 de Janeiro de 2018 as 9:49

    Sabendo que hoje já impossível volta atrás, há que andar para frente, pois o caminho é para frente, na organização, na programação, calendarização, prazos a cumprir nos trabalhos a realizar, de modo a tornar o evento, um modelo para atração de outros eventos a nível regional internacional, apesar da nossa dimensão, se formos exigentes rigorosos e organizados, certamente será um sucesso.

    Desde a segurança, as infraestrutura, a logística(transportes, energia, saúde, cobertura jornalística, televisiva, recintos de jogos, a questão da segurança), a questão dos transportes, limpeza e embelezamento urbano, do cumprimento de horários, prazo tempo de realização, começo e fim dos eventos desportivos, aliados a programação de outras agendas de manifestações culturais e turísticas, a sua valorização, a paisagem, o mar, a natureza, manifestação culturais religiosas, etc, etc,…irá requerer a simbiose cooperação coordenação entre varias instituições nacionais, internacionais, na preparação deste evento, sem esquecer a inclusão do Território como um todo, com relevância para a Região Administrativa do Príncipe.

    Acreditemos somos capaz

    Tu és SãoTomense, tu és capaz

    Acredita

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tome e Príncipe

  2. Pedro Costa

    16 de Janeiro de 2018 as 14:34

    Gostaria saber que infraestruturas desportivas tem S.Tomé e Príncipe! Ainda me recordo a altura que praticava desporto e de alta competição neste país. Naquela altura havia bons atletas em todas as modalidades existente no país. Foi um momento áureo do desporto neste país, mesmo assim havia escassez de infraestruturas; hoje em dia pior ainda.
    Fez-se qualquer coisa algures em neves e em cantagalo.
    Estas “coisinhas” são centros polidesportivos? Só mesmo na cabeça destas gentes.
    Espero que estas actividades não venham a ser uma vergonha para o país.

  3. ONDE MESMO?

    16 de Janeiro de 2018 as 15:36

    ??????kkkkk baixo índice de criminalidade? kkkk. Só vindo mesmo de quem veio.

  4. Dias

    17 de Janeiro de 2018 as 8:40

    os tais pessimistas, homens que não acredita, porque são incrédulo, homens que que só existe para por tudo abaixo, porque são caso de um insucesso, que homens são esse, quando se trata de algo que é Nacional é de todos não partidos políticos, não há confissões religiosas, não há etnias, não raça nem cores, somos todos santomenses, se sai mal nós perdemos, se sai bem nós ganhamos, que Deus de facto entre nos nossos corações para um dia mudarmos os nossos comportamentos, paz se espera.

  5. POVOS DAS ILHAS

    18 de Janeiro de 2018 as 7:14

    Concordo plenamente com o Senhor Dias.
    Julgo que é chegado o tempo de deixarmos para traz as questões politicas, principalmente quando se trata de assunto que diz respeito a todos nós.
    O caminho faz-se caminhando, quem não arisca não petisca.
    Daí que todos devemos nos empenhar na causa, porque os resultados da organização desses jogos, sendo eles positivos ou negativos, refletirá em cada um dos Santomenses.
    Apoio igualmente as palavras do Senhor ANCA, na parte final, onde chama atenção para inclusão de todo STP.

  6. Martelo da Justiça

    18 de Janeiro de 2018 as 18:39

    Com um Primeiro Ministro arrogante, vaidoso, que pensa que só ele é capaz de tudo e que os outros não sabem nada, que quer protagonismo em tudo, não cria entusiasmo nas pessoas. Ele só está a espera que se as coisas correrem bem para dizer que ele e o seu Partido ADI é que são melhores que os outros, menosprezando a participação de todos. Este senhor não inspira entusiasmo nas pessoas. É um mau Líder! São Tomé e Príncipe não merece isso. Não quero ser pessimista, mas tendo em conta o ano eleitoral tenho receio para que esses jogos não sejam um fracasso.

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