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ONG com bênção do Governo pode “matar” investimento nacional no turismo ecológico 

O hotel Praia Inhame, localizado no sul da ilha da ilha de São Tomé, é o maior empreendimento turístico de carácter ecológico criado por um investidor nacional. Trata-se de Manuel Nazaré.

p.inhame - geralApós 8 anos de trabalho, que permitiu desbravar o obô(selva) que impedia o acesso a linda Praia Inhame, e a construção do hotel 100% ecológico que mereceu destaque do jornal britânico The Guardian, como um dos lugares turísticos mais espectaculares do continente africano, a desgraça ameaça o projecto hoteleiro Praia Inhame.

Uma desgraça que alegadamente tem a bênção do próprio Estado são-tomense, que deveria acarinhar a única iniciativa de realce no domínio do turismo ecológico lançada por um operador nacional.

Manuel Nazaré, que investiu mais de 2 milhões e 300 mil euros, através de créditos bancários, para transformar a Praia Inhame num pedaço de paraíso no sul de São Tomé, é confrontado agora com a concorrência de duas ONG que têm como colaboradores cidadãos europeus.

As duas ONG, nomeadamente a Alisei e a Marapa, conseguiram assinar acordo com o Governo são-tomense através da Direcção do Meio Ambiente, para explorar turismo ecológico na Praia Jalé, vizinha da Praia Inhame. O projecto das duas ONG tem financiamento garantido da União Europeia.

p. inhame tartarugaManuel Nazaré, proprietário do projecto Praia Iname diz que não vai resistir a concorrência desleal. «Eu fui ao banco buscar grande parte do capital investido. E os juros praticados aqui não são de 8 ou 5% como se faz na Europa. São juros de 20 a 24%. E como vou suportar isso com uma concorrência desleal, e mais ainda, está a ser feita pelo próprio Estado e a custo zero. O Estado deve apoiar os empreendedores privados que querem investir na área do turismo, e faz uma coisa dessa? Onde estamos afinal?», interrogou.

Segundo Manuel Nazaré, o projecto financiado pela União Europeia e a custo zero a favor da Alisei e da Marapa, na Praia Jalé permite as duas ONG praticarem preços imbatíveis, como por exemplo 25 euros por um bungalow. O Hotel Praia Inhame, pode ser simplesmente asfixiado. «Há muita maldade. Eu sinto-me ofendido e desprotegido. Eu fiz tanto por este país, que não mereço ser tratado desta maneira. Isso doí-me», desabafou.

O empreendedor nacional diz que está aberto a concorrência no sul de São Tomé, mas não uma acção desleal. Contou ao Téla Nón que no passado o Governo são-tomense lhe ofereceu também a Praia Jalé, mas recusou, uma vez que já era um bico de obra o investimento que estava a fazer na Praia Inhame.

O acordo assinado entre as duas ONG e o Governo são-tomense, refere que o lucro da exploração do hotel na Praia Jalé, vai ser utilizado para apoiar o parque Obô de São Tomé. Manuel Nazaré contesta. «Um dos promotores desse projecto tem seu empreendimento turístico na zona norte de São Tomé. Porquê que ele não fez isso lá que também é zona tampão do parque obô?», interrogou.

O membro de uma das ONG que tem hotel na zona norte da ilha de São Tomé é Tiziano Pisoni, membro da ONG Alisei. Segundo Manuel Nazaré, os contactos com o mesmo com vista a inclusão do Hotel Praia Inhame no projecto financiado pela União Europeia foi recusado. «Tiziano Pisoni me disse que não pode abranger um privado. Mas também uma ONG não está vocacionada para fazer a gestão de um hotel com carácter lucrativo», enfatizou.

PraiaA polémica está aberta, e mesmo no seio do Governo há divergências. Segundo Manuel Nazaré, na última reunião com o Primeiro-ministro Gabriel Costa, o Ministro do Turismo, Comércio e Indústrias, defendeu a posição do hotel Praia Inhame enquanto operador privado nacional, vítima de uma concorrência desleal. Mas o Chefe do Governo Gabriel Costa foi peremptório. «No uso da palavra o Primeiro-ministro fez entender que as coisas são para avançar, que há um acordo com as ongs, Marapa e Alisei mais a União Europeia».

O empreendedor nacional, sente-se fragilizado, e fez questão de dizer que para além do ministro do Turismo, também recebeu solidariedade do ministro da agricultura.

Recordou que no anterior governo os ministros das respectivas pastas também não permitiram que o investimento privado nacional no sul da ilha de São Tomé, fosse asfixiado pelo projecto das duas ONG com financiamento da União Europeia.

Mas, desta vez a morte poderá ter sido decretada. Uma situação que pode dar razão aos que dizem que em São Tomé e Príncipe, basta alguém (nacional) fazer coisas, para começar a ter problemas sérios.

Mais desabafos de Manuel Nazaré, podem ser escutados no registo áudio.

Abel Veiga

 

 

    18 comentários

18 comentários

  1. Antonio Gomes

    30 de Julho de 2014 as 1:43

    Há uma frase que diz o seguinte: Cada macaco no seu galho

    O Senhor Nazaré tem toda a razão neste assunto, porque se fossem investidores privados nacionais ou estrangeiros a desenvolver esses projecto, tratar-se-ia de livre concorrência. Mas neste caso, tratam-se de ONG’s, que são organizações cuja ideia base é ajudar ao desenvolvimento de outros países, através da formação, do apoio, da cooperação, etc, mas nunca fazer negócio, porque estas ONG’s recebem dinheiro da União Europeia e directamente dos países da sua origem (logo dos contribuintes desses países) para serem usados não em negócios, mas para objectivos que cumpram a génese de uma ONG.

    O problema é visivel em São Tomé e em muitos outros países de Africa. As ONG’s tornaram-se um negócio e quem está ligado a elas ganha muito dinheiro com isso. Arranjam-se uns bons empregos,começa-se a falar em proteger as tartarugas, ou os passarinhos ou as criancinhas que não têm vacinas, arranja-se dinheiro e pronto, compram-se umas pick ups ou uns Prados e leva-se uma boa vida. Quem dá o dinheiro também não controla, porque muitas vezes também recebe a sua parte, ou é tudo feito com base na amizade e favor paga favor.

    O Governo também não se deve meter em negócios, mas deve sim regular e é muito fácil perceber (mesmo a quem não está muito por dentro do sector) que neste momento São Tomé tem oferta excedentária em termos de alojamento turístico, pois a maior parte do ano os hoteis estão com muito pouca ocupação.

  2. Ernesto Franklin

    30 de Julho de 2014 as 7:46

    “Recordou que no anterior governo os ministros das respectivas pastas também não permitiram que o investimento privado nacional no sul da ilha de São Tomé, fosse asfixiado pelo projecto das duas ONG com financiamento da União Europeia”.
    São voces mesmos que sempre disseram que o anterior governo não fez nada para o bem do país e que estava contra tudo e todos.
    Podia-se procurar outras alternativas, mesmo juntamente com o proprietario do Hotel Praia Inhame de modo a que todos estes investimentos fossem economicamente sustentaveis, tendentes a aumentar o fluxo de turistas para aquela região (Projectos complementares e não de exclusão). A concorencia é algo positivo mas no país como o nosso, um pouco de protecionismo económico não é, de todo, algo negativo.

  3. Fernando

    30 de Julho de 2014 as 8:59

    Sou cidadão estrangeiro a residir neste belo país e sinto-me envergonhado com o comportamento da maioria das ONG’s que aqui operam. Como é possível uma ONG vir fazer concorrência a um operador privado e nacional que tanto investiu e tantos elogios tem recebido? Acho bem que se preserve a beleza única destas ilhas, mas não atropelando quem tanto deu para divulgar essa mesma beleza.

  4. Jorge Alberto

    30 de Julho de 2014 as 10:20

    Gostaria de opinar sobre o assunto. Todavia, precisava de conhecer a natureza e os objetivos de ambos projetos para precisar se estamos ou não face a uma concurrência desleal.
    Logo, o projeto de lei sobre a concurrencia, elaborado por quem de direito, precisa ser levado a cabo. Aqui, prevê-se uma alta autoridade sobre a concurrência que no caso em dedate deveria resolver o letígio e sanar o mal entendido entre as partes.

  5. Antonio Fernandes

    30 de Julho de 2014 as 10:49

    Conforme comentei acerca do turismo sustentável, aqui está um exemplo das más praticas do estado de STP, e a protecção das ONGs que são estão aqui para lavar dinheiro e ajudar alguns.

    Srs que mandam, por favor vejam o que fazem os Bancos a operar em STP, tira qualquer iniciativa de empreendorismo, e por favor legislem e façam cumprir a leal concorrência

  6. Fernando Neves

    30 de Julho de 2014 as 12:18

    Caro editor,

    Acho que basta já deste país ser considerado como sendo de “bananas”. Não tenho pessoalmente algo contra o Sr. Tiziano, mas só em STP se permite que um indivíduo que entra para um determinado projeto, se transforme depois em dono e senhor de vários empreendimentos e claro esta, tornando-se arrogante. Não posso ir, como profissional que sou, exercer na Europa, pois o visto que é atribuído tem um prazo definido, para uma atividade também definida. Acho, que em primeiro lugar os São-Tomenses. Basta de favoritismos ou será que há interesses inconfessados por detrás disto?!!!
    Joaquim Silva

  7. Barão de Água Izé

    30 de Julho de 2014 as 15:32

    Talvez, muitos membros dessas ONG sejam oportunistas que vivem à custa de apoios públicos, sem correm riscos financeiros nenhuns.
    As ONG´s não devem competir com privados, pois estes trabalham no duro, colocando o seu património pessoal e das empresas em risco.
    É concorrência desleal, a não ser que o sr. Tiziano e seus camaradas invistam no mínimo 80% do capital total, isto é do seu dinheiro!
    As tartarugas e a ecologia são argumento idiota para os decisores europeus e sãotomenses que gostam de andar na moda do politicamente correcto.
    Manuel Nazaré não merecia, não merece este afrontamento. Vergonha. Sr. 1º Ministro G. Alves!

  8. ATP

    30 de Julho de 2014 as 16:51

    Eu sempre disse e repito, o nosso Estado vem dando cabo do sector privado. o Estado é arbitro e jogador, isso não pode continuar. o que o senhor vem sofrendo é o mesmo que a venda de arroz por parte do estado, matando o sector privado, ate quando.

  9. Juvenal AAfonso

    30 de Julho de 2014 as 17:03

    Pelo que sei o Jalé Ecology está a funcionar na zona sul de S.Tomé, desde o ano de 2000. Eu pessoalmente já estive neste lugar com alguns amigos estrangeiros que vieram ver a tartaruga desovar.
    O empreendimento do senhor Nazaré parece que iniciou a dois anos. Quando o senhor foi para lá, sabia que já existia esta estrutura, gerida pela ONG MARAPA e que já praticava este preço.
    O senhor disse que contactaram o senhor para ficar com Jalé o senhor não quis
    Como é que vem agora lamentar. Porque é que não ficou também com Jalé quando sabia que poderia obter o mesmo fundo da União Europeia
    No nosso país existe aqueles que não querem que os outros façam. Só eles é que têm direito. O senhor recebeu catorze hectares de terra numa zona nobre do país e ainda diz que o Estado não lhe apoia?
    Não parece ser sério.

    • Verdade seja dita

      2 de Agosto de 2014 as 9:25

      Concordo plenamente consigo.
      O Sr. Nazare tem que se mentalizar que o facto de ter outro empreendimento igual, isso não ira lhe privocar ruina…. é preciso ter enovação.
      Quanto a tão reclamada falta de apoio recebido:
      – Alem de terreno que recebei ai na zona sul, sera que ele quer mostrar outros terrenos que recebeu do estado na zona de Boa Entrada?
      – Os 2.300.000 euros que investiu, é apenas fruto de poupança que fez com venda do pão ou quando foi directo de Projecto de Mesquita.

      Meus sr……STP é sem duvida uma comedia…… por favor caros leitores de telanon, não criticam e opinem por emoção e patriotismo desnfriado…..

  10. Verdade seja dita

    30 de Julho de 2014 as 18:54

    é lamentável e triste o papel que Sr Nazaré fez na RDP Africa.
    Como é possível um homem formado, bem viajado, foi alto funcionário de estado…. enfim um empresário que viu reconhecido seu trabalho alem fronteira ( porque se hoje existem três voos de semana da TAP para STP, isso deve a Sr Nazare em pelo menos 50%, vai a Radio reclamar concorencia deslear?
    O Sr Nazare nunca foi a Ilha da Madeira, no Funchal? Se não tenta ver como a cidade foi praticamente dividida em duas partes… uma so com hotéis…. vários tipos de hotéis, todas as categorias.
    Nesse negocio o que conta é inovação…. fazer a diferencia… um turista que vai a africa….. ele não vai hospedar apenas pelos preços reduzidos…. mas sim pela diferença que ve onde se instala….
    Se o senhor meter zona verde como deve ser…. animais diferentes, caprichar no conforto e alimentação….. Praia Jalê fica a distancia de km, mesmo se oferecer estadias de graça.
    No Príncipe, não tem pensão onde Fradique tomou banho com caneca…..deve custar 10 € diário, vai ver taxa de ocupação do Ilheu Bom Bom

  11. Atencioso

    31 de Julho de 2014 as 2:48

    Peço ao Tela non ou mesmo o sr. Manuel Nazaré que publique uma cópia deste mesmo acordo com as ongs para melhor reflecção do público. Em nome da transparencia na gestão da coisa pública e na prossecução do interesse público – objectivo primeiro do governo- precisamos de mais e melhores informações. Vivamos S.Tomé e Príncipe para que vivam os Santomenses

  12. Danilo Santos

    31 de Julho de 2014 as 9:49

    É muito grave esta situação. Não posso e não quero aceitar que o meu próprio estado queira atirar para a desgraça um cidadão nacional que faz um inevstimento desta natureza e com todos os reconhecimentos que tem tido. É inadimissível.

  13. Humbero Santos

    31 de Julho de 2014 as 10:31

    Manuel Nazaré, proprietário do projecto Praia Iname diz que não vai resistir a concorrência desleal. «Eu fui ao banco buscar grande parte do capital investido. E os juros praticados aqui não são de 8 ou 5% como se faz na Europa. São juros de 20 a 24%. E como vou suportar isso com uma concorrência desleal, e mais ainda, está a ser feita pelo próprio Estado e a custo zero. O Estado deve apoiar os empreendedores privados que querem investir na área do turismo, e faz uma coisa dessa? Onde estamos afinal?»,

    Embora eu não conheça o teor das leis e normas em vigor no capítulo de infra- estruturas e negócio turístico em S.Tomé e Príncipe, gostaria de tecer algumas considerações sobre este caso.

    Tendo a consciência de que o nosso País carece de diversos tipos e níveis de infraestruturas, não vejo razões para que os intervenientes no ramo da Indíustria turística, se atropelem uns aos outros.

    Esta situação, vem em momento oportuno, para que toda a massa crítica e decisora do país tome consciência de que não basta só, ter intenções, pois chegou a hora de começarem a intervir com eficácia, criando mecanismos reguladores dessa atividade, proporcionando desde já, um clima sadio e propício, tanto para o empreededor como também para os utilizadores, os principais geradores de riqueza.

    Nesta primeira fase, o Estado deve acompanhar de perto, todo o processo de implantação do negócio turístico, que não obstante a geração de riqueza, há que ser salvaguardada também a segurança e a integridade do território e suas populações, tendo em conta o fluxo de circulação de pessoas e bens, provenientes de todo e qualquer ponto do planeta.

    Gostaria de encorajar o cidadão Manuel Nazaré, a não desistir, porque está no bom caminho, tentar buscar consensos com as partes envolvidas neste processo, ser persistente no seu àrduo trabalho e recorrer sempre à inovação e criatividade, fatores indispensáveis para superar a concorrência.
    Ao governo, o meu apelo vai no sentido de estimular o empreendedorismo, tanto nacional como extrangeiro, com bonificações e incentivos fiscais, em todos os setores da economia nacional.

    Humberto(MakanakY)

  14. tenhodito

    1 de Agosto de 2014 as 1:56

    Estes senhores das organizações MARAPA e ALISEI parece que não têm sequer noção do rídiculo das sua actividades no país:

    Senão vejamos:
    – A MARAPA está ligada ao projecto JALE, uns bungalows de madeira sem energia, sem água, sem casa de banho, sem esgoto, com um nível de conforto parecido com a casa de um pobre. Numa altura em que a civilização evolui, outros vêm para São Tomé para regredir no tempo e dizem que é ecológico e tretas desse género.
    – A ALISEI está ligada ao projecto segurança alimentar, cujas placas se vê um pouco por toda a ilha. Será que não entendem que São Tomé não necessita do básico como segurança alimentar, mas sim produzir mais e melhor e mercado para vender ?

    Toda a gente deve ser livre de fazer os projectos que entende, gastar mal o dinheiro de outras entidades se estas não querem saber, mas o Governo só devia patrocinar pessoas ou organizações com projectos que tragam valor acrescentado futuro ao país e não estas brincadeiras de projectos.

    Estão 6 pescadores de Neves desaparecidos e há pouco tempo apoiaram esses pescadores para pescar com canoas, em pleno século 21 pescadores a pescar de canoas. Só com Cristo

  15. Eusebio Neto

    1 de Agosto de 2014 as 12:08

    Miserais! Este e o adjectivo para classificar dirigentes que, em vez de apoiar o cidadão nacional que tem iniciativas com essa do Nazaré, optem por criar entraves para o sucesso daquele. Um governo, principalmente democrático, tem a nobre missão de ajudar os cidadãos a criar empregos para os seus concidadãos e assim apoiar o governo a cumprir uma das suas maiores e exclusivas responsabilidades que e a luta contra a carência social. Mas com atitudes tao injustas e suspeitas como esta, nenhum pais e STP em particular terá um dia os seus filhos a saborear frutos do emprego e do bem estar. Urge travar esta luta desigual que mais se assemelha a guerra entre o Hamas (Gaza) e Israel.

    Tudo isso me obriga a dizer que “debaixo desta pedra’ ha diamantes”.

    A luta continua.

  16. CRK

    2 de Agosto de 2014 as 23:54

    Depois de ler esta notícia não fiquei surpreso infelizmente. Estou solidário com o Sr Nazaré e o seu empreendimento turístico. Vivo fora do país a muitos anos mas sempre amei essa terra sempre perguntei porque razão não se investe mais em turismo em STP. Concorrência a é sempre saudável e traz bons frutos mas alto lá e para o baile! Como não tenho como ajudar financeiramente ao menos posso deixar aqui um conselho. Se é uma ou duas ONGs com o dinheiro da UE que estão por detrás do outro investimento o Sr Nazaré só tem que efectuar uma queixa formal na UE e convidar os media da UE para publicitar esta atrocidade. O Sr Nazaré que convide o jornal Britânico o The Guardian para investigar o negócio dessas ONGs quem sabe até consegue reduzir a dívida com os credores. Mas atenção que ele terá de estar preparado pra o que aí vem. Pois se 2 anteriores governos bloquearam o projecto dessas ONGs não consigo entender como o actual 1° ministro diz que “o projecto é pra avançar” cheira-me que ele tem algo a ganhar com isso. Se o The Guardian descobre que a UE está a financiar projectos desses com dinheiros públicos incluindo da GB aposto convosco que o bicho pega!!! Falta também na nossa terra uma autoridade para a concorrência que possa lesgislar e impedir situações como essa. Desculpem os erros ortográficos

  17. Antonio Fernandes

    5 de Agosto de 2014 as 18:58

    A questão não é a concorrência entre entidades privadas… a questão é que o privado para investir paga juro de 25% para cima, e ONG paga nada ou no máximo 3%.

    A questão é como se defende os empreendedores em STP. A taxa de juro de indicação do Banco Central é de +/- 12% mas os bancos PRIVADOS praticam acima dos 25%, porra esta é a questão…

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