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Situação dos doentes são-tomenses em Portugal

A Mén Non – Associação das Mulheres de São Tomé e Príncipe e a Liga Humanitária São-Tomense para a Saúde e Desenvolvimento vem deste modo convidar-lo(a) para a REUNIÃO DAS ASSOCIAÇÕES SÃOTOMENSES EM PORTUGAL, com o propósito de se discutir a situação dos doentes sãotomenses em Portugal.

O encontro terá lugar no dia 27 de Junho de 2015 no CNAI, Centro de Apoio ao Imigrante, na Rua Álvaro Coutinho, nº 14 em Lisboa pelas 14 horas.

Os tópicos em discussão serão:

* Recepção e acompanhamento de doentes 

* Gestão actualizada de informação de registo dos doentes

* Subsídios e outras ajudas.

Confirme a sua participação pelas seguintes opções:

– Encaminhe nome da associação, nome dos delegados e respectiva função para o email:

lhssd@hotmail.com ou mennon@hotmail.com

– Confirme presença por mensagem (sms) para o número 962772965

Com os nossos melhores cumprimentos.

Dinesde Barros

Relações e Comunicação da LHSSD

 

    2 comentários

2 comentários

  1. Anjo do Céu

    26 de Junho de 2015 as 9:49

    1ºano da Independencia havia esta palavra de ordem: CONSTRUAMOS COM AS NOSSAS PROPRIAS MAOS UMA PATRIA RENOVADA. Já são 40 anos.É muito tempo que estamos nesta cruz de calvário.Muito sofrimento para Povo Pequeno.Quem comanda o destino da saude em S.Tomé são os estrangeiros e os santomenses estão lá a ver e acomodados.
    Solução maior passa em criar condições no País e meios diagnósticos capazes de resolver os problemas que enfermam a saúde do Povo.Também ter um bom Hospital modermo e com equipamentos modernos e Tecnicos nacionais capacitados venha de onde vier e dar condições para os mesmos ajudar o País a sair deste sufoco
    Um bem Haja

  2. seabra

    28 de Junho de 2015 as 11:35

    ….o pior INIMIGO da AFRICA,São os africanos. O povo que vota e escolhe os seus dirigentes, e os seus dirigentes politicos corruptos.
    Governar nos países africanos,é sinônimo de enriquecer rapidemente,sem transpirar…
    À partir deste princípio,tudo o resto (mesmo sendo prioritário como a saúde),não é considerado,é segundario.
    Se houvesse uma boa gouvernance,há + de 40,os doentes poderiam ser tratados no país,em boas condições,rodeados de família (que contribui para a cura do doente…).
    Hão-de notar que a maior parte dos dirigentes africanos morrem no estrangeiro,sao tratados no exterior do país,os filhos,os parentes,estudam sempre fora do país,as contas bancarias encontram-se nos bancos estrangeiros ,os investimentos (frutos do roubo dos bens do país) ,são feitos no estrangeiro…tiram de dentro (o pouco que há)e levam para o exterior.
    Nao podem de jeito nenhum , ocupar-se do povo ….

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