Política

Ministro prometeu novo Barco em 15 dias para ligação inter-ilhas

O Ministro das Obras Públicas e Infra-estruturas, Osvaldo Abreu, anunciou que dentro de 15 dias um navio cargueiro começará a garantir as ligações marítimas entre as ilhas de São Tomé e do Príncipe.

É uma das acções imediatas desencadeadas pelo Governo, para resolver o crónico problema de ligação marítima segura entre as duas ilhas. «Vamos incrementar, vamos redobrar todas as medidas de fiscalização e controlo das embarcações que ligam as ilhas. Vem uma embarcação dentro de aproximadamente 15 dias», afirmou, Osvaldo Abreu.

A nova embarcação vem da vizinha Guiné Equatorial. Vem navegar nas águas de São Tomé, rumo as águas do Príncipe que já engoliram várias embarcações. O Amfitrit foi um dos últimos navios cargueiros que afundou perto da ilha do Príncipe.

O Ministro acrescentou, que a embarcação estará virada exclusivamente para o transporte de mercadorias. Pois o Governo, está a implementar novas medidas, para estimular o uso do transporte aéreo. «Estamos a tomar medidas para desencorajar a viagem por mar, e facilitar a viagem por via aérea. Para isto uma comissão já trabalhou no sentido de reduzir as taxas, para permitir que as companhias aéreas também baixem os preços ou tarifas dos bilhetes de transporte aéreo para a ilha do Príncipe»,pontuou Osvaldo Abreu.

Nova política de ligação marítima e aérea inter-ilhas, para evitar que Príncipe, fique cada vez mais autónomo no meio do mar, por causa do isolamento.

Abel Veiga

    10 comentários

10 comentários

  1. Farto de polítiquices

    13 de Junho de 2019 as 15:32

    Esse ministro é mesmo político, promete que se farta, cumprir que é bom nada.

    • Vitalia Rosamonte

      14 de Junho de 2019 as 9:58

      Queremos Barco novo, nao barcos velhos,bises

  2. WXYZ

    13 de Junho de 2019 as 19:36

    E cometem todos os mesmos erros. Ao invés de deixar chegar e só depois anunciar. Não. Eles com essa pressa de causar sensação e fazer publicidade, nem esperam e lançam só. É o mesmo que nos tinha feito promessas de melhorar o nosso aeroporto mas até agora nada feito ou iniciado. Sem falar daquelas feitas sobre vinda de novos geradores de energia. Enfim. De qualquer maneira o impacto seria bem melhor se nos surpreendessem pela positiva. Teriam deixado navio chegar primeiro. Mesmo homem com mulher em casa. Imaginem só o quanto alegre fica uma esposa quando ela é surpreendida pelo marido com ofertas ou com pequenos gestos de prestação de serviços. Só que os gajos se esquecem que os santomenses já não estão mais nessa de “HOMEN GABÁ CU MUALA KELÊ”

  3. Ralph

    14 de Junho de 2019 as 2:45

    Eu ficaria surpreendido se fosse possível reduzir os preços de transporte aéreo o suficiente para que haja um aumento em grande de gente que viaja de avião em vez de barco, particularmente para uma população maioritariamente sem recursos financeiros. Uma coisa semelhate acontece nas nações de Samoa (independente) e Samoa Americana (território americano), que são separadas por uma distância de 250 km. Embora haja um serviço aéreo rápido e razoavelmente barato entre os países, há também um serviço regular de barco entre as ilhas que se usa frequentemente, os cidadãos de ambos os países não tendo dinheiro suficiente para viajar de avião com frequência.

  4. ONDE MESMO?

    14 de Junho de 2019 as 9:28

    Vindo da Guiné Equatorial só pode ser um navio semelhante ao Anfitriti cujo nome é TROPICAL, navio já conhecido do nosso porto.

  5. ANCA

    14 de Junho de 2019 as 10:52

    “Nova política de ligação marítima e aérea inter-ilhas, para evitar que Príncipe, fique cada vez mais autónomo no meio do mar, por causa do isolamento.”

    Príncipe Autónomo no meio do mar jamais diria ou escreveria, quanto muito mais isolado de São Tomé e do mundo isso sim.

    Esta solução se perfaz temporária, mais uma vez a questão de fundo fica de lado.

    Há que começar a pensar na resolução dos problemas, com algum planeamento e organização, para o presente e para o futuro.

    Porque nunca é de mais reforçar;

    Temos que conhecer a nossa realidade profunda, São Tomé e Príncipe, é um pequeno estado insular, composto por duas ilhas, tem apenas 1002 Km2, situa-se no golfo da Guiné, sofre de dupla insularidade, ou seja isolamento interno entre ilhas bem como em relação ao exterior, ou seja grande centros de capital de negócios, de decisão ao nível mundial, ou seja dos centros mais desenvolvidos social, cultural, ambiental, desportivo, político, económico e financeiro, a nível mundial, daí resulta várias consequências, a nossa pequenez de pensamento é uma delas, pouca literacia dos seus habitantes outra, baixo nível económico e financeiro outra, tudo isto nos devia fazer pensar e reflectir nas politicas,…

    Basta ver para onde emigram os São São-tomenses

    Mais como dizia, São Tomé e Príncipe é um pequeno estado insular, banhado por mar, pobre com poucos recursos humanos com qualificação de excelência, parcos recurso naturais, a explorar, que pouco ou nada produz em termos de bens de valor, dependente de ajuda e doações externa a 100%.

    Hora sendo um País(Território/População/Administração), com estas características, tendo como recurso de maior dimensão o mar, desde a sua “Independência”, nenhuma política de viabilização ou de exploração e desenvolvimento deste sector foi ou tem sido levada a cabo.

    Reparem os custos mais elevados, por sermos ilhas, estão associados aos transportes,aéreos, marítimos, terrestres, a produção de energia, a água(consumo, agricultura, pecuária), as telecomunicações, isto tem implicações sociais, económicas e financeiras graves para um pequenos estado insular, com estas características, se se jamais houver uma politica planeada neste sentido.

    O mar, ou os serviços ligados ao mar, aos transportes aéreos, as telecomunicações, ou tecnologias de comunicação e informação, as redes viárias, boa cobertura energética sobretudo de energias limpas e renováveis, acesso a água, são fundamental para solavancar estrutura suporte micro económico e financeiro do País, pois que vamos sempre depender do exterior, embora séria desejável uma interdependência.

    Há vantagens que temos saber aproveitar, estamos perto dos países do golfo onde a necessidades essenciais a satisfazer, os países do golfo tem uma população 250 milhões de habitantes com necessidades a ser satisfeitas, alguns como a Nigéria e Angola, tem uma economia pujantes ou com possibilidades futura, por outro lado a África está a se transformar, a futura livre circulação de pessoas e bens é um sinal…

    Hora por tudo isto devemos saber nos organizar melhor internamente, deixar de intrigas e começar a trabalhar para o bem de todos os São-tomenses.

    Ter o mar como recurso é estratégico e fundamental, há que criar e desenvolver serviços e infraestrutura ligadas ao mar, o chamado cluster o mar- a defesa segurança marítima, serviços náuticos, navegação, pescas, turismo marítimo, desportos marítimos, pescas, pescas semi-internato, portos, produção de viveiros de peixes em agua cultura, produção de energias através das ondas do mar, exploração de recursos marítimos como o caso das algas, para produção de cremes alimentos etc… para sua exportação, investigação marítima, a conservação/preservação marítima, etc, etc…

    Podia alongar mais

    Pois que ter um barco cargueiro a fazer ligação entre Ilhas e jamais ter um bom assoreamento e porto acostável em condições na Ilha do Príncipe, de que interessa???

    Andamos a tapar o sol com a peneira

    Temos instituições fracas, como causa homens com pouca preparação e qualificações de excelência, isto começa dentro da instituição familiar São-tomense, é grave é cultural, há que inverter isto quanto antes social e culturalmente através de instituições da justiça, instituições de educação e segurança social.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tome e Príncipe

  6. jordão fernandes

    14 de Junho de 2019 as 14:34

    Cuidado para o barco não se transformar como grupo de geradores que viriam de Angola para resolver o problema de energia no país. Também no inicio vi este mesmo Ministro e seus camaradas de Angola vestidos ao rigor com chapéus de proteção não obras a visitar a EMAE e a declarar que Angola iria enviar dois grandes grupos para resolver o problema de energia no país. Passados seis meses nem grupo, nem os camaradas e todos desapareceram, e o Osvaldito teve que dar o dito por não dito.
    A ver vamos com o barco.
    Bem Haja STP
    JF

  7. Principe

    14 de Junho de 2019 as 15:10

    Governo deve marcar pela diferença. falar menos e agir pela qualidade de modo a garantir melhor segurança e qualidade de vida para a população…

  8. Amar o o que é nosso

    14 de Junho de 2019 as 17:58

    Quais critérios usados para comprar o barco ministro? Foi feita uma avaliação profunda de quem conhece da matéria? Ou simplesmente foram a feira comprar?

  9. Jacob

    15 de Junho de 2019 as 12:39

    Abel, se entender pela metáfora, tu queres dizer que o príncipe está no meio do mar e São Tomé perto do continente, se disseres q o Príncipe está isolado, isto sim mas a ilha q está no meio do mar é São Tomé e o Príncipe mais perto do continente, por isso é q existe interesses de algumas empresas em construir um porto de serviço no Princípe mas não sei onde ando a cabeça dos nossos governantes. Fui

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