Política

Rádio Nacional tem novo director

Manuel Barros(na foto), jornalista da Televisão São-tomense, ex-director da Rádio Nacional e da TVS, ex-  correspondente da Agência Lusa em São Tomé e Príncipe, é o novo director da Rádio Nacional de São Tomé e Príncipe.

O despacho que nomeia o novo director da Rádio Nacional tem data de 26 de Janeiro e é assinado pelo Secretário de Estado da Comunicação Social Adelino Lucas. A nomeação do novo director para a Rádio Nacional, é um acto de rotura do secretário de Estado da comunicação social para com o ex-director Silvério Amorim que foi acusado de práticas de assédio sexual contra quase todas as mulheres que trabalham na Rádio Nacional.

Acusação até agora não provada em tribunal, mas que levou o secretário de Estado da Comunicação Social a suspender o ex-director Silvério Amorim. Sem julgamento ou culpa formada pela justiça, Silvério Amorim continua a ser inocente. O resultado do inquérito em torno do alegado assédio sexual mandado realizar pelo governo também é desconhecido.

Certo, é que Manuel Barros é o novo director da Rádio Nacional.

Uma nomeação que pode ser entendida também como um acto de rotura do Secretário de Estado da Comunicação Social desta vez para com o Jornalista Maximino Carlos, o líder da comissão directiva que desde outubro de 2021 comandava os destinos da Rádio Nacional.

Maximino Carlos,  foi múltiplas vezes director da Rádio Nacional  e também da Televisão São-tomense. Isso segundo as múltiplas decisões dos sucessivos partidos que governaram São Tomé e Príncipe nos últimos 32  anos.

Segundo os jornalistas da Rádio Nacional a nova ascensão de Maximino Carlos como chefe em Outubro de 2021, devolveu harmonia e mais liberdade aos profissionais.

A “ditadura” imposta pelo ex-director Silvério Amorim, que se autoproclamava ser militante do MLSTP, e que ocupava o cargo por decisão directa da Comissão Política do seu partido, provocou o afastamento de vários jornalistas da Rádio Nacional. O Téla Nón destaca o caso do jornalista Telmo Trindade, sem esquecer de Eleutério Santos e outros mais.

Note-se que em São Tomé e Príncipe, os cargos de direcção na Rádio Nacional, na TVS e na STP-Press são ocupados por orientação e confiança política do partido que está no poder.

Abel Veiga

4 Comments

4 Comments

  1. Gente+Nobre+STP

    28 de Janeiro de 2022 at 12:11

    Mais um comissário politico ao serviço do regime. De jornalista não tem nada. Por isso que o nosso jornalismo anda nas ruas das armaguras. Urgência do HAM esteve em greve uma semana e esse jornalesco nem uma noticia deu. Voçes estão a matar STeP. Quem viver verá………

  2. Vanplega

    28 de Janeiro de 2022 at 12:23

    Larga osso cāo

  3. paula

    28 de Janeiro de 2022 at 12:39

    É mesmo assim. DR Jorge Bom Jesus, democracia acima de tudo. Obrigado. Fosse no tempo do pinta cabra, esses indivíduos não podiam fazer nada.

    • Lau

      29 de Janeiro de 2022 at 13:01

      Qual é a idade de aposentadoria em São Tomé e Príncipe para sexo masculino pq MLSTP parece que não sabe…62 anos cadê os jovens jornalista de São Tomé…

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