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“Óoauêaió!” Para onde vai a língua portuguesa?

Questão levantada por um artigo do jornal português”PÚBLICO”, que reporta as celebrações do dia da língua portuguesa e da cultura lusófona. Evento organizado pelo “Movimento 2014”, em parceria com a CPLP, o Governo português, a UCCLA, e outros parceiros em Lisboa, para assinalar os 800 anos da língua portuguesa. Chefes de redacção dos jornais  do espaço lusófono foram convidados para o evento que analisou o futuro da língua portuguesa.

Clique para ler o artigo – Jornal Público

    8 comentários

8 comentários

  1. verdade

    8 de Maio de 2015 as 14:03

    lingua portuguesa ñ é nossa linguanosa linguas sao forro , anguené e linguié

    • Atento

      8 de Maio de 2015 as 15:32

      Meu caro “Verdade”
      Esqueceste-te do macacué, e do bebendué!

      • Pumbú

        11 de Maio de 2015 as 4:52

        Tonto!

    • SEABRA

      11 de Março de 2016 as 16:05

      Imbecil, và negociar nas suas linguas com os parceiros internacionais…jà agora, recuse as ajudas que vêem desses paises parceiros, pois que nao sao alimentos e ajuda de Forro etc.
      …Vocessemecê é o cùmulo da estupidez “acrescentada”. Como é que é possivel tanta arrogância,tanta ignorância? Ora que você nao tem “as maos que alcançam às costas”.Loucura!!!

  2. Vitó

    10 de Maio de 2015 as 11:02

    O ‘Atento’ tem um problema grave com a cultura de São Tomé e Príncipe. Despreza-a e não o esconde. Macacué vem de macaco, não é? Poderia ter respondido de outro modo ao ‘Verdade’. Mas como deve ter parado em 1973…

    • Atento

      11 de Maio de 2015 as 9:45

      Meu caro “Vitó”.
      Deixe-me em primeiro lugar desejar-lhe os meus cumprimentos e em segundo lugar pedir-lhe desculpa a si e a todos os que se possam sentir melindrados pelo meu comentário que pode criar alguma confusão, embora não fosse essa a minha intenção.
      Efectivamente quando escrevi “Macacué e bebendué” de forma alguma tentei criar discórdia, e muito menos chamar macacos á nossa gente na qual estou incluído como é óbvio.
      A minha resposta foi unicamente para o comentário do “Verdade”.
      O meu comentário teve um único objectivo, ironizar/brincar com o comentário do “Verdade”, de que existem outras comunidades no reino animal e que todos usam o seu modo próprio de comunicação.
      Tentei mostrar o ridículo do “verdade” não considerar a nossa língua portuguesa como a nossa língua oficial, mas também não entrei em grandes comentários atendendo ao ridículo do comentário do mesmo, por entender que o mesmo não merece que lhe dediquemos muito do nosso tempo.
      Espero que este assunto fique esclarecido e mais uma vez as minhas sinceras desculpas por algum mal entendido que possa surgir.
      Com os melhores cumprimentos,
      Atento

  3. Ralph

    11 de Maio de 2015 as 2:41

    Li este artigo e achei-o muito interessante. Estou certo que a lingua portuguesa vai ter um futuro forte se os seus falantes quiserem que isto acontecesse. Este tem demasiado falantes para não continuar bem no futuro. Num mundo em que o inglês parece dominar, ficará cada vez mais importante pelos falantes de outras línguas manterem os seus próprios idiomas na face deste padrão. Neste contexto, todas as línguas do mundo vão passar por um processo de mudança devido a sua interação com outras línguas. Esta é uma evolução natural que afetará todas as línguas do mundo e o português não vai ser imune a isto. No meu país da Austrália, bastante poucas pessoas importam-se em aprender uma outra língua, sabendo que o resto do mundo quer falar o inglês. O mesmo acontece em nações como os EUA e o Reino Unido. Acho que esta situação é triste.

  4. Quidide

    11 de Maio de 2015 as 11:41

    Realmente assistimos à uma degradação da língua portuguesa impressionante.
    As crianças mesmo em Portugal falam e escrevem mal. Muito poucas crianças e até mesmo adultos têm hábito de leitura. já não dão valor a gramática, conjugam os verbos de forma aberrante. Enfim, é de facto lamentável pois trata-se de uma língua muito rica. Quanto ao dialeto, podemos expressar-nos muito bem em ambas línguas e até aprender uma língua estrangeira sem esquecer a outra. Digo por experiência própria, pois expresso-me em dialeto, português e mais uma língua estrangeira e nem por isso deixei de falar e escrever razoavelmente o português. É preciso alguma dedicação. nada mais.

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