Cultura

“Agostinho Neto, a luta pela libertação de Angola” lançado em São Tomé

A roça que foi baptizada com o nome do Primeiro Presidente de Angola, foi o palco para o lançamento do livro. Na última segunda-feira, centenas de pessoas, foram a Roça Agostinho Neto, descobrir a história de vida e de luta do herói nacional de Angola.

Trata-se de uma obra que contem cinco volumes e mais de novecentas páginas. A obra retrata a trajetória de vida do poeta e político, que lutou para a libertação do povo angolano. Mário Pinto de Andrade, professor Universitário em Angola, apresentou o livro.

O lançamento do livro enquadrou-se na celebração do nonagésimo aniversário do nascimento de Agostinho Neto. «Este livro está composto por vários documentos recolhidos, onde estão descritos os percursos políticos do Agostinho Neto. A obra retrata a participação do Presidente Agostinho Neto em todas as cerimónias políticas e social”, disse Mário Pinto de Andrade.

Agostinho Neto encabeçou a luta dos angolanos contra o domínio colonial e conduziu o país a independência e é reconhecido por alguns santomenses como um homem de garra e determinação. “Ele é um verdadeiro líder. Agostinho Neto foi o responsável pela libertação do povo angolano”, disse doutor  Victor Guadalupe

Para além do lançamento do livro que descreve o percurso do chamado fundador da nação angolana, a celebração em São Tomé, do nonagésimo aniversário sobre o nascimento de Agostinho Neto, ficou marcada por homenagens ao herói angolano.

A delegação da fundação Agostinho Neto, chefiada por Mário Pinto de Andrade, ofertou um exemplar do livro ao Presidente da República, Manuel Pinto da Costa, outro ao Primeiro-ministro, Patrice Trovoada e um terceiro exemplar, a Assembleia Nacional. O médico, poeta e político angolano foi Presidente de Angola desde a independência em 1975 até 10 de Setembro de 1979, data em que faleceu vítima de um cancro.

Sónia Lopes

    3 comentários

3 comentários

  1. De Longe

    19 de Setembro de 2012 as 14:29

    Se temos dirigentes que nos fazem sentir a INDEPENDÊNCIA como um rebuçado amargo, com que ânimo veneramos os que lutaram pela independência?
    É uma pena deixarmos esfumar assim tanto suor, tanto sangue, vidas, tanto sonho tornado obra sem glória.

  2. Santosku

    20 de Setembro de 2012 as 8:26

    Em Angola atrevo-me a dizer que apesar dos sofrimentos que algumas pessoas ainda têm a Angola está a dar passos largos e seguros, portanto não se deve maldizer da independência.Mais em S. Tomé apesar das nossas fracas riquezas já podiamos estar a ver pelo menos uma luz no fundo do túnel. Com este Governo ainda as coisa estão cada dia pior. Aonde vamos chegar se os Tribunais que têm a função de julgar os malfeitores e outros estão eles próprios os Juizes a roubarem e de que maneira.

    • De Longe

      20 de Setembro de 2012 as 8:49

      De acordo Santosku
      Não é maldizer da independência. Está com todas as letras maiúsculas devido à importância que tem. Fala-se mal de o que os dirigentes fizeram sentir com a independência. Já e agora, parabéns aos angolanos pelo seu sucesso.
      Ficamos a sonhar. Ou era melhor inventarmos uma nova forma de luta?

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