Governação de Recursos Naturais em São Tomé e Príncipe

É um estudo feito pela International Alert, sobre a supervisão e transparência das receitas petrolíferas. Um estudo importante, numa altura em que na praça são-tomense, novas questões começam a ser colocadas em torno do negócio de petróleo, sobretudo depois do leilão dos blocos da zona económica exclusiva são-tomense. Para ler o estudo CLIQUE : Estudo Petróleo

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    Anca Responder

    O estudo e as recomendações é de louvar, uma vez , que parece que a sociedade civil e as instâncias com poderes eleitas para efeito, não demonstram vontade, nem faculdades, em área alguma da governação e gestão dos recursos do país( se é que sabem o que significa valor recursos humanos, naturais, etc… quanto mais petrolífero).

    Não obstante, notei que a organização,International Alert, não informa, de que país é, onde tem a sua sede,quem são os seus membros, que capital social tem, informando somente no estudo efectuado, que é uma organização independente de consolidação de paz.
    Pois o estudo é uma boa iniciativa,pois trata da transparência e gestão de recursos petrolíferos, referi áreas de governação de um país, e se a organização tem por objectivo a transparência e paz, seria bom, explicitar quem os membros que fazem parte, da organização.

    Bem haja

    Pratique-mos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    Interesses são muitos, mas necessário se torna a nós Santomenses, salvaguardar e acautelar o interesse do povo e nação Santomense em conjunto com a contribuição internacional, mediante o respeito pelas normais internacionas.

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      Anca Responder

      A transparência (divulgação de informação), e um combate sério à corrupção, combate à pobreza e miséria, aposta na educação e formação de qualidade são objectivos primordial, para a gestão de recursos,sejam eles, recursos humanos,naturais ou petrolífero(para um bom negócio de receitas petrolíferas), logo para o caminho do desenvolvimento e paz social(engrenagem).

      Mas necessário se torna, que cada Santomense, proceda a transformação interior, das suas atitudes (pensamento e comportamento = a ser e estar), mudança de mentalidade, rumo a consciência cívica nacional do bem comum(de todos),se se começar-mos a agir assim, será o país a ganhar no futuro, agindo assim, aprenderemos a valorizar uns aos outros,aumentando a nossa confiança como Santomenses,(logo a nossa auto-estima como povo-nação), não obstante a crítica.

      Pratiquemos o bem

      Pois o bem

      Fica-nos bem

      Um dia como povo do país São Tomé e Príncipe,logo como Santomenses.

      Bem haja

      Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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      Fijalatao Responder

      Sr. Anca,
      o senhor está a pedir identificação da organização?

      Ao povo de S.Tomé e Príncipe , esta informação não é relevante.

      O que nos interessa é o conteúdo que nos alerta para termos o cuidado com os filhos ingratos de S.Tomé que não gostam deste país, esgotam os recursos que deviam entrar nos cofres do estado para bem do povo e do país, desviando estes recursos para outros fins, perpetuando o negócio do petróleo, perpetuando também o adiamento deste país como nação soberana sem poder de competir ao nível internacional com outras nações, pauperizando assim este povo e este país.

      Imagina o senhor se o informador desta notícia se identificasse, seria um homem morto por toda essa conjuntura de mafiosos sanguessuga do povo santomense e dos povos africanos em geral.

      Abra as pestanas e dê graças a eles que estão a dar-nos alguma informação sobre o estado da nação e do petróleo, pois não é do interresse do governo nem do primeiro ministro informar o povo do andamento de que for o negócio. Pois só eles podem ter estas informações!

      Um abraço amigo,

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      Fijalatao Responder

      Lamento imenso ter que dizer isto:
      O que tem acontecido na Líbia e noutros países asiáticos e alguns africanos, se deve aos governantes que temos e que todos os dias se vêem confrontados com a má fé dos países ocidentais, nomeadamente Estados Unidos de América e Estados Europeus que impõem e dispõem desses estados e governos a bem mercê deles porque os governos destes países asiáticos e africanos não se dão ao respeito, aproveitando os quadros que têm na busca de especializações a todo nível de modo a serem também autosustentados tecnológicamente de modo a enfrentar a imposição dos estados ocidentais.

      O Japão, a China, a Correia e mesmo o Irão, para serem autosustentados, tiveram que enviar os seus quadros à estes países ocidentis para conhecer as tecnologias de ponta para que hoje pudessem enfrentar face a face, dente por dente qualquer ameaça que possa vir destes americanos e destes europeus!

      Os países africanos em vez de estarem a gastar dinheiro em grandes festas e viagens a favor dos europeus e dos americanos, deviam sobretudo aprender a:

      Fabricar Armas, motas, carros, bicicletas, máquinas de transformação de matéria prima, a manufacturação de alimentos de todos os tipos, Televisores e rádios,medicamentos, instrumentos de comunicação,Arquitetura, Engenharia,Hidráulica(barragens e água para o povo), etc. um sem fim de conhecimentos que poderiam ser adquiridos com as verbas do petróleo e outros recursos do solo e subsolo que têm de modo a autosustentarem-se com poucas dependências daqueles dois.

      Vejamos o Kadafi, andou a ostentar riquezas e alimentar os americanos e europeus, sobretudo SARKOZÍ nas suas campanhas políticas,e foram eles e o mesmo SARKOZÍ os mentores do derrube do Kadafi(embora seja eu também da opinião do seu derrube), que se armou em arrogante e endinheirado, ladeando sempre com os europeus e americanos até o dia em que ele já não lhes interressou!

      A informação do Alert que daí em diante será regular de certeza, servirá a este povo como argumento de pretesto para lutas de rua contra os sucessivos governos de S,Tomé que não informam as verdades sobre a sua própria riqueza!

      Estou em crer que na nossa manifestação não vai haver bordoadas como houve em Angola ou na Líbia!

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    Anca Responder

    Artigo desenvolvido por;
    Miguel Varela
    Director do ISG

    “Estrutura e conjuntura”

    “As primeiras áreas de intervenção pública, através do Estado, datadas do século XVIII, foram sempre a segurança e a justiça.”

    “As primeiras áreas de intervenção pública, através do Estado, datadas do século XVIII, foram sempre a segurança e a justiça.” “Só mais tarde, surgiram as preocupações na educação e na saúde.” “O modelo de desenvolvimento das economias ocidentais, desde o final da II Grande Guerra, sempre teve por base a intervenção do Estado, especialmente no sentido da recuperação dos países dizimados pelo conflito.” “Será que hoje faz sentido esta lógica?”

    “As crises de 2008 e o seu anunciado prolongamento para 2012 têm conhecido tentativas de solução, quer pelos governos nacionais, quer por instituições supranacionais, que teimam em não funcionar.” “…, mas toda a Europa, continuam a investir em soluções “conjunturais”, vulgo “balões de oxigénio”, que têm tanto de fútil como de inúteis, contribuindo apenas para o eterno adiar dos problemas.” “Os problemas estruturais (economia política) não se resolvem com soluções conjunturais (política económica).”

    “A crise é, de facto, uma oportunidade para fazer repensar o modelo de sociedade que desejamos.” “Vivemos períodos de grandes interrogações e sobretudo de desadequação das ideologias que conhecemos para responder aos actuais problemas socioeconómicos.” “As ideologias tradicionais, todas produto do pensamento dos séculos XIX e XX, do capitalismo, ao comunismo, passando pelo socialismo ou pela social-democracia, ou até pelo liberalismo, não acompanharam a evolução social e das instituições, que evoluíram a um ritmo alucinante nos últimas quatro ou cinco décadas.” “As transformações sociais, económicas, tecnológicas, informacionais e ambientais, não têm paralelo no passado da humanidade.”

    “A crise que atravessamos, causada em especial pelas dívidas soberanas é produto da inconsistência do pensamento do agente económico Estado, que deveria ser o primeiro a perceber que o endividamento não é elástico e que os gastos públicos não são incompressíveis (devia dar o exemplo às famílias e empresas).” “O Estado somos todos nós e, como disse Margaret Tatcher, não existe “dinheiro público”, existe apenas o dinheiro dos contribuintes, que sustenta principalmente vícios improdutivos e ineficientes.” “O necessário e o supérfluo são conceitos estranhos a quem gere dinheiro dos contribuintes porque quando é de todos não é de ninguém.” “Até quando esta impunidade e a até quando a permissibilidade dos contribuintes?”

    “O Estado deve existir.” “Mas deve ser eficiente.”” Mas só o conseguirá quando reduzido às suas funções naturais – segurança e justiça.” “Só assim pode regular efectivamente as restantes funções, que deve delegar naturalmente no mercado, como a saúde e educação.” “O Estado pouparia dinheiro a garantir o acesso a cidadãos como menos posses, através de cheques educação e cheques saúde, poupando dos custos de estrutura.”

    In Negócio Online

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    Digno de Respeito Responder

    Considero o estudo relevante. É o indicador que apresenta as recomendações para o desenvolvimento do País.
    Existe um especto que considero importante quando o estudo refere que a “difusão e comunicação com o público: A falta de informação entre o público é imensa, especialmente
    no caso das pessoas que vivem nos distritos.”
    Aproveito para sugerir mesmo aos nosso deputados para criarem uma instituição ou a Comissão Pela Transparência da Coisa Pública” em articulação com a área de Jurisprudência. É um método para ultrapassarmos as especulações, desvios e corrupção e ficamos todos esclarecidos do que se passa entre os processos nacionais relacionados com a economia e finanças.

    Aproveito para disponibilizar o link que vos pode ser útil em relação a provável instituição: http://www.international-alert.org/

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    Laura Mendes Responder

    Anca por acaso vi a tua preocupação sobre a sede da international-alert.
    Aí tens o endereço

    International Alert, 346 Clapham Road
    LONDON, SW9 9AP, United Kingdom

    Tel +44 (0) 20 7627 6800
    Fax +44 (0) 20 7627 6900

    site: http://www.international-alert.org

    De facto estes alertas deveriam vir de nós. Se houvesse mais fair-play entre os Santomenses tenho a certeza que muitos de nós poderíamos dedicar algum tempo para estas questões, mas enquanto continuarmos no engana-engana, vamos lendo estudos de outros que meteram há muito a cabeça no lugar.

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      Laura Mendes Responder

      Digno de Respeito, o teu post só me apareceu agora e vejo o endereço e-mail da organização. Bem disse que STP já tem pessoas com dinamismo e iniciativa.
      Bem-haja

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    Carlos Ceita Responder

    Meus caros amigos para o comum do santomense que não entende os negócios do petróleo a escala internacional e eu que sou um leigo na matéria gostava de suscitar aqui as seguintes questões e dúvidas. Pois documento que nos traz Janet Murdock alerta porque não dize-lo de uma forma clara que está em curso no nosso país a institucionalização da corrupção quando petróleo se tornar uma realidade. Com inúmeros casos de corrupção no país já referenciados porque razão com a vinda do petróleo seria diferente? Diria que o trabalho da Janet Murdock é um complemento do que Dr Teotónio Torres vinha chamando atenção aos saotomenses nas suas notas. Lamento ele ter ficado solitário nas suas alertas. Pois bem. Para haver corruptos tem de haver corruptores. E quem são os corruptores? São sem margem para dúvida as grandes companhias petrolíferas e neste âmbito o documento não diz absolutamente nada.
    E eu pergunto porque razão um governo ou um ministro em negociação com as companhias petrolíferas prejudica o seu país em detrimento companhias do petróleo?
    Porque razão as companhias petrolíferas (corruptores) ao fazer negócios com os governos corruptos não suscitam das Nações Unidas ou outros organismos de transparência uma condenação firme. E ao invés disso se mantém em silêncio.
    Será que se um governo ou ministro ao negociar petróleo ou outra riqueza nacional em beneficio do seu país não correrá o risco de ser derrubado mediante um golpe de estado ou um a conspiração interna e externa?
    No nosso caso particular. Se houver um governo que tente anular os acordos de pesca com a UE tão lesivos para o país não será o país alvo de uma sanção económica? Parece haver muita hipocrisia nisto tudo.
    Fica as minhas dúvidas e perguntas e desculpem a minha ignorância na matéria em debate.

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    Jovem Santola Responder

    Gostei do estudo, permite ao povo são-tomenses ter alguma consciência dakilo que são os seus direito e do quê reclamar: transparência. Esses recursos devia ser utilizados para alavancar o desenvolvimento social do país, o que não acontece e, se continuar assim, nunca acontecerá. É uma questão de dever com o povo mostrar o que é feito e traçar planos para a utilização desses recursos…planos de conhecimento do povo e para o povo.

    ABAIXO A CORRUPÇÃO E A FALTA DE TRANSPARÊNCIA. ABAIXO O CONFORMISMO SANTOLA. Abraços fraternos!

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    Digno de Respeito Responder

    Sim Laura Mendes,

    Não basta apreciar o que os outros fazem mas, aproveitar a mais valia que esses estudo, iniciativas de particulares (santomenses ou não) para tomada de consciencia nacional e agir sem dúvidar das pessoas que o fazem.

    Um dos principais mal dos santomenses (alguns cabeça dura) é querer delubriar os outros fingindo que desconhecem essas e outras instituições/organizações provocando (des)informações públicas (des)favorável em proveito próprio.

    Mesmo a sociedade civil santomense pode decidir organizadamente e institucionalizar juridicamente uma entidade que ajude e coopere com o nosso Estado em matéria de património nacional. Seja ele cultural, social, financeiro e económico. Num quadro próprio, criar fóruns nacionais de discussão e propor a Assembleia que apresente e discuta ideias favoráveis ao desenvolvimento. Para isso é preciso cultivar tudo e todos (de Caué a Pagué).

    As pessoas que residem no interior do País precisam de se sentirem alfabetizadas para também ter vós na matéria de interesse. Não basta levar-lhe “peixe” para comprarem mas também ensinar-lhe com linha se pesca o produto necessário a sua alimentação diária.

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    Digno de Respeito Responder

    digo: “VOZ” na matéria(…)

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    Francisco Ambrósio Responder

    Há muito que se tem falado do dinheiro proveniente da receita do petróleo, mas que este apenas pára nas mãos de certos individous usado em defesa dos interesse do país, congregando à sua volta outros, para melhor protecção quando este se resvalar.O mal, é que o dinheiro não chega às mãos do povo” o mais necessitado”. Ao contrário do que se vê noutras paragens, e o número de pessoa que habita o país,deve haver um bom senso de modo que todos sejam beneficiádos.

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    Madalena Responder

    Se for verdade o que relata este estudo, estamos a caminhar para um beco sem saida. Por acaso ja tinha ouvido de pessoas bem posicionada na sociedade STP de que as pesadas estruturas, apenas dão encargos ao Estado. Muita gente, bons salarios e nada fazem.
    ” Até em geito de brincadeira a lei dos petroleos obriga o estado a empregar na area do petroleo os filhos dos dirigentes” Pinto da Costa tem uma grande responsabilidade!!!

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      Fijalatao Responder

      Madalena, com todo o respeito que tenho por si, seria bom que fizéssemos comentário mais ou menos credíveis e merecedor de respeito. Dar aquí uma opinião não importa o saber escrever bem ou não! mas opinar com respeito e justiça.

      Em apenas uma semana de tomada de poder já começas a acusar quem ainda nem sequer aqueceu a cadeira do poder, pois aí entras em contradição porque foi você e muitos santomenses que disseram que durante vinte anos a pessoa em questão era preguiçoso, nunca interviu em assuntos internos e internacionais, etc e hoje vens com a lata de o acusar que também tem culpa no assunto do petróleo!?

      Se queres ter informações dos mafiosos do petróleo, vá perguntar ao Miguel Trovoada, Patrick Trovoada, Capala, Aito Bonfim (que é mestrado em petróleos) e muitos outros coniventes das barbaridades que se tem visto no caso petróleo!

      Bamu Flá pá non tê Lazõ!…

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    João Carlos Pinto Responder

    Em São Tome e Principe, estamos com os pés dentro da agua e com o carvalho enrolado para a cova.
    Quem é o autor desta expressão?

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