Primeiro-ministro de visita ao país que tem portas fechadas em São Tomé e Príncipe

O Chefe do Governo são-tomense, está desde terça – feira na vizinha República do Gabão. Uma visita de trabalho para reforço da cooperação bilateral, e para dinamizar a execução de alguns projectos definidos no quadro da nova parceria estratégica com a sub-região africana. Patrice Trovoada, que deve regressar esta quarta – feira a São Tomé, incrementa a cooperação bilateral, com um país cuja representação diplomática em São Tomé e Príncipe, foi encerrada há cerca de 20 dias.Os funcionários da embaixada do Gabão em São Tomé, prosseguem com a greve por tempo indeterminado. Os funcionários em greve asseguraram ao Téla Nón que não têm concedido visto a ninguém que queira visitar Gabão, ou que tenha necessidade de escalar o país vizinho em trânsito para outros países africanos. Ao que tudo indica a delegação governamental são-tomense que visita Libreville terá entrado no Gabão sem visto.

O embaixador Michel Bekale Ekomoe, que também aderiu a greve, não fez parte da delegação do Governo são-tomense que visita Gabão. Aliás fonte da representação diplomática, explicou ao Téla Nón, que o embaixador anunciou aos grevistas que esta semana abandonará São Tomé, regressando a sua terra natal, porque até agora nada funcionou em termos de resolução da greve. Recorde-se que os funcionários da embaixada do Gabão reclamam pela actualização dos salários. Uma reivindicação que data do ano 2009.

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    António Veiga Costa Responder

    “Ao que tudo indica a delegação governamental são-tomense que visita Libreville terá entrado no Gabão sem visto.” (sic) – pelo que me consta, a delegação governamental deve ter passaporte diplomático.

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    boca calada Responder

    so com cristo !!! ainda com a falta de vergonha, ir ilegalente ao mesmo pais…palhaçadas, so em s.tomé.

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      Chocolate-Biológico Responder

      Olá “boca calada”…!!!

      Será que tens utilizado bastante mal o teu “Nome”…???

      Tscháu é…!!!

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        cesario verde segundo Responder

        essa tua resposta irónica ao “boca calada”, fez-me rir que quase me cai do sofá. ehehehehehehehehehehe

        pois em resumo, ele tem a boca aberta é demais!

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    terra sabi Responder

    Ó boca calada Tu nao entende nada de deplomacia nao sabias que os entidades governamemtal sao pussuidores de passaporte deplomatico e ki podem entrar sem visto. se nao sabias fica ja a saber para nao ficar a falar atoa.

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    Mimi Responder

    E o país de Embaixada fechada dá-nos 5 milhoes de quê?…

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    Mak Responder

    Gente
    Porquê que no telanon só falam do que é negativo de STP?. Será que não existe obras boas feitas pelo governo ou sociedade civil?Não há virtudes? Que gente. Só reclamam. Não apresentam soluções.O vossa ma boca é que esta acabando com o país. Sejamos unidos e optimistas. Pensa no positivo. Cresçam e apareçam.Fui..

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    Olhos de Tartaruga Tartaruga Responder

    Cooperação é algo mesmo esquisito, enquanto conterrâneos gabonêses na embaixada em S.Tomé estão aí de rastos, na incerteza no futuro, mas no entanto disponibiliza a massa relativamente grossa para o nosso orçamento.

    Não me parece que as autoridades gabonesas sejam assim tão arrogantes, a menos que não haja algo por desvendar naquela embaixada.

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    Mafioso Responder

    Mimi é vedade!
    Visto para Libreville, não é preciso.
    Passaporte de serviço. A gente se calhar que é de Gabão, por isso entra só com BI.
    25 dias de greve.

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