Dia de África é “um símbolo de liberdade”

Na mensagem por ocasião do dia do continente africano celebrado na última sexta – feira, o Presidente da República Manuel Pinto da Costa, considerou 25 de Maio como um símbolo do “querer e da vontade inabalável dos povos Africanos encontrarem o seu caminho, fazerem as suas escolhas e, assim, conquistarem o seu destino”.

Mensagem de Sua Excelência o Presidente da República, Dr. Manuel Pinto da Costa, por ocasião do Dia de África

25/05/2013

Celebra-se hoje o dia de África, data que assinala o nascimento em 1963 da Organização da Unidade Africana.

Mais do que uma data este dia é um verdadeiro símbolo.

Um símbolo de liberdade, de querer e da vontade inabalável dos povos Africanos encontrarem o seu caminho, fazerem as suas escolhas e, assim, conquistarem o seu destino.

É, sobretudo, um símbolo da luta dos povos do continente Africano pela sua independência e pelo seu direito natural à autodeterminação.

Quando em 25 de Maio de 1963, 32 Chefes de Estado reunidos em Adis Abeba, decidiram constituir a Organização da Unidade Africana, hoje em dia União africana, estavam, ao mesmo tempo, a construir um marco que permanecerá para sempre na história universal como um sinal inequívoco da vontade dos povos Africanos de tomarem o futuro nas suas mãos.

Essa é uma ideia que persiste até aos nossos dias e uma conquista irreversível que temos que saber preservar e merecer.

A solidariedade entre os povos deste vasto continente, o segundo em população e extensão no mundo, pode e deve constituir o cimento que há-de permitir ao nosso continente ocupar o lugar que merece neste mundo globalizado e em que o multilateralismo deve prevalecer nas relações internacionais.

50 anos depois desse movimento que conduziu à libertação política de todo um continente continuam a persistir graves dificuldades que não podemos omitir.

Não podemos nem devemos ignorar os milhões de Africanos que ainda sofrem diariamente as consequências do subdesenvolvimento.

A fome e a miséria, as doenças endémicas, que ainda afectam largas camadas das populações, as mudanças políticas inconstitucionais, o impacto das mudanças climáticas, são alguns sinais incontornáveis da existência de um longo caminho a percorrer para que África alcance a sua a total emancipação traduzida em desenvolvimento e bem-estar dos seus povos.

Mas não nos podemos também esquecer que a conquista desse valor supremo da condição humana que é a Liberdade é a base que tudo torna possível e que, dessa forma, alimenta a confiança e a esperança num futuro de prosperidade para todos os filhos deste continente imenso que foi o berço da humanidade.

Ao celebrarmos este dia histórico do Jubileu da União Africana honremos a memória de todos, os que com a sua acção lutaram e continuam a lutar pela dignidade e identidade do nosso continente,  recordando nomes como Kenyatta, Abrahams, Selassié, Nasser,  Azikiwe,  Nyerere,  Kaunda,. NKrumah, Touré, Cabral, Bella, Mondlane, Bourguiba, Neto, Lumumba, Mandela e tantos outros que constituem verdadeiros exemplos para as novas gerações da luta pela concretização de um ideal de paz, concórdia, união, solidariedade e desenvolvimento que temos de renovar permanentemente.

Celebremos pois este dia da libertação de África com orgulho, o orgulho de sermos Africanos.

Essa será, hoje e sempre, a melhor forma de honrarmos todos aqueles que deram a sua vida pela nossa liberdade.

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    Leopaldo Responder

    Sr Presidente, gostaria de saber quais são as suas perspectivas para o desenvolvimento sócio económico de São Tomé ? Ou em linguagem terra terra… o que o Sr tem feito para STP ?

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    pais não vai com esses gorverno Responder

    arranjar polemica isso sim, pai grande não pode ser assim

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    Frank Responder

    Sun Pilom teria perguntado na noite de 12 de Julho de 1974, “ Quem Governaria o País, se seria mesmo o Branco ou nós Preto?
    San Estenia respondeu-lhe que seria um de nós preto. Posto isso, avançou SUN Pilom dizendo que nós os pretos não sabem nada; somos ignorantes e sem qualquer préstimo para dirigir o que quer que seja. Sun Pilom viera a falecer em casa do seu folho ( Tou… ) na Rua Rosário, tinha o ele 87 anos de idade. A cidade de São Tomé, era um autêntico jardim; tudo bem tratado e tudo no seu devido lugar. Havia Flores de todo tipo e feitio, as laranjeiras também eram plantas de ornamentação tal como os carroceiros. Um ano depois, o povo espezinhava o Belo para ouvir o Pinto. Tudo conheceu regressão com esta figura ao mando. Será que este merce ser o que é?

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      Cidadão Nacinal Responder

      Pelo o que recordo em 25 de Abril de 1974 era governado pelo colono governador Silva Sebastião se não estou no erro, mas era colono, e quem estava na revolução do poder popular era Filintro Costa Alegre,veio aparecer o Oné “está connosco Total Será Vizinha”, Leonel Mário D´Alva, Trovoada, o Sr.º Pinto da Costa foi último
      Encontrando todo Acordo assinado, pelo Nuno Xavier morto pela conspiração politica duvidosa, a sua Vivenda que estava a frente dos palácio dos Congresso não disse nado, história macabra, num acidente pouco explicativo.

      Por isso STP está assombrado é preciso mudar-nos da mentalidade de má-fé copiado do colonos, derrocado do Rio Burdelo morte dezenas de pessoas ficaram subterrados, pelo sabotagem dos colonos na Conduta de Agua para barragem , estive na viagem para visitar o local fomos barrado pelos colono da Policia republicana porque um dos motorista não tinha carta de condução eu tinha 14 anos na altura, fui obrigado a estar no grupo por ordem da revolução.

      O Sr.º Pinto da Costa provavelmente não teve esta informação porque estava no estrangeiro Libravil a preparar o seu regresso, por isso eu sinto-me uma revolta o porquê tanta luta 38 anos depois continuamos na mesma escravatura na base de migália pela falta de coragem de impor ordem num país que é independente.

      Isto é um Abuso na interferência nos assuntos interno do país que deram independência. Quanto mais tempo ficar em, portugal, mais juros irá aumentar para Portugal diariamente, estamos em documentários.
      O Sr.º Pinto encontrou papa feita, construção da seda do MLSTP nos fins da semana pela associação Cívica liderada pelo Filintro.

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        E o Burro sou eu Responder

        Sr. Cidadão Nacional….li com atenção o seu comentário…voltei a ler mais 2 vezes e fiquei na mesma. Não percebi nada do que o srº. quis dizer. Pode escrever novamente e em Português s.f.f., para ver se entendemos o que quer dizer. Obrigado.

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    malebobo Responder

    quem quer acreditar que acredita, este senhor, sempre com discurso bonito, se nós estivermos a avaliar o que este este senhor fez de bem para a nação, nota zerro,

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    E. Santos Responder

    Mais um bla bla bla do nosso Presidente. Eu nem leio, se querem que vos diga. Sr. Presidente que me desculpe, mas enquanto eu verificar que o Sr. fala uma coisa e faz outra, recuso-me a entrar nesse jogo.
    Quem educa tem que ser o 1.º a dar o exemplo, sob pena de ser desacreditado.
    Não há desautorização maior do que um filho responder ao seu pai “como pai também fez….”

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    compadre de armas Responder

    Sr. e anciao de idade, Pinto da Costa,

    DIgá-me honestamente, que planos tem para o futuro das novas geracoes, ademais de no dia 1 de Junho, convidá-las ao seu quintal, e impo-las a cantarem o hino nacional, como nacionalismo e obrigatoriedade obsoleta?

    Que experiencia governativa tem pensado transmitir ás geracoes de politicos vindouros?

    Já pensou alguma vez leccionar a tao boa económia de mercado, que aprendeu ao doutorar-se na Alemanha?

    O seu livro terra firme, ao qual denomino de ” terra insegura e desamparada”, demonstra valores e uma retórica bonita baseada em príncipios, teoricamente escritos. e será que o senhor tem ou teve mesmo desejo de cumpri-los algum dia?

    Atentamente!

    Seu compadre de armas.

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    minus Responder

    to fora…

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    horacio semedo Responder

    Esse faz-me pena. Sempre o mesmo “DISCURSO” desde de 1975. O povo nao merebe isto.

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    Felisberto Bandeira Responder

    A Politica externa e interna do Pinto da Costa não beneficia os S.Tomenses na Diáspora nem os S.Tomenses na sua Terra natal, O SENHOR era para nos uma alternativa esperança,depois de tantas mudanças sem soluções mas estamos vendo que e mas equivoco…

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