Análise sobre o Turismo em São Tomé Príncipe

A Island Resources Foundation é forte defensora do turismo desenvolvido através de pequenos hotéis e pousadas administrados por gerentes-proprietários locais, situados no interior do país, próximos às áreas principais de florestas e de observação de aves, como sugerido em diversos estudos de turismo.

Introdução

Por muito tempo ignorada pela comunidade mundial, empobrecida, e pouco conectada com grupos regionais maiores ou outros grupos de interesse, tais como a Aliança de Pequenos Estados Insulares (Alliance of Small Island States – AOSIS), a República insular de São Tomé e Príncipe possui um dos ambientes naturais mais ricos e singulares do mundo, combinado com uma cultura nacional que reúne traços africanos e Portugueses em uma sociedade agrária cujos vestígios coloniais podem ainda ser observados.

Como está indicado no sumário do Programa de Consultoria para São Tomé e Príncipe, 1) a gestão das futuras reservas petrolíferas, 2) a revitalização da agricultura e da pesca, e 3) o turismo, são reconhecidos como o tripé de uma estratégia de desenvolvimento diversificada para São Tomé e Príncipe. Vários estudos sobre questões gerais do turismo foram feitos para o país nos últimos quatro ou cinco anos. O tema do presente estudo é o desenvolvimento de específicos e factíveis próximos passos que levarão São Tomé e Príncipe na direcção de um crescimento turístico a longo prazo apoiado nas evidentes vantagens do país e na promoção de um desenvolvimento equitativo também de longo prazo.

Condições Actuais

Infra-estrutura Geral

Muito frequentemente, o turismo é visto como um sector que compete com as populações locais pela infra-estrutura crítica. Uma forma de ecoturismo de baixo impacto, com pequenas pousadas próximas às áreas ecológicas mais interessantes requer as mesmas melhorias em infra-estrutura desejadas pelos residentes dessas áreas. Em vez de competir por recursos em diferentes partes do país, a necessidade de estradas e ruas, água e energia para o turismo e para as comunidades locais são complementares.

Uma estrada, uma rede de água, ou uma rede eléctrica que suprem as necessidades da população local também serão utilizadas pelos turistas. Além disso, melhorias em infra-estrutura no interior da ilha ajudarão a manter as populações em seus locais tradicionais, em vez de forçá-las a migrar para áreas urbanas em busca de melhor qualidade de vida.

Protecção do Capital

A Island Resources Foundation é forte defensora do turismo desenvolvido através de pequenos hotéis e pousadas administrados por gerentes-proprietários locais, situados no interior do país, próximos às áreas principais de florestas e de observação de aves, como sugerido em diversos estudos de turismo.

Entretanto, acreditamos que São Tomé e Príncipe precisam prover maior segurança para potenciais proprietários de terra e investidores, incluindo a ratificação da Convenção Internacional sobre Resolução de Disputas Relativas a Investimentos (International Convention on the Settlement of Investment Disputes).

Até certo ponto, o desenvolvimento bem sucedido de pequenas pousadas em pequenas ilhas se dá através de investimentos imobiliários. Os gerentes-proprietários de “pousadas ecológicas” e resorts geralmente equilibram receitas e despesas, sem lucro nem perda, em operações diárias e obtêm seu lucro real quando vendem o hotel ou pousada depois de anos de trabalho. Tanto os Santomenses como os estrangeiros precisam da garantia de que investimentos a longo prazo em suas propriedades estarão protegidos de acções arbitrárias e inconstantes do governo.

Infra-estrutura Física: Água, Energia e Estradas

Há muitos planos e programas de desenvolvimento que citam a necessidade de atenção prioritária a essas três infra-estruturas básicas: água tratada, energia eléctrica, e estradas e ruas adequadas. O desenvolvimento do sector de turismo necessita dos mesmos tipos de recursos que beneficiará toda a população. As necessidades especiais para o sector de turismo são planos confiáveis e consistentes para uma provisão integrada desses serviços. Não faz sentido construir uma pousada ao final de uma nova estrada ou rua, se por décadas, não houver o fornecimento de energia e água para esta área, e assim por diante.

Abastecimento

Mais do que muitos estados insulares pequenos, São Tomé e Príncipe possuem rotas de
abastecimento extremamente longas e difíceis, com grande exposição a vários problemas logísticos e económicos, advindos da combinação de população pequena e baixa renda.

Além disso, parece improvável que o desenvolvimento dos recursos petrolíferos em alto-mar resultará em um aumento considerável directo em actividades comerciais diárias que aumentariam a capacidade do sistema de abastecimento, já que faz mais sentido servir esta indústria com instalações existentes em Rivers State e outras áreas da Nigéria (parceira no contrato dessas áreas em alto mar). A fim de melhorar a provisão de suprimentos básicos para apoiar a indústria do turismo, e também uma variada gama de novas oportunidades de negócios resultantes do aumento da renda local, o governo deve desenvolver políticas que apoiem um sector comercial mais robusto e competitivo.

Saúde

A sessão a seguir, sobre questões no sector de turismo, descreve problemas peculiares com a malária, e os potenciais problemas de contaminação das águas costeiras. Ambos são grandes desafios para o sector de saúde pública, e nesse aspecto os interesses do turismo e da comunidade em geral estão proximamente alinhados.

Questões para o Turismo Sustentável

São Tomé e Príncipe participou de diversos estudos sobre turismo e recomendações nos últimos anos. Os dois programas mais recentes são o estudo sobre o “ecoturismo”, de 2003, e uma mesa redonda conduzida há cerca de um ano pela Organização Mundial de Turismo, pelo Banco Mundial, e pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas. Obviamente há muitos grupos interessados e dispostos a assistir São Tomé e Príncipe no desenvolvimento do turismo, mas parece também que há uma necessidade de colocar as recomendações de tais estudos em uma avaliação mais realista sobre as oportunidades e riscos encontrados por STP nesses tempos difíceis.

Riscos para o Turismo

Malária

Há um risco generalizado de malária por todo o país, incluindo as áreas com maior diversidade biológica e interesse para turistas que apreciam a natureza. Por ser a malária temida por muitos residentes de países desenvolvidos, o marketing do turismo precisa se concentrar nos segmentos ousados do mercado de ecoturismo, e gradualmente expandir para uma clientela maior quando as condições de controlo da malária e febre amarela melhorarem.

Poluição das Águas Costeiras

A falha em reconhecer os riscos de poluição das águas costeiras ao redor de São Tomé é comum no planeamento de pequenas ilhas. Pode haver grandes implicações na promoção do turismo internacional de massa em áreas costeiras (ou seja, “sol, areia e mar”) antes que o sistema de saúde pública possa, confiavelmente, documentar a qualidade das praias locais.

Na Europa e em muitos outros destinos turísticos, há um processo padronizado de testes~denominado “Bandeira Azul” (Blue Flag), que garante a qualidade das praias marcadas com uma bandeira azul. Em 1999, a Associação de Conservação do Caribe (Caribbean Conservation Association) iniciou uma campanha para que as praias das ilhas caribenhas recebessem a certificação da Bandeira Azul. Há um forte apoio para tal iniciativa em muitas ilhas do Caribe, mas mesmo após 5 anos, o programa está operando somente em carácter experimental em cinco ou seis países da região. Pode-se esperar esse mesmo lento progresso para que uma praia seja testada e passe pelo processo de certificação em São Tomé e Príncipe.

Neste mundo moderno conectado à internet, as operadoras de turismo internacional não~podem permitir que turistas se exponham a riscos desnecessários. O país precisa reconhecer tal facto e precisa lidar com estas questões no seu planeamento. Uma vez que turistas desejarão nadar, se assim for possível, e sabendo que nem todas as praias estão descontaminadas, as autoridades em saúde pública devem incluir testes e publicidade ocasionais para determinadas praias nas ilhas mais distantes e no sul da ilha de São Tomé onde actividades tais como nadar e mergulhar possam ser responsavelmente encorajadas. Operadoras de mergulho, que continuarão a desenvolver actividades de mergulho e pesca em alto mar, em áreas seguras, devem ser incluídas neste processo. Naturalmente, os riscos de poluição diminuirão quando os problemas de resíduos sólidos e líquidos das áreas urbanas e de grandes comunidades remotas, roças, e subdivisões forem resolvidos.

Mudando o Foco de Marketing do Turismo

A prioridade dada ao turismo de natureza não tem sido muito realista no entendimento de necessárias mudanças nas estratégias de marketing. Especificamente, o marketing turístico sairá do mercado tradicional de Portugal para se concentrar em novos turistas potenciais das comunidades de “observação de aves” da Europa do norte. Isto pode também trazer mais turistas durante o inverno, e durante períodos de grande concentração de aves migratórias e outras espécies (por exemplo, baleias) no Golfo da Guiné.

Há uma atenção e um consenso geral sobre a ideia de dobrar o número anual de turistas de aproximadamente 10.000 visitantes em 2003 para 20.000 visitantes em cinco ou sete  anos. Este entendimento precisa ser discutido. Dos estimados 10.000 visitantes, o estudo da Organização Mundial do Turismo (OMT) estimou que somente 30% estiveram no país a lazer. Se a maior parte do crescimento to turismo para atingir a meta de 20.000 turistas em 2010 ou 2012 deverá ser de turistas viajando a lazer, isto significa que em cinco ou sete anos, o número de turistas de lazer precisará aumentar de 3.000 para aproximadamente 12.000. Este aumento é muito mais do que um desafio.
Ademais, dados parciais das pesquisas da OMT de 2003 indicam que aproximadamente
metade de todos os turistas actuais (43%) são de Portugal.

Mas uma avaliação realista dos interesses dos turistas indica que a maioria do novos turistas provêm de outros países (fora de Portugal) – provavelmente da Europa do norte, que apreciam as vantagens comparativas de:

1) um mercado activo de turismo natural e observação de aves;
2) conexões aéreas relativamente próximas; e
3) férias de inverno no clima quente de São Tomé e Príncipe.

O Turismo e as Roças

Este estudo conclui que tem havido algumas propostas irrealistas sobre a integração do
novo desenvolvimento turístico com a tentativa de revitalizar as roças. Em sua maioria, as novas instalações turísticas provavelmente precisarão ser novas estruturas, em colaboração com as comunidades da área em que forem instaladas (veja abaixo a secção “Participação Comunitária em Gestão de Recursos”) para suprimentos, mão-de-obra e amenidades culturais, mas não tão proximamente integradas às sociedades tradicionais de cultivo. A preservação das roças precisa ser um elemento principal na protecção de tradições culturais atractivas e singulares e na protecção da herança natural de São Tomé, o que, em nossa avaliação e experiência, significa que não faz sentido algum, do ponto de vista económico e social, forçar as roças a participarem de um esquema de desenvolvimento turístico para se tornarem alojamentos.

O Ambiente Natural

Há muitos estudos dedicados aos elementos singulares do ambiente natural de São Tomé e Príncipe. (De facto, o desenvolvimento de um “perfil ambiental” abrangente para reunir os vários estudos sobre o meio ambiente local pelos investigadores dos centros de pesquisa ao redor do mundo é uma necessidade especial para São Tomé e Príncipe, o que pode servir para uma diversidade de propósitos de desenvolvimento, turismo e conservação.) As ilhas são extremamente ricas em espécies nativas sem igual, pois ficaram isoladas em meio ao oceano por dezenas de milhares de anos.

A questão que talvez não tenha sido propriamente avaliada mesmo por naturalistas experientes e a ideia que deve se tornar um instrumento poderoso de marketing para a promoção do turismo natural é a densidade, riqueza e acessibilidade da flora e fauna locais e exclusivas a São Tomé e Príncipe.

Citamos um exemplo sobre observação de aves que poderia ser reproduzida para diversas condições terrestres: a ilha de Hispaniola, no Caribe, possui muitas maravilhas naturais, incluindo 26 espécies de aves endémicas. (Espécies endémicas são aquelas que não ocorrem em nenhuma outra parte do mundo). A ilha de Hispaniola tem área de aproximadamente 75.000 quilómetros quadrados; comparativamente, as ilhas de São Tomé e Príncipe têm uma pequena área de 1.000 quilómetros quadrados com 27 espécies de aves endémicas. Qualquer serviço de guia turístico responsável em São Tomé pode virtualmente garantir que um turista consiga ver 25 ou 26 dessas espécies endémicas em dois ou menos dias de observação, um grau de “saturação” de espécies raras quase desconhecido em qualquer outra parte do mundo (com exceção talvez de Galápagos) e um aspecto extremamente valioso no mundo altamente competitivo de observação de aves.

Participação Comunitária no Turismo Sustentável

Projectos pequenos de turismo baseados em pousadas não funcionam a não ser que
tragam benefícios directos e perceptíveis para as comunidades nos quais estejam inseridos. Tradicionalmente isto tem ocorrido “naturalmente” porque residentes locais desenvolvem suas instalações e serviço por gerações, quer seja como guias de escalada em montanhas no Nepal, ou como instrutores de samba no Rio de Janeiro.

Numa economia global, e dadas as necessidades de aumentar rapidamente os recursos turísticos em São Tomé e Príncipe, e frequentemente com gerentes propritários-investidores externos, há a necessidade de se prestar atenção ao envolvimento dos membros da comunidade nos processos educacionais e de geração de renda que apoiarão as pequenas pousadas destinadas ao turismo de natureza, desde empregos para funcionários dos alojamentos a uma ampla gama de outros serviços incluindo gerentes de recursos (guardas-florestais e monitorias de recursos naturais), guias e intérpretes de campo e em museus e centros de visitantes, e artistas qualificados para contar aos turistas as histórias do “verdadeiro” São Tomé.

Há vários grupos de assistência comunitária que têm demonstrado competência para prover tais qualificações nos contextos específicos de pequenas ilhas, incluindo a Fundação para os Povos do Pacífico do Sul, CANARI no Caribe, e RARE, que tem trabalhado nas ilhas da Indonésia, América Central e Caribe do Leste. Grupos como estes devem ser incluídos logo no início do processo de treinamento e de prestação de assistência técnica para as ONGs de São Tomé e Príncipe para que possam apoiar as iniciativas comunitárias de turismo.

Próximos Passos para o Desenvolvimento do Turismo em STP

Há muita informação disponível em São Tomé entre os membros de sectores públicos e privados sobre os riscos e oportunidades para o desenvolvimento e promoção de um novo tipo de turismo. Esta informação precisa ser melhor organizada e compartilhada entre os actores principais para que se dê início a uma acção efectiva.

Tivemos muitas reacções positivas de operadoras privadas do sector de turismo, dos muitos entes governamentais que precisam ser incluídos, e de outras organizações da Sociedade civil, sobre a ideia de convocar um breve encontro nacional de todos os grupos de interesse nacionais para compartilhar informações e entrar em acordo sobre os primeiros passos essenciais para dar início ao que todos reconhecem que será uma longa viagem para  substancialmente diversificar a economia de São Tomé e Príncipe com uma actividade de turismo sustentável e verdadeiramente durável.

Luiz Noronha – Estudante de Turismo

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    Gonçalo Tropa Responder

    Meu Caro Noronha,

    Parabéns.

    Um artigo eloquente, objectivo e actual.

    É com esta clareza que se constrói um futuro verdadeiramente sustentável, base de qualquer acção no desenvolvimento de São Tomé e Principe.

    É com particular interesse que acompanho desde há muito, a historia e o presente de São Tomé e Príncipe e é com certeza que afirmo que só com a verdadeira paixão de quem coloca os interesses nacionais acima dos pessoais, se poderá evitar a destruição de um dos últimos paraísos no mundo.

    Temos hoje a tecnologia e a experiência social aliada á educação para evitar mais uma calamidade. É um sinónimo positivo de esperança, descobrir jovens talentos em avançado grau cultural contribuindo para a transformação sustentável desse Paraíso.

    Coragem e Força
    São Tomé e Principe

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    josé castelo branco Responder

    está bom!

    foi um trabalho de que semestre?

    jeitoso jovem, siga assim!

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    miguel teixeira Responder

    Caro Luís

    Parabéns, pelo artigo, não tenho duvida que é o caminho, mais sustentável, para o turismo em STP

    Um Abraço

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      Jacáré do Sul Responder

      Mas que caminho sustentável, meu caro. Deixaram a Agripalma tomar conta do país. Vão ver o que está a acontecer lá para os lados de Sul de S.Tomé. Vão ver com os vosso próprios olhos. Daqui por 10 anos estaremos cá para falar de Turismo sustentável. Que turismo sustentável se estamos a destriir o país com o projecto Agripalma e outros? Vocês mas é estão loucos. Vão ver o que está a acontecer lá para SUL do país. Vão ver com os vossos próprios olhos. Gente de Príncipe é que fez muito bem. Não aceitaram esta porcaria do projecto de Agripalma que veio rebentar com o nosso país para meia dúzia de pessoas ficarem ricas.
      Fui

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    rapaz de riboque Responder

    o artigo esta muito bém mas para termos um turismo de grande qualidade temos que ter boas condições hoteis temos mas o resto nada uma cidade sem divertimento, sem luz, sem bons restaurantes, sem um bom hospital, sem transporte públicos, para não falar no aeroporto que é uma vergonha, muitos pedintes que andam a porta dos hoteis a pedir para não dizer mais, também falta um casino, praias com condições etc etc mas tenho fé que um dia vamos ter tudo de bom .

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    fernanda alegre Responder

    Estas de parabéns ou seja estamos todos de parabéns…uma boa reflexão, também sou estudante de Turismo e estou de acordo com o que foi dito, afinal de conta potencialidades não nos falta, mais o que se põe agora em causa é o desenvolvimento dessas potencialidades. Ainda a pouco estive com algumas duvidas sobre o desenvolvimento pleno de turismo em STP, mais lendo este artigo fiquei convencida que se pode fazer muito mais do que pensamos.
    Afinal de contas estamos neste paraíso no meio do mundo.

    Um abraço grande…

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    misterboster Responder

    vé se acelera isso em ves de vender blocos petroliferos antes de ser refinado

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    Ogimaykel da Costa Responder

    Grande trabalho!
    Meus parabéns!

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    Alnazara Leal Responder

    very nice gostei muito d análise,continue assim brother ´, homens como tu que queremos para melhorar o nosso turismo. força

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    Luis Almeida Responder

    Parabéns pelo trabalho. No entanto, há meses que mando email para Sao Tome, tentando obter respostas sobre oportunidades de investimento, com acexcepcao de uma imobiliária, poucos são os que me respondem.

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    Amigo do Luis Responder

    Perante este artigo que acabo de ler, só me resta dizer que temos aqui um homem com todas as condições para ser o futuro líder político de São Tomé e Principe.

    Nem mais

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    Vane Responder

    Parabéns pela iniciativa…
    Teoria deve está aliada com a prática, caso coontrário não oferecerá melhorias nos cotidiano das pessoas, e vale lembrar que São Tomé e Príncipe tem que ficar melhor para os turista NÃO, ledo engano, na verdade para se receber visitantes é necessário que o nativo esteja bem e ame sua localidade e consequetimente o turista será bem recebido e se sentirá bem recebido, enfim…!

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    sara Responder

    obrigado pelo artigo nós é que temos que fazer com que S.tomé seja um destino turistico atractivo por isso temos é que criar produtos turisticos novos produtos turisticos e tosnar-los competitivos.
    e o governo tem que seber de que a tarefa é garantir a boa infraestrutura e deixarem de roubar.

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    gay preto Responder

    quei rapaz tens talento segue em frente quando for ai vou dar-te um abraço es mesmo nice bonitão

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    dawas Responder

    Granda Luis … gostei
    Esta ai um, que luta verdadeiramente para contribuir para o desenvolvimento do Pais.
    Força mano

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    Pedro Santos Responder

    Grande Luis, excelente trabalho.
    Só quem conhece São Tomé e Principe pode realmente compreender a profundidade e importância do alerta deste artigo.
    O país merece, as pessoas merecem, o clima merece, a aventura e desafios merecem.
    Que os politicos façam também por merecer o país que governam, proporcionando oportunidades às novas gerações que genuinamente buscam melhorias no desenvolvimento do país e das condições de vida das pessoas.
    Como o exemplo deste nosso amigo. Bem hajas Luiz

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    pedro Responder

    Grande Luis, excelente trabalho.
    Só quem conhece São Tomé e Principe pode realmente compreender a profundidade e importância do alerta deste artigo.
    O país merece, as pessoas merecem, o clima merece, a aventura e desafios merecem.
    Que os líderes façam também por merecer o país que lideram, proporcionando oportunidades às novas gerações que genuinamente buscam melhorias no desenvolvimento do país e das condições de vida das pessoas.
    Como o exemplo deste nosso amigo. Bem hajas Luiz

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    Newilson de castro Responder

    A momento que devemos dexar o que pensamos brilhar, este é o momento que todos esperamos, gostei da materia, pra melhor dizer da ideia que podes compartilhar com todos que poderá ler, mano, se continuares assim vais longe,poderia falar mais, mas, decharei espaço para outros dizerem alguma coisa… força

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    Aldair Cardoso Responder

    “Se vc sorrir para a vida, ela te trará a razão de viver”

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    gaspar almeida Responder

    Parabéns grande luis Noronha.O artigo parece-me estar bem elaborado.È bom ter ideias para o desenvolvimento do teu país.

    Um grande abraço……

    Gaspar

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    Nadjana Lima Responder

    Antes de mais aproveito para dar os parabéns pelo trabalho que fez. São Tomé e Principe precisa de muito trabalho? sim é verdade, existe um potencial enorme? sim é verdade, somos todos queridos e simpáticos? também é verdade,contudo estamos a esquecer-nos do seguinte: NÃO PODEMOS CONSTRUIR NADA,se não temos depois quem nos procure para sobrepor a estas ofertas,NÓS TEMOS DE PROMOVER PRIMEIRAMENTE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE ENQUANTO DESTINO TURÍSTICO. temos de mostrar ao mundo que nós existimos, e que até somos bons e simpáticos, e que temos praias exóticas e isso tem FALHADO por parte da DIRECÇÃO GERAL DE TURISMO.

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    Francisco Responder

    Estou de acorde com o certo comentário postado…
    Ando meses a Procura de trabalho como esse para meu semestral que revela sobre esse gracioso País.
    Encontra essa Artigo é salvar minha vida.
    Certamente quero dar meus Parabéns pelo excelente trabalho.
    Jovem como Tu realmente São os tripés dessa maravilha Ilha.

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