Novo comandante geral da polícia nacional denuncia a deterioração do tecido social são-tomense e o consequente aumento da criminalidade

Publicado em 10 Dez 2008
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O Intendente Mancomandante-policia.jpguel Vicente que foi investido como comandante geral da polícia, considerou urgente a tomada de medidas para prevenir e agir rapidamente contra o aumento da criminalidade crescente no país. O apoio do governo é fundamental, por isso mesmo lançou um apelo para que sejam aprovados vários diplomas fundamentais para impulsionar as acções da polícia nacional.

 

O intendente que prometeu tudo fazer para cumprir com êxito a sua missão, reconheceu que a tarefa não é fácil. «Vivemos hoje uma acentuada deterioração do tecido social, com consequências directas no agravamento do índice da criminalidade que importa prever, prevenir e agir em tempo oportuno», afirmou.

 

A sinistralidade que tomou conta das estradas do país, é outra prioridade do novo comandante geral da polícia. «O crescente número de motorizadas que circulam nas nossas estradas algumas em flagrante violação das regras de trânsito vai merecer particular atenção do nosso comando», referiu o comandante geral da polícia.

 

Em São Tomé e Príncipe o novo Comandante Geral da Polícia Nacional, o intendente Manuel Vicente, considerou que o índice de criminalidade aumentou consideravelmente no país. Para inverter a situação o comandante geral da polícia pediu maior colaboração do estado e dos cidadãos.

 

Para que as missões da polícia nacional tenham êxito, Manuel Vicente defende a aprovação da lei da segurança interna, assim como os estatutos da polícia nacional, a lei orgânica e o regulamento disciplinar sublinhou.

 

O Primeiro-ministro e Chefe do Governo, que deu posse ao chefe da polícia nacional, explicou pediu empenho, dedicação e mudança de comportamento da polícia nacional. Rafael Branco prometeu tudo fazer para dar a instituição policial, condições mínimas para cumprir as suas missões. «Queremos que a protecção da tranquilidade do nosso país se faça no respeito pelas leis, pelos direitos dos cidadãos, mas também se faça com firmeza e determinação. Precisamos de uma polícia próxima do cidadão, precisamos de uma polícia que seja respeitada pelos cidadãos, para tanto vai contribuir a postura, o comportamento de todos aqueles que integram a sua instituição», declarou o Chefe do Governo.

 

O ex-Comandante Geral da Polícia Nacional, Gilberto Andrade, presente no acto disse que sai feliz, pois cumpriu a sua missão.

 

Abel Veiga