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O Julgamento do maior escândalo financeiro do país, prossegue esta segunda-feira. Na última sexta-feira a sessão foi suspensa por falta de advogado ou defensor oficioso para atender um dos réus. Na altura o Tribunal estava a buscar provas que fundamentam a suspeita de sobrefacturação de cheques, na ordem de 4 biliões de dobras(cada euro equivale a 19, 500 mil dobras).
O dinheiro sacado dos cofres do GGA, foi falsamente aplicado numa pequena remodelação dos armazéns do gabinete. Montante muito maior do que a empreitada, que levou o colectivo de juízes a colocar os 4 réus contra a parede de forma a esclarecer o verdadeiro destino que foi dado a tanto dinheiro. O empreiteiro confirmou diante do tribunal que ele não recebeu tal montante, apesar de ter assinado o cheque com o valor em biliões.
Sob interrogatório dos juízes o caixa do GGA, deixou escapar que era a forma que se encontrou na altura para justificar saídas de dinheiro para outros fins. Cada sessão do julgamento do caso GGA produz novas revelações, ao que tudo indica o tribunal está a reuni-las para sustentar o pedido de audição dos chamados “peixes graúdos”, que estão para já fora do banco de réu.
Abel Veiga