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1 euro equivale a 24.500 dobras

Publicado em 04 Jan 2010
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euro2.gifÉ o câmbio fixo da dobra, em relação ao Euro. Desde 1 de Janeiro que entrou em vigor o acordo de paridade cambial entre a moeda nacional e o euro. Governo e operadores bancários reuniram-se no Palácio do Governo para anunciar o câmbio fixo. O Primeiro-ministro Rafael Branco reconheceu que o processo tem desvantagens que deverão ser superadas com esforço de todo país.

Portugal é o principal parceiro de São Tomé e Príncipe, no processo de ancoragem da dobra ao euro. Disponibilizou para tal uma linha de crédito no valor de 25 milhões de euros. Dinheiro que vai ser utilizado para suportar a paridade cambial. Desde 1 de Janeiro que o câmbio da dobra em relação ao euro, passou a ser fixa.

O Banco Central, fixou o câmbio da dobra em relação ao euro em 24.500 dobras por 1 euro. Luís de Sousa Governador do Banco Central, disse que é o início de uma jornada que só poderá ser vencida com a colaboração de todos. «É necessário maior compreensão de todos. O rigor orçamental é ferramenta principal para o sucesso deste acordo. Logicamente apoiado pelas instituições financeiras o sector privado e pela população em geral», declarou o Governador do Banco Central.

Na cerimónia que decorreu no Palácio do Governo, o Primeiro-ministro Rafael Branco, avisou que o acordo de paridade cambial não resolve os problemas de São Tomé e Príncipe. No entanto considerou ser «um instrumento que a ser bem utilizado permitirá diminuir os riscos de investimento, criar mais previsibilidade por parte dos agentes económicos e esperamos atrair investimento privado estrangeiro, que tanto precisamos para desenvolver São Tomé e Príncipe, de uma maneira sustentada», realçou, o Chefe do Governo.

 Rafael Branco, destacou as vantagens do acordo de paridade cambial, mas não se esqueceu que todas as rosas têm espinhos. «Se há vantagens evidentes nesta medida há também exigências acrescentadas sobre nós todos», frisou.

Exigências que segundo a Ministra do Plano e Finanças Ângela Viegas, passam por mais trabalho e aumento da produção nacional. O país terá que crescer economicamente para suportar as exigências da paridade cambial com o euro.

Abel Veiga