CST e a nova IMAGEM

21 anos depois da sua institucionalização a Companhia São-tomense de Telecomunicações, decidiu mudar de rosto. Uma imagem moderna, para enfrentar novos desafios, como a concorrência.

Consideramos que a mudança da imagem não pode ser só a nível da embalagem. Acreditamos que quando se muda a imagem de uma empresa, tem-se que mudar também a postura e a atitude da empresa em relação ao mercado», declaração do Director Comercial da CST, Emery D´Alva na cerimónia de lançamento da nova imagem da CST.

CST muda de postura e atitude em relação ao mercado, porque os próximos tempos são de grandes desafios. Há 21 anos a operar sozinha no mercado, são-tomense a CST sabe que ainda neste ano poderá pela primeira vez, enfrentar a concorrência. A chegada a São Tomé, do cabo submarino prevista para 2012, forçosamente trará mais concorrência para o mercado de telecomunicações.

A imagem fresca que a empresa começou a vender na última sexta – feira, atingiu o ponto alto com a reinauguração do centro público de atendimento no centro da capital São Tomé. Espaço apetrechado com as melhores tecnologias de comunicação e informação, que oferecem ao público conforto e melhor comunidade.

A nova imagem não fica só pela troca da embalagem, como havia dito o Director Comercial. A empresa de capital misto, Estado São-tomense com 49% das acções e a Portugal Telecom com 51%, anunciou novidades para este ano. Segundo Zeinal Bava(na foto), Presidente do Conselho de Administração da Portugal Telecom, presente no lançamento da nova imagem da CST, a empresa vai antecipar a introdução dos telemóveis de terceira geração no mercado são-tomense. «Vamos antecipar isso e se a regulação permitir já para o segundo semestre deste ano. Gostaríamos que São Tomé tivesse terceira geração móvel, bem antes de termos aqui o cabo submarino, porque quando tivermos cá o cabo submarino, nesta altura o que devíamos estar a celebrar é a disponibilização de mais serviços», referiu Zeinal Bava.

A CST que já conquistou 67% do mercado são-tomense, registando 111 mil clientes, num país de 160 mil habitantes, está a lançar através da nova imagem, novos serviços ao público, sobretudo para a rede móvel. Ao mesmo tempo a CST está a criar condições técnicas, nomeadamente a instalação de uma nova plataforma, para ainda neste ano, oferecer vários produtos aos clientes. «Vai ser uma plataforma que estará preparada para dar acesso a televisão. Este serviço que a CST vai implementar este ano, vai ter todas essas facilidades porque o mercado demanda. Nesta primeira fase vamos ter uma ligação directamente da nossa central. Vamos ligar uma fibra até a casa do cliente, seja residencial, empresarial, e governamental. Disponibilizando todos esses serviços, Voip, o acesso a Internet, circuitos dedicados, televisão e IP-TV. Nesta primeira fase vamos contemplar os acessos da cidade de São Tomé», explicou o Director Técnico da empresa, Walter Viana.

No que concerne ao serviço Internet, o Director Técnico, prometeu revolução a partir de 2012, quando chegar o cabo submarino. Altura em que segundo o responsável da empresa, a velocidade da Internet será de 100 megabits e poderá atingir um máximo de 1 Gigabits.

A nova imagem, marca um ponto de viragem para a empresa que o conselho de administração quer, seja cada vez mais competitiva. «Essa marca representa acima de tudo uma promessa de que vamos colocar os nossos clientes no centro de tudo o que fazemos. Representa uma promessa de maior dinamismo da CST no mercado», sublinhou Zeinal Bava.

Presente na cerimónia da reinauguração do centro público, o ministro das Obras Públicas e Infra-estruturas, Carlos Vila Nova, exigiu mais a CST. «Não basta apenas a introdução das tecnologias de informação nos serviços de atendimento. Torna-se imprescindível a melhoria da qualidade técnica dos funcionários que servem o centro, de forma a poder criar nos clientes uma verdadeira satisfação», afirmou o Ministro.

O Governo na pessoa do ministro saudou o renascimento da CST com uma nova imagem, agradeceu pelo empenho da empresa no sentido de melhorar as telecomunicações no país, mas pediu mais. «Será fundamental que a empresa continue a envidar esforços necessários no sentido de prestar mais e melhores serviços aos utentes, onde o binómio qualidade-preço seja mais proporcional, e onde a responsabilidade no desempenho também seja mais participativa, para que os sinais de crescimento sejam mais consolidados no interesse das partes», realçou Carlos Vila Nova.

A empresa que no passado foi escolhida pela maioria dos são-tomenses como a melhor instituição, voltou a evidenciar no dia que vestiu nova imagem, o seu papel de apoio social, tendo ofertado a Fundação Novo Futuro, que acolhe crianças abandonadas um lote de materiais informáticos.

Um festival de músicas animou a inauguração da nova imagem da CST. O público acorreu em massa ao largo de Água Grande, para festejar o renascimento mais competitivo da empresa que tem 21 anos.

Abel Veiga

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    Costa Responder

    “Vamos ligar uma fibra até a casa do cliente, seja residencial…” Isso é mentira, podem escrever. Vão ligar a fibra até a minha casa? Digo que é mentira porque é disperdicio, nem os Paises mais ricos o fazem, o que normalmente fazem é tecer o BACK-BONE NACIONAL, ou seja, ligar a fibra da central Principa às centrais locais e apartir da central local liga-se as residencias com cabos como os actuais que são mto mais barratos, por tanto eu não acredito, o que eu tenho a certeza é vamos ter que deitar fora todos os JOJO´s, ALCATEIS E ZTE`s porque não suportaria a 3G.
    saudações

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      crux Responder

      Não sei não meu caro amigo,.. cá em portugal a pt trás a fibra até a casa por isso não duvides que para stp não seje possivel.. O que de certeza será diferente são os preços em relação a serviço de que estas a falar que é FTTN -que é a fibra até um nó

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    Aguaizense Responder

    Congratulo com o reseugimento da CST, e espero que vem de facto ser uma nova era, porém lamento que muito pouco tem feito para certas zonas como Água-Izé por exemplo que não tem rede móvel. Parece certo que a CST quer saber da sua bariga em vez de satisfazer os clientes. Porque tem falado coisas binotas, porém só tem vendido os telemóveis e sem base de sustentá-los. Bem haja

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    Gélson Baía Responder

    Que realmente seja o começo para a melhoria da qualidade dos serviços de telecomunicação em STP e que sobre tudo possam prestar um serviço com qualidade e eficiência ao clientes.
    Também é preciso que se invista na formação daqueles que vão prestar serviços como por ex:(call center), procurando melhor assim a qualidade de informação , esclarecimento e apoio técnico junto dos clientes.

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    mé pó feladu Responder

    MAS QUE VERGONHA CST
    pelo menos pense numa melhor imagem das nossas ruas, mesmo a vossa frente a estrada principal que liga delegacia de saúde e vossa instituição esta cada vez pior, fizeram reabilitações nos passeios e esqueceram dessa estrada que já a anos encontra neste estado.
    pelo menos mostrem que gostem desta terra, que com tempo esta a degradar-se com investidores como vcs que só pensam em ganhar.

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    mé pó feladu Responder

    que vergonha uma empresa como cst repara passeio e edifício e não repara estrada que a afecta

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      D Responder

      Concordo contigo. Eles deveriam ter mais um pouco de vergonha. Se for pra fazer, que faça bem feito.

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      Todo Mundo é Drº até Manú Chum é Drº Responder

      “Ainda bem que existe cabo-verdianos que com as suas acções faz calar muitos homens de paleio em STP”, o que o/a senhor/a quer dizer com isso?? Gostaria que fosse mais claro/a!!

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        CV Responder

        muito chichi na cst

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          Revoltoso Arrependido Responder

          O que é Chichi? Alguém pode explicar me o significado para alem do significado da palavra…

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        obcervador Responder

        a verdade doi………………
        nos os santolas nao gostamos da verdade.
        so gostamos de leve leve e santome sa buaçoooooooooooooo.sempre a tapar o sol com a peneira.

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      Zidane Responder

      Isto é que faltava!!??A reparação de estradas é da resposabilidade do Estado, não acha??. A Empresa já fez o que não deveria, ter reparado os passeior.

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        mé pó feladu Responder

        tinha que ser mesmo passeior porque lavar boca sem lavar a cara nada vale.
        gente assim como vc por isso este país esta como esta pensamento arcaico
        se tudo neste país estivesse a espera do estado seria nunca mais.
        pelo menos aquele troço e que seria pouco para uma empresa como cst.
        um bocado de cada um de nós fará muito para desenvolvimento destas ilhas maravilhosas.
        obrigado e pense no bem de tds nós…

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        Luz do sol Responder

        Pateta…

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          mé pó feladu Responder

          seu tótó se fôr pra ofensa sei como fazer passar as minhas seja santomense e deixe de hipocresia. sabes que tenho razão se fores mesmo de cá

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            Luz do sol

            Olha, devias tomar atenção.
            O comentário não foi direccionado a te, mas ao Zidane.
            Atenção ao esquema do quadrado!!!

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        Mimi Responder

        Apesar da repaçao das estradas ser da responsabilidade do Estado, nao faria mal à imagem da CST prestar este serviço social em benefício dos seus utentes, estes, que humildemente colocam a empresa no lugar de sucesso onde está.

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      Franz K Responder

      O que a CST fez, tem valor! Vamos valorar, e dar força à CST para que continue a fazer mais e melhor…

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      Franz K Responder

      Estes tipos de comentários, demonstram muita baixeza,… infelizmente!

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    Salvador da Pátria Responder

    O Desenvolvimento do nosso lindo país reporta-se também com a modernização das telecomunicações.
    As redes de comunicações é extremamente importante, sobretudo para os países insulares, como é o caso específico de STP.Não podemos estar isolados ao mundo em constante inovação tecnológica, caso contrário, estaremos à hipotecar o futuro do país.Por isso, congratulo com essa nova política desencadeada pelos administradores da CST, primando pela qualidade de serviço prestado ao cliente.
    Hoje em dia, as Empresas que geram lucros, como é o caso concreto da CST, devem ter responsabilidade social, ou seja, devem apoiar as comunidades carenciadas e não só.Isto porque, estes apoios não prejudicarão a empresa em causa,pelo contrário, beneficiará a empresa por força de benefícios fiscais(Lei Mecenato).
    Viva a Responsabilidade Social das Empresas e Viva o Mercado Liberal!

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    madalena Responder

    vergonha. Remodelação. Uma empresa destas, faz obrinha na cidade.

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    madalena Responder

    compra terreno e faz obra de vulto. temos direito a coisas bonitas e boas, mesmo que um dia venha a ser nacionalizada como em 1975.

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      mé pó feladu Responder

      concordo contigo se tiverem que fazer que façam como afriland bank.
      viva modernidade, viva nova era,e que os estrangeiros saibam que estão num país em via de desenvolvimento.

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    madalena Responder

    Olhem palavras do Antigo Presidente,Pinto da Costa, extraidas de um documento de DOutoramento em Lisboa de um São tomense.
    ” Comabtemos na altura a tese de Federação com a Metropole e continuamos(…) apesar da crise que hoje se vive no meu país, fruto sobretudo da ignorancia e incapacidade da classe dirigente de poderem inserir São tome e Principe no mundo globalizante da actualidade. A classe dirigente São tomense não dirige, porque não sabe dirigir e sobretudo porque não reconhece essa sua fraqueza”
    Frases de Pinto da Costa, 1998.
    Que comentarios fazem destas sabias frases?

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      Filipe Samba Responder

      À
      Senhora Madalena,
      Os meus cumprimentos,
      A senhora faça uma analise profunda do acordo “1514″ da Nação Unida, nos anos 1948 à 1965.
      Em 1961 no Assento da Assembleia das Nações Unidas, a Africa tinha 35 paises Representantes.

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      ovumabissu Responder

      Diria que perdeu uma belíssima oportunidade para estar calado.

      A história veio demonstrar que os defensores da federação sempre tinham razão. Era a melhor solução para STP em 1975.

      A independência total, pariu esta coisa que devíamos ter vergonha de chamar “país”.

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    madalena Responder

    “Combatemos”

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    Ze Maria Responder

    Sr. Emery, Zeinal Bava e Carlos Vila Nova.
    Deixem de discurso. A gente quer é ação e o resultado. A CST valgloria ter adquirido esse numero de clientes porque infelizmente não há outras empresas no mercado que ofereçam o mesmo serviço com melhor qualidade e a preço mais baixo.

    Não basta querer instalar BACK-BONE e a subrede para oferecer 3G como 1 mega, trazer SMARTFONE,IFONE, IPOD e a família toda sem antes melhorar a qualidade de serviço e baixar o preço do serviço.

    Baixem o preço da internet e dos cartões de recarga porque o preço atual de ambos é um desistímulo a aquisição desses serviços.

    O povo pobre está a margem da inclusão digital. Onde está a função social desta empresa?

    Tenham vergonha. Enquanto o resto do mundo desenvolve digitalmente, o país está voltando para idade da pedra.

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    ET Responder

    Uma imagem com as corres e a forma da PT. Mais do que mudar a imagem deviam era prestar um serviço de qualidade à cima do medíocre e talvez a imagem reflectisse a real relação com os clientes. “Sempre juntos”, claro, não temos opções. Se não for com a CST vai ser com quem. Se o Sr Zeinal Bava enquanto em STP tivesse sido impedido de enviar um email ou de de descarregar um documento ou de até fazer uma chamada por skype, talvez, mas so talvez a inovação e a qualidade de serviço seriam realidade. Mas vamos ver no que isso dá! “Gostaríamos que São Tomé tivesse terceira geração móvel, bem antes de termos aqui o cabo submarino, porque quando tivermos cá o cabo submarino” Ja agora tenho uma pergunta….Mas através de quê, quando todos sabemos que o nosso backbone é satelite? Novas tarifas para as ligações por satelite? Hum….assim sendo porque não implementa-las ja?

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    celio Responder

    Outra coisa que a CST, deve fazer é começar a descentralizar seus serviços. Não se pode estar concentrando os serviços na capital.Ainda mais quando se tem 67% do mercado. Por outro lado já é tempo da CST, contruir um edificio de raiz para atendimento a seus clientes. Pensem nisso, se quiserem mesmo aumentar a sua presença e promover o desenvolvimento do País.

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    Abel Martins Responder

    Eu não sabia que havia alguém também que está a ver oque eu notei realmente é uma vergonha.Como que uma empresa deste tamanho não consegue reparar esse pequeno esacionamento que está mesmo a frente da CST quanto que a empresa não faz todos os dias todos estes directores são cegos.Agora reparou dentro mas fora está feio uma vergonha só porque a estrada lá é do estado mas se estado também é socio da empresa era muito mais facil.Uma vergon ha.

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    Obama Responder

    Só gostaria de lançar um desafio ao redator desta notícia: A CST conquistou 67% do mercado nacional…”. Que mercado??!! Mercado sem concorrencias!! A isto chama-se conquista do mercado??!! Uma única empresa a operar, é claro que tem o monopólio que só favorece a meia dúzias de gatos pingados e preguiçosos, que n querem trabalhar e vivem dos dividendos da parte Santomense, que nem chega para pagar as despesas…pois elas são muitas.
    Meus senhores, já é altura de começarmos a pensar a longo prazo para STP e deixar de estarmos a brincar com o País.
    O sector das telecomunicações é um sector crucial para o desenvolvimento de qualquer País e o nosso n foge a regra. Agora eu pergunto: “Porque é que o Estado tem apenas 49% do capital desta empresa??”. Alguém pediu responsabilidades ao governante que celebrou este contrato com a Portugal Telecom??!! Quais são e quais foram as mais valias deste negócio??
    A única coisa que vimos são meias dúzias de preguiçosos a ficarem ricos a custa de Estado e um serviço sem qualidade. Nem era preciso os cabos submarinos para termos um serviço com mais qualidade. Metam as pessoas certas nos lugares certos, acabem com as padrinhagens pois só assim estaremos no caminho certo.
    Viva a república democrática de STP!!

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    Franz K Responder

    Não há algo que seja feito em STP, que seja consensual? Que povo!?

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    blaga pena Responder

    À CST as minhas felicitações. Para uma empresa que factura uma media de 500.000 eur mesal só em recarga,(100.000 dbs*100.000 assinantes), sinceramnete aquela loja era uma tasca, uma vergonha… No entanto o que mais me incomoda é o facto do Director Comercial da CST dizer publicamente que o custo de chamda é de 2.520 db por minuto, qundo na verdade é de 2.520 por impulso. Uma verdadeira aberração. Um impulso por 2.520?! Convenhamos….
    Se querem acalmar a insatisfação dos vossos clientes, apliquem a tarifa por minutos porque é isso que andamos a espera. Cada um deve pagar pelo que gastou. Assim é que é correcto. Asim é que é justo. Fora desses pressupostos, é “extorquir” aos vossos clientes.

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      Franz K Responder

      Qual o tempo de um impulso?

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    jojo Responder

    Acho bem o comentario do sr. blaga pena

    Deve a CST dispor de um serviço por minutos ou intermedios de tempo de um minuto para cotagem dos impulsos de modo a evira custos elevados para os utentes

    este deve ser um desafiu da cst para os proximos tempois
    obrigado

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    N.C Responder

    A Cst nao conquistou 111 mil clientes mais sim esses clientes foram forcados e coagidos a serem da Cst.Com a qualidade de servico e os precos que praticam,se houvesse outra empresa a operar no ramo nem a metade desses clientes teriam.Telefones da 3 geracao?Deus queira,pois ja e ora de jojo adormecer

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    Mulher que Deus Amou Responder

    Muito bem CST! Povo, devagar se vai longe. Não se pode querer tudo ao mesmo tempo. Querem passeio, querem estrada, querem chamadas baratas, querem net super rápida, querem recargas baixas….Tudo ao seu tempo…meu povo!! Bem Haja.

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      Ze Maria Responder

      vc vive em que funca-funca?
      Dá pra perceber que vc nunca saiu de Sao Tomé!!!

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    Papa Kundia Responder

    Isso tudo eh interessante em termos de imagem da empresa que se diz Santomense e que ao mesmo tempo poe em causa a reputacao de STP com o servico de sex-line. Que sejam responsaveis e sobretudo o governo que tome medidas para parar com esta hipocrisia dos portugueses. Em Portugal penso eu, que jamais o governo iria aceitar que uma empresa de STP pudesse lesar os interesses portugueses com negocios que inibem e minam a credibilidade nacional.
    Parem com as vossas mediocrices e pensem seriamente em STP como uma nacao seria e com futuro honroso.
    Diz o proverbio que na terra de cegos quem tem um olho eh rei – eh esse o caso da CST em STP.
    Vai esperar p’ra ver quando acabarem com o monopolio das telecomunicacoes…

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    Mimi Responder

    A CST, apesar de todos os sucessos apregoados (graças à revoluçao dos telemóveis), esquece-se de notar ou pelo menos mencionar que piorou na prestacao de servicos de telefone fixo. E é inadmissível o tempo de demora no atendimento de reclamaçoes e reparaçao dos telefones fixos.

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    Mario Pinto Responder

    Vamos ligar uma fibra até a casa do cliente, seja residencial…” Isso é mentira, podem escrever. Vão ligar a fibra até a minha casa? Digo que é mentira porque é disperdicio, nem os Paises mais ricos o fazem, o que normalmente fazem é tecer o BACK-BONE NACIONAL, ou seja, ligar a fibra da central Principa às centrais locais e apartir da central local liga-se as residencias com cabos como os actuais que são mto mais barratos,
    saudações

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    Manga safú Responder

    Chichi nem queiras saber do significado dessa palavra pá!!
    È quando um Abade entra te em casa e dá te um golpe de Mestre!!

    Acho que não fui claro ou seja é quando um dado individuo faz se sócio do teu empreendimento sem ser convidado por ti e sem o teu conhecimento, mais com aval da tua sócia.

    Espero ter respondido a tua pergunta, chamo atenção para o seguinte:

    Cuidado com chichi, chichi dói muito……….

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    Lévé-Léngue Responder

    Eis sim um “mal necessário”. Pagamos bem pelo mau consumo, pq ñ temos alternativa. CST significa o monopólio total da indústria de comunicações electrónicas em STP. Mx isto irá logo terminar pq não Somos Todos Patetas!

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    Alberto Nascimento Responder

    Nunca deixamos de dar de comer aos Portugueses.
    51% pos FDPs

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      Truqui sun Dêçu Responder

      Ao srº Alberto Nascimento:
      Vocês não dão de comer aos FDPs, dos Portugueses. Se calhar é ao contário. Sabe quantos doentes santomenses, estão em Portugal, abandonados pelo seu País, vivendo nos Hospitais, com tratamento, medicamentos, assistência médica e não só, tudo suportado pelos tais FDPs ??? Um País insular,que não tem sequer um avião ou navio, e que vive só da ajuda externa, será mesmo independente ?? Um País cujo Orçamento de Estado, depende em 90% da ajuda externa, será mesmo independente?? Sabe o que é Cooperação?? É dar, receber e trocar. Vocês recebem e muito. Dão aguma coisa?? Para além da ingratidão, raiva e até ódio, que ressaltam do seu comentário??? Dou-lhe um conselho. Não cuspa no prato, nem morda a mão dos que dão ajuda. Se não fossem os FDPs dos Portugueses, Tawioneses, Chineses e outros êses… o que seria dos Santomenses?? Quer um exemplo?? Olhem para Cabo-Verde, que sabe aproveitar e até se desenvolveu com a ajuda que tem sido dada. Saibam imitá-los, ou então peçam-lhes que vos ensinem. Será que está a trabalhar no seu País?? Penso que não. Provávelmente estará em Portugal, a mandar bocas e vivendo sem as misérias e dificuldades dos seus conterrâneos. As mulheres santomenses, estas sim, merecem que os tais êses.. continuem a ajudar, pois lutam dáriamente pela subsistência e sobrevivência da sua família. São verdadeiras heroínas. Mais um conselho. Volte para o seu País, trabalhe e contribua para o seu desenvolvimento. Transforme a sua raiva, frustação e ódio trabalhando na sua Terra. Não seja mais um PARASITA recalcado e frustrado.

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    ovumabissu Responder

    O problema da CST não é ser monopolista.
    O problema da CST é ser monopolista sem um programa de serviço público devidamente negociado com Estado.
    O problema da CST não é querer prestar um bom serviço.
    O problema da CST é ter um minúsculo e pobre mercado de pouco mais de 165 mil almas.
    O problema da CST não é ter um mercado pequeno.
    O problema da CST é não ambicionar ir para além do nosso pequeno e pobre mercado.
    Enfim, o problema da CST é ser um mal menor num mal maior que é o país.

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    Sonhador Responder

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Esses gajos sabem como dar povo cata. Fibra em casa do Clienteeeee aonde em S.Toméeeeeee Looool Se for Verdade Gosto muito Disso. Mas como n é verdade vou ficar mesmo pela Dúvida, lol que historia é essa agora de IP-TV lool isso vai ser coisa pra os que tenhem dinheiro porque pa um coitado n vai dar em nada. Bom é assim pode Haver esses cerviços todos mas vão ser campiões de reclamações

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    madalena Responder

    Obrigado, F. Samba.
    Mas qual é o resultado pratico?
    A Liberdade, sim!!
    A vida real é uma ditadura. Olha o que tem acontecido com os naturais de Monte Café com os Libios!!
    Nem podem fazer casa nas suas parcelas, ETC.
    Se calhar sabe melhor que ninguém, a tamanha afronta.

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    crisnelva mateus Responder

    não concordo muito com aquela parte de ,,,quererem que CST repara as estradas,,,,,
    porque os governos sabem qual é os seus deveres mais não fazem porquê?
    estão a espera que uma instituição faz?
    isto esta cada vez pior,,,,,
    a CST já faz muito para s.tomé..,
    para falar é preciso saber e intender,,,,,o que os são-tomenses não sabem muito bem

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    1982 Responder

    Coragem!!!

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    1982 Responder

    Não gosto de criticar por criticar mas, ao meu ver pareci-me haver uma certa lacuna na estrutura organizativa e de gestão da CST. Não se compreende muito bem como uma empresa que está a preparar para enfrentar novos desafios, a nível da concorrência, ainda não é capaz de ter uma orientação estratégica mais diversificada e basear a penas na aplicação de estratégias Push(empurrar)para vender os produtos que já estão na fase de declínio noutros mercados como a Europa subestimando as necessidades e as expectativas dos consumidores.
    Se continuará a resultar ou não, isso é problema da administração e dos gestores da empresa. O que país precisa é que a dita liberalização deste mercado seja efetivada para bem da economia nacional.

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