Economia

Banco Central cancela licença concedida ao National Investment Bank

Propriedade do empresário português Paulo Mirpuri, o banco de investimento, que abriu as portas em São Tomé no ano 2004, esteve encerrado cerca de 5 anos, por causa de um litígio judicial.

Segundo o Banco Central a situação do National Investement Bank, põe em causa a imagem e a credibilidade do sistema financeiro nacional. Há cerca de 5 anos que o único banco de investimento criado no país, está encerrado por causa de um litígio judicial.

A inauguração pomposa de 2004, foi sol de pouca dura. Em 2006 o Tribunal da Primeira Instância, deu provimento a uma acção de penhora dos bens da antiga companhia aérea Air Luxor, que pertencia ao proprietário do National Investment Bank, o empresário português, Paulo Mirpuri.

Consequência da decisão do Tribunal, os bens do National Investement Bank também foram arrestados, aliás a antiga companhia aérea Air Luxor, e o banco de investimentos, funcionavam no mesmo edifício.

A Air Luxor de Paulo Mirpuri, devia a empresa nacional de combustíveis a ENCO, cerca de 250 mil euros, e a execução da penhora envolveu também o National Investment Bank.

O litígio judicial arrastou no tempo. Passaram 5 anos, e o Banco Central decidiu pôr fim a existência do National Investment Bank como operador na praça financeira são-tomense.

Num comunicado enviado a redacção do Téla Nón, o Banco Central, diz «considerando que o longo período de inactividade observado pelo National Investement Bank, põe em causa a imagem e a credibilidade do sistema financeiro nacional, o Banco Central de São Tomé e Príncipe, leva ao conhecimento do público em geral, e dos clientes bancários em particular, que foi cancelada com referência a 11 de Agosto corrente a autorização para funcionamento sob referência LIF/BC/nº01/2004 concedida à instituição», lê-se no comunicado assinado pelo director do Banco Central, Assis Vera Cruz.

Abel Veiga

    7 comentários

7 comentários

  1. fradique

    19 de Agosto de 2011 as 16:47

    sao tds ladroes

    • Harrison

      19 de Agosto de 2011 as 18:44

      O Bandido agora sigue operando en Lisboa com o nome de Hi Fly, mudou de Air Luxor para Hi Fly. Deveriam mandar prender este bandido.

  2. Paracetamol 500mg

    20 de Agosto de 2011 as 9:24

    Agora, qualquer um abre banco em stp. Basta meia dúzia de milhões e já esta.
    Não há investigações acerca do histórico dos indivíduos, nem nada.

  3. Vai em Bora para Belgica

    20 de Agosto de 2011 as 10:42

    Foi Fradique de Menezes que os meteu la a força.. 3 Setembro nuna mais chega!
    Credo, essa praga que nos entrou em STP durante 10 anos foi fatal para nossa sociedade! Miguel Trovoada está de parabens, por causa de odio e rancor fomos obrigado a ter FM como Presidente de STP.

  4. jaka doxi

    23 de Agosto de 2011 as 17:18

    Exemplo de uma “NUTÍCIA”.

  5. Pagué a Caué Sa djiNon

    24 de Abril de 2013 as 1:40

    por 250 mil euros de dívida uma penhora destas? que empresário tão fraco…

    • Dlima

      24 de Abril de 2013 as 9:52

      Caro leitor, espero que tenhas tido a oportunidade de ver/ouvir a notícia tornada pública no último fim de semana, sobre este caso, que dá razão ao referido empresário. Desta forma será reposta a legalidade, para a insatisfação de alguns corruptos da nossa praça que tentaram denegrir à todo custo a imagem do referido banco e a do seu dono.

      Ao Téla Non, gostaria de perguntar porquê também não passaram esta notícia?

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