Mulheres do partido MLSTP/PSD, convidam as suas colegas a lançar as mãos a terra para prevenir a crise alimentar

Publicado em 01 Ago 2008
Comentários; fechado

 simbolo-do-mlstp-psd.JPGAproveitando os festejos do dia da mulher africana, celebrado na quinta-feira, a organização feminina do partido que está a governar o país, o MLSTP/PSD, decidiu intensificar a campanha “começe desde já a plantar”, relançada este ano pela direcção do partido. Uma forma de prevenir a crise alimentra que ameaça todo o planeta. Por isso mesmo, as mulheres do MLSTP/PSD, distribuíram materiais de trabalho e plantas para cultivo na comunidade agrícola de Monte Café.

Mobilizar as mulheres para começar a plantar, é segundo Maria das Neves, o objectivo da campanha que a organização feminina do MLSTP/PSD, decidiu lançar no dos festejos da mulher africana, 31 de julho. «Semear numa perspectiva de garantir a segurança alimentar e São Tomé e Príncipe», afirmou a Presidente da OMSTP/SD. Para além do incentivo material para o aumento da produção alimentar, o braço feminino do partido no poder, pretende incutir na mente das mulheres as vantagens do trabalho em grupo.

Associativismo, para potenciar a produção alimentar em geral. « Trouxemos plantas de banana pão, sementes como cenoura, repolho, salsa,  e outras sementes como  forma de iniciarmos essa campanha e apelar as outras organizações femininas, para que também se juntem a nós de modo que nós possamos na medida da nossa possibilidade plantar e semear para regularizar a situação da crise alimentar que assola o mundo», acrescentou a líder das mulheres do MLSTP/PSD.

O partido que enquanto oposição lançou duras críticas contra o poder, por causa da escassez de produtos de base no mercado, reconheceu pouco tempo depois quando viu que o arroz também estava a escassear nos mercaos dos países ricos, que o problema é mundial, e que não tinha a ver apenas com a imcompetência dos governos em resolver a situação.

Agora como poder, o MLSTP/PSD, tem como prioridade principal a segurança alimentar. Daí que as suas estruturas começam a movimentar-se no sentido de evitar que a fome atinja, um arquipélago que chove sempre e que dispõe de terras férteis, estando a maior parte em pousio, uma vez que não têm sido cultivadas.

Abel Veiga