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Reforço da Integração Regional é uma das principais prioridades do Parlamento da Comunidade Económica e Monetária da África Central cuja sede foi inaugurada na Guiné Equatorial

cerimonia.jpgSão Tomé e Príncipe enquanto membro observador da Comunidade Económica e Monetária da África Centra (CEMAC), esteve representado ao mais alto nível, pelo Presidente da República Fradique de Menezes, na inauguração da sede do parlamento da comunidade regional. Os deputados que vão compor o parlamento da sub-região africana serão eleitos em sufrágio universal. A implementação do passaporte da Comunidade e a criação de uma companhia aérea regional, são algumas das questões que vão ser tratadas pelo parlamento da CEMAC.  (fotografia extraída da página oficial do Governo da Guiné Equatorial)

O parlamento da comunidade económica e monetária da África Central, foi constituído em Junho de 2008. A sua principal missão é promover a integração regional. 6 Países integram a comunidade económica e monetária da África Central, nomeadamente, Gabão, República do Congo, Camarões, Guiné Equatorial, Tchad e República Centro Africana.

Os deputados ao parlamento comunitário, serão eleitos por sufrágio universal. Cada país é representado por 5 deputados. A sede do parlamento da comunidade da África Central, baseada na Guiné Equatorial, será palco para reforço da integração dos países da sub-região, todos produtores de petróleo.

Para além da integração regional, o parlamento comunitário tem tarefas urgentes a serem desenvolvidas. O passaporte comunitário que deveria entrar em vigor no dia 1 de Abril, é segundo a imprensa regional, um dos temas a ser tratado urgentemente pelo parlamento.

Criação da companhia aérea Air CEMAC, é outro grande desafio do parlamento regional. A ligação aérea entre os estados membros, é considerado elemento fundamental para a integração económica dos países. A livre circulação de pessoas e bens no seio da CEMAC, é outra matéria que faz parte da agenda parlamentar regional.

O Presidente da República Fradique de Menezes, marcou presença na inauguração da sede do parlamento comunitário. São Tomé e Príncipe é membro de pleno direito da Comunidade dos Países da África Central, mas a nível da instituição económica e monetária, o arquipélago preferiu ficar de fora na qualidade de observador. Resta saber até quando, num mundo em que a integração dos países em regiões económicas é uma das recomendações para não se perder a carruagem do progresso.

Abel Veiga

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