CARTA ABERTA AO PRIMEIRO – MINISTRO

Lígia do Espírito Santo Costa, viúva do ex-Primeiro Ministro Celestino Rocha da Costa(na foto), falecido em Dezembro de 2010, e sepultado no cemitério da Cidade de Santana, está indignada, e decidiu escrever uma carta ao Primeiro Ministro Patrice Trovoada.

CARTA ABERTA AO PRIMEIRO – MINISTRO

Sr. Primeiro Ministro,

Devo confessar que hesitei muito em escrever esta carta mas entendo que enquanto cidadã santomense não devo, nem quero, eximir-me de exercer o meu direito à indignação.

Ainda que receie que não entenda a mensagem da carta pois que me parece ser exigível alguma abertura de espírito da qual os rancores, o ódio e o preconceito estejam arredados e, fundamentalmente, sentido de estado para compreender a minha revolta, não posso deixar de lamentar a atitude do governo que V. Exa. chefia durante as exéquias do antigo primeiro ministro CELESTINO ROCHA DA COSTA.

Costuma dizer-se que cada povo tem os dirigentes que merece! Duvido sinceramente que os santomenses que tão carinhosamente se manifestaram durante as cerimónias fúnebres do Celestino e que nesse momento de grande mágoa, me deram tantas provas de reconhecimento e pesar, mereçam um governo que se comporta de forma tão grosseira e ofensiva com a família enlutada, revelando muita insensibilidade e o desconhecimento completo das suas obrigações protocolares.

Efectivamente, Senhor Primeiro Ministro, só remotamente posso aceitar que o senhor tenha razões de queixa pessoais do Celestino. Grande parte da sua vida tem sido feita fora do país pelo que me permito concluir que nem o conhecia. Mas enquanto Chefe do Executivo, o senhor não deve (ou pelo menos é espectável que não o faça) gerir os assuntos do país como qualquer outro cidadão resolve os problemas do seu quintal.

Até compreendo que sendo o nosso país pobre, o governo não pudesse ou não quisesse assumir as despesas da transladação do corpo do Celestino. Não pedi esse esforço ao governo apesar de desde sempre o meu marido manifestar o desejo de ser enterrado na sua terra, junto dos seus familiares e no chão que o criou.

A satisfação dessa sua vontade só foi possível porque familiares e amigos se cotizaram (para sua informação a transladação custou seis mil e quinhentos euros) desejando dessa forma expressar a derradeira homenagem a um homem que sempre foi amigo dos seus amigos e o seu reconhecimento pela sua trajectória enquanto político e dirigente durante os dezoito anos em que ocupou diversos cargos públicos e que, indiscutivelmente , deu o melhor de si mesmo e das suas capacidades ao serviço do país.

O governo deve ter achado que não era importante homenagear um antigo dirigente. Nem na hora da morte foi capaz de revelar alguma humildade. Foi omisso, primou pela ausência e virou (literalmente) as costas às cerimónias fúnebres.

Confesso que para mim e para os meus filhos a atitude do governo não nos afectou. A partir da altura em que não respeitaram a nossa dor e se comportaram de forma tão grosseira, a sua ausência naqueles momentos até foi uma bênção.

Mas enquanto cidadã, a expressão da minha revolta resulta do facto de ser obrigada a reconhecer que ao fim de trinta e seis anos de independência, continuamos a ser mesquinhos, rancorosos e torpes nas nossas acções.

Devo ao meu marido este último grito de revolta perante a injustiça e a torpeza de se tentar passar uma esponja sobre o seu papel na reconstrução do país e sobre a dedicação com que exerceu os cargos que ocupou.

Mesmo que nem todos apreciassem o Celestino, mesmo que se possa questionar esta ou aquela decisão que tivesse tomado no exercício dos seus cargos, mesmo que aqui e ali tivesse errado, ninguém… mas mesmo NINGUÉM pode pretender desvalorizar o seu amor ao país, a sua trajectória política, a sua dedicação e o seu nacionalismo.

E MUITO MENOS tentar relativizar o facto de ele ter sido, efectivamente, o Primeiro-ministro que durante quatro anos conduziu um governo de transição para o sistema multipartidário, governo esse que criou as condições para a realização, com êxito, das primeiras eleições legislativas livres e democráticas pós independência.

Senhor Primeiro Ministro,

Na minha idade é quase um privilégio ser-se magnânimo: a vida dá-nos o conhecimento, a experiência e o traquejo para superarmos os desgostos sem grandes mágoas. Todavia uma coisa eu posso desde já garantir-lhe: a importância que nos confere os cargos que ocupamos é efémera; o que nos define como HOMENS é a magnitude dos nossos actos, a verticalidade do nosso carácter e a justiça das nossas decisões. Esses sim, perduram na memória dos povos (para o bem e para o mal).

Respeitosamente,

Lisboa, 02 de Fevereiro de 2011

Lígia do Espírito Santo Costa

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    José Manuel Triste Vencedor Responder

    Flá cuê
    Fui

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      Não mandem flores ao Dr. Ginho Responder

      Li as palavras da Dra Lígia Costa. Mas não é sobre elas que vou falar. Vou falar primeiro da foto que ilustra a carta, o sorridente rosto de um homem que, na altura, respirava. Quarenta e tal anos? Cinquenta, talvez?
      Hoje, esse homem habita o vale das paisagens eternas, a única morada da qual nem os faraós escaparam. O Dr- Celestino Rocha da Costa teve defeitos e teve virtudes.

      Não sou pela santificação dos mortos.

      Mas perante a morte, não deveriamos talvez meditar um pouco sobre a transitoriedade da vida, sobre a relatividade das coisas, sobre as nossas próprias imperfeições?

      Aos que despejam tanto rancor e ódio sobre um morto, alguém que não se pode defender, apetece dizer: estejam descansados que Celestino Costa, a causa de todos os males de São Tomé e Príncipe, já não pode lesar o país. Por isso, desde que ele deixou a política são-tomense, nós, os são-tomenses, classe política, dirigentes, cidadãos, povo, todos nós, conseguimos transformar São Tomé e Príncipe num paraíso.

      Um bom dia a todos.

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        Ninguém Responder

        À Exma Sra D. Madalena e outros:

        A D. Lígia não foi uma ministra popular e, tal como a senhora, sei do que falo. Mas ela foi a única ou o único titular da pasta da Educação a afastar as alunas grávidas ( não os alunos e professores),uma medida injusta, como muito bem diz? Não era uma norma na altura? Machista e penalizadora das mulheres mas, em vigor? Poderia ela ter-se batido pela revisão dessa norma, até como mulher que é? Sim. Pelo menos, poderia ter tentado e não tenho indicação de que tenha tentado. ( Se ao dizer isso, estou a ser injusta para com a Dra Lígia, peço-lhe desculpas.)

        Mas já que se lembrou disso, podia ter-se lembrado também de que a reforma curricular e dos métodos pedagógicos começou com Lígia Costa. Até aí, o ensino da História, por exemplo, era uma estufa de catequização e doutrinamento, a acriticamente glorificadora, passe a redundância, de indivíduos.

        ‘A morte de Vladimir Lenine foi uma perda irreparável para o internacionalismo proletário’ – um exemplo da visão simplista e redutora que imperava na altura. Foi Lígia Costa quem começou, com firmeza, a acabar com isso.

        Vejamos todo o fenómeno, não apenas parcelas.

        Os meus cumprimentos

        Ninguém

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          Ninguém Responder

          Só para clarificar a minha msg anterior: não acredito que a Dra Lígia Costa, enquanto ministra, não sancionasse com a pena máxima um professor que engravidasse uma aluna. Se soubesse,estou convencida de que agiria e com a máxima severidade.
          Para ficar claro: isso nada tem a ver com os meus afectos ou desafectos pela viúva de Celestino Costa.

          Ninguém

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            Quem não esquece

            Para que conste e se saiba:

            O Dr. Celestino Rocha da Costa foi:

            Secretário de Estado da Justiça
            Ministro da Educação
            Ministro da Justiça
            Ministro do Comércio e Pescas
            Ministro de Estado para a Área Social
            Primeiro-Ministro da República

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    Lévé-Léngue Responder

    Com todo o respeito, desde sempre demos conta desta falta de sentido de Estado, pois só quem entende a sua dimensão pode valorizá-lo. É uma pena que esses tristes exemplos são promovidos pelos nossos legítimos representantes, pois, queiramos ou não, votando na ADI ou noutra força política, É ESTE O GOVERNO E O PRIMEIRO-MINISTRO DE STP, para a nossa decepção.

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    Buter teatro esquecido Responder

    Patrice Trovoada, eu não gosto dá política do MLSTP. Mais entretanto, não concordo que o primeiro Ministro usa ódio, vingança e persiguição aos opositores da política; não há democrácia sem oposição.

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    Virtual Responder

    É assim que vai STP. Cada um que governa o país, como que se tratasse do seu próprio bem!

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      Jacarando Afonso Responder

      E destino,Deus da a cada um aquilo que merece. O Destino esta escrito. Cada um de nos cumprimos com ou sem reclamacao.

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    Celsio Junqueira Responder

    Meus Caros (Esposa+Filhos),

    Subescrevo completamente essa indignação.

    A nossa pequenez, o nosso atraso, incluindo o subdesenvolvimento, resulta em muito do nosso comportamento, da nossa atitude e da forma como vivemos em STP.

    Nem na morte revelamos respeito, consideração e dignidade aos nossos.

    Prefiro ser pobre com valores, principios e sentimentos, a ser um rico desprovido de “Alma”.

    STP caminha pela orientação estratégica dos politicos que lideram para uma terra de gente “sem coração”.

    Diz o provérbio “Quem não tem não pode dar”, de facto isso aplica na plenitude a nossa classe política.

    Abraços enlutados,

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    HB Responder

    Sra D. Lígia:

    Estou convencido de que a maioria dos santomenses compreende a sua indignação.

    Bem haja pela frontalidade da sua carta.

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    Zatona Responder

    Para o Primeiro-Ministro ler e guardar:

    …’Uma coisa eu posso desde já garantir-lhe: a importância que nos confere os cargos que ocupamos é efémera; o que nos define como HOMENS é a magnitude dos nossos actos, a verticalidade do nosso carácter e a justiça das nossas decisões. Esses sim, perduram na memória dos povos (para o bem e para o mal).’

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    Obama Responder

    Palavras muito sentidas minha cara viuva… O seu marido colheu o que semeou. N vale a pena choramingar pois nem ele ou a mesmo a senhora merecem algum respeito ou dedicaçao do nosso querido Povo. Como 1º ministro foi um desastre e a senhora como ministra da educaçao nem se fala. O tempo passa e as coisas mudam. Aceita isso!
    Um bem haja ao povo de STP.

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      kwatela Responder

      meu caro vc nao merece o pseudonimo que ostenta tenha vergonha na cara.

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    Arlindo Mendes Responder

    Eu desconhecia este facto.
    Isto quer dizer que o nosso país está entregue às bicharadas.
    Tenho dito.

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    boca calada Responder

    bem fládu, bem clónvessado sun “OBAMA”,DEÇU ca zuda bô…

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    Fia Luxinga Responder

    Minha senhora sinto, mas aqui se faz aqui se paga, acho que homenagem deveria ser durante a vida pq depois da morte nada é importante a não ser enterrar o morto.Como a senhora propria disse estamos independentes a 36 anos e seu marido saiu da terra natal quando tinhamos 18 anos da independencia. Porque que saiu? porque que nunca mais voltou? Ao ler a sua carta fico com ideia que a senhora sabe o porque da não comparencia dos membros do governo ao funeral do eis primeiro Ministro ( seu marido ), então explique para todos ficarem a saber. Outra frase importante” cada povo tem dirigente que merece” é bem dizer que cada um tem aquilo que merece por outras palavras ” Bem cú mali baté justo demanda inho”

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    Alberto Nascimento Responder

    6500 euros para enterrar o homem em STP?

    e as milhares de crianças em Portugal que foram de junta e n tem apoio? E os que estao a passar mal porque este homem ajudou a destruir o pais?

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      Paulo Mata Responder

      Alberto Nascimento, a viúva disse:

      ‘Até compreendo que sendo o nosso país pobre, o governo não pudesse ou não quisesse assumir as despesas da transladação do corpo do Celestino. Não pedi esse esforço ao governo apesar de desde sempre o meu marido manifestar o desejo de ser enterrado na sua terra, junto dos seus familiares e no chão que o criou.’
      Foi isso que ela disse.

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        Tentado a ler Responder

        Porque nao preparam dinheiro para tal se era um desejo? Queria sugar mais o pais na pior altura da sua historia. Lamento, mas se o primeiro ministro anda aos cortes orcamentais, entao excepcoes como estas nao sao para se torelar. Ha reparticoes com dotacoes orcamentais irealista que possivelmente ha de criar problemas de funcionamento pelo resto do ano e ha pessoas a procura de 6500E, poupem-me

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    Tagarela Responder

    É de lamentar.
    A questão que se coloca não é se o “de cujus” foi ou não bom 1º Ministro, se fez bem ou mal para STP ou para os Santomenses. Não importa a razão do mesmo ter estado ausente de STP por longos anos. O facto é que ele foi uma figura de proa na política governativa de STP durante largos e importantes anos. Independentemente dos nossos afectos e desafectos, amores e ódios, não se pode permitir que questões pessoais, se as houver, sobreponham o nosso dever enquanto representante do Estado.
    O falecido merecia, pelas funções que ocupou, um enterro com honras de Estado e presença nas suas exéquias fúnebres, dos antos representantes da Nação Santomense.
    Na política temos que engolir situações que não queremos, pois os nossos comportamentos essencialemnte emocionais e não racionais, refletem o estado Santomense. Dignifiquemos a nossa Nação. Amemos o nosso país acima e sobre qualquer coisas. Viva STP!!!

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    Filipe Samba Responder

    Ser africano, não é o mesmo que ser Santomense
    sendo assim, nen todos africanos são Santomenses
    Compartilhemos o momento de dor com a família enlutada.
    Em memória do Dr.Celestino Costa (Nine), assim como os mais velhos nas roças tratavam-lhe.

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      jona Responder

      meu caro senhor,quais memoria que voce tem sobre os mais velhos das roças?.Porquê que ele nao semeou boas simentes,para colher bons frutos, isso tambem serve para todos os puliticos santomenses.

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    Búzio sem Pena Responder

    Isto caracteristico dos santomenses, odio,rancor,falta de tolerancia, entrigas, mais isto tudo é a força da iguinorancia, mais a morte só é uma, e nao levamos nada
    fui

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      Vergonha Responder

      É chocante ler o teor de certas mensagens. Mais do que insensibilidade, raia a crueldade. A alguns, bastaria terem ficado calados. Mas isto seria pedir demasiado a quem tem tanto poder que até o usam para ultrajar os mortos.

      Mortos que alguns serviram subservientemente quando vivos,diante de quem rastejaram.

      Aqui o inferno, meus amigos, aqui a glória.Longa vida para vermos.
      Longa vida.

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        Anka Responder

        E ataques a um morto que não se pode defender…santomenses no nosso melhor.

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    madalena Responder

    Palavras azedas ao nosso 1º Ministro, podwe seer o pronuncio de alguma coisa ruim. Mas independentemente das faltas cometidas pelo actual 1º MInistro, a senhora foi responsavel da educação muitos anos. Ja viu os valores que transmitiu as gerações? Embora o Patrice não fizesse o secundario no país. Os membros do Governo conhecem bem a senhora Ligia. Não quero justificar o acto, apenas para dizer que a senhora e a sua comadre joana Aragão eram capazes de fazer o mesmo. No Liceu sofremos muito com os vossos actos desde logo a lei que não permitia estudar com 19 anos no 10ª ano, retirar alunas gravidas do liceu, exclusão social, como se elas engravidassem sozinhas, muitas vezes pelos proprios alunos colegas e professores.
    Lamentamos a facto ocorrido com o seu marido, mas fica a saber que muita gente guarda rancores da sua gestão. Mas no fundo no fundo tem um filho, este era o nosso amigo, Nuno.
    Como disse o OBAMA, semeia colhe. Eu digo mais Quem semeia vento, colhe tempestade.

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      Alvarinho Responder

      Sra D. Madalena:

      E porque não uma carta aberta? Tem alguma coisa contra as cartas abertas?

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    Josefa Responder

    Acho que devemos respeito a honra dos que contribuiram com o seu esforço para a a nossa independencia. E o Dr. Celestino Costa foi um deles, embora muito se tenha que esclarecer sobre alguns actos do seu governo. Compartilho a dor da viuva e dos filhos.
    Contudo tenho dificuldades em entender a verdadeira razão da reclamação da Sra. Ligia. De facto ela mesmo concorda, alias concorda não, perdoa, o facto de STP não providenciar a transladãção do corpo do Marido para o pais, satisfazendo o último desejo do falecido. Mas, estava mesmo a família a espera que tal sucedesse??? Acham que seria justo? Então a família não dispunha dessa quantia para satisfazer o último desejo do Dr. Celestino? Foi mesmo necessário apoio de amigos? Credo! O falecido e a esposa não tinham um “pé de meia” para o efeito? Como é que têm feito as inumeras outras famílias modestas que têm transladado o corpo dos seus entequeridos para a terra? A esses, que eu saiba o Estado nunca apoiou. Se, não obstante os cargos que ele e a esposa ocuparam e as influencias daí decorrentes não puderam dispor de uma econominhazinha capaz de suportar tais encargos, onde estão os filhos e os parentes próximos?
    Bem, como dizia, a Sra. Ligia parece ter perdoado “a falha” do Governo em não ter financiado a transladação. Ao mesmo tempo, diz que ” Confesso que para mim e para os meus filhos a atitude do governo não nos afectou. A partir da altura em que não respeitaram a nossa dor e se comportaram de forma tão grosseira, a sua ausência naqueles momentos até foi uma bênção.”
    Estará certamente revoltada por talvez não ter recebido um emissário do Governo com os pêsames oficias do Primeiro Ministro? Se for o caso, ela até pode ter razão, pois a um chefe de Governo exige-se que actue sem interferencia dos seus sentimentos pessoais em relação à este ou aquele cidadão. Mas se foi isso, acho que a Sra. Ligia até podia, se achasse relevante (facto que descordo) remeter uma carta ao PM sem que seja uma carta aberta.
    Eu estou certa que o Pais não esquecerá as obras ( boas e más do Dr.Celestino Costa.
    PAZ À SUA ALMA

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      edy Responder

      Acrescento e so sao 6.5 mil euros,se nao me engano. Para com isso minha senhora, vosso dinheiro ha onde esta? A minha querida mae ki andava la no mato a partir cacau tambem morreu em Portugal e ficou por la. Ate hoje nao sei a cor do caixao.

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    E.Santos Responder

    Caros compatriotas,

    Subscrevo esta indiganação porque independentemente de qualquer senão o Sr. foi 1.º Ministro de STP e só por isso deveria ser dignificado e mercedor de um tratamento adequado por parte do Estado.

    Não acredito contudo que a ausência de sentido de Estado tenha sido por rancôr, pois como diz a Sra. o PM mal conhecia o seu marido e verdade seja dita o Sr. Celestino Costa era uma pessoa pacífica (pelo menos visto de fora que era o que me cabia).

    Mas o que me deixa de facto feliz com esta carta é ver hoje algumas das frases abaixo sendo proferidas pela Sra. Ligia Costa, a nossa ex Ministra de Educação, o que significa que a Sra. mudou bastante o seu caracter, e pelos vistos, para melhor. Não posso deixar de lhe felicitar po isso, muito sinceramente.

    Passo a citar:

    “Costuma dizer-se que cada povo tem os dirigentes que merece!” – significca que na altura meremos tê.-la como Ministra da Educação…

    “Mas enquanto cidadã, a expressão da minha revolta resulta do facto de ser obrigada a reconhecer que ao fim de trinta e seis anos de independência, continuamos a ser mesquinhos, rancorosos e torpes nas nossas acções.” – Há quem tenha se revoltado ao fim de 10 anos de independência pela mesma razão….

    “Na minha idade é quase um privilégio ser-se magnânimo: a vida dá-nos o conhecimento, a experiência e o traquejo para superarmos os desgostos sem grandes mágoas. Todavia uma coisa eu posso desde já garantir-lhe: a importância que nos confere os cargos que ocupamos é efémera; o que nos define como HOMENS é a magnitude dos nossos actos, a verticalidade do nosso carácter e a justiça das nossas decisões. Esses sim, perduram na memória dos povos (para o bem e para o mal).”

    Só é pena que quando chegamos a sua idade (quem a conheceu, trabalhou consigo ou foi estudante a precisar de Bolsa de Estudo no estrangeiro percebe bem o que quero dizer) já não seja possível voltar atrás para corrigirmos os nossos erros. E os filhos, a família, infelizmente acabam por levar por tabela, mesmo não tendo nada a ver com o assunto. É a lei dos humanos. E o é no mesquinho agir sãotomense como em qualquer outra parte do mundo.

    Mas este é um ensinamento para todos, inclusive para o actual primeiro Ministro e seus Governantes.

    Com os meus sinceros pêsares.

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    edy Responder

    Toda esta conversa por causa de 6mil euros! pais esta mesmo mal.Eu te aconselharia a fazer mais para o seu pai e amigo de SPT,escrevi sobre ele,faz as criancas saberem quem foi celestino,so assim o Pais ficara a ganhar.Pelo tracos da sua escrita tu parece-me contradizer o ki escreves, porque so vejo odio e rancor nas linhas da tua escrita. como o outro diz, FUI.

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    ipsis verbis Responder

    A INDIGNAÇÃO DESTA SENHORA FARIA TODO O SENTDO SE O QUE ELA DIZ FOSSE VERDADE. O QUE A SENHORA NÃO SABE É QUE OS PRÓPRIOS FAMILIARES DO MALOGRADO É QUE SOLICITARAM AO PROTOCOLO DO ESTADO QUE OS MEMBROS DE GOVERNO NÃO SE FIZESSEM PRESENTES NAQUELE ACTO, ALEGADAMENTE POR NÃO TEREM GOSTADO DA RECUSA DO GOVERNO EM FINANCIAR A TRANSLADAÇÃO DO CORPO. TIVE A OPORTUNIDADE DE FALAR COM UM AMIGO MEMBRO DO GOVERNO QUE ME DISSE QUE JÁ IA A CAMINHO QUANDO RECEBEU O TELEFONEMA DO SERVIÇO DO PROTOCOLO DO ESTADO A INFORMAR QUE OS FAMILIARES NÃO QUERIAM A PRESENÇA DE MEMBROS DE GOVERNO. ESTA SIM É A VERDADE. TENHO DITO

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    ´Pê Cu Quenta Responder

    queria dizer: respeito pele que fizeram a este povo…
    e também na última linha dizer: hão-de pagar por tortura…

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    madalena Responder

    Modere o meu comentario
    mas é tudo verdade e sem ofensas.

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    J. Maria Cardoso Responder

    Enfim!
    Quando é k alguns utilizadores desta tribuna atingirão o patamar k a nossa humildade e inteligência humana exigem de um ser pensante?
    Até quando a baixeza das nossas intervenções entenderão de k o limite da Net ultrapassa a nossa malograda Feira de Ponto no seu papel “folíaco”?
    A priori é de pensar k os chamados para aqui, deviam estar conscientes do papel k nos possa distanciar da mediocricidade k caracteriza a forma selvagem do nosso comportar.
    Há k saber diferenciar os momentos de luto do de carnavalesco.
    Uma viúva nem k fosse de Saddan (Iraque) enforcado pelas mãos de Bush (EUA), devia manifestar a sua dor enlutada tal e qual a viúva do mais santificado homem.
    Como pecador, qual de nós é imune aos erros? Enquanto dirigente politico e público, será k o homem agradou a gregos e troianos.
    K pena!? O rancor vestir-nos de justiceiros!
    À família enlutada, ficam aqui renovados os sentimentos de pesar.

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      jona Responder

      tu deves ser muito bem pago .

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      edy Responder

      Maria,Deus sempre perdoa os inocentes, e felizes sao os pobres porque vao ao seu reino, TU NAO SABES O QUE DIZES. ou melhor intentesde mal a mensagen, nos os leitores e fanatico do Tela Non tb a te nos perdoamos. UM BOM HAJA MANA.

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    jaka doxi Responder

    Meus caros.
    Não se esqueçam que o que aconteceu com a Dona Alda do Espirito Santo é muito mais grave.
    Ela lutou pela independência,nunca fugiu do país,foi abandonada pelos seus companheiros do mlstp-psd nomenadamento Pinto da Costa e morreu pobre e miseravel.
    Em relação ao Celestino Costa é escusado fazer comentários.
    Lá no Céu o senhor concerteza vai ter que acertar contas com São Tomé Poderoso e Santo António.
    E ainda faltam muitos senhores para comparecerem neste tribunal.
    Amém.

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    london Responder

    Meus amigos

    Mtos pensam que por terem exercido determinadas funcoes devem ser tratados de forma diferenciadas aos demais cidadao. Seria isto aceitavel se no exercicio dessas funcoes, este ou aquele individuo tivesse posto o seu esforco em pro da nacao, mas nao, serviu simplesmente, os interesse da sua familia! familia esta que pelo vistos, desagradou-se pelo facto de ter gosto dinheiro para satisfazer a vontade do seu ente querido.

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    João Responder

    Primeiro. Sinto-me igualmente tocado. E por amor de Deus. Não misturemos, meus senhores, as coisas. Ou melhor, não metam a política aonde não é de facto chamada. Falo para o Sr. Primeiro Ministro, os membros do Governos, a oposição e, respeitosamente, aos familiares do malogrado.
    Seja como for, uma vez que a coisa já chegou onde chegou, e por ter lido comentários contraditórios, acho que o Governo deve pronunciar-se a respeito. Porque, uma vez mais. Nao estamos obrigados a conviver com quem nao queremos. Mas há situações que exigem respeito. Poxa. Se um Primeiro Ministro nao recebe as honras que deve merecer, quem usufrui deles em STP? Pensemos amigos. Deixemos de estar para ai a atirar pedras por tudo onde é canto.
    João

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    Sulila Miranda Responder

    D Ligia, os meus sentimentos!
    Gostaria de lhe dizer que foi bom ter manifestado a sua indignação, pois quer queiramos quer não o seu marido foi alto dirigente do país.
    Mas por outro, acho que as pessoas já não entendem nada, tornaram-se mais pobres de mente, espírito,..etc, por isso não a vão entender.
    Mas deixa que o tempo é o melhor remédio! Já viu como esse povo sancionou o Fradique e hoje ja nem se lembre dele? Por isso deixa correr que um dia desses voltaremos a falar disso. Légu’ inen!!!

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    Obama Responder

    Caros leitores,

    A minha opinião aqui deixada demonstra que o Povo n tem memoria curta. Eu sei que n devemos misturar as coisas, que o momento talvez n fosse o mais oportuno mas quem começou isso foi a viúva enlutada, quando vem choramingar publicamente que o Governo devia receber o seu marido como se fosse um heroi…isto até tem muita piada!!
    Gostaria de louvar a atitude do nosso 1º ministro em n gastar um unico tostão na transladacçao do corpo bem como nas cerimonias funebres. Temos coisas bem mais importantes a tratar. E esp que isso sirva de licção aos actuais dirigentes…
    Um bem haja ao Povo Santomense, esse sim, que merece todo o nosso respeito e dedicação!!

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      flor Responder

      Esse obama ou seja la quem for deve ficar calado e ter mais atencao nas coisa q diz.N sei pk tanta raiva e rancor para alguem q nem conhecia o celestino como Eu.Viva Celestino q a tua alma descanse em paz

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      C.D. Responder

      Obama disse:

      ‘quem começou isso foi a viúva enlutada, quando vem choramingar publicamente que o Governo devia receber o seu marido como se fosse um heroi…isto até tem muita piada!!

      João diz:

      Claro que teria muita piada receber o corpo do Dr.Celestino como um herói. E sabe porquê? Porque o herói, o único herói (vivo), é você, Obama.

      Fitxin flôgô.

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    Filipe Samba Responder

    O que é que mais destroi a amizade na Terra? A Politica
    Veja o odio que os politicos sentem de todos aqueles que procuram sobressair, a rivalidade que nasce, forçosamente, entre os competidores, a luta pela conquista do poder e o desencadeamento deliberado de guerra que arrassam não só o individuo mas populações inteiras

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    um Fulano Responder

    Dona Ligia, Paula, nuno, Posser, etc!
    Venho exprimir-vos, como manda a nossa tradição, os meus sentimentais pesames. Pelo orgulho que tenho de ser santomense, tenho vergonha dos comentarios que acabo de lêr. Normalmente, sempre me explicaram os meus avos, quando hà morte as querelas desaparecem “Kwà ku non tê ka bila awa ku salù” ; é pena perdermos a nossa identidade assim tão rapidamente.

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    Carlos Ceita Responder

    Acho que o homem merecia um funeral de estado não por eu ter simpatia pelo falecido mas pelo facto ter sido Primeiro-Ministro da transição da ditadura única a ditadura multipartidária.
    Porque a verdade é nem no tempo deste senhor como agora STP tem sido um lindo país. Económica politica e socialmente falando. Ainda há-de chagar este tempo meus amigos só não sabemos quando para nossa tristeza colectiva.

    Abraços

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    latrina bem precioso Responder

    Ola gente, foi o Guilherme Poser da Costa o apointe do Patrice nas eleicoes presidenciais. Agora estao a chorar!

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      jaka doxi Responder

      Meus caros.
      Os comentários acima traduzem a revolta deste povo sofredor.
      É um claro sinal de que a atitude dos sãotomenses perante os desmandos do país está a mudar.
      Tudo isto é um aviso claro aos politicos SãoTomenses que nada fizeram para o desenvolvimento do país.
      A povo sofredor já começa a dar sinais de revolta.

      Fui

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    madalena Responder

    No dia que a alma de ze cangolo, rei amador, Mpla e outros incanar em nós vai ser a bomba.
    estamos na novela o filme vem ai.
    Temu lisu

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    Safú Responder

    Jaka doxi:

    O senhor disse:’Os comentários acima traduzem a revolta deste povo sofredor.’

    Eu diria: a forma de alguns desses comentários, traduz, acima de tudo, o lado vampiresco de alguns santomenses. Com uma pequena diferença: Drácula, ao menos, banqueteava-se com o sangue dos vivos.
    Passar bem, senhor.

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      Carambola Responder

      Safú:

      Não é só a forma de alguns comentários que é vampiresca. Forma e conteúdo. Fui.

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        edy Responder

        nao foi preciso falar muito, valeu carambola.

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    ela Responder

    minha kerida D.ligia,só da kem tem,se o governo nomiadamente,o senhor patricio trovada fosse mais educado,talvez saberia separar o odío do rancor,k ate acho k ñ tem áver com ele mais sim com o pai: a um dital k se diz tal filho tal pai é bem provavel, ke tambem tem a ver com a educaçao do berço.

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    NGola Responder

    Caros Santomenses, depois de alguns momemtos de dúvidas decide transcrever a minha opnião.
    Em primeiro lugar, o Sr. Celestino Rocha da Costa antes de ser Primeiro Ministro de S.Tomé e Príncipe era cidadão nacional, independentemente da classe política, social e da religião. Como tal tinha deveres e direitos. Quanto aos deveres julgo não haver dúvidas que os cumpriu como cidadão, sobretudo quando foi chamado para exercer o cargo de Primeiro Ministro numa época conturbada da nossa política. Não está em causa a forma como o exerceu,tendo em consideração a conjuntura política da altura, mas permitiu em consonância com os outros políticos da época que S.Tomé e Príncipe continua-se como um País independente e com as suas forças políticas de então. A nossa História não o poderá negar. Nenhum dos nossos Historiadores poderá escrever a História de S.Tomé e Príncipe, depois da Independência, excluindo todos aqueles que de uma forma ou de outra, contribuíram para incrementação de Multipartidarismo no nosso País.
    Quanto aos direitos do cidadão Celestino Costa julgo também, não haver dúvidas (careço de informações) que os sucessivos Governos, souberam honrar os seus compromissos (presumo que estes direitos estão consignados na nossa Contituição) relativamente a este cidadão quando era vivo e Ex.Primeiro Ministro. Se não o fizeram é uma boa altura para o fazerem. Apelo aos nossos Advogados e Constitucionalistas para uma reflexão sobre este assunto, aproveitando esta onda de boa intenção para melhoria da nossa justiça. E ainda quanto aos direitos, a família do defunto não cometeu crime nenhum ao solicita-los (refiro-me ao apoio para transladação do corpo do cidadão Celestino Costa e Ex. Primeiro, mesmo pós-morten) e qualquer famíla Santomense deve solicita-los. O problema está em saber se estes direitos após a morte alguma vez foram satisfeitos. Se tal aconteceu, então houve precedentes. Caso não tenha ocorrido tudo dependerá do Governo e da importancia que poderá dar a estas situações estando subentendido a relevância do cargo que a pessoa em causa exerceu e/ou as condições finaceiras dos familiares. Apenas quero reafirmar aqui que devemos valorizar o que é nosso porque ninguém o fará por nós. Sra. Lígia Costa, estou em crer que não foi para si uma surpresa esta reacção dos nossos compatriotas que colaboram, dando a sua opnião da melhor ou pior forma, sobre város temas neste orgão de informação online. Tenho em mente a suas sábias palavras quando era Ministra de Educação (cargo que exerceu provavelmente com maior ou menor dificuldade dependendo do ponto de vista). Acredito que hoje não o faria da mesma forma. Na altura visitou uma das Cidades Universitárias onde eu e muitos outros Santomenses estudávamos. Depois de muitas lamentações nossas, a Senhora disse-nos a todos que teríamos que aproveitar o facto de estarmos a estudar naquela Universidade e naquele País, para construir-mos o nosso futuro absorvendo coisas positivas, construíndo amizades duradouras, porque estas vitórias seriam apenas nossas e de mais ninguèm. Bem haja. Renovados os sentimentos de pesar a família enlutada.

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    M. Responder

    Ninguém:

    Sabe que nós, os são-tomenses muitas vezes misturamos tudo. Talvez também por isso não sejamos capazes de ultrapassar as nossas misérias e pequenez.

    Não foi só o modo como alguns comentadores falaram do falecido Dr. Celestino Costa. Foi também a incapacidade de alguns, por razões políticas ou pessoais. de fazerem justiça à Dra Lígia Costa, enquanto Ministra da Educação. Só viram o que, para eles, foi o lado mau do seu mandato. Quando o lado bom ultrapassou, de longe, o lado eventualmente mau.

    Não foram capazes de ver, como muito bem disse no seu post, que quem desencadeou e encetou a reforma do ensino em STP foi a Dra Lígia.

    Foi impopular como ministra? Impopularissima.

    Foi dura? Foi. Mas tinha de o ser. O sistema de ensino naquela altura, as salas de aulas, eram autênticas catedrais erguidas ao dogmatismo.

    Enfrentar os poderosos metodólogos formatados por cartilhas de ferro e iniciar a reforma, não deve ter sido nada, mas mesmo nada fácil. Ela teve a coragem de o fazer e o país deve reconhecer isso. Em vez de pensarem numa homenagem, atiram-lhe pedras.

    Mais uma vez, trata-se apenas de uma questão de rigor e de verdade.

    Talvez no dia em que coseguirmos fazer justiça aos outros, incluindo àqueles de quem não gostamos, comecemos a abrir o caminho para a nossa salvação.

    Um bom sábado a todos

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      S. Responder

      M.

      Você disse que a D. Lígia enfrentou os poderosos metodólogos formatados por cartilhas de ferro. Só quem viveu naquela época sabe. E os ideólogos do partido único, esses que viam diversionismo ideológico em qualquer coisa que não tinham decorado?
      Ninguém é perfeito e cada tempo tem os seus limites, mas a D. Lígia foi uma ministra muito corajosa que fez a sua parte,no contexto que sabemos. Merece respeito por isso. Não vir aí dizer que foi um zero à esquerda como ministra. Procuremos ser justos COM OS VIVOS também.

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    M. Responder

    Sr. Ngola:

    Muito interessante o seu post.

    A reforma, qualquer reforma, nao é um acto, é um processo. A própria Dra Lígia hoje, talvez não fizesse isto ou aquilo. A verdade, é que num contexto em que o ensino, particularmente em algumas disciplinas, apenas fossilizava mentes, ela teve a coragem e a visão de iniciar a reforma do sistema.

    Uma boa manhã de sábado.

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    M. Responder

    Ainda em resposta ao Sr. Ngola:

    ….E quanto a tudo o que diz respeito à interlocução Governo-familiares do Dr. Celestino Costa sobre a transladação do corpo e o funeral, prefiro nada dizer.

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      NGola Responder

      Senhor M.diz; Eu apenas quiz deixar a minha opinião sobre o assunto. Estou convicto que o meu compatriota M.diz compartilha da importancia destes pequenos trechos deixados aqui e acolá pelos leitores do Téla Nóm. Estamos a falar dos problemas reais do nosso País. Diz-se por aí que é de pequenino que se torce o pepino. Com as nossas pequenas participações vamos fazendo chegar aos nossos Dirigentes as nossas opiniões. Será que os nosos Dirigentes ou a nossa classe política também dão uma vista de olhos no Téla Nón? Desta forma também contribuímos para o engrandecimento da nossa querida terra. Os Santomenses também são inteligentes e havemos de chegar onde estão os melhores. Um abraço.

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    Obama Responder

    Um comentário final em relação a essa questão: acho que basta de estarmos a falar sobre este assunto. Só teremos um funeral de estado em STP para alguém que exerça o cargo de 1º ministro quando de facto este mesmo cargo foi merecedor e não por compadrio e favorecimentos partidários.
    Lanço um desafio aqui aos caros leitores: voces já pararam pra pensar que quando todos os senhores que foram 1º ministro em STP morrerem e tivermos de lhes homenagear como quis a nossa cara viúva???!!! Quantos 1º ministro já tivemos em STP?? Milhões…eu até nem os consigo enumerar…pois, foram tantos e todos eles não deixaram saudades.
    O País debata-se com problemas sérios e andamos aqui a perder tempo com isso.
    Pensemos na solução para que o nosso querido País saia do marasmo em que se encontra e deixemos de tentar ser como os europeus. Vejo aqui comentários de muitos que se calhar pensam o mesmo mas que se calhar estão com a mania de quererem ser diferentes pois já se consideram europeus…Um bem haja ao Povo de STP!!

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      Luther King Responder

      Obama:

      O assunto deixará de ser discutido quando os leitores quiserem. Você manda lá onde manda, não aqui. Cada leitor tem direito a uma opinião, como você. EStá muito tum-tum-tum com essa estória, até se poderá pensar que a decisão partiu de você e não do Primeiro-Ministro Patrice Trovoada.

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      Malcolm X Responder

      O Obama está a levar muito a sério o seu psuedónimo…pensa mesmo que é o outro.

      E quem deve decidir se fulano é merecedor ou não? Com base em que critérios? Obras realizadas? Tempo de mandato? Nível de roubalheira disfarçada em discurso moralista? Aproveitem mas é essa confusão toda e pensem em criar uma Comissão do Estado para se debruçar sobre estes assuntos.

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      Michelle Responder

      Sr. Dr. Obama,
      Excelência:

      Já agora, vá começando a pensar nos Combatentes da Liberdade da Pátria, que enchem o Estádio 12 de Julho. O Estado não poderá honrar uns e não honrar outros. Enquanto estiver aí, vá pensando nisso…Se diz que os Primeiros-MInistros são milhões…
      Boa saúde e sente-se firme na cadeira.

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      NGola Responder

      Meu caro Obama o seu pseudónimo é sugestivo de apreciar a Democracia, de salvaguardar o bem estar dos fazedores de uma política séria com base em pequenas discussões, opiniões, nos cafés, nos comícios em pequenos siminários e também nestes meios a nossa disposição como é o caso do Téla Nón que aliás temos de exaltar a iniciativa da(s) mente (s) iluminada (s) deste Jornal online.
      Falar do problema do País é também falar destes pequenos gestos que nos honram quando bem executados por alguém de direito. Discutir os problemas do País não é só falar dos blocos de petróleo por ex. É falar e se possível criticar e por outra questionar o porquê por exemplo desta endemia de miúdos de 10, 18 ou menos anos sentados em cada esquina da nossa cidade Capital para trocar Dobras por outra moeda qualquer. Por tudo isto, estamos a falar do problema do nosso País.
      Quanto a mania de sermos diferentes. Não é uma mania, nós somos diferentes. O senhor Obama é sempre diferente como ser Humano porque pensa diferente, age de maneira diferente e tem opiniões diferentes em relação aos outros compatriotas que também colaboram e contribuem para a nossa capacidade de reflexão, de aprendzagem, sobre muitos assuntos colocados a nossa disposição no Téla Nón.
      Quanto ao facto de tentar sermos ou não Europeus. Nós os Santomenses também temos a capcidade de pensar. Não é este o problema. Veja bem o nosso continente Africano. É de longe o mais rico pela sua gente, cultura, fauna, flora, riqueza do subsolo. Mas somos vistos pelos os outros povos como os mais miseráveis. Porquê? Por falta de seriedade no que fazemos, por falta de organização das nossas estruturas sociais económicas e políticas. Porquê, não termos ambição para o bem estar de todos nós. Não quero com isso dizer que os Europeus são mais Humanos do que os Africanos, Asiáticos ou Americanos. Portanto meu caro Obama todos estamos em sintonia ou seja estamos todos preocupados com o bem estar do País por isso é que expressamos aqui as nossas opiniões e quem sabe, os nossos dirigentes poderão também ler o que aqui denunciamos conscientes e de boa fé. Um abraço.

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    idalecio pereira da fonseca Responder

    Lamento muito ter acontecido ,com o malugrado DR CELESTINO, O ANTIGO PREMIER ,se na verdade não houve a preocupaçao do GOVERNO em custiar as despesas da transladaçao do corpo ,no mínimo que se esperasse numa república de ESTADO DE DIREITO , era realizar , uma cerimónia fúnebre de ESTADO , porque se trata de uma figura a qual representou a Nação . MAS enfim cabe a quem de DIREITO pronunciar , mas isso afeta-nos vergonhosamente a nossa cosciencia como cidadaos deste PAÍS.

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    BARAO DE AGUA'-IZE' Responder

    Nao ha explicacao para justificar a indiferenca do Governo Santomense num momento tao delicado.
    Grosseria? Rancor?…simplesmente nao se copreende.
    Uma coisa e’ certa, todos iremos.

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    Obama Responder

    Meu caro Ngola e outros leitores,

    Realmente valerá a pena estarmos aqui a discutir sobre este assunto pois isso nos levará muito longe. Não se compreende como é que alguém que para muitos de vós é considerado “herói”, lutou muito pelo nosso querido STP, foi uma figura importante como 1º ministro e quando deixou de o ser, foi de “asilo político” a Portugal, esta sim, talvez a sua Patria querida e por lá ficou todo esse tempo. Porque?? Pergunto-vos eu…
    Talvez seja por ter muito amor ao nosso STP. Ou talvez por ter a consciencia pesada??!!
    A questão que se coloca aqui, não é se vale a pena ou não este malogrado senhor ter sido 1º ministro de STP. A questão aqui é de desperdício de dinheiro para alguém que enquanto desempenhou as suas funções, nunca se preocupou com os mais desfavorecidos, tudo fez para si e para os seus. Todavia, a vida dá muitas voltas e como dá!! Olha, para ser sincero, eu até tinha-me esquecido deste senhor, do que ele foi e onde andava.
    Não quero deixar transparecer ser alguém rancoroso ou com alguma magoa em relação a este senhor em particular mas a verdade é que fico frustrado, revoltado com alguns absurdos que vejo na nossa sociedade. Esta carta nunca devia sequer existir. A nossa viúva devia ter pensado duas vezes antes de a fazer e muito menos ter optado por faze-la assim.
    Os políticos devem dar bons exemplos e fazer com que os mais novos se orgulhem dele e mereçam a nossa admiração, respeito e orgulho. Os nossos políticos em STP deveriam ser todos…nem vale a pena dizer. Malditos!!
    Um bem haja ao querido povo de STP!!!

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      Celsio Junqueira Responder

      Meu Caro Obama,

      O país, a sociedade Santomense, a diáspora, etc, …, são compostos de “Pessoas”, gente com alma, valores, principios e sentimentos.

      Dignificar e honrar os Santomenses, vivos e mortos, é um dever e uma obrigação do nosso Estado. E se for um cidadão que ocupou cargos relevantes, devemos honrar e agradecer os seus serviços (sem juizos de valores).

      Qualquer politico, antes de o ser, é uma Pessoa, e independente da situação económica-social-financeira-cultural, as Pessoas devem ser uma preocupação e o centro da existência de um País.

      Enquanto não formos Humanista, bem podemos correr atras do desenvolvimento, continuamos a ser “atrasados”.

      Pense bem, se o país que quer para os seus filhos, seja algo “desalmado”, em que o dinheiro/bens material comande os nossos destinos.

      Abraços,

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    C. L. Responder

    Dr. Obama:

    Pela língua morremos, às vezes.

    Se permanecer ou não no país for um critério valorativo e determinante da qualidade de um dirigente, o Presidente Fradique de Menezes deveria pura e simplesmente ter chumbado o nome do Dr. Patrice Trovoada como candidato a Primeiro-Ministro e chefe do Governo. Passe bem.

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    Luther King Responder

    Eu tive um sonho!

    Sim, eu sonhei que Obama era um forte defensor de Patrice Trovoada e do seu governo.Agora, acordei. E vi, claramente vista, a verdade crua: Obama é um infiltrado. O seu último post é uma crítica indirecta a Patrice Trovoada. Só pode ser. Ao criticar o ‘exílio’ de um homem que já não era dirigente, ele só pode estar a chamar a nossa atenção para os ‘exílios’ de quem É dirigente.
    Quem foi que liderou a oposição estando sempre no exílio? Quem é o Primeiro-Ministro que está tantas vezes ‘no exílio’ que o povo nem sabe quando ele está no país? Nahhhhhhh! Obama é um infiltrado. E perigoso! Porque indirectamente, está a chamar cambada de tótós a todos os santomenses que votaram num homem que nunca está no país.
    Dr. Patrice Trovoada, acredite em mim: Obama é um numigo manso.Tenha cuidado, Dr.

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    joscon Responder

    Ao ter contacto com o jornal Telá Nón fico perplexo, abismado e até indignado com as respostas dos caros leitores sobre a carta aberta da Sr.ª Lígia endereçada ao actual 1º ministro Patrice Trovoada. Num país civilizado, educado e bem formado, os seus dirigentes independentemente da sua cor política, da sua religião, do meio em que se encontram inseridos, devem ter uma postura de ESTADO, devem valorizar as altas individualidades que cumpriram as funções de estado nos momentos de exéquias com elevação. Perante a tal situação, denota-se que alguns paladinos da moralidade e civilidade reagem de forma emocional, despropositada e até desrespeitosa para com os familiares da pessoa citada.

    Apreço para enviar a família enlutada os mais elevados votos pela morte do seu ente querido e espero que os paladinos da verdade não tentar branquear a HISTÓRIA. Por mais que se goste ou não do governo presidido pelo senhor Celestino Costa, pois como dizia William Shakespeare (Hamlet), «Para conhecer bem um homem, é preciso que conheçamos a nós mesmos», pois cabe a história registar, julgar e analisar a governação do citado.

    Neste preciso momento de dor, cabe-nos confortar e respeitar a situação. «Se esquentas o forno muito quente para o teu inimigo ou aqueles de quem discordas, transformarás instantaneamente no teu próprio inimigo». O homem é o produto do meio, da educação, da hereditariedade e das circunstâncias.

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      Duncan Responder

      Caro Joscon

      Não tem de haver incompatibilidade entre emoção e razão. Ler ‘ O Erro de Descartes’, de António Damásio. Boa noite para si.

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    Bom resumo Responder

    Sr Joscon:

    ‘Num país civilizado, educado e bem formado, os seus dirigentes independentemente da sua cor política, da sua religião, do meio em que se encontram inseridos, devem ter uma postura de ESTADO, devem valorizar as altas individualidades que cumpriram as funções de estado nos momentos de exéquias com elevação.’

    Aplausos a esta passagem que dignifica o seu post e resume, julgo, o sentimento dominante entre os comentadores. Boa tarde.

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    Obama Responder

    Caro Celso Junqueira e outros leitores,

    Acho que já deu para perceber a vossa intenção ao deixar aqui exposto as vossas ideias.
    Meu caro Junqueira, eu concordo com muitas das tuas palavras mas a verdade é que se não houver uma mudança radical na nossa maneira de ver as coisas e de fazer política, os nossos dirigentes que tu dizes serem pessoas, (pois pra mim não são), nunca terão a consciencia que de facto poderão ser considerados de pessoas e terem algum respeito e consideração por parte dos mais desfavorecidos, que é o Povo.
    Olha, eu conheço muita gente na diáspora que escrevem muito, falam muito bonito mas que n sabem o que se passa no terreno. Eu peço-vos, vão lá e vejam com os próprios olhos o País que temos, o tipo de dirigentes políticos que temos e como consequência disso, no que o Povo se transformou.
    Já agora pensem também em dar um nome numa das ruas ao Dr. Celestinno Costa e à todos os outros ex-1º ministros que tivemos, pois temos de os homenagear pelos cargos que exerceram.
    Meu caro leitor Luther King, eu n preciso de estar a defender ninguém especialmente os nossos dirigentes políticos. Dou apenas a minha opinião como cidadão nacional que vive no País e lido com eles diariamente. O nosso actual 1º ministro foi eleito pelo Povo numas eleições que ficou clara a vontade do Povo Santomense. Agora resta ver e aguardar pelos resultados. N se preocupe que o também tempo julgará o Patrice pois o Povo n tem memórias curtas.
    Gostaria que se deixassem de politiquices e respeitassem as opiniões de cada um aqui deixadas pois estamos felizmente num País livre e democrático.
    Um bem haja a todos e ao querido Povo de STP!!!

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      Celsio Junqueira Responder

      Meu Caro,

      Respeito obviamente a sua opinião e tenho sempre em conta a sua opinião.

      As vezes discordo, mas acho ser saudavel a discordância.

      Bem, se os nossos politicos não são Pessoas são o quê? Confesso-te que tenho muito respeito por qualquer um deles, independentemente de gostar ou não do desempenho ou da acção politica deles.

      Quanto ao nome de Rua, temos muitos herois de outros tempos que não os contemporâneos, exemplos não faltam: Dona Simoa Godinho, Dona Ana Chaves, Pe. Manuel Rosario Pinto, Poeta Caetano Costa Alegre, 1º e 2º Baroes de Agua Ize, Visconde Malanza, Marques de Valle Flor, poetas, musicos tradicionais, temos muito por onde escolher.

      Abraços calorosos,

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    madalena Responder

    Acho que neste espaço fica muito triste saberem algumas coias ruins.
    Mas estas informações ficam para os vivos meditarem as condutas.
    A mãe do malogrado era caboverdeana, certo?
    E, muitas vezes leva algo ao gabinete do filho como todas a s mães, sobretudo café, o pequeno almoço. por exemplo, milho assado, etc. Outrossim os seguranças não deixavam o senhora entrar, certamente com a ordem do filho, que era 1º ministro. Olham só o desparate. A senhora ia sem poder dar a benção ao filho. outras e outras coisas. Onde estava a mora?
    Deus paga O dr Manuel VAz que substitui a Dra Ligia e muitas coisas mudaram no Liceu, contra a vontade da outra mazinha Joana Aragão, tambem ja falecida.
    Vamos ter bons habitos. Sobre reforma curricular, fica muito a desejar. Nunca se explicou nem a geografia , nem na historia, se temos ou não petroleo. A terra ia afundar se everedasse pela exploração petrolifera. De qual reforma está a falar?
    Quem faz mal paga, ai é o inferno e a gloria.

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    madalena Responder

    queria dizer nora?
    Onde estava a nora que não pôde ver a senhora na rua, mãe do seu marido!!
    Tenha mais moral.

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    madalena Responder

    Meus carissimos
    Olhem para o vosso passado.
    Quando ascendemos a (in)dependencia, deviam investir no conhecimento, na investigação cientifica, nos valores, nas infraestruturas, ao invés de comprarem casas, moradias de luxo no exterior. Sendo assim os nossos dirigentes teriam uma velhice melhor em hospital de referencia aqui no país e não terem que sair fora, viverem toda a vida mais 6 meses e depois procurarem o Estado falido que voces mesmos ajudaram a falir para custear as vossas despesas.
    E como se não bastasse, Dona Alda teve que ir a Luanda, faleceu lá.
    Ainda estamos a tempo de recuperar o tempo perdido, as novas eleites.
    Nunca se ensinou na escola reformada pela Dra Ligia, como se faz o chocolate, nunca da minha vida, vi num manual, como se fabrica o chocolate. Só sabiam proibir comer o cacau e mais nada.
    Se tivessemos a nossa industria alimentar, o nosso arroz, o vinho, a gastronomia, o turismo de qualidade, as flores, a musica, trages, a poesia, como produtos turisticos, certamente teriamos gente com mais consciencia e educação de valores e sensivel com estas perdas irreparaveis. Por isso que as falhas se pagam caro.
    Repito que não deve ser desculpa para o 1º Ministro, fugir as suas responsabilidades. Todos temos culpas no cartorio. O petroleo!!!
    Ainda não se fala, A agencia vai somando prejuizo e mais para o estado com pessoal sem qualificação afrente. Tudo isso reflete nas nossas receitas e o prestigio internacional. Vamos a uma reunião de petroleo, por exemplo,é suposto o chefe ser um engº Quimico, no minimo, aparece um historiador, ou um Aviador. Triste cena. São destas.

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    madalena Responder

    Agora é humor
    para rir!!!
    Um tecnico da Agencia dos petroleos de STP, foi a uma conferencia dos petroleos.
    Como a formação do senhor Dr é Licenciatura en Historia, perguntaram? Como tem sido o uso do petroleo na comunidade?
    O tipo disse:
    Na minha comunidade usamos petroleo no DJambi, quando as pessoas tomam o santo, colocamos petroleo atras das orelhas para afugentar o diabo.
    As pessoas fartaram de rir!!!
    Tambem era de se esperar, Historiador.

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    madalena Responder

    À Ninguém.
    Não gente totalmente inutil. Aliás serve pelomenos como o exemplo.
    Falar de revisão curricular, com D. Ligia, apos o falecimento de Vladimir Lenine e a retirada de conteudo programatico realtivamente a vida e obra, nos curricula. Grande erro, se assim foi. Do meu ponto de vista, devia-se aprofundar conhecimento da realidade RUSSA e ver como tirar o proveito para o país. Russia é um país onde jamais se conhece intelectuais tão competentes na area de economia agraria, como Chayanov, só para citar um exemplo. Se de facto foi a retirada de forma abrupta de conteudo da vida de Lenine, so foi apenas erro, devia aprofundar o conteudo. As questões de racionalidade economica muito defendida por Russos, deviamos saber produzir o queijo, etc.
    Vivemos num país onde o rural é desprezado, fruto das reformas que “Ninguém”, faz referencia.

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    Elias Costa Responder

    Serve a presente para manifestar o meu apoio à sua carta aberta. Subscrevo-a na íntegra.

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    Fijaltao Responder

    Quando estamos a frente do poder, esquecemos que os que estão de baixo da nossa alçada não são gente! A Doutora Lígia enquanto ministra,sempre pensou que o país também era dela e do marido. No Hotel Ritz por fontes fidedignos, esta senhora gastava milhares de dólares do povo sãntomense em banho de leite todos os dias para tonificar a pele! Este é só um exemplo. Mas em todo caso, reconheço realmente a insensibilidade do Patrice Trovoada e do pai. Esta insensibilidade é próprio do povo de S.Tomé e Príncipe.Agora;O ódio, este sim é próprio do Miguel e do filho em relação à este povo. Aliás,os dois exilaram por muito tempo em terras conhecidas, esperando que a FDC ( Frente Democrata Cristã) criasse as condições para os dois assaltarem o poder! Quanto ao Dr. Celestino, foi muito mau ele e a família abandonar o país que na altura tanto precisava dele! Por isso só temos é que colher o que semeamos obviamente.

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    dunha Responder

    O Patrice Trovoada, nao é santomense, embora os pais dele sejam…ele nao conhece a Africa, muito menos STP. Este Senhor nao tem carisma, é um oportunista (tal como o pai Miguel), “arriviste”, incompetente, interesseiro…é santomense quando lhe convém; mas de nacionalidade francêsa.
    Foi sustentado pelos bissau-guineenses, durante muito tempo em que viveu em França…é um ingrato e detestàvel personagem.

    Dunha da Guiné Bissau

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