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Presidente da República veta alterações à lei das incompatibilidades dos deputados

É o primeiro veto político do Presidente da República, Manuel Pinto da Costa, a uma lei da Assembleia Nacional desde que a maioria absoluta da ADI, foi eleita nas eleições de Outubro de 2014.

O diploma que altera a lei das incompatibilidades, foi proposto e aprovado pela bancada maioritária da ADI, numa sessão plenária bastante polémica em que a oposição contestou a decisão da maioria em alterar uma lei que trouxe mudança para o Estatuto dos Deputados, limitando as hipóteses de corrupção na administração pública, e que contribui para a dignificação da função do deputado.

O debate parlamentar aconteceu em finais de Janeiro último, e a alteração aprovada ela ADI, foi submetida ao Presidente da República no início de Fevereiro para a devida promulgação.

Após análise do diploma alterado pela maioria parlamentar, o Presidente da República e Chefe de Estado, vetou. Pinto da Costa devolveu ao parlamento, que poderá alterar ou confirmar o diploma sendo necessário para que tal aconteça uma maioria qualificada de dois terços.

Pinto da Costa fundamenta a sua decisão numa mensagem enviada ao parlamento entregue está segunda-feira ao Presidente da Assembleia Nacional.

Na carta a que o Téla Nón teve acesso o Presidente da República defende que o seu veto «constitui uma oportunidade para promover um debate geral aprofundado e um diálogo entre todos os partidos políticos no sentido de se encontrar uma solução legislativa consensual numa matéria tão relevante no que respeita à transparência e o aprofundamento da democracia», lê-se na carta.

Na fundamentação do veto o Chefe de Estado, considera ainda que o diploma submetido a promulgação «visa reduzir o âmbito das incompatibilidades e das consequências das faltas ao exercício da função de deputado».

Para o Presidente da República em causa está sobretudo, a possibilidade de os deputados poderem exercer também, em simultâneo, outras actividades na administração pública, acumulando vários ordenados «o que, no seu entender, choca com a realidade socioeconómica de grandes dificuldades para a maioria dos cidadãos, põe em causa a separação de poderes e a independência e o livre exercício da função de deputado», destaca a carta de veto.

Escreve Pinto da Costa «o exercício da função de deputado vai muito para além da questão da remuneração justa do seu trabalho a qual não deve ser encarada como um privilégio mas tão só como um direito regido por critérios rigorosos de equidade em relação à situação da esmagadora  maioria dos cidadãos».

Na missiva Pinto da Costa acrescenta «Abrir caminho para que directores, chefe de departamento e quadros da administração pública, possa acumular essas funções com as de deputado, como se pretende com a suspensão da aplicação na alínea I) da lei 6/2013, durante quatro anos, isto é, durante a presente legislatura, pode colocar em risco independência dos deputados no exercício das suas funções, limitando a sua capacidade de agir livremente, nomeadamente na fiscalização parlamentar dos actos do governo e da administração, subvertendo o básico princípio da separação de poderes num estado de direito», precisa o Presidente da República.

Por tudo isso o Chefe de Estado levanta várias interrogações. «Como pode um deputado que é ao mesmo tempo director ou chefe de departamento fiscalizar as acções dos titulares de cargos políticos aos quais se encontra legalmente subordinado?».

Mais ainda «Como pode um deputado, nestas condições, fiscalizar-se a si próprio na qualidade de agenda da administração pública, directa ou indirecta do Estado?». É outra questão levantada por Pinto da Costa sobre uma alteração à lei das incompatibilidades que classifica como «um retrocesso no caminho da transparência».

Pinto da Costa apresenta mais argumentações. «Uma das funções essenciais da Assembleia Nacional e desenvolvida pelos deputados é fiscalizar a acção governativa, Ora se o deputado pode ser subordinado dos titulares do poder executivo, ele coloca-se simultaneamente numa situação de fiscalizador e de subordinação hierárquica incompatível com o exercício livre e independente da sua função».

Segundo o Presidente da República, «a questão do estatuto dos deputados não deverá ser dissociada de um quadro geral de reformas do Estado que se traduzam no aperfeiçoamento do regime e na prevenção de fenómenos como o da corrupção numa luta constante e permanente pela transparência e integridade da acção política».

A possibilidade prevista na lei dos deputados poderem faltar aos trabalhos parlamentares sem qualquer consequência merece também forte discordância do Presidente da República.

«Trata-se de uma alteração que põe em causa, nitidamente, a relação entre quem elege e quem é eleito uma vez que deixa de ser penalizada a ausência aos trabalhos parlamentares», escreve Pinto da Costa para quem «permitir que aqueles que foram eleitos para representar o povo e fiscalizar a acção da governação e da administração possam faltar aos trabalhos parlamentares sem qualquer justificação, usufruindo vários salários, contraria claramente os princípios e valores democráticos plasmados na constituição».

Pinto da Costa conclui na mensagem ao parlamento que «pelos motivos indicados e em nome da salvaguarda dos valores inerentes à democracia, em nome da transparência, rigor e exigências que devem caracterizar a vida política, ao abrigo do disposto no artigo 83 da constituição da república, tomei a decisão de vetar politicamente a presente lei, devolvendo-a à Assembleia Nacional».

Abel Veiga

    45 comentários

45 comentários

  1. Farina castelo

    17 de Fevereiro de 2015 as 8:34

    Boa decisão. Viva presidente da República

  2. Bruno

    17 de Fevereiro de 2015 as 8:50

    Um veto justíssimo.

  3. Edney Almeida

    17 de Fevereiro de 2015 as 8:52

    sabia decisão senhor presidente, eu esperava de ADI, usar sua maioria para levar a cabo uma verdadeira reforma o parlamento sobre varias questões tais como; clarificação de lei de imunidade parlamentar,reforma sobre o numero de deputados sobre afirmou a tempo o falecido Francisco silva, que temos demasiado deputado. e muitas outras iniciativa legislativa( reforma da justiça, fiscal, etc.) É isso que é mudança nao basta termos novas pessoas mudar discurso mas continuar com as mesmas velhas praticas. Os deputados de aADI so pensaram dos seus bolsos e mais nada.

  4. Original

    17 de Fevereiro de 2015 as 9:01

    Boa.Um Presidente não é só para subir Bucha.

  5. malebobo

    17 de Fevereiro de 2015 as 9:13

    Muito bem sua Exª Sr.PR, pela capacidade que teve de vetar sobre esta lei

  6. Mestre

    17 de Fevereiro de 2015 as 9:15

    Muito bem sr. Presidente… A sua decisão não poderia ser outra! Fico muito feliz.

  7. H.N

    17 de Fevereiro de 2015 as 9:21

    É um direito que assiste o Senhor Presidente. O ADI é que deve tirar as ilações desse veto.
    ADI tem que saber governar e com quem devem contar para essa governação até 2016, isto é até as eleições presidênciais.
    Muitos hoje dissem que são do ADI ou apoiam ADI porque estão apenas a defender os seus tachos, por de trás falam mal.

  8. João Pinto

    17 de Fevereiro de 2015 as 9:32

    Uma decisão clara e acertada do Presidente da República.
    Gostaria nesse caso perguntar aos senhores do ADI e o Governo liderado pelo Sr. Patrice Trovoada como pretende promover emprego para jovem se eles andam criar situações para apenas os quadros do ADI que foram eleitos deputados e são deputados ter mais do que um emprego.
    O Presidente da Assembleia está ladeado de assessores que são funcionários do Ministério de Educação e, Comunicação Social respectivamente.
    Resta saber em que setor realmente estão produzir.

  9. Abdel Coelho

    17 de Fevereiro de 2015 as 9:41

    Pois acho que o Srº Drº Manuel Pinto da Costa fez muito bem em vetar e devolver ao Parlamento para ser analisada. Assim se espera que os Deputados eleitos pelo povo possam entender que é necessário a separação de poder. Se todos estão dispostos a acabarem com a corrupção acho que são os próprios a aceitarem as leis da Assembleia Nacional. Apesar na maioria absoluta ADI deve apelar aos seus pares que foram eleitos que a dissociação dos cargos públicos é única saída para uma governação saudável. Admira-me que ADI durante a campanha disse tudo fazer para acabar com favores, corrupção, desmandos na função pública, e hoje depois de eleitos temem que percam algumas benesses que já estavam consumadas. Pelo bem de STP agradeço a vossa contribuição em Prol do desenvolvimento de um Dubai Prometido.

    A.Coelho

  10. Sensa

    17 de Fevereiro de 2015 as 9:51

    ADI tá martelando nos pés, como muitas outras atrocidades que andam fazendo… faça coisas pra vcs terem razão, porque Patrice e seu elenco ditaram que as viaturas do ESTADO não circulam depois de 18 horas e fim de semana, mas não é isso que o povo tá vendo não… fazem coisas pra merecer a confiança do povo… principalmente de povo pequeno, que ainda acredita em vcs… não decepciona nósssssssssss éeeeeeehhhhhhhhhhh
    Bem haja STP

  11. FLÁ CU LAZÓN

    17 de Fevereiro de 2015 as 10:33

    Quem semeia vento colhe tempestade.
    Só a maioria absoluta não condição para o partido ganhador fazer tudo como lhe convier, mandar e desmandar no país com os seus militantes, não respeitando o crédito de o povo lhe nas urnas.
    Que as coisas tem de mudar, isso têm. Mas, para melhor. Embora nas dificuldades que o mundo atravessa, o partido vencedor deve cumprir a sua promessa que convenceu o povo a votar nele.
    1. Cumprir e fazer cumprir as leis.
    2. Demonstrar o exercício de luta contra a corrupção, más práticas;
    3. Ser o exemplo no combate a promiscuidade e transparência na gestão da coisa pública.

    QUEM TUDO QUER TUDO PODE PERDER, SE NÃO TIVER JUÍZO.

  12. Alfredo Gentil

    17 de Fevereiro de 2015 as 11:12

    Congratulo-me com a sábia decisão do nosso Presidente. Agora eles (Patrice + ADI), feridos no seu orgulho próprio vão trilhar dois caminhos sinuosos. Primeiro vão tentar subornar alguns deputados, como os irmãos monteiro e outros vende-pátria para conseguirem os dois terços necessários. Se não conseguirem vai ser o caos. O senhor abnenildo já começou há dias a ensaiar a possibilidade de impedir que o presidente saia do país sem o assentimento da Assembleia, para tentarem caçar o mandato do Presidente. A partir de agora Patrice + ADI vão reforçar a vida negra que têm feito ao presidente convidando-o para dançar o tango. Como referiu o comentador Sensa, as viaturas agora podem circular livremente porque a oposição foi totalmnete desmantelada. Quem são os actuais utentes das viaturas?

  13. Mé Zemé

    17 de Fevereiro de 2015 as 11:18

    Acho que o presidente fez bem em vetar a lei e pedir mais debate, pois esta lei é muito importante. Se a que existe agora serve as reais necessidades do país, não sei. A única justificação do PT em anular a lei, que eu saiba, é que os deputados vão ganhar mais de 30 milhões de dobras por mês e outras regalias. Este valor acho um exagero para a nossa realidade. Mas, ser deputado e estar a usufruir de altos cargos da administração do estado também não concordo. Devem sentar e arranjar uma lei justa que sirvam as reais necessidades de STP. Quanto a parte desta notícia que me deixa dúvidas, é que o presidente exige 2/3 da assembleia para poder fazer alteração da lei. Mas, esta lei foi feita com menos de 2/3 da assembleia. Alguém que me esclareça como é que isso funciona…!!!?

  14. Alfredo GENTIL

    17 de Fevereiro de 2015 as 11:21

    Congratulo-me com a sábia decisão do nosso Presidente. Agora eles (Patrice + ADI), feridos no seu orgulho próprio vão trilhar dois caminhos sinuosos. Primeiro vão tentar subornar alguns deputados, como os irmãos monteiro e outros vende-pátria para conseguirem os dois terços necessários. Se não conseguirem vai ser o caos. O senhor abnenildo já começou há dias a ensaiar a possibilidade de impedir que o presidente saia do país sem o assentimento da Assembleia, para tentarem caçar o mandato do Presidente. A partir de agora Patrice + ADI vão reforçar a vida negra que têm feito ao presidente convidando-o para dançar o tango. Como referiu o comentador Sensa as viaturas do ESTADO circulam depois de 18 horas e fins de semana à vontade, porque o Poder já desmantelou toda a oposição. Quem são os
    actuais utentes das viaturas? Coitado do Mário Macedo da ENASA (MDFM) agora só com motoqueiro, enquanto que o grande bajulador do Patrice Mário Gomes Bandeira exibe no seu bruto Pajero. Só com Cristo, mas esse, dizem que já chegou a S. Tomé.

  15. Falar Verdade

    17 de Fevereiro de 2015 as 11:37

    Confesso que já discordou várias vezes acerca de tomada de medidas por parte de Sua Excelência Senhor Presidente da República, relacionados com vários assuntos do interesse público.
    Mas, desta vez, concordo plenamente com o veto político do Presidente da República contra a matéria de incompatibilidade que foi aprovada maioritariamente pelos Deputados de ADI.
    Sou simpatizante de ADI, mas condeno políticas que defendem interesses de um grupinho em detrimento do interesse nacional.
    Não se admite que a política seja feita apenas para defender os interesses dos militantes do nosso partido.
    Primeiro o nosso Partido começou a dar tiros nos pés com a nomeação de novos diretores na Administração Central do Estado e não, que não preenchem mínimos requisitos para assunção de cargo de direção em detrimentos de alguns quadros competentes e apartidários.
    O país é todo são-tomense, independentemente da sua cor partidária, do sexo e da crença religiosa. Por isso, vamos unir todas as forças em prol do desenvolvimento sócio-económico das duas ilhas.

  16. Carlos Santos

    17 de Fevereiro de 2015 as 12:24

    O PR quis desafiar a maioria parlamentar mas vai sair-se mal. Como foi possivel o PR vetar uma lei cujo proposito e beneficiar STP?

    • Aleluia

      17 de Fevereiro de 2015 as 12:55

      kkkk senhor Carlos Santos, tem graça. o senhor tem coragem de vir dizer que esta alteração de Lei vem beneficiar STP. Se calhar vai beneficiar a si directamente sendo deputado ou família de deputado do ADI. Cresça e apareça. O Presidente da República está de parabéns, STP está de parabéns.

    • Bruno

      17 de Fevereiro de 2015 as 17:04

      Carlos Santos pode nos explicar o que país teria a ganhar com essa alteração?

    • Manuel Vicente Fernandes de Sousa

      20 de Fevereiro de 2015 as 11:28

      Desculpe caro amigo, mas beneficiar em que sentido? Explique-me por obséquio.

  17. onofre libania

    17 de Fevereiro de 2015 as 12:35

    Dou nota 100 aos senhor Presidente da República pela decisão tomada pois digo que o país precisa de pessoas com esta visão, e ao partido da governação apelo que respeitem a decisão do povo, pois foram eleitos para trabalhar como pediram e não para criarem polémicas sem causa…….

  18. guno

    17 de Fevereiro de 2015 as 12:58

    Começou o bloqueio ao ADI. Espero
    Que seja a última vez que ele pede assentimento para viajar, o ADI também sabe bloquear. …

    • Maria de Fatima Santos

      19 de Fevereiro de 2015 as 11:52

      Maioria parlamentar, de parleamentares civilizados, nao significa atropelar leis e eticas democraticas, em nome de populismo barato.

  19. Felicidade

    17 de Fevereiro de 2015 as 13:01

    O senhor teve nota 1000 sr Presidente. É mesmo assim , nada de comer duas bocas, nada de incompatibilidades, queremos um país sério respeitado a nível internacional. Os deputados do ADI não devia aproveitar da ingenuidade deste povo para atingirem os seus objectivos pessoais, que é de viver a grande e a francesa ou seja de levar uma vida mulata, enquanto que os pobres coitados que votaram neles muitas vezes nem se quer tem dinheiro para comprar pão, ou dinheiro para compra açucar para por no chá de goiabeira de manhã para dar os filhos.

  20. Santomente

    17 de Fevereiro de 2015 as 13:07

    Ainda bem que o PR tem o poder de vetar, porque se não não sei onde vamos parar com o ADI e os seus deputados. Mal entraram no poder, quiseram em primeiro lugar garantir os seus tachos. Tenho pena que o povo não entenda isto, e continuam cegamente a acreditar nestas pessoas. Mas S.Tomé e Santo António há de abrir os olhos do chamado povo pequeno, que deu maioria a esta gente.

  21. Fokoto

    17 de Fevereiro de 2015 as 13:48

    Em jeito de elucidação ao leitor Mé Zemé, lembro que os deputados da nação são 55.
    Dois terço deste numero resulta em 36,66666666.
    Logo, o tal 2/3 será atingido com 38 deputados.

  22. Sempre

    17 de Fevereiro de 2015 as 14:58

    ADI, toma que já jantaste……….kkkkkk

  23. João Rosário

    17 de Fevereiro de 2015 as 15:52

    O veto bem fundamentado.
    Acumulação de funções pelos deputados diminuía significativamente a capacidade de exercício pleno das suas funções. A maioria pretende com isso promover o facilitismo,o clientilismo político e o descontentamento social,práticas erradas em democracia,. Descontentamento,porque inviabiliza a ocupação a determinados cargos a outro cidadão são-tomense que em condições iguais ou superiores poderiam exercer o cargo de diretor ou de deputado.Essa prática acentua o desemprego.
    Argumentou e bem o PR:”…permitir que aqueles que foram eleitos para representar o povo e fiscalizar a acção da governação e da administração possam faltar aos trabalhos parlamentares sem qualquer justificação, usufruindo vários salários, contraria claramente os princípios e valores democráticos plasmados na constituição”.
    A maioria peca por:desvalorizar outros cidadãos, pela governação egoista e centralizada,por promover a desunião e implementar uma política com contornos pouco claros…Assim ensombra as ações do deputado,o representante do povo.
    Não se pode permitir que STP continue a ser para alguns a sua quinta,onde desfrutam e empanturram durante um ou dois mandatos para depois passar para outro o resto.Ao contrário disso, devem estar disponíveis a servir o povo e não se servir dele.

  24. Ma Fala

    17 de Fevereiro de 2015 as 18:49

    Bravo PR! Esta decisao acertada so vem provar o vosso profundo senso de Justica, Siceramente esperei mais do ADI com a maioria parlamentar que deveria ser usada a favor de reformas gritantes e nao apenas uma manobra para afundar ainda mais o que ja esta afundado,Lembrem o povo pode ser na sua maioria de pouco entendimento mas ainda assim astutos sao, a titulo meramente exemplificativo e a samba que o MLSTP/PSD e o PCD tem estado a tomar para perceber-mos de que afinal sabemos o que queremos, e brevemente sera a vossa vez se continuarem com estas deslealdades.

  25. Eugenio Costa

    17 de Fevereiro de 2015 as 20:26

    Granda decisao
    Nao e para isso que o Povo
    O elegeu
    Mas no entato fico a espera
    Do comentario sabio
    Augerio Amado Vaz
    Obrigado

  26. paula alves

    17 de Fevereiro de 2015 as 20:54

    gostei do comentário de falar verdade, demonstrou bom senso, o que nos falta em STP, isso que o paìs precisa.
    Mé Zemé, quando Presidente veta uma lei e este veto é politico, para aprovar precisa de 2/3 de deputados a votar.
    Gostaria de perguntar Carlos Santos se ele leu a lei! se não percebe de lei, pergunta. Porque ignorancia e desconhecimento é muito má, por isso votaram no ADI. Ainda bem que ADI deu tiro no Pé para ver se povo São tomense abre olho.
    O Patrice quer ser presidente, e Governo (ADI), Assembleia (ADI) e Presidente Patrice (ADI), vai ser maioria absoluta. E vão ver o que é bom para tosse, eles vão fazer o que quiserem com o País, fica o aviso, abre olho povo

  27. gente

    18 de Fevereiro de 2015 as 0:34

    Muito bem Senhor Presidente. Seria um desastre, pobre e lamentável se agisse na direcção oposta. Porque era tãooooo óbvio e tão trivial tal observação que leva-nos em crer que os senhores deputados que aprovaram esse diploma não levam definitivamente o país a sério…uma autêntica brincadeira. Sim, como poderia um deputado ser director (terceiro escalão do executivo) e exercer simultaneamente a função legislativa de deputado? nem em São Tomé e Príncipe se permite isso. Naturalmente, se tal deputado assim pretender, ele deve se impedir e desligar-se da função de deputado…tão óbvio asim….

  28. tela Nom

    18 de Fevereiro de 2015 as 6:17

    Não entendo como Alguém k se diz santomense ou compatriota Descorda com a decisão do PR”””A escola faz mta falta””só pode ser isso a justificação para as pessoas k Descorda com o Veto”””

    • Maria de Fatima Santos

      19 de Fevereiro de 2015 as 11:42

      Escola faz muita falta mesmo!

  29. malebobo

    18 de Fevereiro de 2015 as 8:31

    se o ADI, se convencer com essa maioria absoluta que o povo deu, eles que tomam muito cuidado, ainda podem terminar em minoria , se as eleições fossem hoje o ADI, jamais ganhariam com maioria

  30. S.TOMÉ

    18 de Fevereiro de 2015 as 9:16

    Meus caros,
    Sua Excelência o Presidente da República é homem amadorecido, já anda nisso faz tempo, até porque um dos poderes do Presidente da República é “velar pelo cumprimento da constituição e das Leis, garantir o regular funcionamento das instituições e também representar o Estado nas relações Internacionais”.
    Portanto, não era necessário ninguém dizer ao Senhor Presidente da República para não promulgar a referida Lei, ela por si só já vinha gravemente ferida de irregularidades, esses seguidores do DOM SEBASTIÇÃO( PT), sabiam perfeitamente.
    Portanto, julgo que a grande maioria da população que votou ADI deverá estar atenta e só agora percebe-se porquê que o DOM SEBASTIÃO pedia maioria absoluta nas campanhas.
    Um outro assunto é o famoso ORÇAMENTO CIDADÃO, uma fantochada clara, DOM SEBASTIÃO sabe perfeitamente os graves problemas que enfermam as nossas populações, ele vem vendendo ilusões as pessoas com promessas falsas, quando tem consciência da difícil situação financeira dos principais países que financiam o OGE. Esse Senhor vai divertindo a população com tudo isso, preparando o caminho para sua eleição ao cargo de Presidente da República, isto é que é a maior verdade, é pena que o chamado povo pequeno não entende essas coisas.
    DOM SEBASTIÃO, sabe perfeitamente que o Príncipe constitucionalmente tem dois órgãos do Poder que são ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL e o GOVERNO REGIONAL, não existem mas, como é que se compreende que esse Senhor dá-se ao luxo de vir ao Príncipe fazer orçamento de Cidadão, agora pergunto, o Governo Regional irá discutir o seu orçamento com as populações de Caué e Lembá ?
    Gostava saber se o Dr. Passos Coelho alguma vez meteu-se no avião e foi a Madeira ou Açores fazer orçamento de Cidadão. Na minha forma de pensar e estão de acordo comigo, DOM SEBASTIÃO podia ir ao Príncipe a mesma mas os seus seguidores confesso, reunir com o Governo Regional, solicitando uma lista das necessidades essenciais para incluírem no pacote Nacional, não é ir a uma Região Autónoma fazer o mesmo espetáculo que vem fazendo nos Distritos cá em S.Tomé.
    Julgo que as gentes do Príncipe deviam dizer textualmente isso ao DOM SEBASTIÃO, ele terá que entender que assim como existe Governo Central de que ele é chefe, também existe o Governo da Região Autónoma do Príncipe, com poderes próprios e deverá ser respeitado.
    Meu amigo Tózé Cassandra está muito calado a aceitar esse Senhor essas coisas, mas não vai tardar ele irá começar a receber as bombas, porque o Tozé que conheço, não é homem de calar, há de chegar o tempo. As pessoas do Príncipe quando querem, fazem e deixa marca, Patricio sabe.

    Um bem haja.

  31. mézedo

    18 de Fevereiro de 2015 as 9:33

    O ADI precisa saber que não ganhou eleições com militantes do ADI, ganhou com povo de São Tomé e em particular com muitos militantes dos outros partidos que estavam aborrecidos com seu próprio partido.

    Abusar do povo pensando que esta abusar dos outros partidos pode vos sair muito caro.
    O PR tem visão clara daquilo que ADI quer para esse país por isto tomou boa decisão em vetar esta lei.

    Se ADI pensa que vão bloquear o PR, eles terão problemas graves porque o povo de deu vitoria pode tirar do poder rapidíssimo.

    Estamos atentos e somos todos donos deste país.

  32. Ê Bilá Úcu Plôcô

    18 de Fevereiro de 2015 as 10:16

    Agora o PR, qual um verdadeiro justiceiro, deverá vetar a lei que permite que pessoas sem terem os cinco anos de serviço serem directotres e outras que o Mal está a engendrar para agradar a sua clientela

  33. Bom sinal

    18 de Fevereiro de 2015 as 18:59

    Aqui está a verdadeira EBOLA

  34. Eduardo Santos

    18 de Fevereiro de 2015 as 19:23

    Senhor presidente veta uma lei e da a conhecer quando está ausente do país . Os deputados do adi vão deixar vários cargos e dos outros partidos tb , vão nomear muitas pessoas do adi para vários cargo e vamos ver quem fica a ganhar. Os mesmos vão trabalhar em simultâneo e vão somar e seguir até 2016. Um bem haja a todos.

  35. VIGIÚ

    18 de Fevereiro de 2015 as 20:53

    Muito Obgd Sr. Presidente! Eles alegam k não têm gabinetes, então oquê k trabalham p ganharem tanto dinheiro?É confiança!

    • Maria de Fatima Santos

      19 de Fevereiro de 2015 as 11:58

      Ter gabinete nao significa prestar bom trabalho. gabinete é mordomia e deputado é servidor. Para servir o povo que tanto amam, deviam alegar outras coisas. Afinal de contas pode-se partilhar gabinetes e trabalhar muito bem. Nao me diga que os senhores trabalham no quintal. Como em tudo na vida, o parlamentar pode começar do pouco e trabalhar, (repito trabalhar) para atingir o melhor. Se o Dubai começa com os deputados entao estamos tramados. Quando é que chegara aquele povo tao amado?

  36. Santomé non

    19 de Fevereiro de 2015 as 13:54

    Caros santomenses, já pararm para pensar o que será de STP caso Patrice Trovoada ganhe as eleições presidencias? Teremos graves problemas no país.
    Patrice Trovoada como presidente da Republica + ADI com maioria absoluta no parlamento = caos. Vão alterar todas as leis que lhes apetecer, em prejuizo do país, mas para o bem dos seu bolsos, como aconteceu agora, vão fazer tudo o que lhes apetecer. Por enquanto temos o Presidente Pinto da Costa que vai nos livrando deste mal. E quando ele deixar de ser presidente, o que será de STP e dos santomenses.
    Meu povo abram os olhos, acho que nenhum santomense quer voltar a viver no regime de ditadura.
    Temos que dizer NÃO ao partido único no poder. Para Presidente da República temos que votar num candidato que não seja do ADI. PARTIDO ÚNICO OUTRA VEZ NÃO.

  37. Leandro Guedes Sebastião

    20 de Fevereiro de 2015 as 6:17

    Atenção meus senhores – nao tirem foguete s antes se acabar a festa. cuidado com os judas. Para conseguirem um pubhado de euros inibem de passar pernas aos partidos que sustentam e vender os votos a ADi. A ver vamos oxala que desta vez isso nao acobteca para o bem da democracia.

  38. patriotas

    20 de Fevereiro de 2015 as 11:05

    meus caros amigos. está na hora de pararmos e direcionamos no que contribui realmente para o desenvolvimento do país.
    embora simpatizante e amigo do partido também não compartilho com essas alterações que a bancada do partido votou. Os candidatos a deputados têm que saber o que querem realmente. Se durante a campanha questionamos cidadãos com dois três salários e enquanto há muita gente a procura de um, Se nós defendermos isso estaríamos a ser injustos com a sociedade, Se viemos para mostrar a nossa diferença então temos que ser deferentes a outros

  39. Biliuê

    25 de Fevereiro de 2015 as 11:18

    Essa é vantagem nesse contesto de ter um Presidente não originário de um partido que está no governo. Mas tb poderá por outro lado acontecer que o Presidente não seja favoravel de uma lei que beneficie o pais, pelo fato de ser elaborado pelo partido no governo.
    Enfim esses equilibrio não facil achar, enquanto o homem for imperfeito.

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